Cotidiano
Em um estado de insegurança frente ao incômodo repetitivo cotidiano a insanidade sugere a alma febril que entediada está de poucas respostas e muitas confusões mentais sem pertinentes e prazerosas soluções. As palavras faltam a bastante tempo, a boca seca e amarga e o corpo geme e treme com desejo insano de ousar sem a promessa tácita de acertar.As partes mais intimas salivam e umedecem com um liquido pouco aquoso e pegajoso como se fosse composto do néctar sagrado da seiva do nosso mais íntimo desejo de deixar de ser forte, exemplo do que não se é e enfim por tão pouco deixar se completar.
As decisões fazem parte do nosso cotidiano ,muitas vezes decidimos sob pressão, já em outras ,temos todo o tempo do mundo para fazermos nossas escolhas, em resumo, para que possamos tomar sempre as melhores decisões é preciso que estejamos sempre um passo a frente delas .
A era digital trouxe inúmeras comodidades para o nosso cotidiano, mas muitos ainda não estão prontos para essa transformação e acabam evidenciando sua falta de conhecimento, tornando-se figuras cômicas. Mesmo assim, acreditam que são celebridades de fato.
Saboreando um café com Jorge, escrever é (sobre a vida):
...mostrar os detalhes do cotidiano, as aflições e as surpresas de viver entre humanos e ser humano, isto é a vida.
...pois a vida, um livro aberto como ela é, quer ela seja escrita em tinta e às vezes sem papel, apenas com o movimento das horas e das notas e rodapés do ancião barbudo chamado Tempo, grita, chama e pede por penas que escrevam as espadas e sempre busquem uma nova vírgula, para uma nova sequência a ser vivida.
Quando a loucura
faz parte da normalidade do cotidiano ...
Louco é aquele que não fica louco
vivendo circundado por loucos.
O cotidiano de nossas vidas se assemelha com o teatro. Tudo porque, para viver em sociedade, o ser humano precisa criar e representar diariamente, vários personagens.
Uma marca forte é aquela que consegue fazer parte do cotidiano das pessoas sem que elas se deem conta disso.
A idolatria muitas vezes se esconde nas pequenas coisas do cotidiano, disfarçada de desejos legítimos, mas que, ao tomarem o lugar de Deus, revelam o coração humano distante da verdadeira adoração.
Depois do Jô, quando as paixões diárias já foram esquecidas, e as batalhas do cotidiano já foram decididas, sei que já não sou mais o mesmo; sou menos tolerante, menos arrogante, menos aquele ser de antes, menos eu mesmo; morri mais um dia... vejo-me tentando entender esta criança sob um temporal de chuva raios e trovões, que não consegue abrir a porta da casa, este é um retrato de uma adolescencia cheia de temores e impossibilidades; hoje abalos císmicos me sacodem e a terra se abre sob os meus pés, uma figura negra armada de tridente nem chega a ser uma ameaça; os meus cabelos de prata, faz de mim um ser surreal imune a fobias, e, nem sei se isso é bom, ou talvez seja bom, mas não emocionante; jamais me sentirei novamente um sobrevivente... corro sob uma chuva de meteoros ou desabo sob avalanche mas estou sempre de pé de espada empunho, sempre atento para um inimigo inatingível e invencível, o tempo...
Existem pessoas que esquecem do real significado majestoso da vida. Em meio ao tumulto cotidiano, muitas vezes nos perdemos na trivialidade, ignorando a grandiosidade e complexidade do tecido da existência. Cada passo dado, cada palavra proferida, reverbera no universo de maneiras que mal compreendemos. Esta verdade atemporal foi reconhecida por grandes mentes, como o renomado físico britânico Sir Isaac Newton, que nos lembrou em sua Terceira Lei: 'para toda ação, há uma reação igual e oposta'. É uma afirmação simples, mas profundamente significativa. Revela que somos entrelaçados em um sistema onde nossas escolhas têm repercussões inevitáveis. Portanto, não podemos nos iludir pensando que podemos semear o mal sem colher suas consequências amargas. O mal não se limita a respingar nos outros; ele retorna, implacável, sobre aqueles que o cultivam. Esta é a lei inexorável da vida, uma lição que não devemos ignorar. Pois é ela que nos orienta para a responsabilidade e nos leva a compreender o verdadeiro significado de viver em harmonia com o universo. Como o Apóstolo Paulo nos adverte em Gálatas 6:7: 'Não vos enganeis: Deus não se deixa escarnecer; pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará'.
