Texto em verso

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MOTE:
SÓ NAS DURAS BATALHAS DO REPENTE
É QUE ESPADA DO VERSO É PERMITIDA.

Os germânicos entraram na batalha
Numa guerra feroz contra os romanos
Nesta luta sem trégua foram soberanos
Tendo céu como pano de mortalha.
Nesse solo gentil que agasalha
Os restos mortais da mãe ferida
Neste mastro sem bandeira erguida
Foi perdendo a razão, no solo quente
SÓ NAS DURAS BATALHAS DO REPENTE
É QUE ESPADA DO VERSO É PERMITIDA.

Julio Cesar, na guerra conquistou
Grandes partes das nações antigas
Um guerreiro procurando intrigas
Nos países baixos que passou.
O Duque Carlos, foi embaixador
Fez-se rei, da Espanha embravecida
E Moisés, viu a terra prometida
Mais morreu no SINAI, qual penitente
SÓ NAS DURAS BATALHAS DO REPENTE
É QUE ESPADA DO VERSO É PERMITIDA.

Na segunda guerra mundial
Os alemães destruíram Rotterdam
E o porto de Amsterdam
Também foi atingido no final.
E uma ajuda internacional
Foi o mercúrio jogado na ferida
Sara o corpo, mas não dá a vida
Daqueles que sofreram cruelmente
SÓ NAS DURAS BATALHAS DO REPENTE
É QUE ESPADA DO VERSO É PERMITIDA.

Inserida por EdilsonAlves

Se me queres, seja breve.
Tou cansada de ser só ! Só, solidão.
Cansada de ser saudade, verso de uma canção.
Cansada de ser tristeza, em noites de verão.
Cansada de ser verso sem rima, sem ritmo, sem prosa.

Se me queres seja breve. Não espere amanhecer,
me busque nas noites frias, pra teu corpo aquecer.

Se me queres, seja breve. Tenho pressa de ser feliz.
Cansei de ser apenas sonho, ilusão, fantasia.

Se me queres, seja breve.
O tempo passa correndo, a vida, passa a voar.
Seja breve, breve seja, não quero mais esperar.
Meu desejo tá com pressa, a vontade vem.

Se me queres, seja breve.
Se não, seja também.

Inserida por LeoniaTeixeira

Oração em verso

Minhas palavras são simples
Minhas mãos fracas
Meu coração muitas vezes se engana
E meus pés tropeçam na estrada
Mas ainda assim me queres
Sabes quem sou
Falho, fraco, limitado
Mas ainda assim se importa
Minhas lágrimas lavam teus pés
Tuas palavras lavam minha alma
Meu perfume te ofereço
Teu cheiro é a paz
No meu silêncio
Tú se revelas
Canto minha fome
Conto do teu favor
Bebo das tuas fontes
Sacio-me no teu amor
És o melhor que há em mim

Inserida por Rnb

Isso já declarei em um verso ou dois.
Minha vida é tão vazia que sequer vida pode ser considera.
Ser apenas uma existência, uma passagem, só mais uma vida criada.
Deveras, minha vida é apenas uma estória Contada.
Um conto do ser triste que escrevia sobre viver e amar, sendo amado por poucos e nada ter vivido.

Inserida por Lucasl

Vejo-me naquelas tuas palavras hoje esquecidas,
De verso prosa e poesia,
Jogadas ao vento, largadas no ar
Propositais, especiais infalíveis…

Reencontro aquele olhar,
Tua boca e fantasias,
Vejo aquele momento que em teus braços quentes
Refaziam-me…

Tento esquecer cada detalhe existente em mim,
Tão puro tão ingênuo tão decente assim,
Para no esquecimento ti deixar, no passado ti largar
E hoje poder lembrar que ainda existe vida em mim…

Inserida por bekigirl

O grito do amor ecoará no vácuo do universo.
Não digo isso para tonificar meu verso.
Digo por é, e é pelo simples fato de ser
Do germinar de uma árvore ao sol nascer.
Do sinal mais profundo do materno amor
Ao simples e magnífico sol se por.
De toda tempestade que nos rodeia
Sou a mosca na teia,
O maça que alimenta e sacia.
A plana que ignora o chão de cimento.
Os quatro ventos que velejam.
Estou em ti assim como você está em mim.
O amor ecoa, como a menor partícula de luz
Na velocidade que a conduz em milênios.
Eu sou você!
Toda a vontade do saber, da verdade absoluta
Sou a luta entre o bem e o mal.
Sou a forma de equilíbrio mais oscilada
Entre todas as outras, que também sou.
Sou a chave da consciência
Atraída como imã e ferro.
Sou os trilhos do trem,
O verde do semáforo,
A água da fonte,
O monte, a montanha.
Sou toda forma e não forma.
O elefante, o leão, o homem e futuro infinito beija-flor!
Sou a decomposição, o nascer.
Sou a formiga, a vida.
Minha face está em tudo, assim como o tudo está no nada,
E no nada no tudo, como se fossem um só entre todos!
Sou o gameta, o último momento e tudo que está entre eles.
Sou o grito que ecoa no vácuo do universo!
Sou a tonificação involuntária do próprio verso!
Sou e somos!
O tudo e o nada!
A metamorfose da borboleta,
A areia da ampulheta.
Toda a melodia!
Toda história, a memória!
A árvore da vida que eu mesmo pedi.
Toda dificuldade que criei,
Tudo!
Sou a luz e consequentemente sou todas as cores!
Vou ecoar por toda eternidade, o teu, o meu grito de amor
Que mesmo no vácuo do universo propagará eternamente!

