Tag poeta

3876 - 3900 do total de 9916 com a tag poeta

⁠AMBIÇÃO

Eu quis versejar, pelo prazer pleno 
de ser bardo, sonhador, arrojado
duma prosa um entusiasta sereno
ter minha trova daqui do cerrado

Quis dar a imaginação um aceno 
bálsamo ao sentimento apaixonado
ao riso, ao choro, um efeito ameno
disfarçando a emoção num brado

E vi que a sensação apenas é, na vida 
o dado entre a tragédia e a comedia
- a chegada, o centro e a despedida...

E, piegas que sou, em um castigo 
fujo aos sonhos, e de alma tédia
taciturno, me assisto só, comigo!

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado 
10/09/2020, 15’00” – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Ela é poeta, ser
bonita e uma
agradável
redundância.

Inserida por henriquepereira

⁠Queria estar abraçando as suas vontades de me querer.

Inserida por EscritorErickpereira

⁠Saborear cada palavra e depois usá-las em suas poesias. 
Privilégio dos poetas e das poetizas. 

Inserida por PaduaDias

⁠Minha vida é uma poesia, maravilhosa confusão, uma invasão de tudo nada, nada que tudo se torna ao cabo que tudo me permito, com nada me apego, me sinto.

Sinto-me amor por onde for, tudo intenso, tudo ilusão, nada sou senão imortal na minha poesia em alguém que a mim se apegou.

Poeta Nilo Deyson Monteiro Pessanha 

⁠O pensamento é como o vento 
Feito cavalo indomado correndo pelos prados,
Feito borboleta saltitanto de for em flor
Como amor que tem coração predestinado para cativar, 
Todos são livres 
Voam prá onde querem voar.

Inserida por poeta1958

⁠e neste ato permanente
dessa busca continente
insistente 
de querer, desejar, encontrar
o amor perdidamente!
eu mi vi amando... pra poder amar!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
20 de setembro, 2011 - Rio de Janeiro, RJ

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Se a vida te der limões faça uma limonada, mas se você for esperto invista em uma plantação de Limoeiros.

Inserida por San_RamonDN

⁠Sua poesia
Sua poesia foi um espelho para mim.
Desnudou-me, expos minha alma,
desembaraçou meus cabelos,
acariciou meu ego.
Gostei de ler-me,
senti algo incomum.
Você poeta desvendou-me.
para mim mesma ver-me,
como nunca me vi.
Constringiu-me, corei
mas não nego,
que me apaixonei!

Inserida por juliana_rossi

⁠Com os anos e danos as lágrimas evaporam ao entrar em contato com a atmosfera

Inserida por 1poetamorto

⁠DOR DO MOMENTO

Há solidão sem fundo, há sofrer tiranos 
Mais sufocantes que a cruel desventura
Sentimentos loucos, cheios de amargura
E as saudades mais extensas que os anos

São tormentos sem piedade, são danos 
E as sensações na alma vazia de ternura
Eu as renuo... e a está árdua sorte dura
Que augura na poesia versos profanos

Devaneio, sim, e só assim, somente 
Saio do algoz versejar tão cruento
Que me fere no tratear lentamente

Oh! gemidos assim jogados ao vento 
Que chora e dói na emoção da gente
Leva pra longe todo este sofrimento

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado 
29/09/2020, 10’07” – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Gentileza

Gentileza é como um ser dependente
Que para sobreviver
Depende da atitude da gente.

Gentiliza não tem regra
E nem exceção
Faz bem pra alma
Enobrece o coração.

Nesse mundo tão corrido
De indiferenças e competição
Parasse que ser gentil
Só ficou na intenção.

 O mudo seria outro
Com amor e delicadeza
Se o homem não espalhasse o ódio
Mas sim gentileza.

Nessa vida nada de estresse
O bem que você faz
Quem recebe compartilha
E jamais se esquece.

Nesses versos tão sutil
Expressem o que meu coração sente
Que pra ser gentil
Gentiliza é a semente.

Inserida por oziasbarbosa

⁠DISCORDE

Eu quitado estava e nada mais queria 
O anseio ansiado a mim face a face
E como um outro alguém te amasse
Te amei, duradouro: - que bom seria!

Tinha cheiro, vontade, me parecia 
Que nesse amor o querer, guiasse
E que só a força da paixão falasse
Se teve aperto, também teve alegria

Mas, temporão desmantelou o sonho 
A ofuscante graça, era mais um engano
Se um dia compus, não mais componho

Vejo, enfim, que em um afeto profano 
Se o dístico ao ardor não for inconho
Discorde é o desencontrado quotidiano

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado 
02, outubro de 2020 – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Clama quem ama, pós é o lema de quem ama clamar versos imensos a quem  ama no meio da chama.

Inserida por PoetaNomenNhacuanicu

Mesmo sem êxito não desisto, insisto provando que existo⁠.

