Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Havia ali um homem tão caridoso, mas tão caridoso que a cada maldade que fazia, ele renegava até os dentes para ajudar ao próximo.
E sempre havia uma maldade maior que os seus gestos nobres.
Será que se parasse com o altruísmo cessariam também a covardia e os mal tratos?
MINHA INSPIRAÇÃO DE DOMINGO.
Planetária da vida...
Por ter deletado algo que me fazia mal...
Hoje...
Por dentro um rasgar em minha carne estampado...
Muitos podem jamais entender...
Eu...
Sigo na minha fé...
Puro ouro...
Jóias preciosas dentro de mim....
Não por ego ou orgulho...
Então...
Eu sou...
Eu determino...
Entrando na fase e na base robusta do criador..
Me revisto com uma armadura sem medidas...
Uma coisa é entender...
A outra é ter medo...
A outra é seguir...
As demais são meus passos...
Vou cambalear...
Vou me decorando...
Vou me escorando nas paredes da vida... Qualquer um pode tentar...
Qualquer um pode conseguir...
Basta calçar o kichute da ilusão...
Fortalecer o olhar...
E não derrapar...
E deixar as fraquesas da alma...
Amo...
E continuarei amando mesmo não sendo amado...
Se ando bêbado ou não...
Não me permito cair...
Mais o que está dentro de mim...
Vale ouro...
Embora detestando o tal álcool real...
Escrevo dentro de mim o que sou...
Descrevo em meu olhar....
Me sinto...
Me amparo com as forças supremas....
Nas qualidades do meu ser...
Eu procuro emitir uma nota fiscal única...
Timbrada e genuína...
Reconheço meus erros dentro do órgão Federal que é meu íntimo...
E me vejo no espelho...
Sou a minha própria semente...
Sou o que plantei e estou colhendo...
Rumo á paz...
Deixo meus defeitos...
Mais não me vejo mais no relento...
Anjos e arcanjos...
Produção e geração propulsora falam mais alto....
Na planetária giratória da via...
Quatro sentidos me fazem rodopiar e buscar...
E quatro perguntas eu me faço...
Minha origem...?
Quem eu fui...?
Quem eu sou hoje...?
Quem ainda posso ser...?
Assim....
Troco meu calçado....
E contínuo....
Onde eu irei parar eu não sei...
O que eu não posso...
É olhar lá atrás....
E me lamentar...
Quem eu fui....
Autor Ricardo Melo..
O Poeta que Voa.
Uma certa vez um rapaz fazia tudo pra sobreviver e para as pessoas se sentirem bem e ficarem felizes.
A vida sempre tirava da pior maneira as pessoas que ele mais amava.
E ainda tiraria muito mais e ele sabia disso e sofria muito por causa disso.ele queria segurar o mundo com as próprias mãos.
Ele nunca soube o que era ter um abraço de pai ou aquele brinquedo do dia das crianças. Ele sempre se sentiu só e sem família. ele teve que aprender ser homem cedo demais pra sua idade.
Seu maior defeito era ser sincero demais, pois criava admiração e inimigos por onde passava.foi aos poucos transformando seus bons costumes em ódio, pois é assim que se transforma um coração em pedra.
Mesmo lutando contra deus e o mundo levava consigo a dúvida se ajudava sua mãe nessa vida e se despedia eternamente para o inferno ou se deixava sua mãe passar fome sem fazer nada pois era o plano de deus para o paraíso.
matava aos poucos sua alma e não entendia por quê quanto mais vazia sua alma mais pesada ficava.
seu maior sonho era não deixar ninguém revirar o lixo pra comer, dormir em ponto de ônibus e ser acordado a ponta pés pela policia por não ter ninguém pra os defender.
as crianças com fome e desnutrição e as viúvas de cabelo braco sendo olhada com nojo pela burguesia por um pedaço de pão.
