Coleção pessoal de MarilinaBaccarat

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Quando as lembranças não são boas, preferimos tapar os olhos, fechar as cortinas e viver no nosso mundinho irretocável. Mas, o que ganhamos com isso? Claro que, às vezes, elas surgem como um veneno, envenenando nossa mente e nos deixando tristes... Mas, quem não tem lembranças, sejam elas tristes ou alegres, é sinal de que não teve passado...

Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro
"Viajando nas Lembranças"

Marilina Baccarat de Almeida Leão - escritora

COMBINEI COM O TEMPO.

Fiz um acordo com o tempo, combinei com ele, pois vai fazer frio por esses dias. Pedi para que ele passe bem devagar e me deixe ver os ipês, que ainda estão floridos, neste final de outono. Que ele me deixe admirar as flores de maio, retardatárias, tão cheias de botões, que só agora, quase em junho, resolveram florir.
Combinei com o tempo para que ele espere um pouco mais, que eu possa sorrir mais, antes que o frio venha. E que as mil tarefas, que tenho a fazer, todos os dias, não sejam tão cansativas.
Fiz um trato com os relógios da casa, pedi mais tempo para mim, tempo para sentir o silêncio e para curtir mais este finalzinho de outono.
Andei ouvindo a voz do tempo, contando-me coisas antigas, como se ele tivesse retrocedido. E eu, buscando lá atrás, dentro dos sonhos, o que realmente me interessa...
Esse acordo foi firmado, sem assinatura ou cartório. Pedi ao tempo um momento, para eu poder olhar o céu e a chuva, sentindo, na alma, o sopro do vento, de um século, que não mais existe!
Saboreando um chá, que ganhei de terras distantes, tem sabor de amizade e carinho. Tem um que é bem adocicado.
Meus pés estão frios, mas as mãos aquecidas pela escrita e pela memória. Já sinto saudades da estação, que está prestes a terminar, como se esvaziasse de mim mesma, os sonhos, que foram colocados em minha memória.
Lá fora, a chuva cai, enquanto escrevo as últimas linhas...
Faz frio la fora,mas, como combinei com o tempo, queria que fosse assim. O ar gelado me é agradável e o meu coração mantêm-se aquecido, pelo prazer de ter feito o tempo retroceder...
De tê-lo colocado lá, no passado, para sempre, em letras, bem grandes, meu legado, uma estória dentro da história.
Que o tempo, este senhor que tudo pode, me permita, não me prender ao tempo, para não confundir, achando que a felicidade ficou para trás. Quero ver o tempo impresso e dando, a outros, o prazer que me deu, de voltar no tempo e escrever sobre o que senti em meus sonhos...
Combinei com o tempo, cumpri meu trato. E ele, o seu. Agora é só esperar!

Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro "Em Busca dos Sonhos" página 55