Inserida por AldoTeixeira

Lua...
tu que estás aí desde toda a eternidade,
leva este meu verso
passear pelo Universo.

Lua...
que a noite ilumina,
leva minha alma menina
e entrega àquele que me fascina...

Lua...
conheces o amor de tanto tempo,
sabes diferenciar o sempre de um momento
vês neste amor toda verdade,
leve-o pra viver a eternidade.

Inserida por RosangelaCalza

História ...
Cada um tem a sua..
Verdadeira...falsa..suave..intensa..
Contada em verso e prosa...
Por vezes emociona..
Por vezes amedronta...
Por vezes consola..
Deixa-me falar daquela que alegra o coração ..
Daquela que ensina a virtude da Vida..
No sorriso da mulher amada...
Que ama por amar...sentindo-se feliz..
Justamente por também sentir amada..
Em um carinho..em um gesto..uma emoção ...
Traz o sorriso..ah e este sorriso...
Muda o mundo!!!

Inserida por AGOLFETTE

Em algum lugar


Em algum lugar,
Em algum momento,
Em algum verso perdido.
Numa carta esquecida no fundo de uma gaveta qualquer,
Ou em um cartão guardado em algum baú que perdi.
Não sei ao certo aonde foi
Que eu deixei algumas coisas,
E pessoas do meu passado.
Por certo, não eram importantes
Senão eu o saberia,
Mas o que importa mesmo
É o hoje, o agora!
Minha vida, doce vida,
E meus novos sonhos
E pensamentos,
Também comprei novos armários, com novas gavetas...
e novos baús...
Pra guardar algumas das coisas que estão acontecendo hoje,
E de alguma maneira eu sei,
Que não vou perder nada disso...

Inserida por Marieci

Num verso avulso


É que ela precisa, que você busque em cada entrelinha um sentimento...
Que você veja a saudade num verso solto...
Ela almeja que você perceba, o quanto é importante para ela...
Ela quer que você saiba do querer dela...
E quer que você aprenda, que sobre você, nunca nada é só, e é por ser...
Ela busca nas tuas palavras, o subliminar que há nas dela...

Inserida por aloucadacasa

PAPIRO VIRTUAL
Ando tão calado pelas ruas do universo
Meu verso contido tem sede de ti
Na praça do mundo sou poeta mudo
Cansado e querendo sempre prosseguir...
Somente te olhando em silêncio choro
Choro e, amo-te para além de mim
Num mundo de loucos sem alma e sem letras
Quem desejará conhecer algo assim?
Quem tempo perderá para ler meus devaneios,
Que em forma de versos tão pouco falam de mim?
Por muito que falem precisam ser lidos,
Ouvidos, sentidos para não ter fim...
Neste caos moderno, inferno civilizado
Aldeia global de multidões perdidas
Solidão acompanhada é hoje rotina
Pras tantas retinas secas e opacadas...
Quantos compreendem a dor do poeta?
Que verso se faz, em tal cenário vil?
Mas só posso ser aquilo que sou...
E sendo o que sou...
Solto meu verso febril!
Agora destilo meus versos contidos,
Em dias intensos de trabalhos sem sentido
Nas veias virtuais da rede global,
Me lanço voraz com pena e papel
Para aliviar todo o desejo reprimido!

Inserida por KikodiFaria

Talvez...

Amahã...
Quando o lirismo do verso
E a rima já desmaiada,
Partirem em despedida.
Na sua incansável afã,
Sobrevoando o universo
No final desata jornada,
Far-se-á bem nais luzida.

Um dia...
Na leveza de um suspiro,
Deixarei a lapidosa
Sob o clarão de uma vela.
Da estrada rude e sombria
E da masmorra me retiro
para surgir grandiosa,
No esplendor de uma estrela.

Talvez...
Surjam novos poemas
Angelicais, quem sabe alados,
Luzentes de felicidade
Como jamais alguém fez...
serão carícias supremas
Mensageiras da saudade,
a te afagarem outra vez.

Inserida por SoniaRipoll

A rima, o verso e a nota
3 de janeiro de 2012 às 22:31
Como perdemos tempo com coisas que não lembramos,
Com coisas que não rasgamos...

Como a rima, o verso e a nota...

