Realmente Nao sou Perfeita nem Dona da Verdade
Ponho os meus olhos em você se você está. Dona dos meus olhos é você.
Dona de casa.
A pessoa, que mais trabalha.
Sempre tem algo, para fazer.
Multifuncional.
Multifunções.
A minha musa
Dona da noite
Poder cativante
Várias fases tem
A minha musa
Fases como a lua
Lua nova se restaura
Novo ciclo se inicia
O seu brilho se renova
Como a fênix renascida
Lua crescente de apreço se enche
Também de novidades
Seu brilho vai crescendo
Parte por parte
Lua minguante não perde seu brilho
Porém necessita de um abraço
De um carinho
Lua cheia
A fase mais bela
Seu brilho radiante
Encobre toda a terra
Assim como a lua
Minha musa brilha
Chama a atenção por onde passa
Sem se dar conta do amor que espalha
Postura de rainha
Pele de princesa
Sorriso de menina
Alma de uma Deusa
Dona da noite
Poder cativante
Várias fases tem a minha musa
Fases como a lua.
Dona Maria preocupada com seu filho na vida do crime fala: “Filho, Pelo Amor de Deus”
Ele Fala: “Mãe, Cale a boca! A senhora ta ficando louca?! eu sei o que faço, eu não vou dar boi pra polícia, e quem quiser me matar, um abraço.”
É... Um outro dia, um assalto com refém, perseguição e troca de tiros com a polícia, morreu mais um irmão.
Dona Maria hoje é só tristeza
Seu filho se foi
Pra ela nada mais faz sentido
Nada mais tem beleza
O espirito do seu filho
Sua alma
Hoje tenta fazer com que ela ouça o seu arrependimento
Seu pedido de perdão
Só que agora é tarde
Ela sempre dizia “Filho, coração de mãe não se engana e a realidade é cemitério ou cana”
Ela sempre falava ”Filho, a vida do crime não! Quantos parceiros seu estão na cadeia sofrendo?!”
Mas o conselho de sua mãe
De nada adiantou
Ele ignorou seu coração
E agora só resta
O pedido
De perdão
Sabemos que a Dona Fuga nunca foi capaz de resolver problema algum, mas há alguém que a persegue e lhe perturba incansavelmente, a Senhora Consciência, sempre tentando mostrar-lhe o quanto a vida poderia ser diferente se ela passasse a agir diferente, não certo nem errado, simplesmente diferente. Quando, depois de muito tempo, Dona Fuga parou de fugir, foi porque conheceu o Senhor Aceitação, apaixonou-se pela sua força, seus olhos sempre ao horizonte, seu sorriso discreto, porém amável, puro. Notava-se no rosto deste Sr., marcas deixadas pelos dias de sol escaldante em que vivera na amargura. Hoje ao contar suas histórias tem brilho nos olhos: “A dor era grande, mas poderia ser maior, ela deveria ser maior. EU SUPORTARIA. Era tão doloroso pra mim quanto para meus companheiros, nada mais e nada menos, mas em seu ápice, eu a surpreendi... Estendi as mãos e ofereci ajuda, reconhecendo que ela também precisava disso, mais que eu. Quando sua reação foi não reagir, com cara de espanto, eu sorri e ela desmoronou.”
