Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue
Gosto de sentir o sangue pulsar em minhas veias e saber que tenho o controle.No entanto,as vezes,queria que alguém tomasse o controle de mim e soubesse o quanto sou frágil com todas as minhas forças.
Você é carne da minha carne, sangue do meu sangue, pele da minha pele.
Você á alma de minha alma, os pés dos meus passos a visão do meu olhar.
Resumindo, como posso então eu viver sem ti, se eu nasci no momento em que te conheci.
Só (DEUS) sabe o quanto eu amo você.
meu sangue, de você tão distante
Era pra você limpar
Limpar minhas lágrimas, escorridas
Lágrimas que caíram
E você as julgou
meu sangue, de você tão distante
Se afaste e negue tudo
E eu negarei tudo a você
Apoia-me, julga-me
Enquanto cuida de mim
Meu sangue em minhas veias ferve
Ferve como fogo
Com sua distância, tão distante
Carregou-me em seus colos
E no pior momento sumiu
Tua, a tua distância me afeta
Como mais um trauma não resolvido
Minha cor favorita não é rosa, nem azul
É roxo
Você nem me conheces
meu sangue, de você tão distante
Se vires sangue nas minhas letras
Podes crer...
É porque estou a escrever com o coração
Eu vivo escrevendo
Ideias incontroláveis
Pela minha mente
Hoje eu só te vejo...
Apenas em fotografias
Lembrando do que falávamos
Ideias todo dia
As nossas promessas
Foram escritas A beira-mar
Até a onda mais pequenas
Foram suficiente pra apagar-lhes
Nunca mais irei escrever
Se não for pra tu leres
Nunca mais irei escrever
Se não for pra mexer com
Os seus sentimentos
Eu escrevo enquanto chove
Não é mera coincidência
É o céu chorando comigo
sangue e lápis
asas da liberdade
entre linhas
algo que poucos
podem captar
perdi-me e me refiz
em refúgio abstrato,
disforme.
depois que te conheci,
ó Poesia,
ganhei forma no caos
que era meu rosto
torto.
meu eu-lírico
tornou-se
meu sangue,
meu respirar,
meu garfo.
dou corpo à dor,
a entalho—
para que ela
encontre o cinzel
e ali morra.
me dissolvo na escrita;
morro no papel
para renascer em cada linha.
se um dia eu calar,
morremos juntos:
verso e peito.
entre escrever e alívio,
escolhi sangrar.
quem escreve pra curar
continua doente.
Sangue se cobra e se paga com sangue. Amor, zelo, raiva, inveja, todos têm seus preços. Na vida, tudo que tem valor requer um pagamento, tudo precisa de seu sustento. No comércio da vida, o próprio caminho cobra seu preço. De uma forma ou de outra, ninguém sai devendo, mas alguns pagam preços altos e dolorosos. Por isso, sempre grata, Esú traz, e ele mesmo leva.
Pensamentos intrusivos me geram a energia necessária para materializar a minha arte de sangue em poesia e fazer valer a pena esses pequenos momentos da vida que estou vivendo. Pra mim é uma questão de inteligência e sagacidade viver esse extinto de sobrevivência da vida enquanto não vamos para o sono eterno. Essa existência é simplesmente a energia gerando mais energia para a lei do universo continuar sendo essa eterna harmonia e destruição onde os seres vivos mortais estão inseridos e se auto digladiando para se resumir tudo em teorias de vida pós morte ou a inexistência absoluta.
Sangue em Silêncio
Quero rasgar a pele,
abrir fendas onde a alma sangra em segredo.
Cada corte é um grito mudo,
um pacto silencioso com a escuridão que me habita.
Não é só dor física
é o vazio que corrói,
o peso da ausência que não cabe no peito,
é o eco das palavras que nunca chegaram,
das mãos que não seguraram.
Sou terra partida,
fragmentos que caem,
cacos de um ser que não sabe como se recompor.
Na lâmina, encontro a agulha que fura a névoa,
a única verdade tangível neste mundo insano.
O sangue escorre
vermelho, quente, real.
É o meu grito sem voz,
a minha resistência à anestesia da dor sem nome.
Mas mesmo nesse abismo,
há um fio frágil, quase invisível,
que prende o caos ao desejo de existir
uma luta sangrenta, feroz,
entre o desespero e a esperança que insiste.
"Nenhuma batalha vence mais que aquela onde se evita o sangue e se planta o perdão. O mundo precisa de mais pontes e menos muros."
Jesus venceu a morte e nos resgatou por meio do Seu sangue. Hoje, como comprados por esse precioso sacrifício, pertencemos a Ele. Somos Sua propriedade exclusiva, chamados a participar de Sua glória e santidade.
A sombra do poder institucional é um véu de sangue inocente, que pende como um crepe fúnebre sobre a história da humanidade, lembrando-nos de que a autoridade e a ordem são frequentemente compradas ao preço da vida e da liberdade.
O trono do poder é um altar onde se sacrificam as vidas inocentes, e o sangue derramado é o óleo que unge os cetros da autoridade, enquanto a história se desenrola como um tapete de mármore, manchado pelas lágrimas e pelo sangue dos oprimidos.
A sede de poder das instituições é um rio que flui invariavelmente através de um leito de sangue inocente, derramado pelas mãos daqueles que se arrogam o direito de governar em nome da ordem e da autoridade.
O exercício do poder institucional é invariavelmente acompanhado pelo espectro do sangue inocente, derramado em nome da autoridade e da ordem.
Laços de sangue, laços eternos.
Gerações se entrelaçam, laços fraternos.
Em seus olhares, vejo meu reflexo.
Nas suas histórias, o próprio enredo.
Em cada suspiro, em cada riso,
o amor atravessa o abismo do tempo, preciso.
Livro: O respiro da inspiração
A liberdade é o bem mais caro e, entre os oprimidos é cobiçada.
Quando tirada, apenas o sangue é aceito para recuperá-la.
eu percebi no vínculo mais próximo de um parente de sangue a frieza de um defunto,
É interessante o homem gostar de parecer ser bom para amigos e cruéis para os parentes mais próximos. onde mora a nobreza de esnobar o irmão da sua própria casa e tratar como um rei uma pessoa que não tem vínculo sanguíneo algum com você. o Que Deus falaria pra vc no dia do embate? pense nisso.
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