Mensagem de Lamento muito

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O TEMPO.
A lentidão do tempo é uma tortura para os que esperam, e de uma rapidez exagerada para os que tem medo, longo para os lamentadores, um tanto curto para os que festejam. Mas para os que sabem o verdadeiro sentido de saber amar ELE é eterno. Por isso não vou mais me perder nas dúvidas, pois ela já me fez perder muito pelo simples medo do risco... E hoje já no limiar de minha vida não tenho mais tempo para temer nada, muito menos o desconhecido.

" Fazer tudo o que se Pode, não significa fazer tudo o que é Preciso! "

Inserida por Glauciacouto

" Quando não se pode fazer tudo o que se deve, devemos fazer tudo o que se pode e ainda assim não será possível fazer tudo o que é preciso "

Inserida por Glauciacouto

"Quantas dores a alma comporta sem que o sol se apague e os ventos cessem no interior dos lamentos? É possível um andarilho alcançar os céus dos seus pensamentos? O paraíso que nos habita, nos enjaula nas trevas do querer. E, quantos desses por aí a fora, nossos olhos fugazes, dilatam, pelo vislumbrar?"

(Mettran Senna)

Inserida por MettranSenna

O meu cantar não é de sofrimento, simplesmente é um momento que eu quero registrar. Talvez, quem sabe, seja um lamento de quem, mesmo em sofrimento, vê motivos pra sonhar. Pois, um dia, tudo vai ser diferente. Eu não vou mais chorar,

Inserida por SARGENTOLAGO

A POESIA QUE CHORA

A poesia que chora, desinspirada
Na solidão, que padecer me vejo
Na realização, e tão despovoada:
Sofre, implora, por um puro bafejo

Não basta ter a rima apropriada
Nem só desejo de lampejo: desejo
Assim, tê-la, no versar que agrada
Não, no amor findo, oco e sem beijo

No exílio e no vazio que me consome
Não basta saber que no tempo passa
Que tudo passa, quando só quero estar

A poesia que chora, ficou sem nome
Separada do sagrado e tão sem graça
Quando a trova teria de ser de amar...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
25/01/2020, 05’53” - Cerrado goiano
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

Terra encantada...

Sem fadas...

Onde a magia acabou...

Sem fronteiras na beira da estrada...

Onde aqui estou...

Silêncio que grita bem alto...

Sem pudor...

Vivendo em uma era de anonimato...

Sob a tirania de algum coronel...

Maldade cruel...

Pessoas inúteis e fúteis...

Achando-se ser tal...

Valores invertidos...

Em nome da liberdade amoral...

Dias...meses...de nada...

Lá fora o perfume morreu...

O tempo passa...

Nada muda...

Lamento de alguém, que esqueceu de crescer...

Optei assim por viver...

E com poucas palavras...

Vindo lá do fundo...

Abro minhas asas...

E retorno para o meu mundo...

Pesar
É com Pesar que te digo adeus, pois meus olhos ñ encontram mais nos seus o brilho de um amor que se fez presente há um tempo em minha vida.
É com pesar que choro e lamento, pois te amei incondicionalmente, era verdadeiro e achei que seria recíproco. Me enganei.
ERMA

Inserida por ErikaRMAndrade1310

HORAS TANTAS

Horas tantas, aterrado e um tanto aflito
Confidenciei para a lua o meu detrimento
Do acaso, que com as desditas foi escrito
E se a fito, ainda o sinto no pensamento

Atroa, n'alma um pávido e nuvioso grito
Titilando dores em um amofino violento
Arremessando os anseios para o infinito
Tal o choro do cerrado aflado pelo vento

Clemente lua, que o meu azar sentiste!
No firmamento confessei o meu pranto
Enfardado pelas nuvens transparentes

E no meu peito, uma solidão tão triste
Onde o poetar a soluçar em um canto
Escorre silenciosas lágrimas ardentes

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
30 de julho de 2019
Cerrado goiano
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

"A reclamação tem um imenso efeito de autodestruição."