A FICHA DE LEITURA
Um dia a professora de português, Dona Maria José (Dona Cuca, por esse carinhoso apelido, também conhecida, por parecer com uma certa personagem do Sitio do Pica-Pau Amarelo) Mandou comprar certa vez um livro, A Escrava Isaura do escritor Bernardo Guimarães, para fazermos uma tal de ficha de leitura, que consistia, basicamente, em lermos e depois fazermos um resumo do que lembrávamos, ótimo incentivo a leitura e reflexão e assimilação do texto. Só que nessa época, adolescência, não gostava muito de ler, não. Não só não comprei o livro, como esqueci totalmente o dia de entregar o trabalho (assim como chamávamos) ai foi que me lembrei, poxa! Ai, muito do desenrolado, em cima da hora, tive uma ideia genial, um plano infalível, fui na casa de uma vizinha, colega que mora agora no Rio, mais carioca que pernambucana, que ate já perdeu o sotaque, daqui, rapidinho, e há muito, fala o mais fluente carioquês: “ – E ai, ô Fábio, como vai? “, coisa assim, irmã de um grande amigo meu. Pois bem fui pra casa dela, como ia dizendo e sentei-me a mesa e pedi pra ela, pelo amor de Deus, quebrar esse galho e ir lembrando do que pudesse, da Escrava Isaura, lembra? A novela com Lucélia Santos, Rubens de Falco e grande elenco, vê se lembra qualquer coisa ai, se não lembrar tudo direitinho, tinha nada não, tá valendo, ficha de leitura é assim mesmo, a gente só escreve o que lembra, enchendo duas, três folhas, ta bom demais, da pro gasto, é só fazer algum volume! Começou, solicita, assim sendo, a puxar pela memória em prol de tão nobre causa, daqui a pouco chamou outra vizinha, pra ajudar; - Fulana! Tu lembra? Foi assim, assado? Ela se achegou e, daqui a pouco, também chamou a irmã, senão me engano. E eis que tinha a minha disposição, uma respeitável assessoria, três cabeças pensando melhor que uma, três cúmplices legais, rs. E aos poucos, de grão em grão, fui
enchendo uma, duas, três, quatro folhas de papel pautado, rs. Nesse negocinho, elas com toda boa vontade do mundo e eu escrevendo, já tinha passando da hora de ir pra escola e eu ainda lá, tinha nada não a aula de português seria a terceira. Daqui a poucos instantes, enfim, dei por satisfeito, tava de bom tamanho, juntei todo material coletado e fui correndo pra casa, tomei banho rapidinho, almocei, acho que almocei e fui pro colégio correndo, chegando bem na hora da terceira aula, a de português, tudo cronometrado, perfeito, entreguei a “ficha de leitura”, a professora ainda perguntou por uma coisa que viria no livro e tava faltando e eu disse veio não, não sei por que. Passou... por pouco! Dias depois, no grande dia, enfim, da onça beber água, ela inovou, (acho até que foi pessoal, o que ela fez foi combinado, hoje dava processo, rs.) chamou um a um no seu birô os alunos, na frente de todos, para devolver as fichas, fazer umas rápidas considerações e dizer a nota e eu fui o ultimo, tô dizendo, tava escrito. Na minha vez ela fez uma pergunta estranha, incisiva, disparou: - Me diga uma coisa, você fez o trabalho baseado na novela da Rede Globo, não foi? (Estranho, como ela adivinhou? É vidente?) Respondi, evidente que não! E podia? Ela prosseguiu: - Rapaz, não tente me enrolar, foi ou não foi? Eu dissimulado: - Não! E ela insistindo: - Diga logo, vá, se avexe... E a turma olhando, maior climão, constrangimento, que mico! E eu renitente e ela intransigente, vendo que ela não ia desistir, parecendo um interrogatório policial, confessar ou confessar, não tinha pra onde correr, ia dar a hora da saída e ela ali, marcando em cima, confessei: - Foi!!! Como a senhora soube? Ela disse: - Meu filho tenho uma biblioteca em casa e esse personagem Tobias, que morreu queimado aqui, não existe no romance original, o diretor da novela inventou, fez uma adaptação, eles fazem isso nas novelas, (poxa, fazem isso?! E pode? Dancei direitinho) Depois de descoberta a ficha fajuta, com ares de esperta ela jogou uma piadinha dizendo que me daria 6, pelo esforço de tentar enganá-la. Tá, até podia ser pior, ficar sem nota, entre mortos e feridos, sai até no lucro, seis, tava na media, deu pro gasto, rs.
(15.10.2016)
E com certeza a inspiração
é uma dona sensível,
ela costuma interagir nas mentes
e corações
singelos,
que possuem bons sentimentos.
Isto significa um erudito equilíbrio
de um seleto raciocínio.
*
Morena, eu sei que você é dona de si
Mas deixa
Esse ano eu vou ser na avenida
O bobo que eu fui na sua vida
“A dor do ser humano é negligenciar tapar as feridas abertas, ora sendo dona do conhecimento dessa cura.”
Giovane Silva Santos
Olha aqui dona saudade, da próxima vez que vier, por favor, vê se traz pelo menos um pote de sorvete.
Agradeço desde já!
Quando pensares em entrar no coração de alguem, peça licença.
Procure conhecer o dono(ou a dona) dele primeiro.Não meta o pé na porta.
Não imponha seus sonhos nem suas vontades.Deixe que o tempo mostre as afinidades....Ou não!
