Poeira
Pois quem se afoga no passado não consegue subir à nova superfície sem abrir mão do peso que o afunda.
Voar baixo pode ser seguro, mas só os que ousam alçar grandes voos descobrem novos horizontes. Escolha: panoramas montanhosos ou ciscos de poeira?
De fracassados o mundo está cheio. Por isso resolvi tirar meus sonhos da estante e tratei de realizá-los antes que criasse poeira. Vitimismo não traz progresso e inveja só te faz caminhar ao retrocesso. Se inspire e seja a inspiração sempre andando para a frente atrás de evolução
somos breves suspiros no tabuleiro infinito do universo peças em constante deslocamento, movidas por forças que jamais compreenderemos por inteiro. estar aqui é, por si só, um mistério não decifrado: vivemos para sermos espelho ou contraponto. a cada passo, oferecemos ao outro a lição da luz ou da sombra. somos professores sem saber, aprendizes relutantes do tempo que nos consome.
a morte, tão temida quanto mal compreendida, não apaga transforma. e mesmo assim, nos agarramos à ilusão de permanência, ignorando que a existência é fluida, substituível, repetida. cada alma que parte deixa ecos: fragmentos sutis do que fomos, escondidos em novos seres que caminham sem saber que carregam lembranças que não são suas.
a missão? SER. apenas ser. mesmo que o ser se dissolva, se dilua, se perca. porque no ciclo incessante de renascimentos, o ser de outrora desaparece, e o que resta são formas renovadas vestígios do que já habitou o mundo em silêncio. seres dos seres que fomos.
e o universo continua o jogo.
sem pressa. Sem regras. apenas movimentos…
VIVER A VIDA COM INTENSIDADE
AUTORA: Profª Lourdes Duarte
O presente é como deveria ser
Ou será que o destino traçou as linhas
Somos todos viajantes de uma jornada cósmica
Poeira de estrelas, girando e dançando nesse universo
Ou simplesmente criaturas de Deus Supremo.
A terra segue o seu curso dos dias e das noites
E a nossa existência é transitória e passageira
Mas é esta a vida que deve ser vivida
Construindo passo a passo a nossa história.
Não duvide do valor da vida
Viva com intensidade e veja a vida florescer
Mas duvide de tudo que compromete a felicidade
Duvide da falta de amor, do egoísmo, do desprazer...
Renda-se a vida e viva o presente
O futuro só a Deus pertence
Viva sua vida sem medo de arriscar
Arrisque-se, lute e seja feliz
Seja alegre e prolongue a vida
Viva o hoje sem pensar no ontem
Sempre com os olhos no amanhã
E no horizonte que surge.
Se vai dar certo ou não, o importante é tentar.
Seja feliz enquanto há tempo
Pois o amanhã é uma incógnita e quem sabe!
Não tenhas que recolher pedras no caminho
E deixou desperdiçar o que há de mais importante,
O dia de hoje, a vida!
Dor é uma coisa meio estranha, quando chega faz tanto barulho que parece que vai nos enlouquecer, depois vai se acomodando dentro da gente, vai ficando quietinha, silenciosa, até que um dia vira só poeira sobre a lápide da memória.
A felicidade está cada dia mais próxima! Muitas vezes não enxergamos porque as neblinas das incertezas, a poeira das frustrações e o desespero da angústia insistem em bater à porta! Mas o tempo passa e as incertezas viram certezas, a poeira abaixa e angústia vai embora! Deus é fiel e ele vai me ajudar!
Disso eu não tenho a menor dúvida! ♥️🙏🏼 Um dia de cada vez...” 🌸🍃
É muito necessário você ter um exercício diário de lembranças positivas.
Tipo, aquele momento em que você precisa lembrar da sua FORÇA e FÉ.
Você a possui, no entanto, a poeira e as circunstâncias afetam sua visão interna.
Entendeu?
Então ela abriu a porta, e percebeu que entrou na casa errada. O ambiente estranho, mobílias desarrumadas. O perfume de antes, já não exalava. Na mesa, louças quebradas, taças caídas sobre a toalha mofada.
Na parede, fotos de sorrisos empoeirados, que não se harmonizavam com a decoração.
O barulho da torneira que gotejava sobre a louça esquecida na pia. E o odor do lixo que não fora recolhido e jogado.
