Poemas a um Poeta Olavo Bilac
Sou a filosofia entre os mortos...
Sou um poeta que joga palavras ao vento...
Bêbado entre sonhos...
Na beira do abismo desdenho daqueles momentos...
Seria bom sentir mais do sentir pois o mundo é feito de falsos sentimentos.
Palavras voam até o pó...
Nada mais o que seremos pó...
Diante o momento infinito abraçamos o precipício. E mesmo te amo demais.
Minhas canções nascem de um desejo de cantar
Gênio não sou, só quero mesmo é me expressar
Poeta urbano que rima bem, sob medida
Sigo no tempo e sempre firme na batida
Uma rainha que era espia, e amante apaixonada que enfeitiçava com os seus olhos verdes um poeta lendário e romancista apaixonante e aventureiro
Inês temia na sua presença o famoso Rei Afonso IV.
Quando ouvia o galope dos cavalos do Rei e implorava de joelhos olhando para os sete anéis de Afonso IV.
Inês simplesmente seria protagonista da maior história de amor de Portugal. Imortalizada nos espantosos túmulos de Alcobaça, contada em quadros, lendas e livros.
Entre Portugal e Castela, entre intrigas, traições e casamentos reais.
Uma história de paixões, aventuras, loucuras e conquistas que ficou para sempre gravada em pedra.
QUANDO...
O poeta escancara a janela
Tem um olhar cobiçado
A borboleta por ela
O poeta fica inspirado.
E a Lua lá de fora
Deixa ele apaixonado
Logo ela vai embora
Um poema foi rabiscado.
O poeta dorme saboreando
No sonho entram as borboletas
Nos versos vai desenhando.
Borboleta te aquieta
Já raiou o dia
Quando desperta o poeta.
Autoria- Irá Rodrigues
A Maldição
O dom maldito de um poeta, que coloca os sentimentos em meio as rimas
Dom maldito que é suprido pela dor e sofrimento
Alimentado por lágrimas
Dor que destrói tudo o que no coração há dentro
Na alma um buraco vem a se abrir
Aos poucos seu mundo vai perdendo toda a felicidade
Quando se nota, você não consegue nem mais sorrir
E ali, você vê toda a verdade e observa como é a realidade
É doloroso ver aos poucos sua alma morrer
E no fundo você tenta lutar
Porém não há mais nada o que fazer
E por fim? Lhe resta sonhas e sentimentos tristes em pequenos versos rimar
Sim, sou poeta.
Sou poeta porque toda vez que lhe vejo, um arrepio me cobre o corpo.
Sou poeta, por isso sinto uma melodia tocante de palavras na minha mente, que desejam sair de minha boca, tão suavemente.
Sou poeta, e me apaixono por corações bonitos e brilhantes, que deixam minha alma tocante.
Eu sou poeta, e eu amo com facilidade, com desespero, com intensidade. Amo tudo rapidamente, o que me faz contente, ou não, amo tudo para ser em vão. E perco minha alma, meu coração.
Tudo floresce e renasce, assim como minha alma de poeta sofrido, que vagueia por aí, sem sentido.
O poeta é assustado, intenso e desajeitado.
Ele ama por amar, ama demais.. mas é uma alma sofrida, triste e ferida.
Existe um erro gravíssimo nas pessoas ao acreditarem que um poeta descreve o amor
Não isso não é possível
Afinal o amor não pode ser descrito
O poeta só compõe seus sentimentos e experiências de tudo que viveu e vivenciou sobre o amor
Porisso o amor não pode ser descrito
O amor só pode ser vivenciado
E a poesia é a expressão vivenciada do
Amor.
O POETA QUE PASSOU & PASSARÁ EM ALGUNS SÉCULOS DAQUI...
"NiloDeyson Monteiro"
Um reencontro com meu corpo abrigo,
Alma minha de tanto tempo antes daqui presente nesta vida, ocorrerá novamente fora da escuridão, onde no eterno retorno o brilho do meu olhar que iluminava iluminará um espaço onde alguma coisa maior do que eu habita, vim de outras vidas, novamente vencivel desejei sair para outro margem, sou espírito; afim de me sentir novamente em meu silêncio, no universo em um espaço distante, voltarei no futuro mas ainda estou por um certo instante.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
A dor...alimento do poeta
Sigo na terra como um profeta, declarando minhas injúrias
Para aquele sabia que busca a cura
Ou o remédio de sua amargura
Um protesto em palavras como aquele que leu fábula da Raposa e o Leão
Tendo sabedoria nas palavras independente da situação
Declaro em meio a calamidade para aqueles que buscam a verdade
Na vida eles fazem tudo por Vaidade preso em ilusões e nós lutamos pra manter a verdade
A mente é a nossa própria forca
A pessoa que eu era ontem eu não sou hoje e a pessoa que eu não sou hoje eu serei amanhã
Caro poeta, precizo de um proficional para revizar os meus testos. Amo escrever, mas não sei corrijir. E me diçeram que o senhor é um bom revizor".
Fico feliz e agradecido pela tua carinhosa cartinha, mas se disseram que sou revisor de textos, estão enganados, pois estamos na mesma situação: também sou um assassino da Língua Portuguesa. Tanto que preciso corrigir, e por diversas vezes, quase tudo o que escrevo. Para te ajudar, só o melhor de todos os revisores.
As poesias de um poeta.
As poesias de um poeta nunca deixarão de ser poesias.
Nunca!...
Desde o ventre da mãe...
Sempre foram poesias...
Nasce naquele dia...
O Poeta do Amor...
E o Poeta ganhou suas asas
E as aperfeiçoou....
Laço de nó....
Emoção de um conceito...
Tramas e arremedos,
Veias dilatadas..
Sangue jorrando...