Marilina Baccarat de Almeida Leão - escritora brasileira
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Saudade
Poderia lembrar uma partida, uma dor, brisa
fria, contudo, sou a saudade, que fica na lembrança.
Posso ser branda e, também, como um vapor de
luz, que passa, rapidamente, deixando, na lembrança,
a saudade de alegrias ou de tristezas.
Sou conhecida de muitos e desconhecida de alguns,
porém, sou aquela, que habita em seu coração,
deixando um rastro de lembrança, de tristeza ou de
alegria, que ficou lá atrás.
Sou confiável, entretanto, depende de quem eu
habito... Posso vir escura, em sombra fria e, talvez,
você nem queira me conhecer, mas, posso lhe guiar
pelas lembranças do passado, que, em desertos sem
sol, abafados, trazem lembranças. Sou a saudade, talvez
seja um bom nome para me dar.
Quando viajo pelas recordações boas, como
saudade de um amor, que ficou na lembrança, todos
me aceitam.
Mas, quando entro em lembranças de tristezas,
ninguém quer me conhecer. Contudo, quando a minha
viagem for na memória de uma menina, venho travestida de fada, anjo, ou faço melhor, envio-lhe um príncipe encantado e as lembranças serão como ela
imaginar, como possa pensar...
Quando a minha viagem for nas lembranças de um menino, envio-lhe uma pipa, para ser levada pelo vento e ele se alegrará!
Quando eu viajar nas lembranças de uma adolescente, virei travestida de sonhos, que vão aflorar a mente daquela jovem... Mostrarei, em suas lembranças,
sonhos, que ficaram, quando ela se achava parecida com a Cinderela e perdia o seu sapatinho de cristal pelas escadarias do palácio.
Ninguém nunca conseguiu determinar como
sou e o que vem depois que chego ao caminho das lembranças, na mente de alguém.
Algumas vezes, trago lembranças alegres, de festas de noivados, lindas, maravilhosas!
Festas de aniversários de quinze anos, com a valsa dançada com o pai. Essa, sim, eu, com certeza, ficarei em sua memória.
Mas, em outras vezes, sem eu querer, posso trazer tristeza de alguém, que partiu e eu fiquei em suas lembranças... Nessa hora, sou a visita menos querida e sempre chego na hora errada, meu trabalho é pesado, não acho ser um castigo, o encaro como uma missão sem fim e, até no fim dos tempos, estarei em todas as lembranças.
Sou assim, não gostaria, mas existo em quase todas as lembranças... Sou aquela, que faz renascer todas as lembranças, sejam de alegrias ou de tristezas.
Seja do passado ou do presente...
Estou na terra desde o começo dos tempos e ninguém, jamais, conseguirá determinar como sou e o que vem depois que chego ao caminho final. Ou seria o início de um novo?...
Sou aquela, que se intromete em suas lembranças...
Sou a Saudade!
Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro "Viajando nas Lembranças" página 33

Marilina Baccarat de Almeida Leão - escritora brasileira
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Então, deixei os momentos irem, como pássaros que voam livres no verão e se protegem do frio no inverno... Deixei o passado cair como as folhas de uma árvore no outono, mas , tenho certeza de que na primavera elas voltarão... Volverão como lembranças e assim, deixarei brotar o presente, tal qual as flores, florescendo e espalhando o seu perfume... Enfim, esperarei o futuro chegar, assim como os pássaros esperam o verão para voarem livremente, e os bulbos entumecidos que esperam a primavera para florescer e exalar o seu perfume. Assim somos feitos... Passamos pela vida, que é feita de passado, presente, futuro, momentos, lembranças, verões, invernos, primaveras e outonos...
Marilina Baccarat (escritora brasileira) no livro E a vida tinha razão

Marilina Baccarat de Almeida Leão - escritora brasileira

Fases da vida

Somos pessoas felizes por ter vivido bem cada etapa da nossa vida... De cada uma delas, saindo mais rica e mais forte, mesmo através do sofrimento... Algumas vezes, trôpegas, com vontade de desistir... Noutras, eufóricas, querendo permanecer, para sempre, em alguma fase vivida... Mas, seguindo em frente... Mesmo assim, por isso mesmo, aprendemos que tudo passa... O tempo não passa sozinho no relógio e na contagem desenfreada dos dias... Passa, tão rápido, e com ele passamos nós e tudo o que vivenciamos em nossa caminhada... Tentamos validar nossas experiências, a cada decisão tomada, a cada ação desenvolvida... Porque é preciso não perder o objetivo e esse objetivo é justamente saber usar todo o tempo que foi vivido, o conhecimento adquirido, a luz que não se apagou, que são os anos vividos e que carregamos... Tenhamos vinte, trinta, quarenta, cinquenta, sessenta, setenta, oitenta, noventa, cem anos, o que não é difícil chegar...ou mais, quem sabe... Pois, toda idade receberá, da vida, sua bagagem de informação. E o entrosamento, dessas noções, formará o Eu de Nós... Respeitar e procurar entender as razões de cada idade. Pois cada uma é diferente; se não reverenciarmos, não seríamos o Eu de Nós, pois, cada passagem da vida, é dessemelhante, assim como são as pessoas...
Marilina Baccarat no livro "O Eu De Nós" página 15

