Marilina Baccarat de Almeida Leão escritora brasileira

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Decepcionar faz parte da vida, mas perder uma batalha não pode fazer você desistir de ser feliz.
Marilina Leão (Escritora)

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"Nas alamedas do coração, há flores, nós podemos contemplar, mas, quem não pode, penso eu, saberá dar mais valor às flores, que não poderá ver, pois sentirá o perfume, que, talvez, nós, que podemos ver, não sentiremos e, muito menos, ficaremos perfumadas de nós mesmas."

Da escritora Marilina Baccarat de Almeida Leão
No livro "Alamedas do Coração"

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Ouça o vento tocando as folhas, o canto dos pássaros, o tagarelar das crianças. Descontraia e se divirta muito. Não deixe sua vida girar em torno de uma coisa só.
Marilina Baccarat de Almeida Leão

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Os encantos acostam-se sem que eu esteja esperando, explodem como se fossem bulbos entumecidos, em baixo da terra, que, ao se soltarem, explodem em flores de várias qualidades e perfumes diferentes, tal qual os encantos...
Marilina Baccarat de Almeida Leão - no livro "Vivas Emoções"

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Se quisermos mesmo vencer os obstáculos,temos que deixar de sofrer pelo que é trágico e nos acostumar com tudo que acontece, sabendo enfrentar tudo com a verdadeira coragem

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A nossa vida é feita de pequenos pedaços de mosaicos... Alguns representam a infância, outros, a juventude... A infância da inocência, das amigas sinceras, uma mistura de alegria e coragem... Mas, muitos pedaços desses mosaicos, representam lágrimas, que foram vertidas.

Marilina Baccarat de Almeida Leão, no livro "Escalando Montanhas"

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A felicidade a gente constrói no silêncio da alma, com um pensar lindo ao dormir e, melhor ainda, ao acordar. Os olhos visualizam aquele céu azul, onde os arco-íris muitas vezes matizam o seu dia.
Felicidade é assim, uma quietude branda, um estar bem consigo, uma alegria serena que domina nosso ser.
Troque suas lágrimas, por brisas de felicidade, doçura e encanto.

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A felicidade a gente constrói no silêncio da alma, .
Felicidade é assim, uma quietude branda, um estar bem consigo, uma alegria serena que domina nosso ser.
Troque suas lágrimas, por brisas de felicidade, doçura e encanto.

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Não quero contar, nos dedos, desejos apagados, segredos bem guardados. Quero aguardar sem lágrimas, como se fosse uma partitura rasgada de uma música antiga.
Assim, vou ousar somar o passado ao presente, subtrair, deles, o futuro e esperar pelo abraço, tendo outro futuro, na minha mão.

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Me encanta, essa estrada em que passo todos os dias, que se chama "literatura".
Vou caminhando e amigos fazendo, por essa estrada afora. São como estrelas brilhantes a iluminar o meu caminho. Meu rosto alumia-se de alegria!

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Foi lançado o novo livro de Marilina Baccarat de Almeida Leão, na livraria Curitiba no shopping Catuaí. Esse livro tem o selo editorial da Scortecci Editora e da REBRA (rede de escritoras brasileiras)

