Curvas
Esses seus lábios
Como eu quis beijar
Queria tocar as linhas
As curvas
Ouvindo seus gemidos
Unicamente para mim ecoar
Tão louca e intensamente
Delírios inimagináveis
Sensações ímpares
A flor da sua pele
Eu quero a minha misturar
Loucos devaneios
Desejos na forma de amar
Viajo nas curvas do teu corpo onde vo bem devagarinho para sentir o teu corpo bem perfeitinho. entro na rua da felicidade onde mato minha saudade daquele lugar bem escurinho. onde te dava muito beijos e recebia muito carinho.
Mulher I
Impossível não avistar ao longe a suserana dos meus olhos,
Para além de carne e curvas,
Carrega em seu bojo a essência do belo e do sublime,
O ópio dos apaixonados.
É ela uma mulher,
E eu o vassalo da sua querência,
Buscando, com viço,
Um átimo de sua atenção.
Há uma mulher em minha vida,
Que não chega bem a estar,
Por muito que se queira.
Uma mulher que é devaneios em sua plenitude,
O platonismo dos iludidos – o dito desejo.
Há uma mulher em cada rua,
Em cada esquina,
Em cada lugar.
Uma? São duas, três, vejo dúzias delas!
Elas atravessam, impiedosamente, o meu peito
E se vão deixando-me dilacerado.
Mas há essa mulher,
Essa utopia,
A visão da própria eternidade.
É ela a mulher amada,
E desde o prenuncio de sua chegada,
Já lhe sinto o perfume,
Lhe sinto o toque, lhe sinto o beijo.
Meu sonho é construído em voltas, fazendo curvas dia a dia, seguindo a trajetória, assim como o bolo de rolo.
Olho para o futuro e contemplo o caminho presente. Vivo as cores, sabores e texturas.
Microconto: Xiu
Ela chegou e todos olharam. Sua beleza era imensa e suas curvas, intensas. Um olhar maldoso a levou para um caminho sem volta. Ela gritou: “Me solta”, mas de nada adiantou. Sua voz se calou e seu corpo foi violentado. E após esse ato de tamanha covardia, ainda saiu como culpada e não como vítima.
Respiração ofegante
Vento no rosto
Cabelos dançam na luz do sol
Pelas curvas da estrada
Nos deixamos levar
Pelos caminhos da vida
Que decidimos entrar
Fecho meus olhos
Deixo a sensação da liberdade me tomar
Não há tempo, não há nada
Que possa me acordar.
"Sabe aquela inexplicável capacidade de complicar as coisas, de acrescentar curvas a uma linha reta? Pois é.
Há algo em mim que não me permite fazer certas coisas pelo caminho mais fácil."
Dama de Honra.
Minha menina...
Vem cá...
Deixe-me descobrir suas curvas...
Nelas...
Quero explorar o diamante que tanto procuro...
E nele garimpando...
Quero a pedra mais bruta que eu possa lapidar....
Nela quero eu...
Moldar ao meu modo...
Assim...
E aos poucos...
Darei o brilho que que tanto almejo...
Querida...
Por essa vida vaguei muito....
E alguns prazeres inúteis eu tive...
Foram mais que vazios...
Permita-me...
Em teus seios...
Quero também tentar descobrir...
Algo de bom e inovador...
Talvez quem sabe...
Uma almofada...
Para que eu possa dormir e sonhar....
Vem...
Pois esse garimpeiro...
É Poeta e Arquiteto...
Posso eu também...
Construir um castelo de flores pra você...
Onde no exalar dos odores...
Beija flores farão parte nessa obra de arte...
Cores...
Serão usadas sem medidas...
Onde será o mundo colorido que tu em mim viverás
E te farei...
De minha dama de honra...
Tu...
Despida....
Quero provar de todos os seus sabores...
E meus costumes....
Te darei pra você sonhar e me amar...
Teus vestidos...
Brilharão junto a luz dos lustres que no teto colocarei...
Em cada ponto....
Terá um brilho diferente...
E eles...
Farão companhia junto ao teu sorriso....
Comigo...
Serás mais que protegida e mimada...
Porque o Poeta e arquiteto que sou...
Apenas quer levar a poesia junto aos teus olhos...
E quero ver...
Apenas brilhos....
E com requintes de Amor...
Mostrarei pra você...
O Amor de poeta que tenho...
Isso...
Não é apenas sonhar...
É ser mais que ser um Poeta....
É ser mais que Amor...
E ser mais que Calor...
É ser a poesia...
Que te fará....
Ser a Dama de honra...
De todo o meu Amor...
Autor;Ricardo Melo
O Poeta que Voa.