Semeando campos de circunstâncias inferidas...
Além do que diz certas palavras caminha de cor letiva a curetasse os embotados...

A fim de torna-se menos cortante, menos sensível com coisas que não nos fere...

Atenuar a ociosidade enfraquecendo o ânimo.
A força com que perdemos nos lembrou que esquecemos...

A nota, o verso a rima como rima o verso e a nota...

Descobrimos palavras no quadro embutido pelo botão direito...
Capazes de atenuar o tempo de coisas que rasgamos, esquecemos, findaram ou enlouquecemos...

Enlouquecemos, enlouquecemos... Não sentimos não nos lembramos de coisas que perdemos ou coisa que não rasgamos.

A nota que esqueceu, lembramos da rima e não sentimos o verso...
O verso, a nota e a rima...

Simplesmente esquecemos... Por que enlouquecemos!

Kadu Costa - Alma Livre

Inserida por KaduCosta

CONFUSÃO

Eu sou o inverso de um bonito verso
Buscando nas trevas a luz da razão
Tão virtuoso e mais do que profano
Filho do ócio e da contradição

Um complexo despreocupado
Com a análise da deturpação
A paz suplicando ao caos
Para se libertar e sair do caixão

A causa prima de um problema crônico
Cuja sistematicidade é a solução
A simples organização dos pensamentos me destruiria
Pois eu sou apenas uma confusão

Inserida por AlexReisMoura

E eu, ora vivo,
Ora morro,
Em cada verso que deixo escapar de mim.
Vou fazendo meus riscos de giz,
Marcas que a chuva insiste em apagar.
Mas eu escrevo de novo, e de novo,
E sempre, enquanto giz ainda me restar.
E mesmo que ele acabe, haverá pedras,
E terras, e sangue,
Só para eu poder sentir-me viva
Nessas marcas que, pouco a pouco,
Me consomem.

Inserida por suellenmaracouto

NICOLLAS

És verso perfeito
Cântico de felicidade,
Do céu foste enviado
Doce anjo abençoado.

És perola de Deus
Diamante celestial,
Entrego-te em versos meus
Esse amor eternal.

És vida minha
Doce amor
És do céu a poesia,

Filho amado divinal
És anjo menino
Meu amor incondicional.

Inserida por GABRIELSOUZAPOETA

És um pranto do avesso
És um anjo em verso
Em presença e peso
Atrevo-me atravesso
Pra perto do peito teu
Teu sagrado e tua besteira
Teu cuidado e tua maneira
De descordar da dor
De descobrir abrigo
Entre tanto amor
Entretanto a dúvida
A música que casou
Um certo surto que não veio
Há uma alma em mim,
Há uma calma que não condiz...
Com a nossa pressa!
Com resto que nos resta
Lamentavelmente eu sou assim...
Um tanto disperso
Às vezes desapareço
Pois depois recomeço
Mas antes me esqueço
Nossa sina é se ensinar...
A sina nossa é...
Nossa sina é se ensinar...
A sina nossa...

Inserida por katiacristinaamaro

Desculpa a pressa com que penso
nos milímetros marginais do verso
e, como cão farejando antigos mijos,
dissimule o cio enquanto ponho as asas no poema.

Desculpa a obsessão pelo tutano das palavras,
mesmo as bem nascidas e cuidadas
como os seixos mais polidos.

Desculpa a caligrafia e a gramática,
sempre tão dorsais e tão patéticas.

Inserida por katiacristinaamaro

"CONTEMPLAÇÃO"

Escuto as notas do silêncio
Onde morre um verso numa estrada de alcatrão
Poema vazio desamparado no chão
Escrito numa folha tantas vezes ignorada
Escrevo simplesmente pelo prazer que me confere a escrita
Não para tu gostares, mas se gostares melhor ainda
O gosto de sentir a areia quente deste outono
Toca a minha alma fria no verão passado
Caminho de um destino já tantas vezes adormecido
Sinto no corpo uma dor talvez esquecida
Árvore no outono sem folhas despida de pranto
Onde quero celebrar as rugas do meu rosto.
Amar-te com o tremor das minhas mãos
Beijar a tua boca com os meus lábios calejados
Contemplar-te com emoção e serenidade...
Que repousa no meu peito
Neste tapete de outono
Onde a solidão nos abriga ao seu íntimo sonho
Escuto as notas do silêncio
Lidas e escritas numa folha em branco tantas vezes ignorada!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Verso e frente

Da música, tenho o suficientemente necessário
Da paz, tenho mais do que preciso e menos do que peço
Da saudade, tenho muito mais do que não tenho mais
Da verdade, deixo muito mais do que levo
Da alegria, faço mais que gosto ao que preciso
Da fé, fiz mais do que faria se ela eu não tivesse
Da dor, sei mais do que gostaria se não a escolhesse
Do amor, sei menos do que saberia se não o conhecesse

Inserida por vitorpretto