Marilina Baccarat de Almeida Leão - escritora brasileira
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Compete, a nós, escolhermos o que vamos guardar dentro de nossos corações... Que não sejam bugigangas de sentimentos, tal qual a raiva, a inveja e o desamor... Que sejam sentimentos sonoros, tal qual uma sonata, que só é linda, quando, ao final, ela chega, levando às lágrimas qualquer mortal...
Marilina Baccarat de Slmeida Leão no livro "Musicalidade Colorida"

Marilina Baccarat de Almeida Leão - escritora brasileira

O prejulgamento é uma das atitudes mais perniciosas que o ser humano eventualmente possa ter, pois antecipar um fato fazendo um prejulgamento pode ser danoso, e, muitas vezes, pode trazer consequências e sequelas irreversíveis. Mas, muitas vezes, os julgamentos só existem na cabeça do prejulgador, criando, assim, uma tempestade em copo d’água.
A melhor forma de não fazer o prejulgamento é manter sempre um comportamento transparente, que, somado com a humildade, empatia e respeito pelo próximo, jamais iremos prejulgar.
Muitas vezes, fico irritada com certos prejulgamentos. Pessoas pensam que são melhores e mais inteligentes que outras, só porque incluem, em seu currículo de leitura, autores consagrados. Confesso que gosto muito de ler José de Alencar, Machado de Assis e gosto também de Jorge Amado, mas não podemos contestar e ter preconceito contra quem tem gosto diferente e prefere ler algo mais leve e não clássico.
O poeta Oscar Wilde (1854-1900) disse: “não existem livros morais ou imorais”. Se você sentir vontade de ler palavras de autoajuda, romances, água com açúcar, leia. A leitura, antes de mais nada, deve proporcionar prazer ao leitor! Apontar o dedo ao próximo é fácil demais; difícil é se colocar no lugar dele, tentando saber as razões e motivos que o levaram a exercer tais ações.
Assim, antes de fazer qualquer julgamento, é preciso pensar e repensar muito.
Fomos ensinados que somente os títulos clássicos deveriam ser lidos e até mesmo cultuados. E devem ser mesmo, afinal eles agregam conhecimento. Mas quem disse que outros gêneros literários são inválidos?
É um erro crasso pensar que estamos no pódio para sempre...
Já perceberam a quantidade de julgamentos e prejulgamentos, que fazemos o tempo todo, sem nos darmos conta?
Como se isso fosse normal.Triste, não? Pior ainda é ter a ilusão de que, só por estar no pódio, temos o direito de prejulgar alguém. Ledo engano. Importante na vida é atender ao próprio gosto. Se for do seu interesse ler outros gêneros, leia. Claro que eles valem! O seu gosto é o que importa...
Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro "Escalando Montanhas" página 46

Marilina Baccarat escritora brasileira
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Nunca desistirei do amor
Esse é o meu tempo de amar, de ficar mais doce,
apurar sabores, que vêm do fundo da alma, com sabor
de amor verdadeiro...
Eis que entro em plena safra de afetos, sumarenta,
perfumada de mim mesma, a perfumar a noite...
Nesta noite chuvosa, gostaria de ser mimoseada
com afetos... Não deixar de fazer pequenos agrados a
mim mesma... Presentear-me com amores possíveis...
Enquanto a chuva cai, lá fora, e o verão começa
a dar os ares de sua graça, gostaria de dormir e sonhar
com o amor, nem que fosse eu mesma a inventar
esse sonho...
Já que me faz tão bem amar, que eu possa sentir
esse amor, caminhar com ele e poder concretizar essa
vontade de amar... Gostaria de me dar esse prazer...
Olhando a chuva, que cai, penso que a vida é feita de amor, pois ele é fundamental, para que eu viva...
Quantas vezes, por conta de um desprezo, desistimos de nossos amores e cometemos um engano quando escolhemos recuar...
A decisão pode até parecer acertada, mas, logo depois, vem o arrependimento e a certeza de que jogamos fora a oportunidade de amar, obter a felicidade, naquilo que nos é importante. Afinal, desistir de amar é perder a luta sem, ao menos, tê-la enfrentado...
Muitas vezes, os problemas são mais ameaçadores do que reais. Portanto, não devemos entregar os pontos toda vez que algo não vai bem, correndo o risco de ficarmos parados e não amarmos...
Não podemos deixar as conjunturas nos fazer desistir de nossos amores...Temos que encontrar a solução para os problemas e continuar correndo atrás dos nossos apegos e não permitir que a vida passe em brancas nuvens...
Devemos enxergar a grandiosidade, que é a vida. Certamente, seremos mais felizes e entenderemos que amar á valiosíssimo e, portanto, vivê-lo é o que podemos fazer para agradecer o fato de podermos amar...
Quanto mais a gente busca o lado bom do amor, mais aprendemos e nos tornamos mais felizes. Pois, muitas possibilidades boas se abrem...Nunca desistirei do amor...
Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro "Sempre Amor" página 133

