Dor Corpo

Cerca de 655 frases e pensamentos: Dor Corpo

Quando meu corpo perde o rumo
E a dor grita mais alto que a alma
Que Iansã leve com seus ventos
Toda a energia que não me pertence
Que Oxalá me envolva em seu branco
E silencie o ruído que pesa em mim
Que cada célula do meu corpo se lembre
De que sou feita de paz e respeito
Que Ogum corte com a sua espada
Laços e nós invisíveis que me prendem
E que Exu abra os caminhos do meu caminhar, removendo as pedras que castigam meus pés
Que Omulu, senhor das curas antigas,
toque em minha pele e nos meus ossos que doem
Que Nanã, senhora da lama, me faça renascer, pois foi do barro que eu vim
Que Oxum, que rege a doçura das águas, me ajude a enxergar todo o amor que eu possa reconhecer em mim
E que Oxóssi me dê a fartura da saúde, para que eu seja caçadora do futuro que eu sonho ter
Que Xangô me proteja de toda injustiça e tire o peso do meu espírito cansado
E que Iemanjá cuide da dor que o mundo não vê em mim, para que eu recomece,
sempre
Axé pra quem é de axé

Tainá Wolff Bomtempo
(Paciente fibromiálgica)

Inserida por tainawolff

Frio pela manhã e a alma ainda dorme, olhos abertos e o corpo cansado, sem cigarro ou café o dia já ta acabado

A dor nos acorda pela manhã com o corpo dolorido e suado
Como de que acordou de um sonho lindo e foi jogado no pesadelo de viver só...

PauloRockCesar

⁠⁠SONHO POÉTICO
A poesia possui corpo físico. Sente dor, alegria e tristeza.
Sobretudo é sentimento que freme.
Qualquer um pode escrever um poema porque isso é expressão de sentimento, intrínseco a qualquer ente. Quando adolescente toda mocinha, todo rapaz, guarda em seu diarinho algumas frases de amor, rebeldia e desilusão.
Embora mais tarde quando as encontra-las, quase esquecidas, amasse em bolinha e descarte. Ou talvez alguns guarde-as consigo para a posteridade. Mas a vida contemporânea nos torna produtos comercial. E isso nos desalenta da produção literária, quase que involuntariamente. Pois quando somos rotulados “responsáveis, racionais”, partimos em busca dos bens frívolos na intenção de uma suposta aceitação social.
- A poesia em sua essência, não!
- Essa subverte...
Porque a arte por si só não permite negócio.
Ela possui a magia de oferecer sentimentos e sentido às coisas.
Já dizia o poeta Leminski o ato de escrever
A linguagem da poesia é um ambiente de santidade.
De tal maneira a fazer aplacar ou indignar o sonho poético.
Eu estou muito cansado da vileza de tudo que não é natureza.
Porque a natureza é a representação da arte.
E a arte materialização do Deus imanente.
Nem mesmo a vasão dessa solidão que carrego sobre os ombros me alenta.
A potência e fragilidade da vida, o nada que a gente representa diante disso.
- A humildade diante de nossa condição frágil
- De nosso próprio espirito imperfeito assusta
- E com a prudência do sábio
Me refugiu na santidade da poesia como essência da vida.

