Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando

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A culpa e o erro ou nós dois e o perdão

Tudo que vejo ao meu redor
É uma lembrança do fim
Eu tento esquecer
Más lembro que não estais aqui

Eu tento olhar para o lado
E encontrar você
Más o destino insiste em dizer
Que não posso te entender

Pois os erros
São sempre os mesmos
De que adianta pedir desculpas hoje
E amanhã por a culpa sobre você novamente ?

Por mais que tentes
Vai ser sempre assim
Ter um dia feliz
E mais dez tristes

Nosso destino
Está em suas mãos
A culpa e o erro
Ou nós dois e o perdão.

Eu durante toda minha vida me interroguei a cerca de quem era a culpa quando um indivíduo se transforma em um marginal: Será que se nasce criminoso? O que entendi, foi que a grande parte da sociedade é em si responsável, ela cria leis absurdas e essas mesmas leis que são criadas por aqueles que nunca chegam a cumprir.

“Eu amo você e a culpa é inteiramente sua, isso é fato!”

Ai eu viro um estuprador compulsivo e a culpa é minha

Eu e muitos espanhóis recebemos uma educação baseada na culpa e no castigo, perfeita para criar psicopatas.

E eu sinto aos poucos, a cada minuto que passa, a cada segundo que eu estou te perdendo, mas a culpa não é minha, você esta indo por querer.

A culpa é sua por eu ter me apaixonado por você. É! É isso mesmo. Quem manda ter esse sorriso lindo?

A culpa é sua quando eu fico viajando por ai em meus pensamentos , te imaginando em meus sonhos .

A culpa é minha. Porque eu te traí. Mesmo que você tenha sido o primeiro amigo que eu fiz.
(Ai Ohto)

⁠A culpa é sempre minha

A culpa é sempre minha. Sim, alguém tem de assumir, e sempre só sobra eu... então, a culpa é sempre minha...

Como é difícil pra muitas pessoas assumir a culpa. Não assumem e pronto. Arrumam mil desculpas, inventam, mentem, omitem... mas não admitem.

Caramba, meu. É tão mais fácil assumir. Não, eu não quero. Não, eu não tenho vontade. Não, eu não posso. Mas, pra cada não... é melhor arrumar uma desculpa - nem que seja esfarrapada - pra evitar confusão... é assim que muita gente pensa.

Beleza, você arruma uma desculpa qualquer, e outro ou a outra se convence... e você pensa que vence. E o outro ou a outra pensa que vence.

Afinal, quem realmente vence?

Você... que com a cara mais lavada deste mundo criou uma situação super inacreditável, fez mil malabarismos e caiu... de cama?

O outro... ou a outra.... que acreditou (ou fez que acreditou... porque estou desconfiad@ que o outro ou a outra não é tão bob@ assim). Se fez de bobo, se fez de boba e levou a vida adiante, até passar uma rasteira em você logo adiante? Até que um dos dois cai... ah! cai... porque isso de passar rasteira, meu filho, desequilibra e vira tudo, copo quebrado, perna quebrada, nariz quebrado, confiança quebrada.

E depois que a confiança quebrou... quebrou e fim. Não há superbond que dê jeito... vai ficar trincada, vai ser mentira pra todo lado... até cada um ir pro seu lado.

Pois, pois, amigo... assim é a vida. Assume, vai. É melhor, você vai dormir melhor, bem melhor. E depois que você aprender a assumir a culpa, você vai ver como é leve... a vida.

E também duas coisas você vai aprender:

a) A ver de longe quando alguém dá uma desculpa mentirosa.
b) A não mais ficar arrumando as melhores desculpas do mundo... porque você mesmo vai saber que nem mesmo as melhores desculpas do mundo colam.

Não colam, não... podem até dar uma grudadinha, mas no primeiro ventinho... descolam.

⁠Nem eu nem você temos culpa,apenas seguimos aquilo que as entidades nos delineou ,mas o trânsito de ser bom ou ruin discorrera por nossa conta e méritos próprios e à isto não estará à salvo nem eu nem voçe.

⁠Eu fui redimido, Aleluia!
Fui absolvido, Aleluia!
A culpa que era minha Jesus sobre si carregou

Bruna Olly

Nota: Trecho da música Redimido.

Carregava a culpa igual mochila de concreto
A face dura por fora, alma em caco por dentro
Eu menti pra mim mesmo, neguei meu pecado
Mas o espelho da verdade sempre volta quebrado

A culpa é meio que minha. Eu só gosto errado.

Creio eu que o pior sentimento que já tive é o da culpa. Conviver com a culpa foi uma das piores tarefas que já enfrentei!