A vida se vai com um sopro, onde você tem que correr contra o vendaval.
ele sabia que não adiantava olhar mais pro céu pois a sua salvação não viria de lá e ninguém poderia impedir a queda das suas lagrimas. ninguém podia ver como ele se sentia e enquanto seu mundo desabava diante dos seus olhos.
Seus sonhos, suas esperanças, seu medo de ter medo...Agora ele estava sozinho,mais do que antes. tem dias que as vezes é melhor não acordar. as vezes ele era culpado sem aos menos entender.´´e mais fácil achar a culpa nos outros quando não queremos olhar pra nós.
A maior derrota de um homem é aquela que ele não lutou, mesmo assim ele tentava em vão, dando voltas em círculos e pescando em aquário.
a autocobrança lhe empurrava pra baixo e ele só queria se libertar de pré julgamentos e condenações sem ao mesmo saber o por quê, pois seu destino foi traçado de indiferença e injustiça. se existia um cara legal que brilhava nos olhos, está morto. você achou que podia jogar areia nos meus olhos cuspir na minha e sair sorrindo.
Ele talvez seja só mais um coitado e sem importância.
talvez sua covardia seja maior do que a dele por se julgar no direito de julgar.
Ele pode ter enfiado os pés pelas mãos por tentar correr sem ter todo esse folego, mas acreditou como um bom sonhador ou um tolo. qual a chance de vencer quando não se tem mais nada a perder?
Porque os sentimentos oriundos da saudade são daninhos se provém da ausência do que o fazia sentir-se feliz?
Há quem diga que em minha família já houve um escritor.
Que de mode muito humilde fazia as suas prosas, os seus repentes e os seus cordéis a rimar.
E, como boa Oliveira que sou, deixo aqui a minha rima, em uma tira, para dizer que no sangue a cor é vermelha, mas a sinfonia pulsa e as veias balançam para mode o coração puder pulsar.
Porque, aqui nesse sangue também borbulha um escritor.
@keylak.holanda
Todas as emoções que ela sentiu durante a jornada empalideceram face ao medo. Agora ele fazia parte dela, tanto quanto qualquer um de seus órgãos vitais. Outras emoções e sentimentos eram visitados, mas o terror nunca saía do seu lado.
Ainda agora enquanto fazia a barba me lembrava da figura do araque. Quem era o araque? Araque era tipo, a grosso modo, policiais genéricos. Deixa explicar melhor, certos indivíduos que possuíres de armas em casa que na intenção de guardar a residência, se defender de possíveis e potenciais bandidos de todos os lados, possuíam arma de fogo, com a mesma naturalidade como quem possuía um guarda-chuvas, o passado havia um certo abrandamento nesse sentido, pelo que vejo, não havia a exigência do porte de armas, qualquer um possuía em casa. Meu pai, inclusive, possuía uma, um três oitão, como se diz, popularmente, na gíria corriqueira, que diariamente polia, alisava com carinho, e punha óleo de maquinas Singer, para ta sempre calibrado, lubrificado na hora de atirar, hoje tenho a maior ojeriza a armas. Uma vez o vi atirando na rua, embaixo da calçada do vizinho, eram uma dez, onze horas das noite, pouco depois de fechar a venda, e o vizinho e o povo nem ai, era uma coisa banal de ver e ouvir, corriqueira, nada demais, perguntei: - Pai que é isso? Ele respondeu: - Bala fria! Depois eu soube que eram balas imprestáveis que podiam falhar na hora que precisasse. Mas, se não prestava era só jogar no lixo, mas, na cabeça dele tava jogando fora e aproveitando e treinando a pontaria, pratico! Mas, voltando a historia dos araques de policia, eram civis, possuidores de armas de fogo que pra não perder o dinheiro pela comprar do armamento de nenhum uso, ou uma vez na vida, graças a Deus, e por assistirem