Inserida por NICOLAVITAL

O Corpo Sabe Antes: Reflexos da Dor:
.
O corpo é um sussurro antes do grito.
Antes da gente "saber" de algo, ele já fez.
Toca algo quente? A mão já tirou.
A vesícula dói? O Corpo já deu o sinal.
É o reflexo, essa resposta automática
que precede a consciência.
"Como diz a neurociência, o corpo reage
em ~50ms, enquanto a consciência
demora ~200ms para processar."
Então, nesse raciocínio;
O corpo é o primeiro a saber.
A consciência vem depois, como um
segundo passo. Registra a dor, avalia,
decide. Mas, o reflexo já aconteceu.
É como se o corpo "sentisse" primeiro,
e a gente "entendesse" depois.
Sentimos e depois pensamos,
o corpo é o primeiro a reagir.
E essa sensação é a base de tudo:
O corpo é o "eu" antes do "eu penso".
E quando a dor aperta e não tem
remédio? A consciência tenta ajudar:
Respira, distrai, relaxa. O corpo, por sua
vez, solta endorfinas, tenta modular a dor
via gate control theory – aquela "porta"
que pode fechar o sinal de dor.
Juntos, eles tentam dar um jeito.
Estudos mostram que mindfulness e
técnicas de relaxamento podem reduzir
percepção da dor em até 50%.
Mas será que é fuga ou aceitação?
A pergunta filosófica fica: Quem manda?
O corpo que reage, ou a consciência que "administra"? Talvez seja um trabalho
em equipe. O corpo dá o alerta,
e a consciência cuida do resto.
"Como diz Merleau-Ponty,
"o corpo é o veículo do ser-no-mundo"."
O que sei é que Ele nos conecta com o
ambiente antes da gente "pensar".
E talvez seja por isso que, quando
o corpo dói, tudo dói. E se a dor for crônica?
O corpo se acostuma (neuroplasticidade).
E a mente? Como lidar com o incessante
sinal de alerta? A consciência pode
se cansar....Mas, o corpo segue.
É aí que a psicologia entra:
Aceitação, reinterpretação da dor,
foco em valores, estratégias para não
deixar a dor definir a vida.
"Como diz Drew Lanham, "o corpo guarda
histórias que a mente esquece"."
E o que é dor, afinal? Uma sensação,
um aviso, ou um reflexo? Talvez seja,
o conjunto de tudo isso. Por isso que,
às vezes, a gente precisa parar e ouvir
o que o corpo tem a dizer.
Não só ouvir, mas, sentir.
"Como diz Carlos Drummond de Andrade,
"o corpo é a única coisa que não mente"."
Faz sentido parar e ouvir? Ou a gente segue ignorando os sinais, até que o corpo não
aguente mais? A dor vai continuar.
O corpo vai reagir. E a consciência?
Vai tentar entender, administrar, aliviar.
É um ciclo sem fim.
E você, como lida com a dor?
O corpo sussurra, a consciência esculta?
A dor é um idioma que o corpo fala,
e a gente, aprende a traduzir? Ou fica
perdido nas entrelinhas?
O corpo dói, a mente interpreta.
E a alma, o que faz? Ela sente, respira,
some ou transforma tudo em poesia?
O silêncio do corpo é um barulho surdo.
Quando ele fala, a gente treme.
Quando dói, a gente sente.
E quando ele para de doer?
A gente esquece? Ou agradece?
O corpo ainda é um mistério.
E a dor, uma grande lição.
E se a dor for a porta? E se ela abrir para
algo novo? E se o corpo sussurrar "mude"!
E se a gente ouvir? E se a gente sentir?
E se a gente renascer? O corpo sabe antes.
A consciência certamente virá depois.
"Como diz V.S. Ramachandran, "o corpo é
um fantasma que habita o cérebro"."
Eu digo que a dor, É o fantasma que nos
lembra de que estamos vivos.
No exemplo do "membro fantasma",
o corpo "sente" dor em algo que não existe
mais? Será isso? Ou tudo é entregue
a alma para dá o veredicto final?
A dor para nós, também, pode ser
um professor.
"Como disse Buda, "a dor é inevitável,
o sofrimento é opcional". Como no exemplo
de Viktor Frankl em Auschwitz:
É preciso encontrar sentido na dor extrema.
"Maya Angelou, disse "faça o que você tem
medo de fazer, e a morte do medo é certa"."
Se o corpo sente medo, mas a consciência
pode agir apesar dele. Então, a gente,
escolhe sofrer ou aprender?
O certo é: O corpo dói, mas a mente pode transcender. E se a dor for um caminho
para a compasão?
A relação entre corpo e consciência é
como uma dança constante.
O corpo sente, a consciência interpreta.
O corpo reage e a consciência responde.
É um diálogo sem fim.
"Como diz Maurice Merleau-Ponty,
"o corpo é o veículo do ser-no-mundo"
Para mim, o corpo nos conecta com o
ambiente antes de a gente "pensar".
O corpo é o primeiro a saber de tudo,
a consciência vem depois para entender
e agir. E quando o corpo e a
consciência estão em sintonia?
A gente se sente inteiro, presente, vivo.
Mas, quando eles estão desalinhados?
A gente pode sentir o desconforto da instabilidade, que gera ansiedade e dor.
A consciência pode até tentar controlar
o corpo. Mas, o corpo, também
influência a consciência.
"Como disse Antonio Damasio,
"o corpo é a base da consciência"."
Talvez, seja por isso que as sensações
corporais moldam como a gente pensa
e sente. E se a gente parar e ouvir o corpo?
Ele sussurrará necessidades, limites,
desejos. A consciência pode aprender
a escultar esses sussurros e responder
a nós de forma mais harmoniosa.
O corpo sabe antes. A consciência vem
depois. E a alma? Onde fica nesse processo?
A alma sente, respira, transcende.
Ela se encaixa nesse diálogo entre corpo e consciência vivenciando, cada fio de seda,
sendo o elo principal de ligação.
A alma, é o próprio silêncio que vive entre
corpo e consciência, fortalecendo e engrandecendo os laços dos pensamentos,
evoluindo em sua silenciosa jornada.
Diante de tudo isso aqui descrito...
Eu finalizo essa crônica dizendo que;
O corpo é o início e a consciência o
caminho, e a alma, é o destino final.
.
Ademilton Batista
Brasil, Bahia, Itabuna
DRA03022026.

