Textos de Chuva
"Ontem, foi quando a sua ausência mais doeu.
Certeza, que foi por conta daquela chuva, que levou tudo, mas não levou você d'eu.
Ver você passando ao longe, fingindo que não me conheceu.
Como posso ignorar um corpo, que conheço até mais que o meu?
O coração acelerou, queria ter arrancado-o do meu peito, estrangular meu próprio eu.
No momento em que olhei pela janela daquele ônibus e vi as lágrimas do céu, minha chuva escorreu.
A tarde que estava clara, as nuvens carregadas, me lembraram a sua ausência, quando tudo escureceu.
Vislumbrei por milésimos, meu próprio reflexo, e vi um homem moribundo, com a vida estraçalhada, mas que ainda é seu.
Amanhã, o hoje será igual ontem, eu já pedi perdão a Deus.
Roguei a Cristo, para que na próxima chuva, leve tudo, leve minh'alma, e principalmente, leve você d'eu.
Parece-me, que agora todo dia é como o ontem, quando sua ausência, mais doeu..." - EDSON, Wikney
"Hoje, a chuva molha meu corpo e já não me importo mais.
Já não sinto frio mais.
Hoje é só indiferença, onde já fora amor por demais.
Já não te amo mais.
Sentir sua falta? Nunca mais.
É triste demais.
Já não choro mais.
Inté, nunca mais.
O que um dia fomos, em solo frio jaz.
Hoje, a chuva dos meus olhos, não inundou meu rosto, bom sinal, já não me importo mais..." - EDSON, Wikney
NO DIA QUE O CORAÇÃO DO POETA CHOROU.
No silêncio da noite, o coração chorou,
como chuva que cai sem que ninguém notou.
O poeta, que sempre pintou céu azul,
viu-se perdido num mundo tão nu.
As palavras, outrora tão doces, tão leves,
tornaram-se pedras, pesadas, em breve.
O verso calou-se, a rima fugiu,
e o peito doeu onde o sonho ruiu.
Era o dia em que o sol se escondeu,
que a lua distante ao abraço cedeu.
Um vazio tão vasto, um eco de dor,
o poeta aprendeu do que é feito o amor.
Mas mesmo em pranto, há força que nasce,
no chão das memórias, a flor se refaz.
E o coração, ainda que chora e se parte,
não desiste jamais de transformar dor em arte.
*CHUVA DE ESTRELAS**
Me escondo no céu estrelado
Me viro em chuva brilhante
Em mim um jardim encantado
multicoloridos amores...
Te olho com malícia sorrindo
Devaneio encantado feliz
No céu estrelas correndo
Me encanto, sou poeta aprendiz
Notas musicais entoam meu ser
Criando uma suave melodia
Sons do coração, chuva de mel
Banhando minha alma em poesia
No meu céu brilham flores
Reluzentes segredos
Incansável sonhar ...
Desprendendo desejos
Meu jardim sinuosas flores
Meu céu estrelas cadentes
Coração uma janela aberta
e um amor de olhos cintilantes ...
Samba / Canção
Sol
Esse choro que o mundo não vê
Pinga dentro de mim e faz eco
É a chuva que rega meu ser, o solo de um coração infértil
Então o sol, noutro dia vem
Arde minha vista em beleza, e eu choro pra fora também
Deixa pingar, toda chuva que há em você
E que pingue pra fora, para os lábios regar e o sorriso florescer
Essa chuva é feita de sal
Essa chuva é feita do mar
Que habita meu corpo, meu peito, ele vem o meu rosto banhar
Essa chuva é feita de sal
Essa chuva é feita do mar
Que habita meu corpo, meu peito, ele vem o meu rosto banhar
Lava, lava, mar
Meu rosto, meu corpo,
Eu vou recomeçar
Lava, lava, mar
Meu rosto, meu corpo,
Eu vou recomeçar.
Quem dera eu fosse uma criança e tivesse um futuro tão presente, igual quando eu buscava chuva quando chovia e buscava sol quando sol fazia, hoje busco sol quando faz chuva e chuva quando faz sol.