Marilina Baccarat de Almeida Leão -escritora brasileira
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Felicidade em suas mãos.
É difícil definir a felicidade e ainda mais difícil definir
as suas medidas. A felicidade, para mim, provavelmente, não
é a mesma para você. Para cada um de nós a felicidade tem
suas emoções e seus sentimentos conjuntos. Há uma grande
diferença em estar feliz e ser feliz.
Sempre parto do princípio de que podemos fazer o que
quisermos com a nossa vida. Assim, quando algo ruim nos
acontece, podemos aceitar o fato com uma triste resignação
ou nos rebelar contra ele, com muita força.
Estar feliz é sentir alegria. A felicidade está em nossas
mãos e ser feliz é viver sorrindo!... Cabe a nós, fechar a boca
ou não, para sermos felizes. A felicidade depende exclusivamente
de nós, ela não está na pessoa que está ao nosso lado,
não está nos elogios que recebemos, não está em nossos desejos
ou metas, mas, sim, em nós. Isso tudo são caminhos que
nos trazem felicidade e cabe a nós estarmos nesses caminhos
ou não. Felicidade é diferente de alegria, ela vem e fica, a alegria
é momentânea e normalmente vem acompanhada com
empolgação e adrenalina . A felicidade é pura empolgação, é
prazer que nunca passa.
Podemos encarar a vida com entusiasmo ou desânimo.
Cada um tem o livre arbítrio para escolher como agir
em cada momento de felicidade. Quanto mais para baixo nos
colocarmos, diante das dificuldades, mais os problemas pesarão em nossos ombros e nos sentiremos infelizes. Já quando passamos a encarar os percalços com confiança, as soluções surgem dentro de nós, transformando o que parecia ser infelicidade em algo mais simples de resolver, sentir a felicidade.
Então, já que você tem as rédeas da vida em suas mãos, que tal seguir pelo caminho da felicidade? Os obstáculos vão
surgir sempre e isso é inevitável, mas você vai se angustiar bem menos, se olhar tudo com os olhos e o coração cheios de
esperança por novos caminhos.
Felicidade não é algo concreto e absoluto, mas depende e muito da perspectiva com que vemos as situações. Mas a
felicidade precisa ser sempre renovada, a felicidade plena e absoluta não existe. A felicidade não é sonho, cuidado!...Às
vezes transformamos sonhos em felicidade e quando voltamos,para a realidade, a queda é grande.
Pessoas felizes chamam atenção, são admiradas, tem um brilho diferente. A felicidade está em suas mãos, pegue-a
logo, antes que venha um vento e a roube de você....
Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro "Pelos Caminhos do Viver" página 147

Marilina Baccarat de Almeida Leão - escritora brasileira
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Tags: felicidade

A inveja é a dor da felicidade alheia.
Não se importe com ela, pois essa dor poderá voltar para você...
Marilina Baccarat de Almeida Leão (escritora brasileira)

Marilina Baccarat de Almeida Leão (escritora brasileira)

Pois, não sabemos quanto tempo temos, só sabemos dos dias do tempo, que trazem a esperança, não podemos parar o tempo, só nos resta esperar com esperança...
Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro "Musicalidade Colorida" página 24

Marilina Baccarat de Almeida Leão - escritora brasileira

É...a luz nunca se apaga, ela vem de cima, pode ser durante o dia dos raios do sol, ou a noite pelas estrelas que iluminam o nosso caminhar... No mundo onde a luz sempre resplandece, a noite é ausente, mas o caminho que nos leva aquele mundo tem a densidade escura e pegajosa de um breu...Essa é a escuridão que brota de nossos corações...
Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro "Corre como um Rio página 155