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Por Marilina Baccarat de Almeida Leão
As lembranças são como um concerto de uma grande orquestra sinfônica, em noite de gala no Municipal. Assistir a um concerto de gala, no municipal, nos leva até às alturas alcandoradas, mexendo com o mais profundo do nosso ser. Quando uma orquestra não segue o maestro, o músico se distrai, tudo vai meio que às cegas, pois, todos ficam sem nada saber o que fazer. Assim, são nossas lembranças, elas têm que seguir seu maestro, que é o nosso pensamento. Tudo, ali, no nosso pensar, fica gravado e escrito em uma partitura, dentro da nossa memória. Se as lembranças não estiverem conectadas com o nosso consciente, que seria o instrumento e o nosso pensamento sendo o maestro, tudo iria ficar às cegas, não iriamos ter as lembranças gravadas em nosso pensar. Mas, como elas seguem a pauta, olham para o maestro e fazem do jeito, que ele quer, tudo fica harmonioso. Na partitura da música, além de segui-la, o músico há de olhar para o maestro e entender a vontade dele. Se ele quiser florear a música ou, apenas, colori-la, os músicos têm que acompanhá-lo, do contrário não sairá nada com harmonia. O nosso pensamento é o maestro de nossas lembranças, queiramos ou não, é ele quem rege nossas lembranças. É por isso que temos todas elas em perfeita harmonia, podem passar anos, que lá estão elas nos fazendo lembrar de tudo o que passou. Quando as lembranças tristes surgem, é quando a orquestra desafina e o nosso pensamento fica aflito, querendo que entrem certo, que lembrem de alegrias! Há lembranças, que são teimosas e insis
tem em sair da pauta, desafinam, vão para os caminhos tortuosos e, com isso, ficamos melancólicos. Mas, o maestro toma a frente, exige que o nosso pensar pegue a partitura da alegria e desafie as lembranças, que só querem mostrar as partes tristes, que já passaram. Há lembranças, que não lembramos mais que lá estão, mas, o maestro resolve reunir toda a orquestra de lembranças com os instrumentos do pensar e, com elas, tomar o lugar de uma grande sinfônica, em uma grande apresentação. É quando as boas lembranças, reunidas, formam os instrumentos de corda e a alegria será a solista. As lembranças tristes, também, vão compor a orquestra, mas, o maestro as coloca lá nos fundos, para tocar a percussão... Ah, se elas não se comportarem, vão ser excluídas da orquestra e nunca mais farão parte dela. Todas elas vão ficar ótimas... Algumas inverossímeis e até divertidas, em um concerto, que, ao chegar, ao final, será capaz de levar, às lágrimas, qualquer mortal.

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Cada um de nós carrega, dentro de si, o bem e o mal, mas temos o poder de decidir qual prevalecerá. É uma escolha diária, individual e que faz toda a diferença.

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Nestes tempos de palavras muitas, queiramos mais, a beleza dos silêncios poucos.

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Assim é a vida. É preciso aprender a subir e também a descer, a cair e se levantar, mas ter sempre a mesma coragem. Se escorregarmos numa ladeira de incertezas, podemos usar as nossas habilidades para parar e voltar de novo. Mas vamos precisar de um amigo para nos ajudar. E assim continuaremos a nossa caminhada. Marilina Baccarat De Almeida Leão

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Veneração, para mim, é um dos sentimentos mais salutares que existe...A alma fica leve, quando se tem valimento... Respeito pela vida, pelo ar que respiramos, pelo pão que nunca faltou, pelo amor, pela amizade.

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Primavera
Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.
 

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LIDAR COM MUDANÇAS EM NOSSAS VIDAS, NÃO É TÃO DIFICIL.
  Cada mudança, positiva ou não, nos leva a enfrentar modos de pensar e agir que fogem do esperado. 
  Quem não teve modelos de ousadia entre entes próximos, como pais, avós e amigos, terá  mais medo de encarar os desafios do que os cercados de  pessoas destemidas.
  Há  inúmeras estratégias para encarar bem uma mudança. Trocar o "por que?" pelo "para quê?" Vale a pena.
  Ao se perguntar "para que?", o indivíduo procura um sentido que está dentro dele, ao contrário de " por que?", pois a pessoa pode se sentir vítima do destino e desistir de mudá-lo.
 Assim trocando o "por que?" pelo "para que?" você sempre terá uma resposta para poder encarar a nova realidade,pense nisso!

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A tempestade, quando passa, em nossa vida, parece querer nos destruir, mas, se soubermos ultrapassar essa tempestade, jamais seremos levados pela enxurrada, que quer nos derrubar, saberemos vencê-la...

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A BENÇÃO DO NATAL
O tempo, hoje em dia, parece passar mais rápido. É incrível!...
Parece que foi ontem o dia de desmontar a árvore de Natal, e não é que lá está ela toda iluminada, colorida, enfeitando a sala novamente?...
Ah! A árvore de Natal traz à memória o paraíso, faz- nos recordar que um menino nasceu e um filho nos foi dado...
Que maravilha! Sinal que a vida está pulsando, acontecendo, nos empurrando para frente...
As luzes da árvore fazem- nos recordar que Jesus é a luz do mundo que ilumina nossas vidas...
Com a estrela que colocamos na árvore, recordamos que foi uma estrela que indicou o caminho do lugar onde Jesus havia nascido esse filho que nos trouxe a verdadeira alegria para nossas vidas!...
Os presentes colocados aos pés da árvore simbolizam que Deus nos amou tanto, que deu esse filho unigênito de presente para nossas vidas!
Os dias podem até parecer mais curtos, mas encaro essa correria com alegria. É mais um ano indo embora e nós continuamos vivas!
Estamos correndo e nos virando para dar conta de tantas coisas ao mesmo tempo, mas devemos agradecer. Isso é sinal de que temos força, saúde e vitalidade para encarar os embates do dia a dia...
Garanto que não seria nada gostoso, e muito menos gratificante, viver na morosidade, no tédio, nos arrastando e caminhando aos trancos e barrancos...
Viva a benção do Natal!...Ergamos um brinde e louvemos a Deus pela bênção de vivermos mais um Natal.
Que a esperança se renove, a fé se fortaleça e a perseverança prevaleça para vivermos outros 365 dias cheias de garra, coragem, vontade e alegria
Marilina Baccarat (escritora brasileira)

