Poemas sobre abandono para expressar o vazio em versos

Cerca de 879 poemas sobre abandono para expressar o vazio em versos

SAUDADES

Olho o tempo sem espaço para nós
Entristeço-me pelo abandono sofrido
Meu coração cansado e desfalecido
Isolou-se neste estupefato interdito

Inserida por SELDA28

O QUE ENFRAQUECE O AMOR????
O ABANDONO.....

O QUE FAZ NASCER UMA TRISTEZA????
UM AMOR PERDIDO....UM AMOR QUE SE VAI...

Inserida por SandraDeGiulia

Na solidão dos meus pensamentos reato meus sonhos,
abandono qualquer sentimento diante tua voz
que se cala na escuridão,
tenho vontade de gritar com tanto ódio,
o mundo não merece minhas palavras jogadas ao vento...

Inserida por celsonadilo

Abandono!

Onde está todo aquele amor que prometeu
que nunca ia acabar...
Que eu era o razão do seu viver,e que jamais
iria deixar de me amar...
Será que acabou!
Será que adormeceu ai num
cantinho do seu coração.
E a qualquer momento renasce o
o sentimento.
Forte lindo e intenso.
E acabar essa minha triste solidão!

Inserida por LucimarGeorgetti

Na vida sou Comandante. Não abandono o barco!

Poeta Dos Sonhos
(Amante da Liberdade)

Inserida por Poetadossonhos

DE VIVER

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Não de fome ou doença; desprezo; abandono;
solidão nem desgosto; acidente; homicídio;
nem de raiva, paúra ou envenenamento;
por um mal de momento, arrastada saudade...
Pode ser por idade, mas feito quem pousa;
feito quem fecha os olhos ao abrir as asas
ou brotar pra dizer que chegou e já vai,
como a pétala cai; bem feliz; pois foi flor...
Ninguém morra de amor, num campo de batalha,
pelas horas sangradas no trabalho escravo
e por falha da lei, uma bala perdida...
Não de causas que nunca serão descobertas,
de feridas abertas, overdose ou porre;
só há honra em quem morre de vida vivida...

Inserida por demetriosena

cada momento que passamos juntos
sonho profundamente esta vida
abandono todos sentimentos ruim
na perfeição do teu amor

Inserida por celsonadilo

Nessa estrada sem rumo
Eu me perco num segundo
Morro de saudade dela
E quando bate o abandono
Para eu não perder o sono
tenho que falar com ela...

Nessa estrada sem destino,
Quantas vezes desatino,
Dá vontade de ir embora
E cair nos braços dela
Que eu sei que sempre me espera
Qualquer tempo e a qualquer hora

Não posso mais viver sem ela
Por ela que eu canto,
Eu canto paixão e cina
So sei viver se for por ela
Morro de saudades dela minha Ana Carolina

Inserida por Anjooo

Num barraco de madeira sentem a dor do abandono.

A dor da surra.

A dor do álcool, que transforma em monstro seu progenitor.

Carregam em suas cicatrizes as ofensas e furto de sua dignidade, o medo.

As lágrimas escorrem sem testemunhas, almas inocente se perdem diante do mal.

Todas as ilusões e os pesadelos são reais.

Uma angustia, a dor da fome alimenta sua queda.

Tendo certeza da desgraça caminham com mais firmeza em direção a morte.

Caídos nas ruas os anjos se calam.

Seu choro não é escutado pelos ouvidos omissos.

Essas vítimas do capital sofrem sem poder de luta.

Sem força para uma resistência.

Calados tentam alimentar seus vícios gentilmente incentivados pelos adultos.

Buscam alimentar suas ilusões, perseguem o sorriso num saco com cola.

Buscam diminuir ali o frio das ruas, do vento que corta seus rostos pequenos nas madrugadas, da fome que os devora.

Tentam fugir do medo, medo do mundo que eles não pediram pra vir, e do qual sempre tentam deixar.

No momento em que os anjos caem, lagrimas escorrem dos céus.

O opressor se alimenta, das suas dores, de seus sonhos perdidos, de suas cicatrizes.

No momento em que os anjos caem, eles nos mostram o quanto ainda somos perversos.

Pois carregam em seu corpo as marcas da vingança, pois muitas vezes são oprimidos pelos oprimidos, como seus progenitores e, nas ruas o opressor mostra sua verdadeira face.

São inocentes, sem consciência de bem ou mal, mas já sabem que a face do bem nunca se mostrará a eles.

Somente a feição perversa e maligna do mundo seus olhinhos pequenos conseguem enxergar.

E assustados, apavorados diante do poderoso inimigo, diante de grandioso sofrimento, eles agem como anjos caídos, devolvem de forma muito fraca, uma resposta a tudo isso.

No momento em que os anjos caem, toda a humanidade desce com eles.