Marilina Baccarat de Almeida Leão

Ninguém é feliz todos os dias, nem mesmo aquela pessoa, que achamos ser. Mas, podemos, mesmo assim, enxergar o belo, que há pelo caminho, que percorremos, em nossa existência...
Ser feliz, todos os dias, não é normal. Ser ditosa, por muito tempo, sim, pode ser...
Marilina Baccarat no livro "Musicalidade Colorida" página 65

Marilina Baccarat de Almeida Leão

Talvez, coisas que não servem para nada sejam as mais importantes... Até as sonhadas expressavam nosso temperamento vital, cheio de alento, incapaz de enxergar as sombras... Seriam elas, também, divididas, esfaceladas, quebradas em mil pedaços, até serem forçadas, algum dia, a recolher os fragmentos e a tentar recompor as sobras... Pois, pessoas só ficariam inteiras, quando aprendessem a vencer as sombras...
Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro "Corre Como um Rio" página 45

Marilina Baccarat de Almeida Leão

As odisseias poderão ser um desafio, se ficarmos perdidos em nossos pensamentos, mas, se alinharmos os nossos passos, no meio de todos, que, por ali, passam, conseguiremos transformar nossas romagens em caminhos floridos e coloridos, sem desalinharmos nossos passos, o nosso caminhar..
Marilina Baccarat no livro "Musicalidade Colorida"

Marilina Baccarat de Almeida Leão

Quem é esse inverno, que quer ensinar a beleza da primavera, quando ele é bastante congelado, e nunca avistou o nascer das flores...
Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro "E a Vida TInha Razão"

Marilina Baccarat de Almeida Leão escritora brasileira

Não deixe que a saudade lhe sufoque, que a rotina se acomode, que o medo o impeça de tentar...
Esse é um trecho de um texto de Marilina Baccarat, escritora brasileira, que se encontra no livro "Escalando Montanhas"

Marilina Baccarat de Almeida Leão escritora brasileira
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Tags: marilina baccarat

O PRAZER DE AMAR


É um prazer caminhar tendo a certeza de que o amor existe...
Caminhar ao lado de quem amamos, que gosta, também, de andar ao nosso lado, falar de suas inquietudes, alegrias e rebeldias também...
Prosear sobre o amor, sobre a vida...Caminhar por um espaço florido, com flores bem coloridas e algumas brancas e, nele, ir inserindo as nossas alegrias, que, a cada passo andado, começa a bordar recordações...
Já caminhei por várias trilhas e cada uma com seu toque peculiar do amor, seu extremo e conclusão...
Mas, caminhar pelo caminho do coração é diferente, ele tem o seu bordado próprio, cada arremate nos encanta, alguns bem coloridos e outros em branco e preto...
As trilhas do coração lembram músicas e poesias, tudo é belo ao seu derredor, claro, que, em alguns trechos, vamos encontrar o desamor, mas isso é natural e temos que saber enfrentar com amor...
Assim, entre flores e folhas, as histórias de amor vão passando de um até outro, atravessando mares, voando como plumas, tornando o nosso caminhar dourado... Como é gostoso poder caminhar, pelas veredas do coração, tendo, na alma, a paz e a alegria...
O porquê entristecer o coração...Magoá-lo, por quê, pois podemos andar, por suas azinhagas, livres, soltos, podendo ter a oportunidade de observar os pássaros, que cantam, a água, que desce pelas pedras, a encontrar-se com o rio...
Não devemos entristecer o nosso coração, confiar, nele, é o que devemos fazer, pois não há nada mais prazeroso que caminhar por ele e com ele...Assim, sentiremos o amor fluir em suas veias...
São muitos minutos de prazer, que ficam gravados na memória do coração e cada um deles guarda a lembrança de um prazer, que ele nos proporcionou....
Verdadeiros documentos, arquivados em sua memória, que nos remete ao prazer de amarmos...São os momentos, que passaram pelo tempo e não foram percebidos, mas se eternizaram em sorrisos...


