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PRESENÇA

Quando os olhos arremesso no outrora 
De quanto amei me acho privilegiado
Vejo que tudo foi agrado no passado
Que toda a prova uma cortês aurora

Sempre na mais pura sentimental hora 
Tudo que dadivava, mais apaixonado
Dor, choro, lamento, deixava de lado
Asilando, então, na caixa de pandora

Os castelos aprumados, o firmamento 
Na sensação mais bela e alta os erguia
E, assim, os via tão cheios de portento

Que carinhoso ganho faz a companhia 
Pois, tudo é tão maior, maior o contento
Triste a hipocrisia, que faz a alma vazia!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado 
19/11/2020, 19’43” – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

[...]uma rosa... 

...uma rosa é uma rosa
de uma beleza caprichosa
de um perfume em prosa
poesia, uma rima preciosa...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado

Inserida por LucianoSpagnol

⁠A história prefere lendas do que a homens e mulheres. 
Algumas lendas trilham o caminho dos Heróis, Poetas e Reis Eu sou um orgulhoso guerreiro que enfrentem testes e dificuldades e que superei grandes adversidades para alcançar o topo da montanha e me tornar uma lenda. Eu sou o mestre e capitão do meu destino. Eu nunca desisto. Eu sou uma lenda e sou especial.

Inserida por richard_felix

No calor do amor e da aventura
⁠O amor e a tua beleza em si quando estamos na Galiza e no topo da serra da estrela, podemos apreciar a beleza e o encanto do Tejo e do Douro que nos transmite pela alma. De manhã os teus lábios são doces e frescos como a brisa do vento das lezirias, à tarde o teu calor como um vulcão e o teu suor do teu corpo doce como o mel e o amor.
À noite olhamos para os céus do Ribatejo e sentimos a tua essência pura e especial como o encanto da lua cheia e das estrelas.

Inserida por richard_felix

⁠As noites que eu não dormi, serão futuramente as noites que descansarei
As lágrimas que chorei, serão os sorrisos que sorrirei 
Os planos que eu falhei, serão as provas eu tentei

Inserida por MRsGuilherme

⁠Poeta sou...
Sou mais que minha poesia...
Sou a vela que queima e arde...
Sou a vela que derrete e desfaz....
Sou o pólvora do barril...
Que tudo pode acabar....
E incenceia e queima...
Até pelo ar a dissipar...
Sou a chuva que apaga a chama...
Sou a luz que acende...
E com simples tok vem a escuridão...
Sou o barco perdido...
Sou eu....
Vim dos vendavais..
Estou a deriva...
Estou a bordo...
Estou nas ondas altas..
De asa aberta...
Estou voando...
Sem rumo ao sul...
Sem rumo ao norte.
Sou a pura sorte...
Sou águas mansas...
Sou a maresia....
Sou ela..
Que espraia e lava a areia do mar salgado...
Sou o falcão...
Sou a gaivota...
Sou o pinguim no gelo marinho...
Sou abutre...
Em busca do vasto campo...
Com gosto da carniça... 
Sou podre...
Sou jovem...
Sou poeta da dor..
Sou poeta do amor...
Sou de alma andarilha....
Vou pela direita...
Vou pela esquerda...
E por outro lado volto por cima...
Mas não ando por baixo...
Me desperto...
Sou esperto como gato felino...
Sou o tema..
Sou mais que um poema...
Sou o protagonista... 
Com ou sem rima...
Rimas certas.
Rimas ocultas...
Sou o Ogro...
Sou o Sogro...
Ando de pé...
Deslizo na maionese...
Caio de boca...
Me lambuso...
Rodo com giral...
Encosto no varal...
E faço secar...
Sou a roda gigante...
Sou a água pura e suja...
Sou o descanso...
Sou a fadiga...
Sou o sono profundo...
Quando tudo me ataca...
Viajo aos céus....
Sou luar prateado....
Sou a neblina que ruge na madrugada...
Sou a luz que reluz...
E com ela faço minha difusão...
Sou riacho morto..
E com minha raiva faço transbordar...
Sou a Primavera que avisa...
E com ela trago minhas flores...
Sou o cisne no lago...
E com os ventos mansos...
Me ponho a dançar... 
Sou regaço do inchaço...
Sou pequeno...
Sou gigante....
Sou a passarela cheia e vazia
Sou a coruja que pia...
Sou o órbita no espaço cideral...
Sou ave que mergulha no Mar... Sou a dor que maltrata..
Sou a cura de tudo...
E a cútia....
E por trilhas venha roer...
Sou eu..
Sou o que canta o Amor...
Sou a trapézio do circo...
Sou o palhaço do picadeiro...
Sou do entardecer....
Eu causo a sede...
E minhas águas eu me sacio...
A palha verde da relva..
A palha seca que estala...
Sou o lampião....
A cama..
A chama...
Sou a larva do vulcão....
E que explode o brilho...
E faz diluir aos céus de sensação....
Sou o leão que grita....
Sou arbusto nos montes...
Sou o grito mudo..
Que se cala...
E ao mesmo tempo faço ecoar...
Me afogo nas chamas...
Sou o resgate dos que querem se salvar....
Posso ser ou não a salvação...
Basta crer como eu...
Que todo dia vou buscar...
O céu pega fogo...
E quem quiser arder....
Vem comigo se queimar...
E desse modo...
Faço a nuven ficar vadia...
Pois no mundo que estou em busca....
Sempre venho a sonhar....
Sou o lobo marinho...
O caçador que faz e diz....
So a luz que agonía as trevas...
Sou mais que a fera....
Sou loucura desvairada...
Sou a loucura humana...
Em forma de revolta...
Sou de alma sadia...
Meu cérebro pega fogo....
Com o Sol arde e torra....
Então...
Vem comigo nesse horizonte...
Ele e vasto...
Ele é profundo...
Venha e não tenha medo...
Pois é nele que iremos afogar...
E quando voltarmos...
Tudo pode mudar....
Todo dia teremos nossa aurora...
Nua e nova...
E vamos cobrir...
Com nosso fogo...
Fogo da luz...
Fogo Santo...
Fogo do manto....
Fogo de Deus....
Que arde ate o findar do dia....
E se eu fraquejar....
Serei eu apenas um galho seco...
Sem folhas sem frutos...
Sem caule...
Sem nada...
E no seu queimar...
Tudo pode virar cinzas...
Que queima...
E com os ventos...
Se espalhará....


