Crônica sobre Política

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⁠A política do pão e circo

Panem et circenses, que significa a política do pão e circo é uma frase do humorista e poeta Juvenal que viveu por volta de 100 anos d.C. A referida frase faz parte de uma sátira, na qual o autor critica de forma veemente a falta de informação do povo romano que não se interessava por política, mas apenas em ter comida na mesa e diversão.
Em Roma, assim como acontece nos dias de hoje, as pessoas mais pobres viviam amontoadas e sem vida digna nas periferias. Para evitar que acontecesse um levante por parte dessa população mais carente, os imperadores encontraram uma forma paliativa, mas muito eficaz de calar a voz dos oprimidos. Ofereciam os cereais necessários para matar a fome e realizavam eventos em grandes arenas para o divertimento de todos. Assim, seguiam satisfeitos, sem reclamarem da sorte, ou da falta dela.
O que mudou?!
O povo continua mendigando as sobras dos pratos de prata dos poderosos e se dá por satisfeito com um auxílio de emergência, com uma bolsa disso, ou uma bolsa daquilo. Cala o povo diante do mísero "pão" que lhes é oferecido e ri das palhaçadas dos que dizem nos representar.
E daí, né ?
Muitos políticos escalam o poder subindo nas costas dos que possuem menos instrução, menos oportunidades e que recebem cada vez menos investimentos na sua educação. A compra de votos ganhou várias versões lícitas, tudo dentro da lei. A lei feita por políticos e que quase sempre desfavorece os que já são desfavorecidos, desvalidos, necessitados, ou simplesmente, pobres!
Estamos em mais um ano eleitoral e chegará em nossas casas batendo palmas para entrar, alguns dos que passaram quatro anos sem nos procurar e sem fazer nada para que as coisas melhorassem. Vão mentir, vão prometer e vão enganar muita gente de novo, mas quero dizer uma verdade: só consegue escalar o topo do poder político quem recebe o aplauso do povo.
É hora de parar de bater palmas para os que estão nos picadeiros, pois se você olhar bem para os lados, verá que a arquibancada é composta da grande maioria, daqueles que decidem se a piada tem graça, ou não merece um sorriso.

Inserida por nildinha_freitas

Não é sobre política, não se trata de um posicionamento político... É sobre pessoas... sobre seres humanos, sobre a vida, entende? Sobre o respeito à vida, sobre o desrespeito à vida. É sobre isso que eu falo.
Então, quando mencionam prisão, não vejo nada além do mínimo, nada além do que deveria ter sido feito há muito tempo, e a tempo.
A prisão é necessária, a liberdade ainda mais. A liberdade de expressão, de opinião, de escolha... de opção. A jaula só vai prender o louco que não escapou. Nem dou tanto crédito a isso, se é que ainda podemos chamar isso de algo.⁠

Inserida por hellonrocha

⁠Não importa a sua filosofia política, se você é de direita ou de esquerda, o que importa é a sua real preocupação com os pobres, viúvas, deficientes, doentes, com os excluídos e esquecidos pela sociedade, e pelos necessitados em geral. O que importa ainda é a sua consciência limpa e tranquila, o seu coração bondoso, as sua nobres atitudes e seus objetivos lógicos em prol do bem comum.
Converse sobre política, mas, faça uma política séria.

23/02/2021
Márcio de Medeiros

Inserida por marciodemedeiros

Escrever

Minha vontade é só de escrever, escrever e escrever. Escrever sobre política, religião, preconceito, homofobia, intolerância, "injustiça que assola nosso país", e outros assuntos que alimenta a massa. Mas aí estarei escrevendo somente o que todos já sabem, apenas em um ponto de vista diferente. Então, a partir de hoje minha preferência vai ser escrever sobre mim, sobre os meus fracassos não confessados, as minhas dúvidas, os meus desesperos e angústia

Inserida por Tairan

A política, a Religião e o Futebol só serve para dividir o povo, são paixões capazes de imbecilizar o homem, pois, toda contestação é inútil. Discutir racionalmente com o outro uma opinião de origem afetiva ou mística só terá como resultado exaltá-lo.

Visto que os tolos acreditam que politica, religião e futebol não se discute, por esse motivo os ladrões continuam no poder e os falsos profetas continuam a pregar, conscientes de que o melhor catalisador para o emburrecimento é o apego incondicional a uma ideologia.

Todos sabemos que a Política, a Religião e o Futebol há muito tempo tornou-se a arte da conquista e da conservação do poder e a luta contra essas instituições são difíceis, porque elas são organizados, e nós não.