muito filme de ban-bang, certamente, sei lá, se ofereciam para ajudar os policiais de verdade. O comissário de onde eu morava, esse cargo deve ter sido extinto da policia, pois não ouvi mais falar, tinha uns cinco a seu dispor, que por questão de ética vou omitir os nomes, ou apelidos, iam buscar os malfeitores na unha, fosse onde fosse, bastava serem requisitados, o comissário e seus e esses bravos voluntários. E o mais interessante, soube que não ganhavam nada, serviço voluntario feito os dos hospitais, só que era atrás de bandido, algo mais dinâmico. Sei não hein? Duvido muito. Como é que o cidadão no conforto de sua casa e segurança, vai procurar sarna pra se coçar, sair trocando tiros por ai , se arriscando a morrer ou ficar aleijado, como se estivesse jogando vídeo-game. Só que tudo é muito real, ele lá. Pô do distintivo, na boa, fazia uma vaquinha, dava algum pros caras no final do mês, que davam a maior força, ali feito super homem, homem aranha, da TV, eram meus heróis de carne e osso, eletrizante, muito corajosos. Mas, sempre pergunto a policiais da reserva, insistindo em saber, sempre que tenho oportunidade e sempre me dizem, que, realmente, não ganhavam nada realmente, que os caras eram doidos mesmo, só pelo prazer da aventura, status, do que achava que é certo. Hoje vejo falar de milicas, policias de farda, agindo como se não fosse. Saudade desse Brasil mais puro e inocente de outrora.
Enfim encontro-te, beleza escura
Rara perante antigos jardins
Onde jardnineiro gentil me fazia.
Interesante este sublime brilho
Que tu emana de teu sincero olhar
Cativo me faço nele e de sonhos vou
Te cuidando , te fzendo feliz em meu
Mundo em meus dominios onde vago
Em sintonia com o doce aroma de tu
Rosa, não escarlate como estas tão
Comuns aos olhos do mundo e sim
A mais negra de todas , pois tu rara
Flor consebida nos mais sublimes
Encantos da natureza que este triste
Crisântemo encontrou. Oh rosa de
Essencia negra como a noite por que te amo!
O outro lado da moeda
Aquele jovem entrou trabalhar em um trabalho modesto. Fazia sua obrigação com dedicação. Por muitos anos trabalhou, estudou. Com a evolução de seu conhecimento procurou a direção de onde trabalhava para pedir uma chance profissional. Então ouviu do diretor de forma imperativo - não o vejo exercendo essa profição em que formou-se. O ciddão lembrou-se de que dedicou anos aos estudos e trabalho, mas esqueceu de bajular o poder.
ESQUECER....
Parei para lembrar
de como a gente era feliz
quando você estava aqui
e me fazia tão feliz.
Senti tanta saudade
lembranças me invadiram
e me fizeram pensar em você
eu estou apaixonada
e não dá mais pra esconder
o que eu sinto é real
quem sabe um dia estará aqui
continuaremos a nossa história
Eu e Você!!!
Meu amor
não tiro você do pensamento
e será que você sente saudades?
a gente era tão feliz
tinha tudo pra dar certo
não entendo o que aconteceu!
Meu amor
oro por você a cada dia
pois você faz parte da minha vida
mas eu preciso aprender
a poder te esquecer
e viver sem você!!!
Ja senti o desejo pela eternidade.Mas me dei conta de que sua ausência me fazia VIVER.
Desde então...atirei meu manto ao chão e corro em direção a esse imenso horizonte no deserto,sentindo o sol ardendo minha alma.
E essa calma brisa trouxe-me seu cheiro essa noite,fiquei inquieto e corri novamente segurando o que chamamos de "sonhos",de baixo dos braços,firmemente.
Quando não houver mais nada em minha frente,abrirei um sorriso e direi:" Até a proxima vez!"
Feito para ti Mãezinha
Mãe??
Que belas recordações destes dias
Lembras quando o pai fazia mangas? chócolates?
Lindo não era Mãe?