Estou gostando de mais de ficar com você ao seu lado eu me sinto leve e sem culpa,esqueço os meus problemas e preocupações,porque na realidade o q mais me preocupa é fica longe do calor do seu corpo.Quando estou envolvida em teus braços me sinto mulher,mulher sua e de mais ninguém,é como se você tivesse o poder de tira tudo que á de ruim em volta de mim quando esta me aquecendo com o calor de teu corpo... Medo? Sim, de te perde ou de perde essa magia que nos envolve todos os dias. Não esqueça de mim porque eu nunca vou esquecer de ti!!!!!!
De sua Pretinha Linda

A culpa é sua, Deus!
Que me deu sonhos muito
Maiores do que eu.
A culpa é sua, Deus!
Todas mentiras que
Fizeram-me acreditar...
Que eu encontraria alguém
Que eu saberia amar.
A culpa é sua, Deus.
Precisava ouvir sua voz.
Abraçar-te inteiro
Conversar a sós.
A culpa é sua, Deus.
Que me inveja porque
Tenho fim.
E depois do fim,
De poucas lágrimas
Mal choradas,
Vem o NADA.
A dádiva de não ser lembrada.
Sinto muito, Deus
Se seu nome eternamente
Será clamado!
Sem descanso, nem pausa.
Você nunca é perdoado.
A culpa é sua, Deus.
Mas tudo bem.
Você nem tem para quem chorar.
Chore pra mim, Deus.
Eu saberei te perdoar

Capítulo — Entre a Culpa e o Espelho


Pedir demissão foi um grito silencioso que eu dei a mim mesma.
Eu estava cansada. Cansada da pressão constante, do ambiente pesado, das cobranças que atravessavam minha pele como agulhas finas e diárias. Havia dias em que eu voltava para casa sentindo que tinha deixado pedaços de mim espalhados pelos corredores daquele trabalho. Então, um dia, respirei fundo e saí. Achei que, ao fechar aquela porta, abriria outra — mais leve, mais minha.


Mas o que se abriu foi um vazio.
Meus dias passaram a ter a mesma cor, o mesmo ritmo, o mesmo roteiro: lava, limpa, arruma, cuida. Lava, limpa, arruma, cuida. Amo meus filhos com a força inteira do meu peito, mas não quero ser apenas a mãe.


Quero voltar a ser mulher. Quero me reconhecer no espelho sem que a primeira palavra que me venha à mente seja “cansaço”.
Nos três meses depois que saí do emprego, engordei 10 quilos e 800 gramas. Sim, eu estou contando. Cada grama parece um lembrete concreto de que estou perdendo o controle.


Eu não consigo parar de comer.
É pão. É feijão. É macarrão. É qualquer coisa que esteja ao alcance dos olhos. Como em grandes quantidades, como com urgência, como se estivesse apagando um incêndio invisível dentro de mim. Na hora, existe uma pressa quase desesperada — preciso mastigar, preciso engolir, preciso sentir o estômago cheio. Só quando ele dói, quando pesa, quando estica, é que algo se aquieta.
E então vem o arrependimento.


A culpa chega como uma onda fria depois da falsa calmaria. Eu sei que não deveria estar fazendo isso. Sei que não é fome — é outra coisa. Mas faço assim mesmo. A comida virou uma espécie de anestesia: me acalma por alguns minutos e depois me corrói por dentro, como se eu tivesse traído a mim mesma.


Estou matriculada na academia. Pago a mensalidade. Tenho roupas de treino. Já gostei de treinar — e muito. Lembro da sensação de força, do suor como prova de disciplina, da música alta no fone de ouvido enquanto eu me sentia viva. Mas agora não consigo sair de casa para ir até lá. Não é preguiça. É como se houvesse uma barreira invisível entre mim e a mulher que eu costumava ser.


Às vezes me pergunto:
Onde está a minha força de vontade?
Onde foi parar o desejo de me cuidar que sempre fez parte de mim?
Se eu gosto de treinar, por que não consigo ir?
Sinto que preciso urgentemente reencontrar meu antigo eu — mas, no fundo, talvez eu precise encontrar uma nova versão de mim.


Uma que caiba na mulher que estou me tornando, e não apenas na que eu fui.
Às vezes — ou melhor, na maioria das vezes — sinto falta de mim. Falta da leveza que eu tinha. Da segurança. Da autonomia. Me pergunto se, caso tivesse estabilidade financeira, tudo seria diferente. Será que eu conseguiria ser eu mesma? Ou estou usando essa ausência como justificativa para algo mais profundo?


Já passei por tantas coisas na vida. Sobrevivi a situações que pensei que me quebrariam para sempre. Aprendi muito com a dor, mas também vivi momentos maravilhosos — momentos que hoje parecem fotografias desbotadas guardadas numa gaveta da memória.


Sinto saudade daquela mulher que ria fácil, que sonhava alto, que se sentia capaz.


Agora, às vezes, acordo e me pergunto em silêncio:
Será que estou em depressão e não sei?
Talvez essa seja a pergunta mais honesta que fiz a mim mesma nos últimos meses.


Porque o que mais dói não é o peso no corpo.
É o peso de não me reconhecer.

Você é, sim, responsável pela minha inspiração, uma culpa bonita que eu nunca vou querer que você negue.

"O bom de eu ser Vegetariano (e Carnívoro, ao mesmo tempo) é que sinto que minha culpa (se houvesse alguma) seria atenuada. Sinto isso!"


TextoMeu 1224
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