(maio, 2018)
in Búzio do Coração

Inserida por joelreis

Ouve minha voz no Céu negro de estrelas e racha a Terra desnuda de amor com tua partida repentina. Que tão louco ser, há de ter te chamado para o infinito, sabendo que ficaríamos todos órfãos da certeza de suas sábias e doces palavras? Tão audacioso tirar-te de perto dos meus protetores olhos já que não irei cessar a ira de minhas lamentações até que os meus próprios olhos se fechem para a eternidade.

Inserida por juvalente

A murmuração rouba o nosso precioso tempo para deleitarmos com as bênçãos da vida.

Inserida por LazaroGomes

Nos autobiografar

Somos o buscar e o evitar;
O querer e o desprezar;
O conseguir e o fracassar;
No objetivo de adquirir...
Somos o contentamento e o lamento;
O gosto e a angústia;
O que somos e para que somos?
...durante e no fim... enfim.

São sempre palavras ao vento...

Inserida por AdrianoDornelas

Não deve haver satisfação alguma no fim, nem mesmo pela possibilidade de um novo recomeço. O fim é algo lamentável, como a morte de um sonho, e não deve haver orgulho em colecionarmos esqueletos, dentro ou fora do armário.

Inserida por luizguglielmetti

Reconhecemos o fracasso, sucumbimos ao egoísmo, ao individualismo e não fomos humildes o suficiente para cedermos, para descermos de um falso pedestal que nos coloca acima do outro, quando somos exatamente iguais, todos sujeitos aos mesmos erros e paixões.

Inserida por luizguglielmetti

Lindo de corpo,
Feio de Alma,
Sorriso lindo,
Tão falso,
Você foi pra mim,
Como um dedo enfiado na guela,
Tóxico,
Que não diz o que fala,
E não faz o que diz,
Se enroscando com uma meretriz,
Sujou nosso leito,
Quebrou nosso pacto,
Desfez o laço,
Me estilhaçou,
Como cristal fino,
Daqueles que fazem sangrar...

Inserida por LeticiaDelRio1987

Me dissolvi pra você,
Você me bebeu,
Como quem toma uma bebida forte,
Embriagou-se,
E se foi...

Inserida por LeticiaDelRio1987

Sim,
Você teve a possibilidade de ser o único,
O único à chegar onde ninguém chegou,
O único à tocar onde ninguém tocou,
Era isso que eu queria,
Exclusividade,
Te dei meu tudo,
Fiquei sem chão,
E você me perdeu,
Deu à outro a oportunidade,
De ter exclusividade,
Eu era Oásis,
Você Miragem,
Findou.

Inserida por LeticiaDelRio1987

VELHAS LAMURIAS

Secura. Que tristura lá fora! Tristura!
Embrusca-se o cerrado, os olhares
Craqueleja. Árida a aquosa candura
Nos seus velhos e eternos pesares...

Sinto o que a terra sente, desventura
A mágoa que diviso, nos reles azares
O inverno. Frio e queimado, mistura
Fulgurando o cinza, anuviando os ares

Ah! Porque ordenaste este tal fado
Fazendo de minha alma tua criada
Ouvinte, ouviste os prantos, cerrado!

Meus e teus, na sequidão embaralhada
Tem pena de mim, deste pesar mirrado
E as velhas lamurias por mim poetada!

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
04/09/2019
Cerrado goiano
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

Alma amputada

Está tão longe de eu poder ser o que você quer.
Sendo assim vejo-te seguir teu caminho e deixando-me aqui.
Já começo ao acordar pela manhã dando-me consciência de que você ainda está presente em meu coração e não mais diante de meus olhos.
Antes mesmo que se vá, eu já me vou para a dor de estar sem você, já amputo a minha alma sem nada dizer.
Antes mesmo que se vá de mim, já choro a dor de sua ausência, já lamento ser passado em sua existência.
Eu também mato momentos bons, jogo fora partes de vida que normalmente não se desperdiça, pois sei o tamanho deste amor em mim, sei da dor que se o perder vou sentir.
É, é mesmo assim, é por medo de não resistir tamanha dor morando em mim, que desde já
Abasteço-me de tudo de você.
Quando te beijo, te beijo mesmo com todo o meu ser.
Quando te amo, te amo mesmo com toda minha alma antes de ela ser amputada.

Enide Santos 16/02/15

Inserida por EnideSantos