Coleção pessoal de RaquelOrdones
Fecho meus olhos; perco-me em meus devaneios,
Gosto de imaginar você, isso não tem preço.
Rio; balanço a cabeça, me pergunto:
_Como pode ser?
Retilíneo traçado
Capital Federal e do cerrado,
Primeira dama do país
Esperança planejada,
Cidade-Parque e Niemeyer
Capital Mundial das Águas
Um voo em asa sul e asa norte
Lua com estrelinhas adjacentes,
.
Não me espere nas esquinas...
Vida: vários caminhos.
Talvez um ninho com permissão de voo.
O tempo é único apesar de fragmentado.
_ É pra gente não se perder.
Feliz de quem se entrega nas ocasiões
sejam elas quais forem as emoções
A vida é cada instante, eternamente.
Quero ser sua canção,
aquela que ainda não foi escrita
de perfeito refrão
e versos que tocam o universo da sua alma com delicadeza...
Quando a palavra toca a alma; há um 'efeito borboleta' de sensações incríveis da cabeça aos pés... e o coração fica com a asa.
Ah, braços!
E como é tudo um abraço seu.
sinto que ele é tão meu naquele momento.
E a minha pouca altura me permite dependurar.
Temática: conexão; o fio que toca o coração.
Interação automática, tão simples e tão prática.
Gramática em língua da mente; sem pontuação.
Canção simplesmente; profunda e enigmática.
Sintática métrica eleita; feita à sua imperfeição.
Então, poesia: é isso, pra cada um, um feitiço.
A rima ri se encontra outra rima.
O clima é propício na interação.
É oração a prosa; é obra prima.
Acima de tudo é a musa-inspiração.
O passarinho volta para o ninho sem sinalização;
há sentir nisso.
a borboleta é tão linda e talvez nem saiba disso.
a vida é sentimento, senão não tem sentido.
Poesia é divindade; coisa de força extranatural.
Ninguém a explica e tanta gente se identifica.
É mágico. Talvez poeta tenha muito de anjo.
Não gosto de muros,
afinal de contas me tiram a visão.
Não me aceitam ver flores
que dançam do outro lado da rua.
Seja sempre sincero com você.
Sem medo e sem culpas; de quê?
Não aguarde aprovação de ninguém pra ser feliz...
O amanhã pode nem chegar...
Nem é preciso levar tudo a ferro e fogo,
Nem tão pouco um faz de conta...
Melhor mesmo é ser criança,
verdades e brincadeiras...
E não carregar nenhum peso em vão...
Criamos “nós” sem vírgula e
sem interrogação.
Viramos a mais bela expressão.
O nosso conceito é et cetera
seguida de reticência
e não é só isso.