Autor:José Ricardo

Inserida por JoseRicardo7

⁠TURRA

Que desmedidas saudades se formaram 
Sob os olhos da lembrança. Imensa hora!
Em que o silêncio surgiu! Funesta aurora!
Que amargas lágrimas na face escoaram

Falta, que o peito rasgado, amortalharam 
Que aflitivos suspiram, e a saída implora
Chora, e das tétricas angustias brotaram
Pra abraçar a sofreguidão que vive agora

Depois uma sensação em treva chorando 
E o passado em sombras, que não partiu
Morre, nasce, seca, flora. Flagelo infando!

Até quando o sentir no que já separou 
És emoção que o flagelo empederniu
Ou turra viva do amor que não acabou?

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado 
21/11/2020, 15’15” – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

⁠A vida de poeta....

Oh poeta....
Poeta....poeta.....
Uma vida lavada....
Uma vida de sonhos....
Em murmuros vive no seu mundo...
Assim é a vida de um poeta....
Vida machucada...
Incrivel é a vida do poeta....
Nesse juntar de letras... 
Traz ilusões e emoções....
De palavras em palavras....
Vai criando versos....
Nesse vasto universo de sonhos...
Memórias de alegria...
Momentos de gritos....
E invadindo corações....
O Eco da alma se espraia....
Como areia fina...
Trazidas e sopradas pelos ventos....
Em segundos de moções...
Chora de uma maneira...
Que vai regando....
E molhando a poeira do chão...
São palavras que exprime...
Que tranforma seu mundo...
Em um campo vasto se sensações...
Grafa na pedra da vida...
Em pepeis brancos....
Ou folhas manchadas da água salgada do seu triste olhar....
Meros e eternos momentos....
De dor e de amor.....
Com olhar de uma criança....
Consegue ter uma esperança de dias melhores...
Pra si próprio....
E por toda á humanidade.....
Dispensa a morte....
E busca em sua vida...
Dias de Gloria escrevendo sua historia....
Canções e poesias....
Com sua escrita....
Vive na euforia....
Dessa eterna magia...
E confraria de poemas....
De um lado...
Uma terna e eterna vontade de um grande amor....
Para o outro....
Vai em busca de palavras....
Compondo poemas....
Em uma felicidade e dor sem igual....
Poeta....
Oh poeta.....
O poeta é um ser extraordinaro....
Ao mesmo tempo....
Um estranho no seu mundo...
Mas....
É no seu viver Poético...
Que ele encontra o oxigenio pra sua vida....
Fazendo seu mundo ficar melhor....
Pra ele mesmo rir ou chorar....
Ajuda aqueles que não tem palavras que esconde seus expressar....
Acolhe corações....
E com seu sentimento nobre....
Vai levando paz e flores....
Nuna eterna magia....
Dentro do seu viver....
Colhe rosas perfumadas....
Distribuindo risos...
Em todo mundo...
E na alma de alguém....


