Eu Sinto poema
Sinto falta dos seus lábios, da doçura dos seus beijos
Que provocam sensações em mim
Um desejo em mim que grita seu nome
Meu coração arde de paixão
Estou consumido em frenesi
Venha ser meu êxtase...
Luxúria
Sinto falta da minha infância na casa da minha vovozinha querida, dos bolos e doces, das histórias que ela me contava, quando ela lia poemas para eu dormir, era fantástico, minha mente desaparecia e se perdia na minha imaginação fértil onde meus pensamentos criavam cenários.
Ah, como sinto falta da minha vozinha, da cozinha, do filtro de barro, da caneca pendurada no prego ao lado. Sinto falta do chão vermelho que ela encerava, eu escorregava como num parque de diversões. Os melhores momentos da minha vida agora são minhas lembranças mais preciosas que transformo em poemas que trazem a quem os lê um pouco da minha alegria da infância, da melhor fase da minha vida. Que saudade da minha querida vovozinha...
Saudades de você.
Em memória da minha querida avó.
Eu sou os meus passos
Eu sou meu espaço
Eu sou o que toco
Eu sou o que vejo
Eu sou o que sinto
Eu sou a viagem
Eu sou o pouso
Eu sou a virtude
Eu sou a imagem
E semelhança
De quem me criou
Para ser...
Livre!
Prefiro-me assim…
Sinto-me ridiculamente ingênua
- isso é bom!
Um pouco inebriante, talvez
e reconforta-me saber que estou num berço esplêndido
numa pureza de sentidos
preparada para acolher o novo e a novidade
ao mesmo tempo que tenho algo de mim.
Não sou pura nem mesmo pureza
mas reconheço-me como abençoada
pelo dom da ingenuidade!
Uma ingenuidade pulsante e bela
que sempre faz-me crer de novo
e de novo
e de novo
em algo e em alguém que mostra-se disponível para encantar-me.
Ser ingênua também torna-me confiante.
Não apenas nos outros, mas principalmente em mim…
Os que enganam (e os que querem enganar)
são os verdadeiros e ridículos tolos
Eu? Eu sou ingênua
Apenas ingênua e confiante demais
para temer os que me querem mal…
Na cachoeira do seu carinhar
Sinto a sua altivez feminina
E rendo-me diante dessa delicadeza
Que docemente me alucina!
É sua essência de menina
Que sempre acalma
O íntimo de minh'alma
E no despontar da primavera!
Como arauto de uma fascinação
Que esse coração venera!
Loucura revelada
Em seu olhar apaixonado
Sinto uma ponta de paixão,
Como um sopro de vida,
Que eterniza a ilusão
E ilumina a escuridão
Harmonizada pela canção
Que no coração fez morada!
E ao aquecer-me com amor,
renasço no seu ser sedutor
Em uma loucura revelada!
"Pego quando quiser"
Sinto em te decepcionar irmãozinho.
Uma mulher, repetindo mulher, só cai na lábia de um homem por duas vezes com os seguintes propósitos: Ela quer te pegar de novo (porque gostou) ou ela quer se vingar.
Então não venham com essa de pego quando eu quiser, porque depois do vacilo você só pega se ela quiser...
Sinto medo da coragem que tenho
Me movia em meus pensamentos durante o tempo que me mantive estático.
O silêncio falava comigo, na noite daquele dia.
Expressei calmamente meu nervosismo o falei sem dizer nada.
Enfrentei os gigantes que eram pequenos diante da imensidão de meus pensamentos.
Venci, sem ter lutar, escapei, sem precisar fugir, pulei para baixo e alcancei o topo do desafio que me era impossível.
Encontrei coisas que não procurava sem perder o que já havia achado.
Me deparei com um lugar fechado que não havia paredes, onde a escuridão era a maior fonte de luz.
Então um abrigo descoberto, onde o fogo se encontrava apagado, percebi que o óbvio não fazia sentido, e a lógica era irracional, no mundo de coisas contrárias onde se acha o que nunca foi perdido.
Neste momento tive medo da minha coragem, de continuar percorrendo sem sair do lugar.
