Aldo Teixeira

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Multidões de mães choram a perda de filhos, outras multidões de mães choram a vontade de terem filhos e não podem por motivos biológicos, outras multidões de mães deixam seus filhos aqui, e partem para morar com Deus. E eu me pergunto, como ainda existe "mães" que abandonam seus filhos, "mães" que tiram a vida de seus filhos antes mesmo de vê-los, por meio do aborto, "mães" que assassinam seus filhos, "mães" que jogam seus filhos em lixões, em lagos e rios.
Chega a ser um ato imperdoável perante a sociedade, pois algo tão frio e tão arrepiante como o assassinato do próprio filho, não poderia vir de uma mãe.
Existem Mães e "mães", agradeça a sua por ser mãe de verdade!
Hoje em dia temos muitos meios de repercussão dos fatos, mas imagine quantas crianças já foram mortas sem ao menos ter o direito de ver o mundo, quantas crianças foram esquecidas como se tivessem desaparecido, aonde estão nossas crianças?
É, de fato o mundo de hoje está muito distante de ser um lugar onde crianças consigam viver bem, ter um boa educação e serem lapidadas para se tornarem "jóias" do futuro.
Infelizmente são essas as notícias que correm diariamente em nossos jornais!

Aldo Teixeira
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"Só te peço desculpas. Mais nada além de desculpas. Nunca quis que minha tristeza refletisse aos seus olhos, e com ela você se sentisse incomodada e triste também.
Perdoa-me por ter depositado em ti um mundo de ilusões criado por mim, perdoa-me por acreditar que daria tudo certo, perdoa-me por gostar de ti.
Nunca vou desfazer de meus sentimentos, sempre vão estar guardados comigo ou em algum lugar, mas te prometo não demonstrar mais o que sinto, será algo guardado pra mim, e não irei te fazer sofrer jamais.
Quando, um dia talvez, você esteja com outro alguém, e te veja, vou sorrir ou farei o possível para parecer normal, pois não quero que faça dos meus sentimentos os seus.
Perdoa por não ser um bom entendedor.
Aqui ficará um coração cheio de sentimentos guardados."

Aldo Teixeira

Não aceite! Não aceite ser roubado por políticos, não aceite ser educado com histórias maquiadas, não aceite tele-manipulação, não aceite desigualdade, não aceite nada que lhe contraria!
Grite! Grite o que pensas, grite o que não ouves, grite o que lês, grite até te ouvirem!
Lute! Lute por tudo que é certo, lute por você, lute pela sua família, lute pelo próximo, luto pelos filhos que ainda não tem!
Um futuro melhor quem faz é você, e eu, e quem mais quiser ter um futuro melhor!

Aldo Teixeira

A morte me chama pra jantar
Em forma de suicídio diz que vem pra me buscar
Com flores no caixão,
Um terço enrolado na mão
Me despeço deste mundo de muito preço e poucos valores
De muito ódio e poucos amores

Uma memória não deixarei,
Nem mesmo nas histórias estarei.
Pois quem escolherá a morte
Talvez não seja um azarado e sim um cara de sorte.

Aldo Teixeira
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Sou apenas a reencarnação do ponto de interrogação.

Aldo Teixeira

Beleza física,
Fisionomia.
Não tem valor
Não tem valia.
Fisioterapia para evolução
Fiz foi outra opção.

Olhar além
Do que se tem.
Enxergar além
Do que se vê.
Ver de perto
Ver ao certo
Quem realmente
É você!

Geralmente
Geral mente
Para agradar.
Outros mentem
Pra se gabar.
Outros pra enfeitar
Mas acabam por enfeiar.

Quem realmente você é?
Você é a marca que carrega no pé?
Ou é apenas um andarilho que anda apé?
Quem mente? Você é real?
Ou é dólar? Esmola talvez?
Lembre-se de lembrar
Quem sou eu, e que você não é!

Aldo Teixeira

Não me encaminhem a um senatório
Eu não nasci pra ser rato de laboratório.
Nem tente criticar meu mundo ilusório
Você nunca esteve e nunca estará lá.

Teu olhar cheio preconceito
Analisando meus dias inundados de defeitos
Condenando meus passos, meus traços
Sem abraços, ou sei lá.

Não é assim que você vai me decifrar,
Críticas sem saber o que deve falar.
Adianto-lhe que o melhor a se fazer é parar
Você no seu mundo de lá e eu no meu mundo de cá.

Aldo Teixeira
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Toda multidão se move após a primeira mão.

Aldo Teixeira
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Sei que sei que daqui não sou,
Que não pertenço a essa classe,
Que hoje é apenas mais um dia de trabalho;
Daquelas sexta-feiras em que sentimos,
Sentimos a irreal sensação "dever cumprido".
Comemorando assim os únicos dois dias
Que são seus, e que realmente são úteis.
Por que será que agimos contra nós mesmos
Trocando nossas horas de céu azul por sédulas?

Quanta ironia, eu aqui disfarçando trabalhar
mas escrevendo isto dentro das 44.
Funcionário ingrato,
Que relata o que sente
Indo contra a corrente,
Sabotando o comum.
Há ingratidão,
Talvez de minha parte,
Talvez não.

Aldo Teixeira
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Dentro das 44
Revelo-me,
Destrato com meu retrato.
Status
Que circulam o abstrato.
Dia chato.
Ratos criam normas
E eu quem paga o pato.

Aldo Teixeira
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Nesse mundo,
Nesse mundaréu de hipóteses!
Imundo,
Inundado de dúvidas,
De dívidas,
Devida a falta de atenção.
Atenção pois é promoção,
Te promovem o consumo
Em troca de escravidão.
Carro luxo,
Produção lixo.
"Vidão"?
Acho que não!
Mas um hipótese na cabeça
E um medo no coração.

Aldo Teixeira
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E quando tudo der errado.
Quando nada for ao seu favor.
Quando a sombra te incomodar
E no sol arder de calor.
E quando perder no caminho da volta.
Quando esquecer e chegar atrasado.
Quando o ponteiro do relógio parar.
Quando tropeçar no cadarço desamarrado.
Quando ninguém mais se preocupar.
E quando o amor te causar muita dor.
Quando a fumaça realmente for fogo.
Quando alguém vencer o seu jogo.
Quando chover quando for ver o mar.
Quando com a espinha de peixe engasgar.
Não se preocupe meu amigo,
Isso é nenhum jogo de azar.
Veja o lado bom disso tudo
Quando o "quando" chegar!

Aldo Teixeira
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Vi da vidraça,
Vida vi praça.
Vivendo de graça
Morando com traças
Esquecido me fui.

Faltando peças
Como nessas
Garças de jardins
Aliás,
Não voo mais.
Não vou mais.

Esses encorajados
Encorujados,
Que vira e mexe
Revira e remexe
Me fazem de condenado,
De poeta mal falado.

A mão que aponta
Volta sempre três pontas
Para o próprio nariz.

Nesse momento migratório,
Hora penso no velório
Outrora no senatório.
Mas vida se passa!

Aldo Teixeira
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De que adianta
Explicar de tudo,
O fim do mundo,
O começo dos tempos,
A direção dos ventos.
Teorias e mais teorias.
E viver?

Aldo Teixeira
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Com brinco na orelha,
Brinco de ser do avesso.
Mas tão comum que só,
Do avesso não sou mais.
Tão igual a tais rapazes,
Fazer diferente, contra o que já é.
Ah! Tanta confusão
Que nem sei onde estão minha certezas,
Se é que são minhas.
É como não comer galinhas
Sem saber a razão.
Seguidores.
Quantos tropeços terão de sofrer para entender?
Padecer até que a morte vos ou te pare!
Vestindo mascaras,
Brincando de bocas e caras.
Custa caro meu caro.
Meu carro que nem quero ter,
Aliás, nem tenho.
É desdenho, mas não quero comprar.
Aperte para cabe-lo em seu bolso,
Alerte para cabelo em seu bolo.
Tolo!
Quem sou eu pra julgar seu brinco?
Se também sei brincar.

Aldo Teixeira
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Se me fizesse de barro,
Se me fizesse de luz,
Se me fizesse de evolução.
Já estou feito.
E mal feito,
Cheio de defeito,
Protótipo do tipo rasura.
Com a cara escura,
Entro em apuro
Quando procuro resposta.
Verdadeiramente uma bosta
Viver de interrogação.
De onde vim? Pra onde vou?
Bosta em decomposição.
É melhor eu parar
Antes que censuraram
Alegando que "bosta" é de baixo calão.

Aldo Teixeira
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Andei por ruas desertas onde ninguém ousou andar.
Provei de vários venenos dolorosos, mas tive que experimentar.
Vaguei por horas e dias sem saber o que procurava.
Procurei por muito o errado, errei por muito o procurado, sabendo das consequências, mas obtendo respostas para minhas dúvidas. Acumulando dívidas.
Por muito passei, por pouco ainda estou vivo.
Mas sem todas as respostas necessárias.