O futuro cada vez mais distante do agora e a todo momento prefiro degustar a mudança, ao invés do próprio momento.
Uma chuva de meteoros e a fecundação da vida, o solo da terra por vezes do céu é atingido, e o óvulo pelo espermatozoide invadido. Espetáculo do universo em suas devidas proporções, quem é o autor de todas estas perfeições?
Dizer que do nada tudo surgiu? Desde quando zero vezes zero resulta alguma proporção? Eu prefiro crer e confiar, no Eterno e toda a sua perfeição. ABBA PAI.
O dia com sol é lindo, mas prazerosa é a chuva que sacia nossa sede.
O calor é maravilhoso, mas os dias fios nos permitem a abraçar com maior frequência e nos faz sentir o calor humano.
A vida é boa, mas temos momentos que nos faz desejar não mais existir.
Enfim, vamos em frente. Também pudera, quem é que pode no tempo retroceder?
Vamos viver, porque cedo ou tarde a este mundo não mais iremos pertencer.
"Quando a Chuva Fala"
Cai a chuva, em verso manso,
como quem canta um velho canto,
que embala a terra em doce transe
e lava o tempo do seu pranto.
O som que faz é quase abraço,
um sussurrar de acalentar,
batendo leve no telhado,
como se a vida fosse ninar.
E o cheiro... ah, o cheiro vem
como lembrança de outro dia,
de pés descalços na infância
e alma limpa de poesia.
Cheiro de chão, de folha e vento,
de coisas simples, sem demora,
de tudo aquilo que é eterno
e cabe inteiro numa hora.
A chuva chega sem pedir,
mas deixa tudo mais bonito.
O som, o cheiro, o existir —
num instante infinito.
Abro a janela e vejo a chuva cair.
Às vezes o céu está escuro, carregado. Outras vezes, como agora, a chuva cai com o céu claro, quase luminoso.
Não importa.
A chuva sempre transforma tudo em espetáculo.
Fico ali, parado, observando.
O som da chuva batendo no telhado, tocando a janela, encontrando o chão.
As gotinhas descendo pelas folhas do coqueiro, escorrendo pelas folhas largas da bananeira, seguindo caminhos que só a natureza conhece.
E o cheiro…
O cheiro da chuva é inconfundível.
Terra molhada, mato lavado, ar renovado.
Nesse instante, não há dúvida: estou vivo. Vivo de verdade.
A chuva tem esse poder silencioso.
Ela limpa, acalma, reorganiza o mundo.
Quando não destrói, ela canta.
Cada gota é uma nota, e a natureza inteira parece acompanhar essa música antiga, perfeita.
E então, quase sem avisar, a chuva passa.
O céu se abre.
O sol volta a brilhar, mais forte, mais quente.
As cores ficam mais intensas, o verde mais vivo, o brilho mais profundo.
Os pássaros retornam e cantam como se comemorassem.
Os galos anunciam o novo tempo.
A natureza entra em festa.
É uma chuva de bênçãos.
Tudo fica mais vivo depois dela.
E nós também.
O sol aquece a pele, o cheiro permanece no ar, a luz revela detalhes que antes estavam escondidos.
É impossível não entender, mesmo sem palavras:
a vida é exatamente isso.
A vida é como a natureza.
Nascer, viver, morrer.
Tudo é natural.
Tudo faz parte de um ciclo perfeito, ainda que a gente tente resistir.
Nada é nosso.
Estamos aqui de passagem, por empréstimo.
Chegamos sem nada e partimos sem nada.
O que fica é a vida que vivemos, o amor que espalhamos, o cuidado que tivemos com o outro e com o mundo.
Quantas pessoas já passaram por esta Terra?
Quantas fizeram coisas grandiosas, construíram histórias, deixaram marcas?
E, ainda assim, nada levaram além da própria passagem.
Por isso, o verdadeiro valor da vida não está no acúmulo,
mas na atenção.