Autor:José Ricardo

Inserida por JoseRicardo7

⁠Se você abrir a janela e olhar para o céu, você verá duas estrelas, são os meus olhos olhando pra você, te desejando uma boa noite.

Inserida por RonnySilvaGeneve

⁠ADIANTE

No amor todo feito de grandeza 
De afeto, de atenção e verdade
É que eu vi haver com vontade
E (mais que vontade) gentileza

Não era o vulgar ar de incerteza 
Nem o olhar cheio de banalidade
Era outro sentimento, suavidade
Que nem sei expressar a beleza

Um vário sentir, certa candura 
Feito de abrigo, certa ternura
Que abraça a alma por inteira

Ô emoção, tão forte e carinhosa 
Que deixa a fraqueza corajosa
E nos faz sonhar sem fronteira

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado 
21/11/2020, 20’20” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠SÚBITO REVÉS

Súbito revés de algum sentimento oculto 
entre as dobras da frustração em entono
sacode-me, eu tristonho, e no abandono
 da solidão, e que na emoção faz tumulto

Mas este terror sombrio e sem indulto 
que levo no peito, e a tirar meu sono
apodera-se e se declara agente e dono
do sossego, tirano e vomitando insulto

E eu sinto o árduo suspirar da saudade 
preso no encolhimento da imensidade
que me joga na sofrência que me guia

Sinto nada de mim, salvo a sensação 
que bate desesperada e com tensão
e que amofina a poética vazia e fria

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado 
22/11/2020, 15’04” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Sou passaro cantador....
Poeta e escritor...
Canto alto...
Canto baixo....
Mas não me rebaixo....
Sigo vagando...
Ando cantando...
Escrevendo poemas...
Em meu canto...
Minha origem...
Sem igual....
Amamentado...
Por uma mãe genial
Vejo o mundo...
Tão belo...
Ando calçado....
Ou de chinelo.....
A certeza....
Das certezas...
Sigo a vida....
Com clareza....
Nesse mundo poético....
Sou apenas aprendiz....
Risco tudo....
Usando o giz....
Com direito....
Me respeito....
Parando por aqui...
Com direção....
Ao meu leito.....
E volto amanhã....
Tentando fazer direito...

Autor:José Ricardo

Inserida por JoseRicardo7

⁠O poeta tem o mundo na cabeça, enquanto que o filosofo tem a cabeça no mundo, no mundo lógico, racional e existencial, mas ambos tem em comum o espanto, como subjetividade humana.

Inserida por ubaldo_jesus

⁠Menino Poeta

Eu.....!
Ainda criança.....
Era aquele menino...
Totalmente sem noção.....
Única distração.....
Era brincar com que tinha na mão.....
Enxada.....
Foice.....
Machado....
Turo era diversão.....
Com lápis....
E papel na mão....
Escrevia e fazia borrão.....
Escrevendo sem parar....
Tudo que tinha no coração....
Na época....
Tudo era ilusão..... 
Só vivia a rabiscar.....
Os sonhos.....
Não me via como Poeta.....
Tudo era recreio....
Minha alma infantil.....
Era azul da cor de anil....
Era o verso....
Que não se definia....
Com o coração sempre em forma....
Foi lápidando com o tempo....
Em meus devaneios....
Foi amadurecendo pelo vento....  
Na miragem....
A cachoeira derramava...
E refletia no espelho da alma....
E os sentimentos transbordava.....
Na minha loucura....
Nem sabia de nada....
E escrevendo sem parar meus pensamentos..... 
Cresci.....
Vivi....
E hoje....
Estou aqui....
A ferramentas do passado enferrujaram....
E o borrão que era rabiscos.....
Transformou em poesia....
E aspirando sempre o cheiro das flores....
Hoje respiro amor.....
E com ele.....
Uso o amor e todas as suas essências.... 
E com inteligência....
Vou escrevendo com mais sabedoria....

Autor :José Ricardo

Inserida por JoseRicardo7

⁠"NEM SEI QUEM SOU"
"MAIS SOU O QUE SOU"


Sou poeta,
Sou rimador,
Sou eu,
Sou cantor,
Componho,
Traço sonhos,
Um trovista,
Pegando a pista,
Um visionário,
Ou troveiro,
Num nevoeiro,
Pego meu arco,
Me transformo,
Em arqueiro,
Minhas metas,
Sigo a mira,
Tenho meu ponto de vista,
Talvez lírico,
Versejador,
Sou apenas eu,
Um trovador,
Versificador,
E nesse mundo eu vou....