Na volúpia de suas inspirações...
Uns dizem que é paranoia,
Outros dizem que é ilusão.
Os tricôs com suas agulhas...
Foram feitas de couro dentro de um bangalô...
Casa de madeira arcaica...
Mata junta e ripão...
Assoalho envernizado...
Lá na gruta do sertão...
Tramela de perna manca...
Telhado de barro no espigão...
Bem pertinho do paió....
A coruja piava de dia...
E os bem-te vis acompanhavam...
Ave de asas longas...
Frutos de uma imaginação...
Livre é esse vôo...
Que sempre sentiu,
Uma calorosa paixão...
Sonhos...
Onde foram parar...
Na mata se perdeu
Ouviram os albatrozes....
E os bagres no Ribeirão...
Torturado ficou o cenário...
Do galope do alazão...
Como a terra gira sem parar...
As poesias do poeta...
Para ele sempre foram...
Sua doce paixão...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Um poeta
é acima de tudo
um Historiador.
Através de suas poesias
do mundo real e imaginário,
O poeta descobre as labaredas
do Universo!
o poeta pode enganar-se
ele é um Homem livre.
aprendeu a não ser vítima
daquilo por que sofre.
sabe que a dor é só um sinal
o acelerador da mudança
que só não vê, nela, esperança
quem desistiu de ser livre
todo o Homem será um poeta
sempre que lute pela liberdade.
e um dia, também eu serei livre
também eu poderei enganar-me
Extensa inspiração.
Sou um Poeta refém,
Refém da minha vasta imaginação,
Sou um Poeta sem rumo,
De algemas em punhos,
Estou preso,
Trancafiado e condenado,
Talvez amanhã,
Posso dar meu testemunho,
Mas até o momento,
Não tenho data marcada,
Que me liberte desse mundo,
Eu mesmo me prendi,
Me tranquei e perdi,
E esqueci o caminho de volta,
Escrevi ontem e escrevo agora,
Não tenho ceteza se escreverei amanhã,
E se isso acontecer,
Escreverei para todos a minha volta,
Sou um Poeta assumido,
Nem sei como se deu isso,
Talvez seja,
Essa minha extensa inspiração...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Mas ainda assim, sou um poeta de silêncios
De inquietudes flácidas
Um coração que respira letras
E pulso, que pulsa palavras ainda não escritas.
O poeta das poesias.
No mar ondulado em que vivi,
Foi um sertão pantaneiro de coração fértil e bem regado,
Ali nasceu uma família,
Que viviam do seu suor derramado,
Naquele tempo,
Veio em minha imaginação,
E tentei fazer uma canção dedicada,
Buscando em meu mundo de sonhos,
Em uma época cheia de realidades,
As estradas eram turvas,
Mas meu olhar sempre estava aguçado,
No Teatro da vida,
Ainda me lembro,
Nada era e nunca foi premeditado,
Tudo foi ao vivo,
Naquele cenário lindo , alegre e inusitado,
As estrelas guias iam sorrindo,
Pareciam que iam dizendo,
Do seu jeito sereno como garoa fina caindo,
E ao mesmo tempo,
Como um nevoeiro fechado,
Aqueles sorrisos lindos de outrora,
Era de mamãe e papai,
Irmãs ,titias(os) e primos(as) e outras senhoras
Chamado por um destino,
Deixei tudo e fui embora,
Inspirado em minha própria criação,
Fui vivendo e atropelando,
Balançando e caindo,
E levantando quase toda hora,
Sem álcool e sem tequilas,
Em pouco tempo fui aprendendo,
Ser inspirador por dedicação,
Um mero rimador indexado,
Avante em minhas escritas,
Um tropeiro nessa longa estrada,
Varei campos e fazendas,
E vicinais nessa jornada,
Deus sempre em primeiro lugar,
A chinela chiava que até quebrava,
Escolhendo palavras em um alfabeto desconhecido,
Fazia levantar poeiras debaixo de chuvaradas,
Inspirações faceiras,
Heranças de uma infância,
Que trago comigo desde o ventre que nasci,
A luta é batuta,
E o meu coracao é aquebratado,
Sou da terra e sou do ar,
Sou do Mar e desse imenso Sol sagrado,
Não sou indigente,
Sou humano e sou gente,
Que também erra e comete pecados,
Sou do poema,
Sou dessa confraria,
Sou de Deus e sou da lua,
Sou uma vida que está a deriva,
Sou eu mesmo em minha imaginação,
Que inspira no lindo Azul do céu,
Porque foi esse que me deu,
Esse dom de ser,
O poeta das poesias....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Saudade da minha infância
Um dia o poeta escreveu
“ que saudade da aurora da minha vida
Da minha infância querida que os não trazem
Mais”
E eu digo: Saudade dos dias que mamãe dizia
Em meados dos anos 70, não saia de casa que o papa figo lhe pega , e eu na minha inocência com os olhos a regalar, olhava pela brecha da porta num via nenhum passar,
e hoje há vírus
a me assustar,
num saio nem um tiquim
que é pra morte não rodear.
E quando tudo isso passar
quero poder comemorar
,abrir um bom vinho
e como amigos celebrar
a vida e ao amor
e a todos poder abraçar.
DEMIR DIAS
POETA TROVADOR - João Nunes Ventura-04/2020
Nasci poeta e sou um trovador
Versos e sentimentos de amor
São emoções em minha poesia,
E no entrelaço das rimas belas
Que meu sonho de amor revela
O canto belo de minha cantoria.
Minha mente, o melhor lugar do mundo.
Um lugar onde existem as melhores palavras do melhor poeta, as melhores músicas do melhor compositor, os melhores desenhos do melhor pintor.
O único lugar onde posso ir para o futuro e voltar como aviador.