Um desassossego trazia paz, já que a guerra portava bandeira branca, e os inimigos eram meus aliados.
fui embora, mesmo permanecendo lá por momentos que me pareciam eternos.
Tive a coragem de sentir medo para saber a hora de recuar, e atacando fiz o caminho de volta a um lugar desconhecido, então senti medo da minha coragem de enfrentar tudo de novo, sem repetir o que já fora feito.
Voltei a ter vida, sem ter enfrentando a morte, lutei com ela em pensamentos e me esquivei antes que a visse.
Por isso tive medo da coragem, mas permanci vivo ao matar esse medo.
E hoje conto a história do futuro que passou em minha mente.
ENDENTEU TDUO?
Sinto os afagos todos os dias de Deus.
Até as pequenas porções oriundas Dele me suprem o viver, por isso, rendo-lhe os meus sinceros agradecimentos por poder, ainda, sentir o gosto da vida, o prazer de caminhar, de ver, de apalpar e de reconhecer um coração aflito, mas fervoroso e pronto para a entrega.
Vou tecendo as linhas que merecem o encontro e reconheço aquelas que irão para a incidência para marcar derradeiramente a fatalidade do olhar e que poderá findar um ciclo... mas dará vida a outro caminho que se inicia.
Não vou dizer sobre o que sinto.
Faço a ilógica tentativa de usar o silêncio para silenciar o meu grito.
Não consigo calar os meus gestos.
A gora você acordou o meu
M undo de um profundo sono.
O lho e sinto a sua
R ara essência perfumando o meu sonho.
#TARDE
Como a solidão sinto esse frio que me invade...
Severa e sem piedade...
Mergulho nessa tristeza profunda...
Que tão só minha alma conhece...
Nessa rua...
Na escuridão que se achega...
Só uma estrela no céu já anuncia...
O término de um longo dia...
Início de uma noite fria...
À sombra do esquecimento...
Meu universo se aflige...
Pranto em belos olhos derramados...
Só...
Abandonado...
Espírito de fogo em cristal aprisionado...
Alma que parece chama fria...
O que será dos meus amanhãs ?
Vivi realmente algum dia?
Oh Deus...
Dai alívio ao mal que estou gemendo...
Tão longe arrevoada de pássaros...
Nem eles...nem ninguém...
Só tu vê meu sofrimento...
Quero sonhar e dormir...
Voar, poder sentir...
Viver de esperança...
Não temer o que está por vir...
E entre os suspiros do vento...
Que eu possa sempre olhar...
E ser o meu maior segredo...
Infinitamente amar...
Transformando esse triste tempo...
Sandro Paschoal Nogueira
#AQUI #ESTOU...
Minha caminhada ainda não terminou...
E sentado à beira do caminho estou...
Sinto a carícia da brisa...
E o doce forte beijo do sol...
Não há hora melhor para ser feliz do que agora...
Houvemos vista na terra...
Enquanto alguns foram...
E não voltaram...
Virão outros...
Se amanhã de mim sentires saudades...
Lembre-se das fantasias do sonhar...
O horizonte necessita do silêncio...
Para abrirmos nossas asas e podermos voar...
Haverá de vir sempre um amanhã para poder amar...
Enquanto eu cá...
Sonhando contigo...
Estarei a lhe esperar...
Sandro Paschoal Nogueira
Caminhos de um poeta
#O #VOO DA #MARIPOSA
Ardendo por arder em viva chama...
Sinto, suspiro, choro, colho o pranto...
De inocente olhar, puro e perverso...
Envolto em mistério nevoento…
A mariposa
Soberba...
Confiada...
Bela...
Subiu ao sol...
Cobriu o dia...
Em revoada...
Invadiu a vila...
Sendo desfeita e castigada...
Pela inveja fera de gente má e malograda...
E a multidão dissimulada...
Vivendo tal qual serpente enrolada...
Não lhe deu trégua...
Vomitou ódio pela bocarra...
Tentou compreender a angustiante desgraça...
De ser bela e tão odiada...
Não conseguiu...
E sem entender partiu...
Por mais que eu mesmo conhecesse o dano...
Também ocultei-me em meu abandono...
Foi tudo uma surpresa... Tudo de repente...