Como era bom esse tempo
Agora nem tu nem o pai
Estão perto de mim,
Recordo-os com muito amor
Ai mãe que coisa bela
Recordar... recordar...recordar..
Mãe dói muito não ter
Não poder falar contigo
Preciso dos teus mimos
De ouvir a tua voz
De estarmos todos
Eu,meus irmão e vocês queridos pais.
Mas a vida é mesmo assim,
Primeiro foi o Paizinho
depois tu mãezinha. E nós????
Não sabemos.......
Um dia nos iremos nos encontrar...
e quando encontrarmos quero teus carinhos
Até lá.
Beijos muito beijos
1. E muito a animava ve-lo subir e descer ruelas, apunhalar-se pelos seus proprios tropeços.
Fazia com que ela sentisse cada vez mais acima, e além.
Acima dele, e de outros, não de todos, mas além dele que ela tanto quis uma vez.
2. Assim como não conseguia mais escrever, repetia e repetia as mesmas frases prontas para o consumo: agite antes de usar.
E no livro empacado, não sabia se ressentia cheiro de esgoto ou pinho sol, mas tava dificil escrever alguma coisa de fundamento!
Contava suas próprias historias, pensando que seria mais facil, e era, mas não funcionava na ocasião.
Então falava dos outros e dava no mesmo, logo não queria saber mais de contos.
A escritora estava em crise, e isso significaria que ela devia escrever, porque é no fundo da dúvida que surgem as palavras, os caminhos, ou a falta deles.
3. E fuçava os baús antigos atrás de velhas revistas e fotos e desenhos e cartas.
Nada adiantava, até fluiam as palavras, mas desencontradas, como aquele jogo de pedras, simbolos e deuses. E a única coisa que restava de todo o resto que sobrou, além da redundancia era a maldita lembrança das ilusões, promessas e encontros.
1. Enquanto ele usava as iscas mais infantis, na esperança que ela o procurasse para afagar suas culpas, como se fosse a salvadora de seus proprios karmas, ela desconectava dos caminhos, cortava os cordões, botões, e amarras. Arrancara de seu pensamento, e por lá ele já nao chegaria como uma vez alcançou. E também não sabia como as coisas retornariam, porque cedo ou tarde elas retornaram, e mesmo que ele rastejasse no chão, ela ainda o ignoraria com todo sarcasmo.
Não por orgulho, ou rancor, mas por mágoa da doação que ela ofertou. Ressentida estava com as atitudes e situações criadas. E se ainda falava sobre isso é porque pensava no retorno, idealizava como seria, pois de fato uma coisa é certa - ela não cederia como antes, as armas estavam nas mãos dele agora, e ela, só quer sentir o gosto doce do amargo líquido que jorra dentre outros amores.
2. E talvez esta pudesse ter sido uma bela historia, e é. E quem sabe esse caos possa contar-lhe um segredo; o gran finale nunca chega ao final realmente. São as pontas soltas, as palavras nao ditas, os momentos não vividos que fazem da poesia simplesmente poesia.
As histórias só são historias quando sao historias. Podem ter um pouco de fato, mas é muito mais fantasia, poema e esperança.
3. E o que ficou para ela guardar, mesmo sem ela querer eram as memórias estampadas nas páginas da sua vida. E não eram em branco, eram repletas de rabiscos, um pouco com cara de rascunho, pouco capricho, muita intensidade de sensações, desde o auge da euforia, alegria, ao ápice da tristeza. Lhe contaram que trinta dias antes de seu aniversário ela viveria seu inferno astral. Então a culpa de tudo que aconteceu nesse intervalo é culpa do céu!
- Pronto falei!
E não sei porque ela se sente tão aliviada agora que sabe quem é o vilão…vai até criar um mantra pra comemorar e atormentar a cabeça desse malvado!
Os céus é que sabem o quanto clama!