Com adaptações de Chico Nauta

Inserida por Tocadolobo

⁠"Política do pão e circo moderno.
Jogos Olímpicos, guerras, crises políticas e sociais. Como na Grécia Antiga e no Império Romano, como tudo o que vem e não passa e como tudo tende a crescer e perpetuar, faz da Terra um mundo pequeno. Vivemos um pouco de tudo aqui e um pouco de tudo de lá.
Enquanto um pouco de tudo não é o todo."

Inserida por MarcosTatsuoAIHARA

REFERENDO, PRESBICITO: MUDANÇA POLÍTICA

Referendo, sugerir aos legisladores mudar o que já foi manipulado; Plebiscito, escolher o que já foi imposto pelos legisladores; ISSO É ROUBADA!

Mudança política será, de fato, feita pelo povo nas URNAS em 2014. Quero ver se agente no coloca ordem na casa.

Inserida por NATALINO1980

⁠A política não presta? Talvez. Mas também é reflexo do nosso próprio comportamento.
Compramos aplicativos piratas, pneus ilegais, atravessamos a fronteira para evitar impostos.
Queremos um país justo, mas cometemos pequenas ilegalidades todos os dias.
Como vamos escolher bem nossos representantes se não mudamos a nossa postura?
O Brasil parece dividido entre direita e esquerda…
Mas a verdade é que estamos divididos entre dois males.
E pior: fingindo que um deles é solução.

Inserida por ralf_da_silva_rozas

⁠POR QUE JES SENTIU-SE TRAÍDO NO FIM DA SUA CARREIRA POLÍTICA?

A política, enquanto arte da boa governação e administração política e territorial, conduzir-nos-á para o auge. Mas, quando usada como meio de manipulação, levar-nos-á à decadência e ruína.

JES foi um dos presidentes em África que, durante a sua governação, o povo angolano teve prosperidade, através das relações diplomáticas que ele teve e manteve com outros países, tanto na África, América, Ásia e Europa. Essas relações fizeram com que ele fosse conhecido e aceite em outras partes do mundo, o que fez de Angola ser um dos países cobiçados pelos empresários e comerciantes internacionais. Por esta razão, durante a governação de JES, o povo teve: educação, saúde, emprego, bens e serviços. Não era dos melhores, mas era o melhor que ele fazia por Angola e pelos angolanos. Nunca se viu, na sua governação, o povo a mendigar o pão ou apanhar comida nos contentores de lixo. Foi mediador na reconciliação para se alcançar a paz em alguns países de África que estavam desavindos há anos. Enquanto estava no poder, era e foi constantemente elogiado e bajulado por aqueles que tiravam proveito da sua governação e outros que amavam riqueza e poder. Havia seguidores e grupos com opiniões e ideologias diferentes concernentes à governação de JES. Eles estavam divididos em cinco grupos, que eram: o partido, jornalistas, revolucionários, aproveitadores, fariseus e judaizantes. Todos eles apresentavam uma visão diferente da governação de JES. O partido anunciava que ele era amado e insubstituível, e os verdadeiros jornalistas publicavam os erros e a má gestão que muitos gestores públicos cometiam e faziam na sua governação, para que se corrigisse este mal e crime que se cometia na gestão pública. Revolucionários criticavam e denunciavam: roubos, peculatos, desvios e a desumanidade que muitos dirigentes, deputados, militares e gestores cometiam em pleno exercício das suas funções. Os aproveitadores, fariseus e judaizantes (Judas) criavam rebanhos e promoviam neófitos e gado com a finalidade de bajular e idolatrar a imagem de JES. Alguns foram até mais distantes, chegando ao ponto de fazer veneração à sua imagem. Vendo que isto não era suficiente para conter o fanatismo que alimentavam por JES, enquanto presidente e líder do partido no poder, compravam e corrompiam a mente de líderes religiosos e alguns pastores para incentivar seus membros (ovelhas) a fazerem culto de personalidade e até idolatria da imagem dele. Este grupo, como tinha relação, amizade e aproximação com ele, explorou a sensibilidade de JES, incentivando-o a perseguir os jornalistas, revolucionários e até políticos que eram a favor da justiça e da boa governação. Afirmando que ele governaria melhor e estaria livre se esses opositores, críticos, revolucionários e filósofos fossem eliminados. Os que eram contra a boa liderança e boa governação davam apoio e até conselhos para que ele seguisse. Mostravam, pelas suas atitudes, que estariam com ele até às últimas instâncias e circunstâncias. Mas, quando chegou o momento de ele se aposentar da carreira política, os aproveitadores, fariseus e judaizantes foram os primeiros a lhe abandonar, desprezar e humilhar. Esqueceram-se de todo o bem que JES lhes fizera enquanto presidente e líder do partido no poder (MPLA). Uns, mesmo sabendo que, sem JES, não gozariam de imunidade, mesmo assim lhe desprezaram. Em vez de gratidão, deram-lhe como agradecimento: ingratidão, desprezo e silêncio. Isto, no momento em que ele mais precisava do apoio, conselhos e aproximação deles. Apesar de todo apoio e generosidade que JES concedeu a eles, mesmo assim desprezaram-no. Vendo isto, JES sentiu-se traído, abandonado e humilhado por aqueles que ele ajudou, no momento em que eles mais precisavam. Por esta razão, JES preferiu passar o resto da sua vida na Espanha, distante do solo angolano e daqueles que o traíram. Ele tomou essa atitude para simbolizar o seu desapontamento e tristeza, porque viu e sentiu a dor de ser abandonado pelos seus amigos, colegas, camaradas e compatriotas. Chegou à conclusão de dar razão a Deus, dizendo: “Maldito o homem que confia no homem igual.” Se soubesse que o meu fim seria assim, não teria criado lobos, hienas e serpentes durante a minha governação, e muito menos teria convivido com eles. Numa reunião familiar, lamentando e chorando, disse aos seus filhos: “Nada é para sempre...”