Com as batidas do coração, vamos guardando o prazer de poder amar, que voa como uma pluma, dançando com o vento...
Marilina Baccarat no livro "Sempre Amor"

Marilina Baccarat de Almeida Leão
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BIOGRAFIA COMPLETA DE MARILINA BACCARAT DE ALMEIDA LEÃO

Descendente de franceses, a escritora nasceu em São Paulo, Capital, onde viveu sua infância e juventude. Com 20 livros editados. Seu avô, José Baccarat, foi delegado e prefeito de Santos (SP), na década de 1940... Casada com José Almeida Leão, advogado do Banco do Brasil (aposentado) e professor no curso de direito da Universidade Estadual de Londrina... Foi professora de música clássica e canto erudito, com especialização em órgão. É afiliada à REBRA-Rede de escritoras brasileiras... É acadêmica da ALG –Academia de letras de Goiás. Acadêmica imortal da Academia de Ciências Letras e Artes de Vitória –ES, tendo uma das cadeiras patronímicas em seu nome. É acadêmica na Academia de Letras Música e Artes de Salvador –BA. Acadêmica fundadora da Academia Mineira de Belas Artes –MG, da qual recebeu uma cadeira patronímica em seu nome. É, também, acadêmica da ALAF – Academia de Letras de Fortaleza. Acadêmica na Academia de Letras de Teófilo Ottoni – MG. Tendo uma cadeira patronímica em seu nome... Em 2015, recebeu, no dia 17 de janeiro o Prêmio Luso Brasileiro, de poesias, na ilha da Madeira – Portugal. No dia 28 de fevereiro do mesmo ano, recebeu da Associação Internacional de Escritores o prêmio de escritora destaque de 2014. Em 2016, no dia 23 de janeiro recebeu de Portugal, a medalha Luiz Vaz de Camões, por sua contribuição à cultura Lusófona. No dia 27 de fevereiro, recebeu o prêmio de melhor cronista de 2015/2016 da prefeitura de Ouro Preto – MG. – No dia 5 de março de 2016, recebeu da Academia de Letras de Fortaleza, a medalha Raquel de Queiroz, por sua contribuição à cultura. No dia 28 de março de 2016, na Maison Baccarat, em São Paulo, recebeu a comenda de acadêmica imortal da COMBLA – Confederação Brasileira de Letras e Artes, da mesma confederação, recebeu a comenda de “Comendadora” – Recebeu no dia 28 de maio, em Goiânia-Go, o troféu Cora Coralina da Academia de Letras de Goiás...No memorial de Curitiba, em 6 de agosto de 2016, das mãos do secretário da Cultura, recebeu o troféu, por sua ativa e valorosa contribuição à cultura lusófona. No dia 5 de agosto, recebeu a Medalha Fernando Pessoa por sua dedicação e liberdade de expressão e de efetividade em benefício da sociedade lusófona... Em 2017 no mês de março no dia 27 em Portugal, foi empossa como acadêmica no Núcleo de Letras de Lisboa... Em 2017, no dia 14 de maio, recebeu a comenda Conde Cheverny, no Castelo de Gheverny, na frança. No dia 23 do mesmo mês, ingressou no Núcleo Europeu de Literatura... No dia 14 de julho, em Florianópolis-SC, recebeu o prêmio de melhor livro do ano de 2017. No mesmo dia e ano, na Assembleia Legislativa de Florianópolis, recebeu a comenda por sua contribuição à cultura... No dia 25 de setembro na ALAV – Academia de letras de Valparaiso-Chile, recebeu dessa Academia a comenda de Embaixadora Cultural. Academia da qual faz parte como acadêmica imortal, e, agora, como Embaixadora... No dia 6 de abril de 2018, ingressou no Núcleo de Letras de Buenos Aires-Argentina, como acadêmica... Reside em Londrina-PR, chamada de Pequena Londres.

Marilina Baccarat
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Logo, descobrimos que existe a felicidade, onde no silenciar leva o tempo de uma conexão e o fim de uma exclusão, como o desprezo com os lírios, que também são efêmeros...
Marilina Baccarat escritora brasileira

Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro "Corre Como Um RIo"