"Cada gole descia áspero;
a felicidade das pessoas fazia contraste direto com seu misto de angústia e medo;
calafrios lhe agitavam o corpo;
ela evitava os olhares."
em fatos reais
eram sei horas da tarde a chuva caia e tudo em minha volta me fazia lembrar vc o relampago que clariava a a chuva em minha janela pensei que tudo em minha volta tinha acabado então sai até la fora e andando vi vc e sua namorada se escondendo da chuva ,a minha lagrima si misturando com a agua da chuva tivi vontade de mi jogar de baixo de um carro e assim fiz estirada no chão as ultimas palavras porque fez isto?
eu te amo sem vc não sei viver volta pra mim ja era tarde de qualquer forma eu agradeço por vc me fazer feliz mesmo que seja na hora da minha morte
em fatos reais
eram 6:00 horas da tarde a chuva caia e tudo em minha volta me fazia lembrar você.
o relânpago que mergulhava clareando o meu quarto me faziam lembrar das linhas do teu corpo fui até a janela e vi os pingos de chuva cairem pela rua assim como as lagrimas que escorriam do meu rosto pensei e cheguei a conclusão que teria que esquece-lo mas como? o que faço? pergunta que so vc poderia respondersenti a necessidade da chuva sia pela rua deixando a agua escorrer pelo meu corpo andei muito antes não tivesse ido pois vi vc e sua namorada passando pela rua vc me acena agora que vi vc junto dela correndo para se esconder da chuva tivi vontade de me jogar de baixo de um carro e assim fiz estirando no chão as ultimas palavras que eu ouvi em toda a minha vidavc me disse chorando.
porque fez isto?
sem vc não sei viver eu te amo.
era tarde demais para ouvir isto de qualquer maneira e forma so me resta agradecer por vc ter me feito feliz uma vez,
mesmo que tenha cido na hora da minha morte....
quando vc ama alguem de verdade corra lute não deixe que ela se va para sempre pois a maior burrice de um homem e uma mulher é deixar que todo sentimento se acumule dentro de si então por mais que o tempo corra por mais que o tempo mude ele jamais vai conseguir apagar da cabeça o que não sai do corção
O amor que se fazia amigo e o amigo que trazia o amor, ou a emoção que antes nem havia sentido e viera trazer o colorido a uma vida antes preta e branca, como um pincel de sonhos colorindo o coração.
Já fazia alguns dias,
Desde o ultimo sorriso de alegria,
Do pobre espantalho de alma apaixonada,
Pela doce bailarina na estante aprisionada.
Não estava prestando atenção em nada,
Tanto que seguiu em frente...
E de repente,
Se viu numa loja de presentes...
Um ser em especial chamou sua atenção,
Um sapo de pelúcia segurando um coração.
Se ele possuisse um em suas mãos,
Talvez conseguisse libertar a bailarina de sua prisão.
'Ei senhor sapo elegante...
Poderia ajudar um tolo amante?
Desde que o vi na minha frente
Quis fazer uma pergunta pertinente'
'Ao me chamar de sapo tirasse a minha elegância,
Sou Tico, um conselheiro para a infância,
E um amigo para a maturidade,
Mas fale espantalho, em que posso te ajudar de verdade?'
'Bem é que percebi que estais a segurar um coração...
Será que não poderias dá-lo pra um necessitado irmão,
Que anseia em salvar de uma prisão,
O que chamam da vida a razão'
'Não sei qual o seu problema,
Mas vou te ajudar com esse dilema,
Não é de um coração que você precisa,
É de uma chave dourada e lisa.
Ela será a solução,
E não esse falso coração,
Mas ei, eu tenho uma condição,
Peço que me leve na sua missão'
O Espantalho não entendeu direito,
O que quis dizer o astuto sapo faladeiro,
Mas achou ser mais direito,
Seguir em sua jornada com um companheiro.
Mas será que nele poderia confiar?
Será que a tal chave ele iria achar?
E o mais importante:
Será que ele e a bailarina seriam de fato eternos amantes?
