Andando na Mesma Direção
Nem toda flor bela ...tem a mesma beleza quando cultivada em cativeiro ....o canto dos pássaros na natureza é de alegria...na gaiola é de solidão....quase uma súplica pela liberdade ...deixe as pessoas que florescem sua vida serem belas por si mesmas ...e verá como ficam mais lindas as melodias e tua vida!!
Quem curte ou compartilha a falta de respeito para com o outro, compactua da mesma ideologia. Brincadeiras são brincadeiras até quando não afetam sua imagem. Pimenta nos olhos dos outros não arde!
A ligação afetuosa entre mãe e filho é a mesma, independente dele ter sido gestado no coração ou no ventre. Em ambos casos, existe um cordão umbilical que os ligará eternamente: amor.
Ser forte, é ser capaz de ultrapassar as humilhações sem pagar ao outro com a mesma moeda. O que cada pessoa fez, seja de bom ou de mau, terá o seu retorno.
A paz que os mortos emanam acabam com qualquer frustração humana com respeito a si mesma, pois a vida em si é o tormento de cada um.
- Paz..?
Ele era diferente. Falava a mesma língua, mas não partilhava dos mesmos gostos ou tradições. Não pensava igual e, por mais que tentasse, não agia da mesma forma. Eles o excluiram, eliminaram-o do círculo de convivência, riram de suas cores e modos.
A gente tem esse negócio de querer que, no final, tudo fique bem, mas não é disso que se trata esta história. Ele foi excluído e, no final do dia, foi para o seu canto e chorou como um bebê com fome. Chorou e se aceitou diferente, mas isso não mudou o mundo, mudou apenas o seu mundo. Ele continuou excluído, mas parou de se importar. Com o tempo, viu que a solidão era sua melhor amiga e não precisava mudar isto, mesmo que seu desejo fosse estar com os outros.
O Eu De Mim
A inteligência não é para o eu de mim mesma. Tenho a minha própria maneira de ver as coisas... Pessoas acusam-me de ser intelectual, o que não é verdade. Quem sou eu para po¬der ter esse título, nem tenho estofo e, muito menos, cátedra para isso.
Eu sou eu mesma, penso pela minha própria cabeça, escrevo para o meu povo brasileiro, abro o meu coração, que¬rendo que meu povo leia os meus escritos, mesmo quando o assunto não é muito agradável.
Esse é o eu de mim, mesmo que a maioria das pessoas pensem ao contrário.
Mas, ao olhar, à minha volta, vejo pessoas que não con¬seguem pensar com suas próprias cabeças, chegar a conclu¬sões sobre os assuntos, precisando de um aval, de uma opi¬nião de outro ou de outros, para então, emitir a sua.
Lembro-me da minha infância, desde bem cedo, nunca ninguém me obrigou a fazer o que eu não queria. Sempre tive quereres e sempre tive amor próprio.
Há pessoas, que chamam isso de egoísmo, eu costumo chamar de gostar do eu de mim em primeiro lugar.
Mas essa necessidade, que tenho de escrever, muitas ve¬zes, escritas contrárias ao gosto da maioria, não é que eu seja do contra, mas, simplesmente, porque fui acostumada a pen¬sar desde criança. Eu pensava e concluía sozinha... Nada para mim veio mastigado. Tive que romper amarras e pular muros.
Assim é o eu de mim, meu modo de ser, que tem neces¬sidade de expor o que pensa, gostem ou não, da minha escrita.
Tenho encontrado grandes donos da verdade, em mi¬nhas andanças pela vida. Aqueles que não admitem que os contradigam ou sequer levantam a hipótese de que possam estar errados. Poucos são os que aceitam suas falhas, suas fal¬tas, seus erros e voltam atrás. Poucos, muito poucos, são, na verdade, os cordatos e bonzinhos, que tentam passar aos ou¬tros a imagem, que fazem de si próprios.