Inserida por jackwistaffyna

Nossa Realidade

O Brasil tá na mão de PESSOAS sem ética,
Política suja, promessa vira farsa trágica.
Pobre na luta, rico se dá bem,
Enquanto o povo sofre, o SISTEMA faz o "bem".
Violência nas ruas, escola a desejar,
Saúde pública? Só pra quem aguenta esperar.
Meio ambiente em QUEDA, ninguém toma jeito,
Floresta arde em chamas, e o mundo vê a tragédia em leito.
Polarização, ódio, FAKE NEWS no ar,
O país tá dividido, quase à beira de um pesadelo viral.
Precisa mudar, precisa acordar,
Pra não deixar o FUTURO do Brasil no endereço errado a sonhar.

FANTI MC

Inserida por RapperFanti

Dez Chifres

Desde tempos pós queda de Roma. 476 Ad, que se tentou uma união política, para que Roma não acabasse, nem o seu império. Na profecia de Daniel, sobre o sonho que o Rei Nabucodonosor teve de uma estátua, cujos pés eram em parte de Ferro e em parte de barro. Desde a interpretação dos 4 reinos: Babilônia, Média Pérsia, Grécia e Roma. Apartir daqui fala-se dos tempos finais.

Precisamente os pés em parte de ferro em parte barro, que se fala do império romano, descentralizado. Ou seja um império que continuava até aos tempos finais, mas sem força ou com ela relativizada.

Digo desde 476 Ad, que depois 10 reinos que saíram do império romano ( 10 nações de reinos Bárbaros) tentaram uma união ou restauração do império romano. Estes são os dez chifres, que Daniel viu, na sua visão dos 4 animais ou 4 reinos. Mas o último reino ou a última parte do reino nos tempos finais seria um reino dividido. Isto nos fala das Democracias dos 10 reinos, nos últimos tempos.

Com Carlos Magno tentou- se uma união mas não se conseguiu, depois com Napoleão Bonaparte, também não se conseguiu essa união. Depois em 1957 pelo tratado de Roma, tentou-se outra vez, mas a união não resultou consistente. Nos nossos dias, ainda não se conseguiu com a união europeia. Até aos tempos finais vai conseguir uma união e um último rei (besta ou anticristo). Mas sempre com conflitos entre o "Anticristo" e os 10 reinos ou chifres. Diz Daniel, "até ao fim haverá guerra"! " Um chifre, pequeno entre eles abaterá 3 reinos dos 10 chifres e reinará depois deles sobre todo o mundo.

E fará guerra aos santos, nos tempos finais. Mas a pedra que caiu sobre os 4 impérios, derrubou- os e fez- se um grande Monte. E reinou eternamente sobre a terra e o céu!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Vivemos cercados por crises permanentes — de identidade, clima, política, representatividade, coletividade, saúde mental, finanças, ética, cultura, educação...

