Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Por isso que gosto de conversar com anciãos. Hoje aprendi de uma que quando há duas versões, verdade e mentira, e não há como provar uma e outra, fique com o tempo, pois ele trará à tona a verdadeira realidade daquilo que de fato se quer conhecer.
Sangrando segrego o elo nos versos
há em cada ‘a’ uma busca infinita.
em cada finda, uma ferida.
honram-se os bêbados, palhaços e trapezistas
mas não honra-me a solidão tal qual que sempre
foi minha companheira e grita:
este amor além de bêbado é palhaço equilibrista.
nem ouse compara-lo ao valor do agasalho,
num inverno petrificado eu corpo congelaria.
nem se satisfaça como em aguas,
nos verões amargurados eu corpo derreteria.
e somente quando em eclipse eu corpo existiria.
ao amanhecer do dia eu corpo morreria.
e a este excretado
findado foi; vinte e três e vinte e três da noite.
Sempre há um “porém”...
Entre um jogo e outro, entre uma parte e outra de uma mesma partida... Entre um apelo e um aplauso, a reza e a resenha, entre a palavra e o palavrão, a defesa e o ataque, uma trave e a outra, o goleiro e o gol, entre um gol e outro...
Sempre uma pausa, uma causa, um “porém”...
- Pode ser do mesmo... Mesmo ângulo, mesmo ponto, mesma parte, até no mesmo time, mas, nunca da mesma forma.
ACREDITEM!!!
Mesmo em meio as tempestades devemos manter a fé que há uma luz divina que rasga as tenebrosas nuvens e chega até a nós,pois somos uma obra esculpida pelo altíssimo..e como todas as belas obras estamos sempre protegidos pelo senhor dos exércitos.....
Na política,existe uma simbiose entre um líder mal caráter e seus seguidores,que há só uma maneira de descreve-la...VERGONHOSA.
Há sempre uma magia em tentar superar os próprios limites. É a sensação de arriscar tudo por um sonho que só você vê
CHUVA NO CERRADO ( soneto)
Canta chuva, no cerrado, uma cantata
E há, feérico coro no planalto fustigado
De gotas do céu num tilintar animado
Como que um suave retinir de prata
Bendita chuva que ao chão imaculado
Batiza a secura com água que desata
Verdes relvas e fulgor novedio da mata
Num renovo de um frescor empanado
Alvor ideal que desponta na fragata
Do sertão, num úmido beijo desejado
Arejando, generosa, em trínula volata
Ah! Num regozijo do viver denodado
Num delíquio louco, ri-se escarlata
A encantada chuva que cai no cerrado
Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Janeiro, 04, 2017
Cerrado goiano
Há encontros que nos encantam...
Algumas pessoas trazem em si uma beleza interior
tão cintilante a ponto de nos cegar
para qualquer coisa que tenha menos brilho.
Sempre há um bosque para lavar o rosto, sempre encontramos uma folha seca no final da calçada, mostrando que existe vida e que o tempo quem determina somos nós.
Há na tolerância, uma iniciativa importante para aprender a conviver com a diversidade existente no mundo.
Há uma LUZ que sempre ...
Sempre me guia
e me ajuda a todos os dias
Re-começar ...
Toda vez que estou triste
e prestes a desabar.
Essa LUZ
eu guardo no meu coração e
carrego comigo ... em minh'alma
com o maior cuidado e adoração .
É ela quem me sustenta
me alumia
me alimenta
me carrega
quando minhas asas estão quebradas
É ela quem me cura e
me faz acreditar a nunca desistir
dos meus sonhos.
Essa luz infinita chama-se:
DEUS
e com Ele não há mal no mundo
que ouse e consiga me derrubar !