Toda a minha alma naquele momento indiferente…
Hoje...
Diante alucinações de um vinho triste…
Pesadelo hediondo me assombra...
Em tê-la visto perder-se na estrada...
A manhã nasce em muitas janelas...
Quem sabe...
Um dia...
Eu tenha o perdão dela...
Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
Minha vida é repleta das coisas que sinto...
E não só de momentos que hão de passar...
E aquilo que trago no coração...
O espelho reflete sem ilusão...
Meus atos de improviso...
Tecem histórias de boatos...
Os sonhos se esvaem...
Enquanto fleto com o desconhecido...
Eu... bem que tentei...
Ter o olhar compreensivo...
Ter um sorriso desinteressado...
Tal qual um menino...
Se posso ter me perdido confesso...
Não vejo meu espelho a algum tempo...
Eu ouvi falar de promessas...
Que agora jazem mortas...
Nada é medido pelo seu valor...
Ah, como sei...
Quem lhe ama...
Também causa dor...
Sandro Paschoal Nogueira
Sinto-me longe...
Pretendo recolher da vida...
Algo mais que apenas ser só vivida...
Não quero ser só um simples espectador...
E perder a noção do essencial...
Sem mais nada para contar...
Perspectiva que me assusta...
Lanço então um olhar para fora de mim...
Flagrante de esquina...
São tantas as esquinas...
Por todas quero passar...
pensamento viaja...
Segue por trilhas...
Ruas e jornadas...
Ao horizonte alcançar...
A vida de tão grande
fica pequena...
para tantas vontades...
Para tantos sonhos construir...
Para tantos a realizar ...
Sandro Paschoal Nogueira
— em Rodoviária de Conservatória.
Eu sou a sombra
Do abismo
Que chama
O egoísmo
De covarde
Me sinto onipresente
Diante de tanta
Gente
Que se vê como
Indigente
nesse infinito
Mar de vidas
Observo essa história
Por minha fonte
Se glória
Vontade e inspiração
No fim
Cabe a mim
A todos só gratidão
Quando o Tempo se Faz Necessário
Quando você diz que precisa de um tempo,
Sinto o coração apertar,
É como se o sol se escondesse,
E a luz começasse a falhar.
As memórias dançam na mente,
Sorrisos que não quero esquecer,
Mas entendo que às vezes é preciso,
Dar um passo atrás para renascer.
O amor é um caminho sinuoso,
Com curvas que não podemos prever,
Se o espaço é o que você busca,
Que ele traga paz para você.
Enquanto isso, guardo a esperança,
De que o tempo nos ensine a amar,
E que, ao final dessa distância,
Possamos juntos recomeçar
Não sei o porque me sinto assim, tão bem quando te olho.
Mal te conheço; tudo que sei sobre ti é pelas redes sociais, aliás, foi assim que nossa amizade começou.
Em seus olhos vejo um brilho diferente, teu sorriso me demostra uma agradavel energia.
Mesmo assim, pouco te conhecendo, sinto que a sua verdadeira beleza, não é o seu rosto, que sinceramente, é um dos mais belos que já vi, muito menos nas formas do seu corpo; vejo em seu interior, compaixão, garra, uma grande determinação, sinto também, que já sofreu bastante, mesmo assim, não se rendeu a dor e a tristeza; deu a volta por cima, e hoje não tem medo de ser feliz...
Não sei porque, mas quando olho pra ti, sindo que tudo se clareia, como se você iluminasse esse lugar; sem palavras, sem sons, apenas com a sua presença
Curitiba
“” Ouço o ecoar e o sinto o cheiro de minha cidade
Chego perto e ainda é pouco o que habita a alma
Normalmente, um coro de pássaros me acompanha
Nessa bela casta e pacata urbe
Ventos calmos acariciam a chegada
Mesmo assim desperto. Já é madrugada
Assim rompe a aurora
Reluzindo vida que há lá fora
Pinheirais despontam na mata
Colossais verdes em perfeita evolução
Coragem de botas apertadas
Redefinem o amor no coração
Sou do sul sou do lugar
Sou da lida do luar
Onde as aves cantam pra vida
Sou cheio de amor por ti
Curitiba...””
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