Todas, de algum modo, precarizam o horizonte, turvam o futuro e enfraquecem nossa capacidade de sonhar sentido, traçar planos e cultivar esperança. Enfrentar essas crises exige mais do que respostas pontuais; exige restaurar a capacidade de imaginar o amanhã e o desejo de construir novos caminhos.

Inserida por I004145959

A Política e Seus Amores de Estação

As lideranças políticas, assim como as estações do ano, vão se renovando com o tempo. Grandes nomes que um dia foram reverenciados acabam esquecidos, engolidos pelo ritmo veloz da história. Novas vozes surgem, ocupam palanques, inflamam multidões e, por vezes, também desaparecem — tudo é cíclico. Nada é eterno, nem mesmo na política.

Ideias mudam. Posições mudam. Mas quem mais muda é o povo. Muda de opinião, de partido, de ídolo. Muda até de memória. É curioso como a admiração incondicional pode, de uma hora para outra, se transformar em desprezo absoluto. Que o diga Getúlio Vargas, questionado com dureza poucos dias antes de apertar o gatilho do próprio destino. O mesmo povo que o acusava foi às ruas em lágrimas, em um luto nacional tão apaixonado quanto a desconfiança que o antecedeu.

Anos depois, foi a vez de Fernando Collor. Jovem, bem-apessoado, com discurso eloquente, conquistou a maioria esmagadora dos votos. Preferiram o novo ao conhecido — Brizola, Ulysses, Covas... velhos de guerra. Collor era a promessa embalada para o futuro. Mas o tempo, senhor das reviravoltas, mostrou que a política brasileira também ama com intensidade, esquece e julga com rapidez.

A paixão na política é quase sazonal. Tem primavera e tem inverno. Quem não entender isso, corre o risco de se decepcionar profundamente. Talvez a única constante seja essa: a instabilidade dos sentimentos populares. Líderes vêm e vão, mas o ciclo — esse sim — permanece.



Renato Jaguarão.

Inserida por RenatoJaguarao

⁠Para mim, militante petista, me foi perguntado outro dia: "Como você vê a política?" Eu vejo a política como uma forma de influenciar a sociedade, positiva ou negativamente. O que falamos, o que dizemos e nossas ações são marcadas por décadas e gerações, e muitas vezes influenciam a forma como as pessoas nos veem. Portanto, devemos ser políticos ao falar ou agir, para que nossas falas e ações não sejam usadas contra nós no futuro.

Precisamos saber jogar, como diz a música da imortal Elis Regina: "Vivendo e aprendendo a jogar. Nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas aprendendo a jogar". A vida é um jogo, a política é um jogo. Quando afirmo que vivo e sobrevivo sem auxílio de governos, estados e políticos, estou sendo um tanto quanto radical. Se eu analisar a história, tanto do presente quanto do passado, percebo que já tive ajuda do governo, de ONGs e de muitos políticos, e posso vir a ter essa ajuda no futuro.

Não posso afirmar que vivo sem a ajuda de ninguém, pois ao dizer isso, esqueço do passado e também de um futuro potencial. O futuro lembrará do que eu disse hoje. Vivo hoje basicamente do meu trabalho, mas sempre recebo alguma ajuda de políticos, em maior ou menor grau. Essa é a dança da política.

Por que digo isso? Porque no futuro, quando algum político olhar para trás, ele reconhecerá que eu não reneguei a política como forma de subsistência da minha vida. Se eu disser que trabalho sem a ajuda de ninguém, isso será pesado e equivocado. A verdade é que, de alguma forma, os políticos nos ajudam, seja com políticas públicas que beneficiam nosso trabalho, individual ou comunitário.

Devemos ter muito cuidado com o que dizemos, especialmente na internet, pois temos influência sobre a sociedade e, através dessa influência, afetamos o voto das pessoas. *Fiquei preocupadíssimo com a fala em público digital, entre os internautas, de um companheiro de lutas históricas, que disse: A luta é incansável sem ajuda dos governantes e parlamentares ".* Isso é pesado. Podemos estar sobrevivendo sem ajuda no momento, mas não devemos rotular isso de maneira definitiva. Afinal, no passado, muitas pessoas e políticos plantaram uma semente que nos ajudou a chegar onde estamos hoje.

Quando dizemos que não temos ajuda de ninguém, estamos renegando um passado recente que fez parte de nossas vidas e nos deixou um legado. Não podemos negar a existência dos políticos em nossas vidas, porque, direta ou indiretamente, eles estão conosco no dia a dia. Gostando ou não, não se vive sem política. Negar a ajuda dos políticos é uma visão muito limitada.