Inserida por ademilton_batista_1

⁠Amor você sabe o que é dormir abraçado ao seu próprio corpo? e saber que quem você ama o faz nesse momento mas no corpo de outra ?
Chora chora todos os dias de saudades desse alguém? E saber que você não significa nada pra ele e quanto machuca saber que não saída a ser esquece-lo não ter nenhuma outra opção.
Não você não sabe amor

Inserida por zelia_gamel

Anestesiada da vida (alma) e num corpo em estado de dormência fico oscilante entre um teto e um chão (sina).

Inserida por Lulena

AUSÊNCIA

Hoje acordei ausente e sentindo um vazio sem fim…
Como assim?
- Meu corpo dormiu e minha alma teima em voltar pra mim…

Inserida por Lulena

⁠⁠Ohh dores na alma e no corpo.

Seja qual dor for não desejo pra ninguém tê-las, muito menos do amor.

Algumas dores têm cura, mas vêm com significados latentes.

As dores do corpo, a medicina tem o remédio, mas também trazem seus significados.

Metafísica, dão seu significado das dores, através do cunho emocional. Pesquise e terá sentido.

Em compensação o amor é uma dor que não tem cura.

Há um limite nas dores e mágoas que terminal nossa vida, ou melhora nossa sorte.

Conclui-se que as dores grandes duram poucos, aquelas que duram muito não são grandes.

Inserida por HumbertoCorsi

⁠Oh, Dores Que Ficam

Oh, dores na alma e no corpo…
Seja qual for, não desejo a ninguém.
Muito menos a dor que não tem cura: o amor.

Algumas dores vêm e vão,
outras se arrastam,
silenciosas, pesadas, constantes.
O corpo sente, a medicina trata,
mas há dores que vão além do físico,
trazendo significados que só o tempo revela.

Dizem que a dor fala o que a boca cala,
que cada sofrimento tem sua razão.
Metafísica, emoção, destino…
Podem até explicar,
mas no fim, tudo o que resta é suportar.

Porque há um limite para as dores.
As que são grandes demais passam rápido,
pois ninguém aguenta carregar o mundo por muito tempo.
As que duram muito, essas não matam…
mas mudam quem somos.

Se não há o que fazer,
então sigo, firme, calado,
porque fraquejar nunca foi opção.

Inserida por HumbertoCorsi

⁠Na lucidez do meu corpo me banhei de amor
Pq só o amor destrói a dor

Inserida por Aline6564

Por que você treina Jotta?

Treino porque a dor do meu corpo me faz esquecer. Quando os músculos se contraem e a exaustão se instala, algo curioso acontece. As preocupações cotidianas, os tormentos da mente e as angústias do coração são gradualmente suplantados pela sensação ardente que percorre cada fibra do meu ser.

Cada levantamento de peso, cada passada larga, cada gota de suor que escorre da minha testa é um lembrete constante de que sou mais forte do que as adversidades que enfrento. No instante em que me entrego ao esforço físico, a mente se liberta das correntes do mundo e se concentra apenas no presente, no aqui e agora.