No olhar.
No respeito.
A natureza nos ensina tudo.
Nela está a essência da vida.
Nela está a essência de Deus.
Somos criação, assim como as árvores, os rios, os animais, a chuva e o sol.
Tudo está ligado.
Tudo é sagrado.
Tudo é parte de um mesmo começo e de um mesmo fim.
Enquanto houver chuva,
enquanto houver verde,
enquanto houver sol aquecendo a terra,
haverá esperança.
Vale a pena viver com presença.
Vale a pena observar o que realmente importa.
Vale a pena cuidar, amar e respeitar tudo aquilo que Deus nos deu.
Porque a vida não pede pressa, nem respostas.
A vida pede contemplação.
E quem aprende a olhar a chuva,
a sentir o cheiro da terra,
a agradecer pelo simples fato de estar aqui,
esse já entendeu o maior espetáculo de todos:
o milagre de estar vivo.
— Nereu Alves
Você já imaginou a magia de ouvir a água da chuva caindo no telhado, o suave canto dos pássaros ao amanhecer, ou o sussurro do vento nas árvores? Esses sons, que muitas vezes passam despercebidos, são dádivas que conectam nosso coração ao mundo ao nosso redor. O poder de ouvir vai além do som; ele nos permite sentir a vida, captar emoções, e entender o que palavras não conseguem expressar.
Mas e aqueles que não podem ouvir? Para eles, os sentidos se expandem, e a comunicação ganha novas formas, como a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), que é um verdadeiro ato de amor e inclusão. Através dela, o sentir se transforma em gestos, o ouvir se traduz em expressões, e a conversa acontece em um nível profundo, onde as mãos falam e os olhos ouvem.
A importância de sentir, ouvir, e se comunicar em LIBRAS nos ensina que a verdadeira conexão vai além dos sentidos tradicionais. Ela está na vontade de entender, de partilhar, e de se fazer presente na vida do outro, seja por meio dos sons, dos gestos ou dos olhares. Que possamos valorizar cada uma dessas formas de comunicação e lembrar que, no fundo, o mais importante é o laço que criamos com quem amamos.
O amor
Olha nos meus olhos e vamos dançar
Vamos dançar na chuva
Na beira do mar
Vamos ser felizes
E aprender a amar.
Vivemos alguns ciclos sem fim
Outros com fins rápidos demais
Fases com diferenças de tempo de duração
A maioria acaba rápido
Mas oque nunca vai acabar
É o amor no coração
Sem amor não se vive
O amor move a todos
Por mas que fique amargurado
O amor vence e mostra que você estava errado
Tem muitas definições pro amor
Mas todos já sentiram
Muitos sentem
Outros apenas mentem pra si mesmo
Mas no fundo todos sabem
Que não dá pra viver bem,se não tiver amor
Seria apenas uma vida amargurada
De repleta dor
SOB A CHUVA
Sobre a chuva...
Penso nas coisas e d’onde provém
Nos prós cheios de poréns...
No ritmo louco do quero quero
Penso nos girassóis flavescentes e belos
Nas forquilhas que dão sustento ao jirau
Nas ilhas dos meus oceanos no quintal...
Penso na culpa, na cruz e na cúpula
Sob a luz do abajur azul
Penso na távola redonda
E no peso da espada do rei Arthur...
No possível relâmpago
Na cupidez do coração sob encanto
Na timidez do dia plúmbeo
Olhando para as folhagens no chão
Penso num mundo apinhado
No guardanapo branco rabiscado
E num punhado de alecrim do campo
Na lassidão das águas que vão
Penso um pouco de tudo eu acho
Na influência da lua sobre a gente
Nos narcisos à beira dos riachos...
Penso em mim terra rúbida encarnada
Em tu terra chovida encantada...
Na ópera e na espera
Em Vivaldi e primavera
Penso mesmo é que o tempo nos desafia
E para suster eu e você
Inspira é poesia!