Doce Cotidiano a Dois
Clima de verão, no Parque do Ibirapuera, eu com o violão na mão,
Muitas crianças correndo e brincando, muitas pessoas caminhando, se exercitando, muitos casais passeando e namorando,
Clima de verão, os pássaros cantando, os gansos se refrescando, muitos jovens surfando com seu skate no asfalto, outros jogando o baquete, o futebol, ou até mesmo o frescobol,
Clima de verão no Ibirapuera, eu tocando o meu violão ao som doce da tua voz, teus olhos brilhando de felicidade e refletindo os meus, as pessoas passando ao nosso redor e aplaudindo, fotografando, parando ou apenas olhando e compartilhando conosco aquele momento de paz, amor e alegria que se espalhava no ar,
Clima de verão naquela tarde gostosa no Ibirapuera, eu, você e o violão, quem viu, viu, quem ouviu se emocionou, quem não ouviu, sem stress eu conto aqui para vocês.
A perseverança extrapola as situações simples da vida, o cotidiano, e vai resoluta, imponente, até os sentimentos mais profundos da alma. É o acreditar na sua máxima expressão, irredutível, da matéria ao espírito.
Pessoas e coisas do nosso cotidiano só ganham real valor quando nos são tiradas à força ou simplesmente as perdemos, sendo a perda de certas pessoas BEM mais sentida do que as das coisas, substituíveis.
MUDANÇAS
Fechei as portas da vida
Para as chatices do cotidiano
E joguei as chaves fora.
Tenho agora na cabeça
Apenas sentimentos leves
E um chapéu de palha.
No ermo da praia,
A sonoridade das ondas
Purifica meus ouvidos,
E a brisa litorânea
Enche meu peito
De cheiro de mar.
Sem os sapatos oprimentes
Caminho descalço na areia,
Sentindo os pés beijados
Pela escuma salgada
Que apaga meus rastros...
Responder com atenções espontâneas, com prestatividade e gentileza no cotidiano, é sinal de forças e esperanças.
Devíamos arrumar e ajustar as velas do nosso coração, assim como o fazemos com as do nosso cotidiano.
Celebramos a nossa
união, tão esplêndida
quanto um campo
de alfazema em flor.
O nosso cotidiano,
que dele temos feito
por estes anos
o mais lindo poema.
E tudo aquilo que, sem
enganos e sem nenhum
dilema, nos mantém firmes
no propósito de viver de amor.
Os frutos do nosso amor
amadureceram envoltos
da casca grossa do cotidiano,
Ser fortes era o nosso plano
para superar os desafios
da vida e tal qual uma
nogueira frondosa hoje
celebramos cada um
dos frutos que do amor
colhemos e conquistamos.
A paz é a resposta que devemos dar no nosso cotidiano contra a danificação do pensamento coletivo que conduz as Nações para a senda da guerra.
Aprendi lições simples, extraídas do cotidiano. Por exemplo, a Natureza me entregou quatro filhotinhos de gato que, aqui, nasceram. *Rosa* , a mais atentada. *Charles* , o mais destemido e esperto, como a mãe. *Lua* , a mais agressiva e desconfiada. E finalmente *Pantera* , a mais tranquila de todos. Cada um tem um tom de cor diferente. São inconfundíveis. Todavia, filhotes do mesmo pai, *Hulk* , e da mesma mãe - a *Charlotte* !
Sem preconceitos, e cada um com uma característica diferente.
...Semelhante aos indivíduos,
Seguimos à rua da existência, para chegarmos ao final dela.
Sim, final!!!
Assim como o não mencionado gatinho que não resistiu e morreu, prematuro. Pois nasceram CINCO filhotes e não quatro. ( Pois quatro, foram os que ficaram).
Como ao que partiu, não importa a cor, tamanho nem as características individuais de cada "cidadão". A última parte da estrada da existência desta vida, é sempre o FIM.
