Cotidiano
No cotidiano presenciamos conflitos provenientes da insegurança e do desconhecido que habitam no medo
Onde está a compaixão dos humanos?
Quem as levou do cotidiano?
Será que é tão insignificante se colocar no lugar do outro?
E se você fosse o mais fraco? Se soubesse que não pudesse se defender?
Mesmo sendo agredido e por não conseguir lutar ter que permanecer em silencio?
Você já pensou sobre isso?
Será que tudo realmente é risco? Porque agir assim?
É tempo de repensar nas ações, é tempo de humanizar nossos corações, para que tudo mude,
Porque se isso não acontecer, no futuro poderá ser seu filho ou neto que poderá ser mais fraco, e ser assassinado pela falta de compaixão.
Pense bem nisso! Passe bons valores a quem puder, porque o retorno sempre virá em qualquer das circunstancias.
O que é a realidade?
Realidade é apenas o que interpretamos como sendo nosso cotidiano, mas a realidade vai muito além do que conhecemos.
*Linguagem
A aplicação em certos setores do cotidiano que revela algumas peripécias ou, conforme a sociabilidade e dádiva, uma conduta geral:
O que seria apenas um "problema" de localização ou posicionamento, mostra uma infeliz REVELAÇÂO do que seria um resquício da vida em sociedade.
- Ele é um assassino, mas AJUDA muita gente...
(É de uma notável e macabra mesquinhez.)
-Ele ajuda muita gente, mas é um ASSASSINO !
( é uma notória revelação de um aspecto real, baseada no espanto e impotência.)
Afinal, o que fazer? Pense um pouco: se fosse tão óbvio, não haveria tanto engano e tanto engodo...
Hoje decide desatar alguns nós que entrelaçavam o meu cotidiano, dei um basta e sem especulações,pus um fim no que me transtornava. Foi justamente num momento sem pensar e no impulso que fiz tudo corretamente.
A traição está aí em nosso cotidiano e o mais perfeito é saber que ela se acaba em poucos minutos de prazer e amor, e, que depois dura para toda vida, ninguém resiste ao nosso sabor. E a vingança do traidor? só é preciso colocá-lo ao lado esquerdo do coração
Não entendo o ser humano que não vê a beleza no cotidiano. Vive reclamando constantemente, não está vivente só vegetando.
Com toda essa onda de violência e insegurança que hoje integra nosso cotidiano, percebo vários dos meus amigos que passaram a ter medo de sair de casa ou ir a todos os lugares que gostariam. Como eles, eu também sinto muitos desses medos. Mas tem um em especial que me assusta mais do que todos: é o de que eles se tornem maiores do que minha vontade de sentir a vida, e então os desafio aproveitando-a tanto quanto possa.
"Não confunda espiritualidade com religião. Espiritualidade é prática no cotidiano, não louvores em templos."
–By-Marcélio Oliveira
O tempo está morto nas mesmices do cotidiano, mas quando encantadoras engrenagens de afetos são acionadas, o tempo vive.
Nesse cotidiano fatídico massacra-se o cérebro já desorbitado, esquece o dia de hoje para viver o amanhã que ainda não nasceu. Para esses seres Deus sabido deu a vida. Os homens criaram as regras e os rituais que por fim nem os rituais salvam nem as regras seguem. O criador também parece ter criado muito mais necessidade do que satisfação, mais desejo que compreensão, em cada ser fatigado um ser desapiedado.
A fé para a benevolência
No cotidiano fatídico a fé massacra o cérebro, esquecendo o dia de hoje para viver o amanhã, a esperança da recompensa do céu e a fé religiosa são muletas metafísicas daquilo que ainda não nasceu, nem viveu e não existirá.
A moral e o valor são o resultado das escolhas nas entrelinhas de um fatídico cotidiano.
No abismo do consciente caminham lado a lado o homem e a mulher, o amor e o ódio, o céu e o inferno, a fé e a descrença, a política e a religião como facetas de uma mesma moeda. Sobre tudo um magnífico deus e um diabo estúpido também aliados e dependentes entre si.
Todos nós temos uma religiosidade, e até um ateu é religioso. Onde estão suas práticas no cotidiano determina sua religiosidade! Samaria e Israel ambos declaram sua adoração nos montes. Mas, Jesus nos convidam adorem o Eterno em Espírito e em verdade. E isso faz a diferença no coração do Aba!