Mas, como já disse, o eu de mim é mais forte do que eu mesma... Muitas vezes, acabo ficando com litros de amargor, acumulados em minhas veias, porque não falei o que desejava ter falado.
Aí é que entra a minha escrita. A escrita, por mais con¬tundente que seja, não machuca como as palavras ditas. Pre¬firo escrever, a falar, porque sei o quanto posso ser afiada e cortante quando falo.
Desejei, muitas vezes, ser de outro jeito. Pensar menos, ouvir mais, concordar mais e aceitar mais...
Mas, aí, não seria o Eu de Mim. E eu não seria eu mesma
Marilina Baccarat escritora brasileira
Por que me sinto assim? Por que tenho vontade de chorar? Tenho cada dia mais raiva de mim mesma!!!! Queria conseguir te odiar... Mas a única coisa que consigo é odiar a mim mesma com essa situação....
Tanto tempo se passou
Mas de novo aqui estou
E sinto a mesma brisa
Que um dia me marcou.
Do terceiro andar
em meu telhado
Eu conseguia enxergar
Como é bela a ilusão.
Mas a ilusão me abandonou
Me aprensentou a solidão
Foi ela quem me fez partir..
E hoje eu retorno a Lisboa
Para contar tudo que aqui aprendi.
Achei em meu armario um retrato
De um passado mal guardado
Que partiu meu coração.
Amigos que jamais serão deixados
mesmo estando do outro lado
Esperando a solidão.
Eu sinto que preciso
encontrar você aqui.
Talvez não seja hoje
Mas um dia eu vou viver feliz.
escravidão é ter que acordar todo dia no mesmo corpo com a mesma mente. o resto é reflexo do que negamos de nós mesmos.
Quero sorver até a última gota, seja de prazer ou de dor, com a mesma sede de quem bebe a vida pela última vez.
Sempre dizemos para o Senhor: "Eis-me aqui".
Deus também nos diz a mesma frase: "Eis-me aqui" (Is 58:9)..
E qual a condicional que Deus nos impõe?
"Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniquamente; e se abrires a tua alma ao faminto, e fartares a alma aflita" (Is 58:9,10).
www.monicacampello.net
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Se entregar totalmente à liberdade de ser você mesma, quem tem luz própria em um mundo de escuridão é na verdade, uma benção.
Um dia você vai olhar para trás e lembrar dessa noite ....e sorrindo pra si mesma ...verá a Maravilha que fez pro teu coração...e a alegria que plantou em cada um de nós...essa noite é tua...mas as lembranças serão nossas ...em todo o tempo que passar ...e que bom plantarmos juntos hoje ...pra colher no futuro recordações de um dia tão especial para você...!!
Eu estou me deparando com uma realidade implacável: a alma é a mesma, mas o corpo começa a mudar. Cabelos, pele e alguns papéis sociais mudaram e mudarão. Dói, mas não adianta lamentar, essa é a realidade de todos que ficarem aqui na terra por mais tempo. Ah é ele o culpado, o impiedoso tempo. Mas, apesar de nos assombrar e de nos fazer lutar contra os efeitos da idade, todos nós queremos vida longa. Ver e sentir as mudanças é o preço. Então em conformidade eu digo: que venham muitos outros anos e que eu não lamente o efeito do tempo, mas me orgulhe sempre do que vivi e do que estiver vivendo.
Da mesma forma que se aprende o bem, se aprende o mal. Por mais que você tenha sensibilidade, a insensibilidade do outro pode te contagiar.
Nem a mesma rua,
Nem as mesmas casas,
nem as mesmas flores na janela.
As flores eram agora outras,
e outro também eram o seu perfume.
Meus pés pisavam outra rua,
Meus olhos, contemplavam outras faces.
Eles também eram outros.
Talvez mais duros, talvez mais frios.
Talvez por que não viu sua face,
Talvez por que não viu suas flores.
Senti areia sobre minhas córneas,
espinhos no meu coração,
e sob meus pés, paralelepípedos.
