Tag poeta

3951 - 3975 do total de 9916 com a tag poeta

⁠Ele batalha todos dias apenas para ver o seu sorriso de felicidade. 

Inserida por EscritorErickpereira

⁠luz...sem câmera...sem ação
piu
a luz pinta...sem borda
suaviza o inexpressante sentir de uma cólica existencial
qual...
repare...contorna o ser...mas não o invade
necessário SerIA...
ainda...abranda o gesto tudo revelando escancaradamente
mas não resolve...
Pinta uma Luz Negra Envolvente que faz o contraponto carente
besteiras...sem eiras nem beiras...só, falta de bebedeiras
ninguém poeta é ou se faz...
Todos estão sem luz, sem câmera e sem ação...poderia não...

Inserida por piu_amaro

⁠Coração, quantos ais me provocaste, me fizeste pensar saber o que é amar.
Corações me visitaram, me apaixonaram, nada era, tudo foi, um tempo de estado de demência e depois...ah, e depois é com o coração que vive por ser carente de uma dose mais forte, de um novo, de um tempo. 

Poeta Nilo Deyson Monteiro Pessanha 

Orquídea 

⁠Essa flor misteriosa
e, exuberante 
de significados, laboriosa
insinuante
bela, formosa
- as orquídeas, tão mimosas
que cada cor sua, poeta:
o amor, a flor, o poder
a sedução secreta
do desejo, a nos emudecer
diante da sua opulência profeta
- tão lindas de se ver!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Agosto de 2020 - Triângulo Mineiro 

Inserida por LucianoSpagnol

⁠O AMOR QUE É AMOR

O amor que é amor jamais vacila 
Nas paixões iradas entra sem medo
Leva consigo a afeição e o enredo
Do doce olhar, e o abraço que asila

O desejo é uma variedade tranquila 
Pra quem cobiça, pois, vence o quedo
E dum para o outro não tem segredo
Enquanto o apuro o veneno destila

Amor que é amor, a tudo transforma 
Um ato de grandeza e de plataforma
Do bem, onde se tem a sorte ao dispor

Esse esplendor, regado com flores 
São muito mais que simples amores
É a natureza do amor que é amor...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado 
14 de agosto de 2020 – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠[…]pão de queijo
tem pra todo o gosto
gostoso como beijo,
grande, miudinho, simples, composto
e o cheiro, ah! exagerado por demais
janeiro, fevereiro, agosto
qualquer dia, mês, hora - são os tais!
de manhã e de tarde no café, disposto
é bão demais sô! Uai, é daqui das Gerais...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
14 de agosto de 2020 – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

Todo brasileiro é mascavo 
Pertencem a essa terra.
Vieram, de não sei onde;
Vieram, de não sei do que;
Vieram, não sei porque....
Mas vieram e construíram essa nação.
Melhor que isso. Só melado da cana.
Um bom churrasco. E amigos de montão.
Mistura do mundo novo. 
Que se precipitou há nascer.
No solo dessa terra, brejeira.
Não se coloca tapume e fronteira.
Da cabeça. De quem aparecer.
Sabemos a cor de nossa bandeira.
Somos todos mascavos. 
Viemos de todo lugar. 
O pé no barro e olho no 
Futuro. Para bons frutos 
Plantar.
Respeito. Respeito.
Isso é preciso.
O dinheiro juntado no jarro.
Não fica na mão de bandido.
Verdadeiros ladrões da Nação.
Onde o canalha, se apropria.
Os pobres, gemendo fica.
Já são 500 anos. 
Esta na hora de amadurecer.
Preconceito. Não se pode admitir.
Afinal , ninguém é tão perfeito. 
No seu modo de agir.
Mas , somos todos mascavos.
E podemos encaminhar 
Nossa nação. 
Para o Novo Mundo emergir.
Marcos fereS

Inserida por marcosviniciusfereS

⁠O CONDENADO

O sentimento está triste. Tão calado 
O pensamento solitário, num canto
Com agonia, ali, assim, compassado
E os olhos lacrimejando entretanto...