A gente se perde numa dessas curvas que a vida dá, mas também se encontra, porque, ao voltar ao caminho, carrega o saldo da experiência que passou. Nunca somos como antes. Que bom!
Três de Dezembro.
A mais bonita das bonecas,
De beleza natural,
Seus cachinhos,
Suas curvas,
Sim,
Ela não tem igual,
De idéias,
Sem balelas,
Sopra o vento,
Passa o tempo,
Sem lamento,
Voltamos ao nossos momentos.
O passado, nas curvas, que fizemos, foram, algumas vezes, comoventes, em outras, destrutivo, mas, dele renascemos para viver nas recurvas do presente, sem dor e destruição, pois, conhecemos o verdadeiro significado da vida... Vivemos, no presente, procurando isolar o passado, que surge, sempre, em nosso viver no evidente... Revelações, que seguem desvendando os acontecimentos, que nos trouxeram até aqui... Muitas vezes, sem conseguirmos reagir à dor, prejudicamo-nos, cada dia mais, afundando-nos nas arestas do passado e em suas tristezas, que, por nós, passaram... Mas, no cenário da atualidade, surge um tempo de extrema desolação, o qual deveremos vencê-lo, com a possibilidade de vivermos o atual tempo, com amor... Perdemo-nos, às vezes, na vasta escuridão do ocorrido, à qual nos rendemos, mas, conseguiremos enlaçar-nos no presente, que seria a única saída, para vivermos bem o atual tempo, sem nos preocuparmos com as esquinas em que passamos e o que deixamos para trás... O recente far-nos-á colocar o passado de lado e viver o instante atual, conhecendo a felicidade nas circunflexas do presente...
Somos fortes para enfrentar as tempestades, que, por acaso, surgirem nas aduncas do tempo atual e esquecermos as curvas do passado, onde havia ventos a nos carregar para trás... Claro que o passado, em suas entortadas, quando caminhávamos, em suas esquinas, nos trouxe grandes angústias, mas, agora, nas vergadas do presente, pensamos diferente e enfrentaremos qualquer discórdia, que, por acaso, surgir... Dobramos muitas esquinas no passado, sempre com o vento soprando contra nós. Mas, soubemos vencer, procurando outras arestas, onde o ventar nos levava para outros caminhos, onde, ali, encontrávamos a tranquilidade de que tanto necessitávamos... Hoje, caminhamos nos fastígios do presente, sempre com o nosso olhar voltado para o horizonte, com a esperança de que os vértices do tempo não nos deixem amargurados... Seguimos outras direções, procurando outras esquinas, onde a coragem se faz presente, para que possamos enfrentar todas as tempestades, sejam com trovões, ou não... Temos, então, a capacidade de nos reerguermos e enfrentarmos as arestas da vida com toda a intrepidez, que, a nós, é doada... Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro
"Vértices do Tempo"
Minhas casca e bela, de cor morena e levemente dourada.
Minhas curvas?ahhhhh minhas curvas...tao brasileiras que resoam o batuque dis morros.
Meu sorriso? Rs tao branco e certo que encanta o olhar...
Ahhhhh , maa quando essa casca se deteriorar , talvez consigam enxergar o sofrimento que carrego por tras dessa beleza e teatral alegria.
15 de Dezembro.
Dia do Arquiteto e Urbanista.
Linhas que traçam retas.
Curvas que contornam a história.
Projetos que transformam sonhos.
Não morda a maçã,
Suas curvas,
São o triângulo das bermudas,
Fruto proibido,
Tem tirado meu juízo,
Meu sono,
Meu chão,
Sei que posso me perder,
Teu sorriso kriptonita,
Onde o verde da esmeralda,
Se transforma em vermelho sangue,
Dessa boca feito doce,
Que não me cansaria de beijar.
Mas,
Não morda a maçã,
Ela é fruto proibido,
Que me faz perder o juízo,
Incansavelmente,
Não consigo descansar,
Perco os sentidos,
Só em te olhar.
Não morda a maçã.
Colina , montanhas e curvas!
Geografia do teu corpo…
Fazem mapas que percorrem
Brevemente…. minha mente…
Antes mesmo do esboço.
Me guardo em formas, curvas e cores
Te guio pelos meus aromas
Me desfaço em lombra me refaço em sombra
Só pra me aproximar de ti
E sobre ti me debruçar...inteira.
Isolda L. A. Tavares.
Teu sorriso é tão lindo
Teu rosto e tuas curvas
Teu corpo
Linda como um poema
Teu cabelo parece o sol
Teus olhos tem a profundidade do oceano
Me perco olhando teus detalhes
Amo tua beleza única