Inserida por PoetaNomenNhacuanicu

⁠A bailarina que pula tão pura
Observa com doçura
No poeta, sua candura
Ao escrever sua literatura. 

Inserida por PaduaDias

⁠Música fingindo que esqueceu
compositor Poeta Adailton

Guarde seu amor
Que eu guardo o meu
Se alguém lhe perguntar por mim
Diga que me esqueceu
Se alguém me perguntar por você
Vou dizer que lhe esqueci
Só não vale chorar olhando as fotos no celular
Só não apagar as mensagens que me escreveu
Só não vale ficar fingindo que esqueceu(refrão)
Quando o dia amanhecer e alguém perguntar a você
Como passou a noite.
Diga que dormiu bem
Diga que estava frio
Diga que o lençol lhe aqueceu
Mas o amor no peito não adormeceu
Só não vale chorar olhando as fotos no celular
Só não apagar as mensagens que me escreveu
Só não vale ficar fingindo que esqueceu (refrão)
Quando o dia amanhecer vou falar que sonhei com você
Vou dizer que a noite virou dia
Aquela cama vazia
Ainda espera por você
Só não vale chorar olhando as fotos no celular
Só não apagar as mensagens que me escreveu
Só não vale ficar fingindo que esqueceu (refrão)
Poeta Adailton

Inserida por adailton_ferreira_1

⁠O amor enriquece a vida com mais vontades de viver.

Inserida por EscritorErickpereira

⁠SONETO DESBOTADO

De tiranas nostalgias, sobrevivido 
o fado, vou suspirando, e vazado
vou passando ao ocaso passado
dos dias onde o jeito é nascido

O agrado em rasgas dividido 
corre da satisfação apressado
pro vazio, palpita compassado
na solidão, em pesar convertido

E, murmurando tão cruelmente 
o trovar alvorece no desalento
e um aperto no peito então sente

Oh! má sorte, no amor sedento 
Que vive a lastimar no poente
desbotando está o sentimento!

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado 
04/10/2020 – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

⁠PARTO NORMAL

Minha poesia
Nasce da solidão.
Sem dor,
Não posso dar à luz.

@poetamarcosfernandes

Inserida por poetamarcosfernandes

⁠CERRADO DO GOIÁS

Quando, a primeira vez, lhe vi a vastidão 
uma confusão fiz de sua sinuosa mesmice
e quedei-me ao parecer de quem visse
e sentisse, o desigual em plena evolução

Depois, no andejar, ao olhá-lo, disse: 
é graça, é sertão na minucia e razão
do encanto, magia, mistério e criação
este chão, tão menino, na sua velhice

Os tortos galhos e secos barrancos 
riscam planícies e maçudo abrigo
e o céu nos seus rubentes e brancos

E, ao aprecia-lo, agora, então digo: 
vendo-lhe, diverso, e seus trancos
hoje o sinto poetificando comigo! 

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado 
06/10/2020, 20’49” – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

⁠POETA FUI

Poeta fui e do causar ferino 
Me acariciou a carícia dura
Versei mais dor que ventura
Andei sonhador e peregrino

No devaneio, vivi o desatino 
Amando o que pouco dura
Gozando da decepção dura
Poeta sem charme no destino

Porém, a cada verso, tentei 
Ter o acaso e a doce poesia
Não agonia que não sonhei

Entendo, que versar alegria 
Tem de tê-la. Pouco cantei
Se cantei foi porque sofria

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado 
09/10/2020, 08’06” – Triângulo Mineiro
paráfrase José de Abreu Albano

Inserida por LucianoSpagnol

⁠DESEJO

Eu quis paixão, pelo amar pleno 
sem ambição dum fatal amado
onde apenas valeria ser ameno
ou talvez aquele algo desejado

Quis me doar, sem ser pequeno 
e desse amor não fosse deserdado
mas, senti na alma o acre veneno
do amor na futilidade ser banhado

E vejo que o amado é, na vida 
aparte, ao que é o escolhido...
a este, tem, uma boa acolhida!

É. Se castigo ou sina, eu digo: 
- que nunca quis ter perdido
Se perdi, é por não ter comigo!

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado 
09/10/2020, 19’28” – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

⁠É tão bom abraçar a paz e não querer saber do mundo.

Inserida por EscritorErickpereira

⁠RESETAR

Na minha paixão otimista e inocente 
eu nunca soube pra onde foi... um dia
a sorte que me preferiu tão prudente
ao sonho perguntei, e ninguém sabia

E numa fúria, manou-se, de repente 
duma quimera expansiva e correntia
para uma áspera ilusão sem cortesia
e a vida suspirou lerda e descontente

E o andejar se foi... e vai distante 
mas o silêncio, um outro instante
chora, mas vai em frente, teimoso

E eu sinto, a emoção, sem tê-la 
De um algo especial e desejoso
É. E nunca é tarde para havê-la!

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado 
10/10/2020, 10’10” – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol