Poemas sobre o vento
🐢🐞🍁🍂Cá está uma poesia que supero😂✌
TÃO FRÁGIL
...
...
Que o vento forte a machuca
Que o excesso de luar não ajuda
Que a terra bruta não assegura sua vida
Tão frágil
que o amor penetrante a faz chorar
Que a concentração de oxigênio a faz vomitar
E o excesso de declaração de amor a faz duvidar,e a torna muda
Tão frágil
Que teme o querer viver
Quer logo envelhecer e morrer
Se embriaga no silêncio da noite
E se entrega a depressão insinuante
Tão frágil que depende do coração de quem a estende a mão
Sem pensar na verdadeira intenção de quem o faz
Seus olhos tristonho
Escondidos em maquiagem
Coração temeroso em cada paisagem
Fugindo sua própria imagem
Tão frágil...
By: Lídia Silva
Poesia: Saudades, como não tê-las?
A saudade é como a brisa do vento, que passa sobre nossos rostos e se vai num momento. São lembranças carregadas de sentimentos, de momentos inesquecíveis que nos emocionam quando as trazemos em nossos pensamentos.
Saudades, como não as ter? Por muitas vezes, elas nos trazem lembranças que geram esperança e confiança, e outras vezes nos deixam tristes, com uma ânsia interior, um clamor que é um misto de sofrimento e dor.
derramo as palavras no caderno
o dia é poesia
no instante que sinto o vento
viajando do sul ao norte
o sol brilhando a alegria
e o sorriso no rosto
nas tardes de verão
percebo então, que tudo cabe no poema
até o meu amor por você!
Ela era assim, catava poesia ao vento,
Tinha sorriso largo de sol, choro curto,
Cabelos emaranhados na cor chocolate.
Poesia ao Vento
Hoje, escrevo para o vento...
Semeador da vida na Terra.
Vento que refresca com a brisa nossos corpos...
Que espalha as sementes nos campos...
Que furioso nos destrói...
Hoje, escrevo para o vento sagrado...
Para a brisa do mar...
Para o sopro que vem das montanhas...
Hoje, escrevo para ti...
Vento sagrado... Brisa sagrada... Vento furioso...
Vento que leva meus versos sem rumo...
Vento que traz a chuva... Que purificam as almas...
Vento que bagunça as páginas da vida...
Vento que traz e afasta pessoas...
Vento que encanta...
E também desencanta...
A poesia está solta, vive... em cada gota que o vento transpire. A poesia está louca, livre... em cada boca que o verso respire.
Agora é outro dia
Poesia de que?
Hoje é dia de nuvens
São só palavras que se vão no vento
Amanhã é outro dia
Pode ser que elas voltem
E que nos contem por um momento
O que era que estava escrito
Numa manhã de Sol qualquer
Poder ser manhã de um Sol que se sente só
Sentindo um nó na garganta
Por ver-se só, lá acima da tempestade
Numa tarde de chuva que nos invade
Só que é aquela chuva que não chove
Poesia de quê?
Poesia de tarde, poesia que vem de cima
Que não faz chorar e nem sentir
Poesia de nuvem, que não comove
E esconde o Sol que nos olha
Sem nada nos olhos, nem no olhar
Cada dia é outro dia
Pode ser que hoje, ainda
Elas chovam sobre nós por um momento
Trazendo uma noite estrelada, uma noite linda
Dia de esperar, não era
Era dia de espera só
De olhar o Sol detrás da nuvem, igual criança
Com o todo nos olhos, tendo estrelas no olhar
Escrevendo poesia de esperança.
Edson Ricardo Paiva.
"Agora é outro dia
Poesia de que?
Hoje é dia de nuvens
São só palavras que se vão no vento
Amanhã é outro dia"
Edson Ricardo Paiva
Ela era poesia... Ele, não sabia ler
Ela era verso livre, dança de palavras ao vento, um livro aberto cheio de entrelinhas.
Tinha alma de outono, folhas caindo em promessas douradas, e um olhar que escrevia histórias sem precisar de tinta.
Falava com os olhos, sussurrava com os gestos, recitava amor em silêncio.
Mas ele... Ele não sabia ler.
Não enxergava as metáforas bordadas no riso dela, nem as estrofes ocultas nos suspiros entre uma conversa e outra.
Passava os dedos sobre sua pele sem decifrar as rimas que ali moravam, sem perceber que cada toque era um poema esperando ser sentido.
Ela declamava sentimentos na sutileza do olhar.
Ele ouvia, mas não escutava.
Ela escrevia epopeias com a alma.
Ele as tratava como rabiscos sem sentido.
E assim, ela seguiu sendo poesia.
E ele, analfabeto de amor.
Poesia é passarinho filhote que voa numa corrente de vento e segue, meio sem sentido, inspira no pensamento uma ode, um mote fio a fio tecido.
A poesia é feita de crendices, de disse me disse o pensamento, de quem me contou foi o vento quando soprou.
Tormenta
Uamor é como flor qui só disabrocha na intimidadi
É como gota quiscurrega na bainha du vento
É como onda qui suspira na saia du mar
É a sinfonia mais pura du Zóio da Alma
Pedi ao amigo vento
Pra me fazer flutuar
Vou colorir as estrelas
E no céu vou rabiscar
Palavras de um poema
Pra tornar uma canção
Meu quadro vai ser as nuvens
O meu lápis minhas mãos
Sinto o abraço da chuva
Meus pés dançam pelo ar
Meu corpo gélido aquece
Vejo a lua despertar
Tu chamaste o meu nome?
Minha alma te escutou
Senti cantar minhas frases
O seu brilhou ressoou
Anjo me dê tuas asas
O espaço vou alcançar
Eu quero ouvir minha música
Bem de perto do luar.
Todos os nossos sonhos e planos foi anotado á caneta em um simples pedaço de papel.
A chuva molhou;
O ventou secou;
E nada se apagou;
Seu rosto
é um pedaço de música
muda
conforme o vento
mas eu o escuto
de longe, sem olvido
mesmo sem ver
e acompanho, de cor
o suspiro deste ah
mor rasgado.
O vento batia na saia,
estremecia o estendedor,
a saia mudava de cor
na leveza da cambraia...
O vento batia na saia,
batia, batia, batia,
a saia o vento sentia,
o vento batia na saia.