A dor que outrora parecia insuportável, transforma-se em um eco distante enquanto o corpo se supera e avança além de seus próprios limites. É como se cada repetição fosse uma pequena vitória sobre as provações da vida, um ato de resistência contra os desafios que surgem em nosso caminho.

Treino porque é na dor que encontro minha verdadeira força interior. Quando os músculos se queixam e a exaustão ameaça me derrubar, é nesse momento que descubro que sou capaz de perseverar, mesmo quando tudo parece desmoronar ao meu redor. Cada repetição é um lembrete de que sou dono do meu próprio destino, capaz de moldar meu corpo e minha mente de acordo com meus desejos e ambições.

A dor do meu corpo me faz esquecer as preocupações triviais e as amarras emocionais que me prendem. Ela me leva a um lugar de libertação, onde sou capaz de me reconectar com minha essência mais profunda. Cada gota de suor que derramo é um símbolo de purificação, lavando minha alma das impurezas acumuladas ao longo do tempo.

Treino para encontrar equilíbrio em meio ao caos, para resgatar a sensação de controle quando tudo parece fugir de minhas mãos. O esforço físico me oferece um refúgio, uma trégua temporária em um mundo cada dia mais caótico!

Inserida por jottaandrade11

⁠Não mais sentiu seus membros, a dor pela primeira vez em sua existência havia abandonado seu corpo. Gonnifer sorriu, estava feliz após muito tempo de obscuridade e tenebrismo; feliz, por ter encontrado o que desejava, pois não precisaria mais de antídoto.

Inserida por michelfm

A dor que eu vivi dentro do Exército Brasileiro erradicou toda a fraqueza que eu tinha no meu corpo.

Inserida por kamorra

Fica comigo
Fica comigo até o dia amanhecer
Esquece o sono
A fome
A dor no corpo
E fica
Não pensa em nada
Mergulha em mim
Eu estou pronta para ser
A sua última alvorada
O seu irrevogável anoitecer
A sua derradeira viagem
E o seu primeiro
Grande
Verdadeiro
Único
Amor.

Meire Moreira

Inserida por meiremoreira

⁠A tontura me leva ao chão
Perdendo a força do corpo
Não tenho controle sobre a dor
E arde o tempo
Fugindo de minhas mãos
Como areia na ampulheta.

Inserida por warleiantunes

A espiritualidade representa a espinha dorsal do corpo que nos sustenta, a mão que nos acaricia e a paz que nos alimenta

Inserida por RandersonFigueiredo

⁠ "CORPO DE DOR"

ÓH ! Corpo de dor:
Se tu soubesses quão as dores do teu interior...
Quão difícil suportarias a finitude de teu ínfero exterior:

Dirias: bendita cinzas que te indicaram a Vida, transgredida;
Gerando o pecado de alma arrependida;
Para ganhar eternidade jamais consumida !

Inserida por guelanspensador01

⁠A Dor

Quando a dor consome
Sua alma
Seu corpo
Sua mente

E gostaria de poder ir embora para um lugar em que a dor agonizante não lhe encontrasse
Mas onde há esse lugar?
Não existe, porque a dor fez morada em você e ela vai lhe acompanhar para onde você for

Nesses dias parece não haver esperança
Esquecemos que tudo são fases
Tudo passa, até a dor

Inserida por Sheilatinfel

A TUA DOR, IRMÃO

Doem-me todas as palavras
No teu corpo de solidão
Enquanto a madressilva me sorri.

A Liberdade de um grito
Cravado em mim
Que desconheço.

Doem-me inclusive as sílabas
Dos teus lábios de silêncio
Em redor da enseada.

Doem-me castiçais de prata
Transbordando corvos feridos,
E sementes que jamais germinarão.

Dói-me este pão de cada dia
Irmão,
A tua fome que encerro em mim,
O teu frio que me rasga por inteira.

Dói-me este sangue de traição,
Esta ânsia de jasmim,
Este beiral de pardais,
Pedaço de ti.

Dói-me a luz da cidade desperta.
Mata-me o desassossego do fado
Que me liberta e santifica
Num altar de cravos e madrugada…

…e finalmente já exausta de mais um hino à tua, nossa Dor
Meu irmão,
Todas as palavras me doem,
Seja qual for o Caminho!

© Célia Moura – Do livro “Enquanto Sangram As Rosas…

Inserida por sofia66