E no sofrimento de um crucificado 
Pulsa na dor e chora árduo espanto
Se sentindo, um tal tão desgraçado
No drama e paixão, sem encanto...

Do algoz, cruento, e seco cerrado 
O silêncio lasca o peito com tensão
Que suspira em pranto, fulminado

Tal um réu, um desafortunado, então 
Largado na ilusão, e se vendo de lado
Soluça saudades o condenado coração!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado 
15 de agosto de 2020 – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Ontem, a chuva passou  de manhã igual a cantada de cabra safado, mas a noite,  ela veio  tão forte, como a poesia de um poeta apaixonado.

Inserida por Araujo2013

⁠Viver é o mesmo de querer, sonhar é não fracassar.

Inserida por EscritorErickpereira

⁠A SERIEMA

Falam que a seriema, quando desata 
O seu canto, no cerrado ali tranquilo
A viola do roceiro, chora, a segui-lo
Roncando esmorecimento pela mata

O retinir, longo, tal um sino de prata 
Quando soa, longe, se pode ouvi-lo
Num tal solfejo, em aguda sonata
De um aristocrático canoro estilo

Quando a cantata, ressoa amolada 
No coração do sertão, bem fundo
A saudade dói, e no peito faz morada

E o que mais neste canto se espanta 
É que o canto de apenas um segundo
Na alma do sertanejo se agiganta...

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado 
2020/agosto, Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

⁠⁠Essa é a razão de um poeta: ESCREVER sempre seus sonhos e "VIVER sem ter vergonha de ser FELIZ"

Inserida por WILAMYCARNEIRO

⁠ADVERSO DUM VERSO

Essa sensação de face cansada 
Que vês no meu poetar azedo
De trova tremente e mirrada
É falta que lamenta no enredo

O versejar pouco camarada 
Da satisfação já em degredo
De rima velha e desgraçada
Em que não se profere ledo

Ontem, de viço e alegria 
Hoje, o choro e sofrência
Um fado. Na vã poesia

Nesta dura sina em riste 
Do canto em decadência
Verseja um poeta triste!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado 
17/08/2020, 16’45” – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

A mulher é uma árvore do amor. ⁠

Inserida por EscritorErickpereira

⁠Sou fruto da poetaria, poeteiro de mão cheia, poeta filho da destra poesia.

Inserida por nyllmergello

⁠A QUARESMEIRA

Pra Quaresmeira ser louvada, não basta 
No cerrado, trovar os dotes do encanto
Tem de ter na poesia, o instinto tanto
Da magia e sensação que o belo arrasta

De um esplendor e uma tal delicadeza 
Nesse sertão de diversidade tão vasta
Seu destaque de flor preciosa e casta
Do lilás dos cachos, adorno da natureza

Exaltação aos olhos, de florada ligeira 
Chama da paixão, graça, poesia acesa
A essência sedutora da quaresmeira

Na admiração, um trescalar misto: 
De funesto fase, reflexão e beleza
Em cortejo do martírio de Cristo!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado 
18/08/2020, 09’43” – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

⁠ONDE O CERRADO MORA

Uma secura à beira de um barranco 
No entorno: ipês, buritis, e o pequi
Por todo lado o agigantado céu rubi
No horizonte, um devaneio franco

O dia acorda na alva, num só tranco 
Onde ouve o canto da brejeira juriti
E o passeio do solitário macho quati
Ali, alvoraçando a vida num arranco

À tardinha, em romaria, o regresso 
A melancolia deitada na rede, espera
O entardecer mais bonito, confesso!

Se crês na quimera, ela existe, porém: 
É no torto do cerrado de falsa tapera
Onde mora, que há encanto também!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado 
18/08/2020, 15’17” – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

⁠A honestidade precisa está entrelaçada no nosso sangue.

Inserida por EscritorErickpereira

⁠Os teus sonhos?...
compartilhe-os apenas com pessoas que você mais ama,
ou você os realiza; 
ou guarde-os só para você. 

Inserida por poeta1958

⁠Antes de você jogar a pedra que fura, se avance na direção da mesma.