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Brasil...verás que um filho teu não foge a luta...


Já não é de hoje que tenho pensado no Brasil...Pensado no Brasil como Povo, como Nação, como Pátria...Como um somatório de muitos de cada um de nós.
Essa pátria, da qual nos orgulhamos, quando a seleção ganha a Copa do Mundo, ou quando estamos fora, em um outro país e perguntam se somos Brasileiros!
Esse país enorme, quase um continente, que vemos ser desprezado por muitos filhos dele e nos calamos, aquiescentes, coniventes...
Não sei de onde vem isso. Se foi o tipo de colonização a que fomos sujeitos que gerou esse descompromisso, esse pouco caso com o nosso país. Aonde erramos como Nação? Por que não somos como os japoneses, que pensam não em cada um, mas no todo? Cada japonês é o seu país. Vemos aqui no Brasil até a sexta geração, que nem sequer conhecem o Japão, mas, para eles, tudo é Japão! Brasileiros, nunca fomos covardes em abandonarmos nossa terra, logo após uma guerra...Jamais fugimos da luta! Temos que pensar em um país como nação, como de todos. O país como um bem maior.
Comecemos a construir, dentro de nós a autoestima necessária para que se ame essa Pátria amada BRASIL!


Postado por Marilina Baccarat de Almeida Leão (escritora brasileira)

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Estamos na revista Caras do dia 18/12/2015, com o lançamento do nosso livro coletivo "ENTÃO É NATAL" da Rede de escritoras Brasileiras.

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BIOGRAFIA DE Marilina Baccarat de Almeida Leão
Nasceu em São Paulo, Capital, onde viveu sua infância e juventude. É descendente de franceses. Seu avô (francês) José Baccarat, foi delegado e prefeito de Santos-SP, na década de quarenta. Foi professora de música clássica e canto erudi¬to, com especialização em órgão. É casada com José Almeida Leão, advogado aposentado do Banco do Brasil e professor aposentado do curso de Direito da Universidade Estadual de Londrina.

É afiliada à REBRA – Rede de Escritoras Brasileiras. Pertence a ALG – Academia de Letras de Goiás.
É acadêmica imortal na Academia de Ciências, Letras e Artes de Vitória (ES) e foi nomeada uma cadeira patronímica em seu nome.
No dia 28 de fevereiro de 2015, recebeu da Associação Internacional de Escritores, o Prêmio de Escritora Destaque de 2014. É acadêmica na ALAF – Academia de Letras e Artes de Fortaleza (CE). É acadêmica fundadora da Academia de Artes de Minas Gerais.
Pertence à Academia de Letras de Valparaiso-Chile.
Livros já lançados: Com o Coração Aberto; Pelos Caminhos do Viver; Colorindo a Vida; Escalando Montanhas; Atravessando Pontes; Alamedas do Coração; Em Busca dos Sonhos; Andanças pela Vida; Viajando nas Lembranças; Vivas Emoções; Encantos da Vida; Beleza da Felicidade, que será lançado em Dezembro/2015
Radicada em Londrina (PR), chamada de pequena Londres.

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Eu dedilho a canção da alma,nas teclas do computador. Assim como a música da escrita, que é dedilhada nas teclas do computado, com a canção da .alma.

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O DIA EM QUE O CRAVO BRIGOU COM A ROSA

A briga foi assim:
Disseram à rosa
que o cravo beijou
a camélia cheirosa.
Pronto!
Foi o fim.
Nunca mais o cravo e a rosa
viveram felizes no jardim.
A rosa sempre chorosa,
o cravo quase sem cor
e a rosa se despetala
e o cravo morre de amor.
No canteiro, margaridas
ficam zombando, atrevidas,
desse romance sem fim.
E mais; poetas perversos,
à falta de novos versos,
catam rimas no jardim.

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