Eu me pergunto, vale a pena tomar chuva? O que vejo na ponta da curva são as locomotivas, o que vem depois só são puxadas por elas, campo verde e um céu azul, será que você consegue diferenciar, heróis ou fantasmas, luz ou trevas. Ei você, pode me ver? Pode me sentir? Você está respirando? O arrepio que vem depois, o suor frio que esfria o quente, saudades que nos faz sentir que tinha importância, que talvez era apenas ouvir sem tampão, tampouco ouviram.
Vestido Girassol
[...] sentado ali, pensando na chuva que possivelmente atrapalharia minha volta pra casa enquanto decidia mentalmente qual filme iria assistir naquela noite, simplesmente aguardei. Até que vestida num maravilhoso vestido amarelo que instantaneamente me lembrou girassóis, num salto que me surpreendera e ao mesmo tempo confirmara sua vontade de me cativar - ela sabia que eu admirava mulheres de salto. Ao se aproximar, de maneira sútil colocou seu cabelo para trás da orelha direita, e vestindo um sorriso encantador me cumprimentou com um abraço e um beijo no rosto. Por um breve momento, dentro de mim algo gritou, e soube naquele instante que era ela a escolhida.
Inverno e tempo ruim;
Nuvens, Neblina, chuva.
Não importa, sempre sairei pra caçar.
Ursos da caverna , elefantes brancos, diabretes da montanha;
Mas logo no início de minha aventura me deparo, nas margens do rio Del Wine, com a maior e perplexa visão das ultimas caças.
Camponesa, mediana e com cara de perversa.
Lábios tendenciosos, vestido de linho, mas parecia vestir suas próprias veias;
Pele branca e macia como neve.
Corpo divino em curvas, mas perplexo e curioso que pista de rally dakar.
Aproximavam-se com olhos assassinos e aconchegantes, passos de sereia como se tivesse acabado de ganhar pernas, como se implorassem para eu cair de joelho de tanta força que me desprendia.
Malditos cabelos de fogo, arrancavam as nuvens do céu e a neblina do ar.
Ardia minha pele em reflexos pontiagudos como lamina;
Derrotaram-me em cada passo que se aproximava.
Afinal, contra o que estou lutando?
_Acorda desgraçado! Quem é esta tal de camponesa?
_ Eu acho que estava sonhando. Por que?
O dia em que as palavras se calaram
Hoje sou terra sem chuva, sem brisa,
um campo onde a semente se perde.
O verbo me olha de longe, indeciso,
e o silêncio, de súbito, me fere.
A máquina observa, ávida e fria,
cataloga, prevê, analisa.
Mas não há código que resgate o dia
em que a alma recusa a brisa.
Nenhum cálculo encontra o caminho
por onde o mistério da criação se lança.
Não há padrão que ensine o destino
do verso que nasce só na bonança.
Sem inspiração, sou sombra dispersa,
um eco no vácuo do próprio existir.
A IA me observa, mas segue imersa
num mar de dados sem me atingir.
Que descanse a pena, que cesse o intento,
não há atalhos para o renascer.
Pois só no abismo do desalento
é que a poesia volta a viver.
Queria
Queria tanto ter-te nos dias de verão
Andar de mãos dadas,,,
E no cair da chuva dançar contigo
Fazer amor na varanda de casa antes de entrar
Ah como eu queria ter-te nas noites de verão
Transpirar com um beijo
E no lençol deslizar gotas de amor
Amamhecer e querer-te muito mais nos dias de verão.
Marlene Ramos Martins
14/02/2019
Titulo:"onde esta o meu lar?"
Eu clamo pelo nascer do sol?
Cadê a chuva?
E as coisas lindas,que você disse que iríamos ganhar?
Onde estão as coisas que você disse que eram nossas?
Você já parou para perceber,todo o sangue que derramamos antes?Veja os campos de extermínio?