Feliz dia das mulheres pra você, dona do amor próprio, fala sem medo, dona de si e dona de um gingado como ninguém. Só que hoje a saudade bateu e voltei a lembrar das coisas que já nos aconteceu, dos detalhes que sempre me fez acreditar, mas as lágrimas com tanto sentimento seu, continuou saindo. Acredito que o amor hoje extrapolou os limites, menina. Até eu que achava não conseguir amar mais, me surpreendi. Você não faz ideia e nunca vai fazer, nem se esses textos todos que eu escrevo pra você chegar aí (Deus queira que chegue), acho que ainda assim será vago. Se você sentisse o que eu sinto, entenderia. E eu confesso que hoje eu quis que você sentisse. Que você provasse o gostinho. Que se sentisse tão cheia que quisesse gritar o que sente, porque não cabe mais em você. Eu me vi de um jeito nunca visto antes, me vi perdida por querer fazer mais por você e não ter nada ao meu alcance. Queria te falar o quanto você é importante, te protejer desse mundo tão vazio de amor, colocar você no colo, cuidar, te ouvir, te entender e dar meu amor pra você, te mostrando mesmo a verdade que tem nele, sabe? Eu sei que se você pudesse sentir agora, você sentiria... e é esse meu pedido pra Deus hoje. Que você sinta, mesmo que de longe, o quanto eu quero seu bem, o quanto eu luto por isso e o quanto é importante pra mim que você esteja em paz, feliz, com o coração cheio.. eu sei que não é fácil nada aí, sei que pesa, mas sei que você ama demais e aguenta firme e forte. Peço que Deus não deixe que isso seja em vão, que pelo menos você sinta a leveza que eu tanto desejo que você sinta, lendo ou não o que eu desejo. Eu sei, que de uma forma ou de outra isso vai te fazer bem. Vai, eu sei que vai. Deus vai levar até você e você vai sentir.
Ele tentou colocá-la na
caixinha de
Dona de casa
Ela gostava de ler, de saber
Evoluiu e hoje ela é
Dona das suas Asas
Sob o pretexto do combate ao tráfico atlântico de pessoas a Coroa Britânica se tornou dona da maior parte da África.
Ah, véia debaixo
Conhecido por Dona flor
Dito por muitos uma mulher sem valor
Uma flor sem cheiro
Um feia flor
Porém, quando a vi
Logo vi, a Donna flor
Minha nossa, não havia nada do que diziam
A Flôr
Era uma linda flor
Mulher de alto valor.
Venho aqui pra te contar
Uma bonita história
Sobre dona Carmelita
E a sua trajetória.
Hoje, aniversariante,
E, por isso, nesse instante,
Faço essa dedicatória.
Nascida em Sirinhaém,
Vinte e sete era o ano.
Dizem que foi vinte e seis.
Registraram por engano?
Pedro e Brígida, seus pais,
Lhe deram lições morais,
No Estado pernambucano.
No tempo de pequenina,
Criança, pintava o sete.
Fugia para o açude,
Onde o sol brilha e reflete.
Com cinco seu pai morreu,
E, com a mãe, só conviveu,
Até fazer dezessete.
Muito jovem se mudou:
Garanhuns, o novo lar.
Despediu-se da sua mãe,
Foi preciso trabalhar.
Vivia com bom humor,
Até conhecer o amor,
E então foi se casar.
Cinco filhos ela teve,
Eu fui seu primeiro neto,
Me tratou com muito apreço,
Com zelo, amor e afeto.
Grande família manteve,
Sete netos ela teve
E ainda seis bisnetos.
Essa vovó é guerreira,
Nunca cansou de lutar,
E até risco de infarto
Coração foi enfrentar.
Hoje tá beirando os cem,
E nem todo mundo tem
Tanta história pra contar.
(Poesia dedicada aos 93 anos de Carmelita Bourbon de Albuquerque, completados em 7 de setembro de 2020).
Essência Imutável
Positividade e resiliente maturidade,
Dona de uma irreconhecível bondade,
Vive presa a este belo carrossel,
Sem nunca perder a majestade,
Ninguém sabe que um dia ela caiu foi do céu,
Incrível é o que muitos dizem,
Que a moça tem,
Os lábios de mel,
Caminha no meio de tanta escuridão,
Fareja de longe o bodum dos piores demônios,
Passa despercebida por detrás de um furacão,
Carrega a força de uma multidão,
E na verdade, a menina se destaca,
Pela grandiosidade do seu louco coração.
Escrito em 08/09/2020