Autor:José Ricardo

Inserida por JoseRicardo7

⁠REMOINHAR

Fui no destino um amador exaltado 
Tudo era pra vida um bem ovante
Ser, o haver, uma sensação cintilante
Do desejo, um sentimento sagrado

Fui apegando ao amor arrebatado 
A vida se importava com o instante
A alegria no peito mais penetrante
Este um afável e amante passado

Sei bem o ruim de se achar solitário 
Na eloquência dum triste cenário
Singular, então, não seja tardança

Ó emoção tão enigmática, talvez agora 
Gire, e seja contagiante como outrora
Diz-se que o amor é eterna esperança!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado 
23/11/2020, 08’22” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós.
Fica a saudade, e nossas orações em um monólogo de fé. Que se 
torna um diálogo com Deus.
Luciano Spagnol - poeta do cerrado 
Triângulo Mineiro, novembro de 2020

Inserida por LucianoSpagnol

⁠poeta: ele é de poema; ame-o, pede ele

Inserida por bruno_ramalho

⁠O Poeta e o amor...

Eu como Poeta...
Escrevi as flores....
Escrevi todos amores...
Quebrei o espelho da parede...
Deixei os cacos de lado...
Fiz por saber que após estilhaçados...
Tudo que eu via alí...
Era fragmentos de uma alma desnutrida...
Deixei tudo passado...
E foi por quebrar...
Que esqueci de tudo...
Fiz questão de não me lembrar mais...
Passado esse.. 
De dor e horror....
Em mim...
Um escritor renasceu...
E algo forte e caloroso...
Transmitiu em minha alma...
Um novo começo...
Das minhas escritas...
Procurei essências de todos as rosas...
Tentando eternizar...
Um nova pintura elaborada...
Sentimentos construtivos...
Um a um ,arquitetei...
Em minha alma...
Construí uma vida com o Sol...
Lambuzei de tintas...
Trazendo um colorido energizado....
Comecei a sorrir...
Comecei a dançar...
Comecei olhar tudo com outros olhos....
Comecei sentir algo que jamais pensava em sentir....
Das paixões que eu vivi...
Delimitei e marquei...
Sentimentos únicos...
Apenas quatro deles eu carreguei...
Compressão , perdão..
Respeito e o tal afamado....
Amor....
Sonhos de criança sofrida...
Agora...
Os cacos ficaram...
O Poeta Voador ressuscitou...
E de coração trocado...
E com colírios desembaçadores...
Tive uma revelação...
Não é bem apenas a imagem do espelho que eu quebrei...
E sim...
Dentro dos meus pensamentos...
Que pra ser um Poeta...
Basta ter o verdadeiro sentimento...
E é respirando á cada segundo...
O quão importante é em cada um de nós...
Obrigado meu senhor..
Por me fazer...
Um escritor..
Que só sabe agora...


Escrever o Amor...
Autor Ricardo Melo..

Inserida por JoseRicardo7

⁠Poesia
Quando eu vim morar em Martins
Por Adailton Ferreira
Agora foi que a ficha caiu. No ano de 1995, aparelho celular quase ninguém tinha.Caso a mãe ou o pai quisesse falar com um filho ,que morava distante,ia na casa da vizinha que tinha uma "linha telefônica ". O dimingo era o dia de mais movomento: era muita gente com o cartão na mão na fila do orelhão.
Eu lembro do orelhão localizado em frente a agência dos Correios. Existiam outros espalhados pela cidade, mas para a nossa comodidade, lá na "Lanchonete de seu Chagas" a gente comprava um cartão e corria para o orelhão.Lembro de uma senhora que sempre dizia: "o cartão tá acabando, vou desligar. Outro dia a gente volta a se falar".
Muitos jovens ficavam, à noite, na calçada dos Correios.Encostavam a bicicleta e iam conversar.Era só o orelhão tocar alguém ia atender:fulano é para você! Para mim? Dizia a jovem.Quem será?Chegue mulher atender!
Foi um tempo muito bom.Caso você viveu esse tempo, é bom relembrar. Caso você não viveu foi um prazer para mim lhe contar.
Poeta Adailton 