Aldo Teixeira
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Qual o problema?
Se tenho caspa,
Se meu português não é dos melhores.
Se não rimo e não uso aspas.
Qual é seu lema?
Seu tema?
Não tema!
De-me um tempo.
Se não quero diploma,
Não brinco de vida,
Não aceito acomodadamente
O coma de qualquer mente.
Ah minha gente,
Descontente e inerciados,
Camuflando a conhecida e milenar
Depressão.
Acreditando em tudo,
Mentindo pra si próprio até que acredite.
Com todas minhas dúvidas,
Nunca duvido do impossível,
Invisível ou visível,
Viável ou inviável.
Quantos são os problemas,
sem teoremas ou filosofias
Depressões em grande escala.
Poetas profetas que acham-se
Donos das verdades.
Logo mais surpreenderão
Ao ver-me de pé no chão
E voando de mente aberta.
Certamente dirão ser um demente
Ou delinquente inconsequente.
Rebelde sem causa,
Demônio sem cauda ou
Anjo sem asas.
Um latino-americano "sem casa"
Entre aspas e caspas.

Aldo Teixeira
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Que destalento de viver!
Deitado em seu aposento
Brincando de ter.
Ter apartamento,
Carro do ano,
Ter filhos estudando,
Uma mulher delicada e meiga,
Fingindo ser uma família feliz
Igual nos comercias de manteiga.
Quanto destalento,
Cumprir os mandamentos da vida comum,
Como um fiel dizimando,
Que feito um acionista tolo,
Constrói sua casa no céu
Tijolo por tijolo,
De ouro em ouro.

Aldo Teixeira
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Corram, o sinal da Delfim vai abrir.
Corram, mas não morram.
Nem ponham fim nas barbas do velho sapucaí.
De preferência criem suas raízes as margens.
Na Vargem, na altosa Anchieta, ou na bela Margaridas.
Quem não ouviu falar das nossas Três Torres?
Rua Treze de maio, quantas histórias e ensaios de resistências.
Vintém e Mosquito.
Esquisito dizer assim desse lugar.
Nesse solo eletrônico e adubado,
Tomo água no filtro de barro dos lençóis contaminados.
Mas evidencio as marcas positivas,
Capivaras e garças ainda vivas ao redor das sapucaias.
A lenda do mato do Sanico, figuras marcantes de nossa população.
Muela, Matoso e "Jorjão".
O que sinto não é idolatria,
É gratidão.

Aldo Teixeira
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Calmamente desce o Sapucaí,
Manso e triste,
Com um sorriso sujo
Luta e resiste.
Insiste em nos banhar,
Pra nossa sorte e
Pra ele azar.
Desce, vendo ao seu lado
Famílias que crescem,
Ao som de manilhas desaguantes.
Fogos de comemoração?
Antes fosse.
Triste desce
Triste também sigo.
Reclamam a Deus e o mundo
As fúrias janeiras
Vendo destruição em tudo que é jornal.
Respeitem para serem respeitados,
Já dizia o velho ditado.

Aldo Teixeira
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Vejo que gritam pelos seus heróis,
Que na mal dita história lhe contaram.
Vocês o chamam de desbravadores
Nós os chamamos de desmatadores.
Maldita história, mancha de café
No manto branco da paz obscura.
Ame-o ou deixe-o diziam aos canos,
Ame-me ou deixe-me eu retruco.
Não se resolve pobreza em arenas
Nem nas novelas ou mesas de truco.
Heróis fajutos,
Vilões justos.

Aldo Teixeira
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Latente, fervente.
As ideias já não são simetricamente medidas,
São perdidas, pervertidas para os crentes.
Inconscientemente polivalente destemida
Segue a mente lutando pela gente
Emergente.
Emergencial, corrupção me faz confundir
Quem é o marginal e quem é o policial.
São tantas as atrocidades.
Julgar alguém que quer viver a liberdade
É como colocar nome no filho do vizinho,
O que vem a ser livre-arbítrio?
Se não posso seguir meu caminho?

Aldo Teixeira
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Tão longe e tão perto,
Dividindo o mesmo teto
E tão distante ao mesmo tempo.
Os dias inúteis é quase certo,
Um tempo aberto e tão fechado.
Sentimento resguardado
Por vergonha de saber
Que no quarto ao lado
Dorme alguém que mal conhece,
Ou bem? Ou bom? Ou mau?

Aldo Teixeira
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Na linha do trem que pro sul desce,
Um ser tão pobre que padece
Sobre as ruas da cidade grande.
Um sertão nobre se voltasse
Mil léguas retroativas.
Respirar o ar limpo e quente
E não mais poeiras radioativas.
Ela babando e dançando, te seduz
A letra confusa te induz
A alimentar esse avestruz que de todos se alimenta.
Sobra oportunidade pra quem tem,
Sobra oportunista pra quem vem,
Claramente que não convém.
Amigos de pele de onça reveste,
O lobo na pele do cordeiro investe,
Não deixe seu palmo de terra
Pra viver a guerra biomédica onde você é a peste.

Aldo Teixeira
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