Poemas sobre Livros
Agüenta as facas e suas pontas,
Agüenta contas, pregos e cola,
Livros, álcool, mimeógrafo, carbono e sola.
As editoras não deveriam permitir que autores que têm livros publicados usarem textos de outras pessoas para fazer propaganda do livro que desejam vender.
Eu ainda não tive condições de fazer o meu livro e tem gente espertamente usando poema meu para fazer propaganda.
Poesia oculta feita de vários
livros nas estantes das bibliotecas,
Assim sou eu a abrir caminhos
para todas as descobertas.
Por mais que fechem ou queimem
sempre serei aquele livro
que ao reaparecer iluminará alguém
quando menos esperarem.
Porque silenciosa de vários livros jamais serei rebelião controlada,
Podem me fechar ou queimar,
que sempre haverá alguma escapada.
Nunca pensei que no futuro as pessoas teriam medo de livros e olhassem aterrorizados pra arte
E que a boa música clássica oferecesse uma sentença ou futuro surdo
Acho que o futuro é um grande vazio como um idiota que se lança num abismo profundo e vago...
Livros podem ser escritos depois…
Até filhos podem ser feitos depois…
Mas se não plantarmos árvores Agora, não haverá mais Depois.
Existem sentimentos que palavras não explicam. Que frases não justificam. Que livros não argumentam... Existem coisas que só o coração sabe como lidar.
(...) tinham-me feito descobrir uma riqueza inédita: a solidão rodeada de livros.
Nada alterava o fato de ela ser uma menina magrela e perdida em mais um lugar estranho, com mais gente estranha. Sozinha.
Se não há lágrimas no escritor, não há lágrimas no leitor. Nenhuma surpresa no escritor, nenhuma surpresa no leitor.
Eu queria ser capaz de explicar como a interrupção de uma vida plena era melhor que o prologamento de uma vida vazia.
O que realmente me impressiona é um livro que, quando você acaba de lê-lo, você deseja que o autor que o escreveu fosse um amigo incrível seu e que você pudesse ligar pra ele quando sentisse vontade.
As palavras do ano passado pertencem à linguagem do ano passado
E as palavras do próximo ano aguardam outra voz.
Na ausência de relacionamentos humanos, criei laços com as personagens de papel. Vivi amor e perda por meio das histórias enredadas na história; experimentei a adolescência por associação. Meu mundo é uma teia entrelaçada de palavras amarrando membro a membro, osso a tendão, pensamentos e imagens todos juntos. Sou um ser composto de letras, uma personagem criada por frases, um produto da imaginação fabricado por meio da ficção.
Acho que tenho um pretendente, mas ainda não me acostumei direito com ele. É incrivelmente charmoso e me faz corte com refeições deliciosas, mas às vezes acho que prefiro pretendentes nos livros em vez daqueles de carne e osso.