Inserida por EscritorErickpereira

⁠Poeta e Poesia III

Ao escrever uma poesia o poeta não abre apenas as portas e janelas da imaginação para um mundo imaginário e cheio de encanto. Ele entrega-se de corpo e alma aos seus mais intensos devaneios poéticos, ressuscitando o desejo natural que constitui o império afetivo e emocional do ser humano. O espaço de sensações representadas pelo seu universo lírico interno.
A poesia é uma forma de trazer à tona emoções, sentimentos, sensações, medos, glórias, horrores, vivências do cotidiano do poeta ou simplesmente narrar um fato ou uma situação simbólica.
De qualquer forma, identidades fictícias ou não são modeladas e relatadas com base nas mais variadas nuances metafóricas do poeta.
Existe um simbolismo muito particular, diria até íntimo entre os signos que dão forma à poesia e o poeta. Simbolismo este, oriundo do fantástico entrosamento de ambos.
Os cenários criados pelo poeta quase sempre são registros simbólicos de ideologias arquetípicas emergidas do seu próprio cósmico social com uma pincelada generosa de rebeldia. Poesia é libertária, é a arte dos revoltados, dos outsiders por excelência. 

Inserida por ednafrigato

Nossas almas acompanham a direção de nossos olhos.

Inserida por alisson_barreto

⁠⁠IRREVOCÁVEL

A minha solidão tem sonhos imensos
Que poetam sensações sem arreatas
Onde o eco do querer, em serenatas
Na inquietação, tem vigores extensos

Meu coração tem umas tais colunatas
E ali agitado, vivo com olhares densos 
Atraindo, com devaneios tão intensos
E uns sentimentos e pesares primatas

Nesse templário de sonhos e poesia
Entrei ávido nessa catedral um dia
Pra me contagiar com o doce sabor

Doados pelos cavaleiros medievais
Da paixão, amos destas catedrais:
Me vi, irrevocável, ao provar amor!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado 
20 de agosto de 2020- Triângulo Mineiro 

Inserida por LucianoSpagnol

Todo brasileiro é mascavo 
Pertencem a essa terra.
Vieram, de não sei onde;
De não sei do que;
E, não sei porque....
Mas vieram e construíram essa nação.
Mistura do mundo novo. 
Que se precipitou há nascer.
No solo da terra brejeira.
Não se colocou: nem ; e fronteira.
De alguma cabeça. De quem queria aparecer.
Sabemos a cor de nossa bandeira.
Somos todos mascavos. 
Viemos de todo lugar.  
O pé no barro e olho no 
Futuro. Bons frutos plantar.
“Respeito. Respeito”
Isso é preciso.
O dinheiro juntado no jarro.
Não fica na mão de bandido.
Verdadeiros ladrão da Nação.
Onde o canalha, apropria.
Sobra para o pobre, agonia.
Já fazem 500 anos. 
Crescer e amadurecer.
Preconceito. Nunca se admitir.
Afinal , ninguém é tão perfeito. 
No seu modo de agir.
Mas , somos todos mascavos.
E podemos encaminhar 
Nossa nação. 
É o Novo Mundo a emergir.
Se, antes, encaminhado não foste.
No dégradé de suas cores
Nova história. Há de surgir.
Marcos fereS
 

Inserida por marcosviniciusfereS

⁠AO PÉ DO OUVIDO

Eu fui confidenciar, lôbrego, o meu pesar 
À velha lua, branca e nua, no céu viçosa
Na noite acordada, supondo que ao falar
Teria o trovar solto duma queixa amorosa

Não quis sequer atenção, então, prestar 
No celeste ali estava e, ali ficava gloriosa
Mas, pouco a pouco, num súbito quedar
Vendo um ciciar, pôs a me ouvir cautelosa:

Entre soluços e suspiros eu narrava tudo 
Ela comovida, pois, poética e apaixonada
Tal como é, romanceou o duro conteúdo

Com os olhos cheios d’água, sonhadora 
Compadecida desta sofrida derrocada
Então, chorou comigo pela noite afora

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado 
21 de agosto de 2020- Triângulo Mineiro
paráfrase Pe. Antônio Tomás

Inserida por LucianoSpagnol