Você já parou para ver,esta Terra chorando,
O que fizemos para o mundo?Olhe só o que fizemos
O que aconteceu com toda a paz que você prometeu uma aliança conosco e os campos floridos,como fica todos os sonhos,que você disse que eram nossos?Crianças mortas pela guerra?Eu ja tive sonhos e costumava admirar suas estrelas.Não sei onde estamos,só sei que fomos longe demais.Alguem sabe, onde fica o ontem?Onde estão os mares?E o nosso ceu,que cor é hj nosso ceu?Não podemos puxar nosso ar,Preciso de você Allah,tens que essa aliança renovar.Não entendo mais,o valor da natureza?
No ventre do nosso planeta,estão faltando,animais,que nossos descendentes não verão jamais?Estamos desacreditados de tudo,perdemos a confiança.O que aconteceu com as baleias,os mares,com as florestas,elefantes,e muitos outros?Continuam queimando tudo,acabando com tudo.E a dignidade,o valor moral,o respeito,a descencia,o sentimento,o romantismo dos casais,as guerras das crianças,as frutas,os quintais,que não existem mais...
Onde fica a tal a terra prometida?Será que a ganância destruiu com Ela,ou nunca mesmo existiu?
E o homem verdadeiro?Podemos ainda encontra-lo?A mulher honesta e guerreira,onde está?Crianças morrem,escute -as chorar.Alguém me fale o porquê de tantos erros?Sera culpa de Adam (Adão) آدم Idris (Enoque) ادريس Nuh (Noé) نوح Hud (Éber) هود Saleh Selá) صالح Ibrahim (Abraão) ابراهيم Lut (Ló) لوط Ismail (Ismael) اسماعيل Ishaq (Isaque) اسحاق Yaqub (Jacó) يعقوب Yusuf (José) يوسف Ayub(Jó) أيوب Shoaib (Jetro) شعيب Musa (Moisés) موسى Harun (Arão) هارون Zulkifl (Ezequiel) ذو الكفل Daud (Davi) داود Sulayman (Salomão) سليمان Ilyas (Elias) إلياس Al-Yasa (Eliseu) اليسع Yunus (Jonas) يونس Zakariya (Zacarias) زكريا Yahya (João Batista) يحيى Isa (Jesus) عيسى Muhammad (Maomé) محمد ou Outros: Habil (Abel) هابيل Sam (Sem) سام Shith (Sete) شيث Yushua (Josué) يوشع Samawal (Samuel) السموأل
Asiya (Isaías) اشعياء Armaya (Jeremias) أرميا Uzair (Esdras) عزير Danyal (Daniel) دانيال,sera das religiões a culpa?Dos governantes,minha,sua,nossa a culpa?Não adianta achar culpados,devemos deixar de sermos aprendizes de Lúcifer,e lutar pela paz.Quero os dias,a alegria,chega de morte,quero ver meus netos brincarem de pic,correrem nas matas,nadarem nas cachoeiras,vibrarem com as ondas do mar,curtirem cada ser existente neste planeta,quero vê-los respirar,..Sera que ninguém se importa?
Um homem apaixonado
Retendo agua da chuva posso me molhar#11;
Beijando seus lábios posso me apaixonar #11;
Na minha prese eu te pedi a Deus #11;
Ele mandou eu te conquista #11;
Eu vi aqui te falar #11;
Tenho um sentimento guardado #11;
nao da pra segura#11;
Almenta cada dia a vontade de te amar.
Relógio na parede#11;
Não serve de enfeite#11;
Na minha visão #11;
Um homem apaixonado#11;
Sem a mulher do lado#11;
Dói demais o coração,#11;
É a única saída#11;
Vem de vez pra minha vida#11;
Esquece a farra e a bebedeira#11;
Fica Comigo #11;na paz#11;
Vou te amar #11;de mais.
E agente se ama#11;
E o Love na cama#11;Intenço prazer#11;
Alimenta o sentimento#11;
eu já pertenço#11;A ti#11;
Porque todo tempo
eu quero fica #11;Te Beijando sem Pará.
Compositor Antonio Luis