Inserida por adailton_ferreira_2

⁠Pote de Vaga-lumes
Lá está o seu tesouro.
O seu Céu. O seu coração.
A Luz nunca se apaga.
O que apaga é o pavio.
Existem outros tesouros,
No céu que foi realizado.
E que todos os dias.
Acordas, levanta para trabalhar
E manter para manter.
O próprio céu particular.
As vezes; as luzes demoram
A se ascender. Mas não existe
Nada além. De ausência da luz.
Em um próximo momento.
Poderá reencontrar a mesma luz.
Que gira envolta da sua constelação.
Do tesouro. Que vendeste tudo.
E compraste aquela terra que só sua.
Mudam-se os pavios.
A luz não muda. É Eterna.
Existem outros tesouros que foram,
Lavrados nessa terra. É que podem ser
Reconhecidos. Como vaga-lumes dentro
De um pote de vidro.
Umas luzes escapam. Mas estão sempre,
Em volta do pote que as guardou.
E cada um possui seu pote.
Cada um possui seu pedaço de céu.
E quando sofre. É porque; tem medo
De perder a terra que cultivara.
Durante toda a Vida.
E esse medo. É apenas, a noite da
Alma. Que; quando novamente
Desperta. Entende que não existe
Separação. Mas somente até logo.
Porque, o que se foi. Foi apenas o
Pavio. A luz, está livre e impressa,
Em todas as nuances que foi
Realizada naquilo que conhecemos,
Como tempo e espaço.
E sem todo o corpo para preencher.
Sobra energia vital. Para percorrer
Todo o universo. E visitar novos mundos.
Mas sem esquecerem daqueles, que
Um dia. Escolheram para caminhar
Juntos essa terra. E guardaram esse
Tesouro no coração.
O que fica. São apenas pavio.
Que manteve a chama acesa.
Dentro do pote de vaga-lumes.
Marcos fereS

Inserida por marcosviniciusfereS

⁠Se de repente você começar a pensar em mim, é porque eu pedi ao vento que soprasse meu nome no teu ouvido.

Inserida por RonnySilvaGeneve

⁠CHICOTE

Se punição por vos desejar se merece 
Qual desejo está isento? e ao vento?
Na sua razão do ingênuo sentimento
Solto das amarras, e que se esquece

Qual mor amor no fado se oferece 
Que dedicar-se a vos todo o tempo
Em glória e tão repleto de fomento
Que no bem e ventura se apetece

Porém se ei de punir a quem, infando 
Que seja ao meu coração sofrente
E assim o meu amargar é todo vosso

No meu haver, podeis, até quando 
Ordenar nele o ocaso inteiramente?
Se ter-vos enamorado, não posso!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado 
26/11/2020, 08’34” – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Internautas.


Hoje ousei escrever,
Sem usar muitas pautas,
E nesse singelo sublinhar,
Internautas
Nesse poema,
Só quero me atrever,
Sua inteligencia radiante,
Traçando seus mouses sem fim,
Sem olhar e onde vai chegar,
Emoldurando sua maquiagem,
Nesse texto és protagonista,
Nascidos em qualquer lugar...
Seu emocional é muito radical,
Lhes faço essa poesia,
Sei que gostam de ler,
Vamos sorrir,
Sua grande alegria,
Está no navegar....
Tudo direito,
Pra depois ter seu efeito,




Autor :Ricardo Melo

Inserida por JoseRicardo7

⁠Mais um Natal
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado

Na Vida quando me falaram de amizade, aquela que nos acompanham fazendo-se presente até mesmo no silêncio, achei que era somente fantasia de um sonhador. E é real! Os que se tornaram distantes, hoje não me dizem nada, mas também trouxeram uma carga de evolução em minha existência. Os verdadeiros são presentes e pulsam no coração. Como é fantástico como vemos as pessoas de modo diferente com o passar dos anos e aprendemos com elas os significados mais estranhos dos sentimentos que nos tocam... É tão bom saber que amigos fazem parte, e que também a solidão tem sua fração. Neste mais um Natal, quero olhar cada rosto que vai marcar presença, esses sim meus amigos verdadeiramente fraternais, e retribuir com meu sorriso sincero. Pois o tempo galopa mais que o nosso olhar possa perceber, e a maturidade nos faz saudosos dos tempos ingênuos da irresponsabilidade, dos amiguinhos sem interesse, das brincadeiras de adolescentes, do tempo maravilhoso de faculdade. Saudade! Então quero agradecer cada manhã amanhecida, um presente Divino, uma alegria pra ser comemorada, partilhada... E nestes momentos de comemorações, dividir com a vida todo este festejo, aquela música que marcou um segundo, um minuto, um beijo, a poesia escrita com a pluma da alma, a mão que afagou com suas palavras de conforto, olhar que acolheu o meu olhar absorto, o abraço que em meu corpo se fez laço... Afinal, mais um Natal! 

Inserida por LucianoSpagnol