Este é um texto pessoal, escrito em consideração a você. Tomei cuidado de não mencionar nomes específicos, ONGs, sindicatos ou políticos. Generalizei a conversa, mas vocês entenderão a razão disso. Precisamos, principalmente em público, defender nossos políticos e as políticas que eles implementam. Fazemos política direta ou indiretamente, eleitos ou não, dentro do Estado democrático de direito. Um abraço, um cheiro, e obrigado por tudo.

Sex, 05 julho
Ano 2024 Fernando kabral

Inserida por fernando_kabral

⁠Se houvesse mais convertência do evangelho nas pessoas, elas defeniriam que política partidária e religião ambas se divergem...
Ao adentrar nesta pasta política partidária os religiosos já estão agindo contra os princípios bíblicos, porque mesmo a pessoa não sendo corrupto mais irá fazer parte do processo porque o emaranhado é um só...

Inserida por IlzimarDantas

⁠Queria ser apenas mais um cidadão
Que não discute política ou religião
Que vive, alienado, cego e manipulado
Absorvendo todas as narrativas diárias em frente à televisão.
Porque quando você descobre como funciona o sistema
E todo o seu mecanismo de corrupção, mudará sua visão!
E pode ter certeza que você nunca mais será o mesmo cidadão.

Inserida por eduardolimal

⁠PERSONALIDADE
Minha personalidade não é fácil! Não sei fazer política da boa vizinhança, não sei forçar amizade, me aproximo de quem tenho afinidade ( e mesmo assim já errei...) Não sei ser falsa, fazer média, os músculos do meu rosto denunciam minhas emoções. No entanto se digo que gosto, amo e quero por perto tenha certeza que me importo, e muito! Sou protetora, sinto a dor do outro, torço, oro, choro, exalto, procuro edificar, aconselhar... ENFIM!!

Inserida por DeniseFernandes

⁠Me pediram para me posicionar sobre politica kkkkk só rir é o que posso fazer.
Não me envolvo e nem busco querer ficar na mídia igual a muitos que querem aparecer ou ser centro de atenções, para ganhar nem conquistar nada.
Vejo apenas verdades dos dois lados, um lado tão cego, iludidos por migalhas que lhe foram prometidas para ocultar algumas verdades, outro lado usando algumas verdades para ocultar mentiras. Enquanto isso pessoas sem opinião própria sendo conduzidas na mesma direção do abismo...
Ricardo Baeta.

Inserida por RicardoBaeta

A ignorância de alguns homens faz com que a injustiça prolifere. O objetivo da verdadeira política é exatamente corrigir essas injustiças, é tornar justo aquilo que é injusto.

No Brasil esse objetivo foi invertido a enésima potência, a sociedade míngua, o país sucumbe e Platão se revira no túmulo.

Inserida por FRLinhares

⁠Se for para tirar não dê

Oh! You Tube podes crer
Eu entendo sua política de ser,
Mas seu algoritmo, eu critico
Pois, se alguém o mesmo querer ver
Tantas vezes, dar o mesmo play
Se assim for seu desejo,
Será seu direito de replay,
Pois até de Alzheimer ele pode sofrer...

O que está errado é tu contabilizares
E mostrar aos milhares por aí, que se viu
Pra depois tomar os views

Se fores tomar a quem deste
Não dê, para que não te conteste
Porque isso a todos expõe,
Os iludem, depois eles contrapõe

Oh! You Tube podes crer
Uns os próprios vídeos podem querer ver
Repetidas vezes dar o mesmo play
Se assim for seu desejo
Será seu direito de replay

Não é um erro, se assim o fizer
Pois, podem gostar do que postam
Cada um decide do que gostam
Isso não quer dizer
Que seja parte de um esquema
Como dita o seu lema

Deixem que se iludam,
Cada um na sua liberdade de ir e vir
E milhares de vezes no porvir
Queira uma outra emoção sentir,
Já que disse Heráclito, num mesmo rio
Podes entrar, mas não sentirá o mesmo frio

O que está errado é tu contabilizares
E mostrar aos milhares por aí, que se viu
Pra depois tomar os views

Se fores tomar o que deste
Não os dê, para que não te conteste
Porque isso a todos os expõe
Numa visão superficial,
Isso não é legal

Maria Lu T. S. Nishimura

Inserida por marialu_t_snishimura