Inserida por romuloromanha

Me retiro,
Abandono o palco,
Me coloco atrás da cortina,
E já não vejo a platéia,
Apenas à escuto...
Hoje estou de luto,
E finjo não ter nada a dizer,
Algo que de fato
Já nem me culpo.
Eu não me iludo mais
Com quem não me olha nos olhos,
Com quem se camufla atrás dos próprios sonhos,
E se perde dentro de seus pequenos planos.
Eu simplesmente faço o que eu não deveria conceber...
Eu apenas me retiro,
Abandono o palco,
Me coloco atrás da cortina,
Mas agora nem escuto a platéia,
Ela já não está mais alí...

Inserida por ricardobranco

Criei um dicionário lunar
Para as coisas cercadas de sonhos
As quais nunca abandono
Na hora de acordar.

Inserida por renasbarreto

Oh, olhos malditos

Que tira meu sono

Me ensinou o que é o amor

E o que é o abandono.



Oh, malditos olhos

Que eu busco tanto

Que rouba meu fôlego

E me causa espanto;



Malditos olhos verdes daquela criatura

Que me causa delírios;

Me levando a loucura.



A utopia me leva além do infinito

Sofro muito por amar

Esses olhos malditos.

Inserida por Lemostata

Amargo abandono

Meu amor me esqueceu! Estou sozinha
envolta num imenso mar de lama...
Procuro-o, em vão, na minha cama.
Reclamo: Quão vida enganosa e mesquinha!

É alta a madrugada e nem consigo
fechar os olhos e pegar no sono...
tudo dele ficou comigo
e está comigo neste amargo abandono.

Estou como a roseira desarmada
que ficou solitária, sem aroma,
sem dar brilho a ninguém e abandonada.

A saudade cresce em forma abrupta
e começa então a minha luta
para enfrentar o mundo sem meu amor.

Inserida por Rose05

... Onde

... Na escuridão do abandono
Onde em mim não a rastro de alguém,
... Só a covas e túmulos
Numa vida cheia... Vazia.

... Quem ver o momento faz cantoria,
Ver longe a luz do sol no horizonte,
... De um outro lado, onde o sol não e dia,
Onde a flores... Onde a esqueletos...

... A luz do cego, mente vácuo,
Nem sinto, nem peço, fico onde?
... Me esbarro, vivo onde me acho,
Onde estou ? Queima a ultima Vela.

Inserida por DanielJohny

Abandono

Enxuguei minhas lágrimas
Arrumei minhas malas
Olhei para as coisas da sala
Senti que eu não era mais nada

Era só um estranho que partia
Para nunca mais voltar
Levando no rosto a melancolia
De um carinho que não quis vingar

Sai vestido de camisa amassada
Calçado num tênis velho encardido
Meu relógio de pulso acusava
Que no tempo eu estava perdido

No mais duro do dia
Fui buscar meu futuro
Com meus pés firmes no chão
Esquecer de um passado escuro
Que só me trouxe a solidão.

Inserida por EliasTorres

hoje
levantei
mais cedo

o despertador
ficou
no abandono

acordou
pouco tempo
depois

mas não tocou

meu sono

Inserida por DanielBrito41

Solidão
é olhar para dentro
de si
e encontrar-se em
abandono

14/09/2015.

Inserida por InesSeibert

No fim, é verdade, ninguém morre de amor.
A dor do abandono é incomparável, o eco da solidão é assustador, o buraco que se abre na alma deixa sem ar, as lágrimas são como rios, a voz fica embargada, choramos tanto que chegamos a tremer, parece que o apocalipse se faz dentro de nós, e que não existe nada que possa nos ajudar.

Porém, com o tempo a gente começa a aceitar. Começa a acreditar que tudo faz parte de um plano maior. Que aquela noite sangrenta, dolorosa, amarga e inesquecível, vai ficar pra sempre na nossa vida, mas irá nos engrandecer.

E aí, a gente vê... Que a vida segue. É só permitir.

— Sabino, Eduardo Sabino.

Inserida por EduardoSabino

ABANDONO (soneto)

Silêncio mudo, rente ao meu lado
Como uma melancolia a sussurrar
Há cem mil sensações a me olhar
E o pensamento vagando isolado

Tanto abraço desesperado, atado
Na imensidão do tempo sem lugar
E inspiração rútila a me abandonar
Todos os dias aqui no árido cerrado

É a solidão, cega, áspera e tão fria
E a nossa vida ficando mais breve
E as nossas mãos sem afável valia

A hora passa, e cobra a quem deve
São as horas que sentencia a poesia
O efêmero, tal a rapidez descreve...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
30 de março de 2020 - Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

⁠ABANDONO

Talvez, tudo, já ti tenhas esquecido
A saudade já não é mais frondosa
Em uma parte do passado, a rosa
E os ternos suspiros já sem sentido
Perdeu-se aquela forma carinhosa
Pois, agora, um vazio enternecido
Aquele palavreado a nós divertido
Se calou, o que já foi a boa prosa

Do olhar, apenas, breve recordar
Da rizada, dos gracejos, um dia
Cá na ilusão, o apesar, contudo
Só, errante, a poesia a murmurar
Sob o céu do cerrado, penosa via
Passado, deves ter esquecido tudo!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
30 de abril, 2022, 11’38” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

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