Então, ela fechou a porta que pertencia ao passado.
A loja de brinquedos velhos em Paris não é limpa há séculos. Bonecas encardidas de roupinhas remendadas, comboios com seus vagões amassados. Dolentes e suaves assombrações. Companhia de crianças que há muito desapareceram. Por que paro e olho a vitrine?
Como o corpo não aguenta dias sem água
A terra implora por alguma gota
O vento seco espalha o monte de terra no chão
E vira poeira...
Poeira...
Poeira seca...
Dias sem chuva...
Dias de sede...
Dias de seca...
Aquela roça antes, tão sonhada
Agora deserta e silenciosa
O gado morrendo nos fundos da fazenda, antes formosa
A grama que era verde, hoje é terra vermelha e fina
A esperança nos olhos do menino e da menina
Olhando pro céu
Esperando a chuva cair
Esperando a poeira baixar
Como se eles nunca tivessem nascido
Crianças fantasmas na seca...
Miragem no horizonte seco
O solo não fertiliza mais nada do que se planta
É como se a seca arrancasse do fundo da terra tudo o que é vivo
E como se tudo o que sobrasse fosse pó
Se a sexta é santa
Então eu sou domingo
Na igreja alguém canta
Enquanto estou dormindo
É que eu sou minha própria igreja
Sou o dia do descanso
A madrugada é minha peleja
De dia eu descanso
Casa alugada e o pão na mesa
Meu feriado eu mesmo faço
Eu sou as férias
Não importa a feira
Eu sou uma fera
Importei minha caveira
Da poeira das estrelas
Cavei e levantei poeira
Causei na sexta feira
Me desculpe a brincadeira
Não me culpe pela sua neura
LUSTRO FUSCO
Porque será que tem que ser assim
O que era eterno vai chegando ao fim
E as culpas recíprocas têm mão só
Sem compreensão que desate o nó
Com poeira em cima do que ali brilhou
Tardia faxina que já expirou
Disputas tolas em tudo complica
Que coisa estranha no vazio que fica
Se n'algum tempo tudo foi tão pleno
Duro aprendizado: plano terreno!
Está provado: o universo é extremamente hostil à vida. Ainda assim, mesmo sem as condições ideais, o homem se fez apenas com fragmentos das substâncias do espaço. Talvez seja essa a razão de nossa conexão com os céus; lá, vislumbramos nossa própria essência, como poeira de estrelas.
A humanidade é o milagre! Somos a própria teima.
Estrelas que me lembram
Trago no sangue o ferro
que já foi coração de planeta.
E há, na minha espinha,
o cansaço milenar das galáxias.
Não nasci hoje.
Nasci quando Deus ainda aprendia
a escrever luz nos espaços.
Sou poeira antiga,
com nome recente.
Memória estelar em movimento —
não de um astro,
mas do instante em que o amor
acendeu o primeiro fogo.
O imediato me fere,
como quem tenta cortar o infinito
com o fio cego da pressa.
Há milênios dentro de mim.
Olho o eterno
porque só ele me reconhece.
O ser humano pode ter a arrogância tão imensurável quanto a vastidão do Universo. Todavia, se esquece de que é apenas poeira das estrelas.
Sinto saudade daquele tempo em que o ar era puro, a brisa era leve e transparente, o cheiro doce do verde preenchia o ambiente, e as noites quentes eram perfumadas pela dama-da-noite. Agora, tudo o que vejo é um dia tingido de cinza, coberto de poeira. Não sinto mais a brisa, apenas um odor estranho no ar. Me pergunto: será que o mundo se transformou em um grande latão de lixo? Temo que o pior ainda está por vir.
Há o tempo de sonhar e de chorar,
e tudo passa logo,sem dó,
há o tempo da semente germinar,
Ah,bendito tempo, tens poder de sermos pó!
Na poeira da estrada que se curva
ao desconhecido que nunca saberemos,
seguimos passos em compasso de espera,
cada um é o pequeno segundoque vivemos
Desse tempo soberano que maltrata,
nada seguramos de fato,
ele vem, d´vida, nos leva e mata,
é o relógio invisível que tememos !
O tempo sempre nosfascina,
porque não o podemos medir,
mas ele nos ensina
e as lições dele temos que seguir !
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