Agradecimento á Escola

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⁠A vida pode ser mais simples, menos expositiva, simplesmente, mais vivida.

Inserida por Vinicius_Mallaquias

⁠A qualquer momento Ele chegará para derramar amor!

Inserida por ValMoni

⁠nunca se pergunte como ele(a) consegue e você não, se pergunte o porquê você não consegue.

Inserida por YujiHatamoto

⁠A fé é o combustível da vida e somente a gratidão nos permite olhar o caminho e contemplar a beleza daquilo que já alcançamos.

Inserida por arlete07

⁠A pior morte é a da natureza, pois é justamente ela que nos mantém vivos.

Inserida por JosiJL

⁠A Polêmica do Gato no Qatar
Na quarta-feira passada, dia 07, uma cena incomum chamou atenção durante a entrevista de Vinicius Júnior. Enquanto o jogador respondia às perguntas dos jornalistas, um gato invadiu a sala de imprensa do estádio Grand Hamad. Logo em seguida, o assessor de imprensa da CBF, Vinicius Rodrigues, retirou o gato do local. A maneira que o assessor pegou o felino, no entanto, gerou polêmica na lacrosfera marxista e alienada em que essa gente vive. Houve xingamentos, lacrações, ameaças de processo, alguns até aventaram pedir intervenção do Xandão.
Mas, qualquer um que lide com pets sabe que a técnica correta para segurar um felino assustado sem sair arranhado ou mordido é precisamente aquela usada pelo assessor da CBF; por isso nada justifica a histeria da lacrolândia marxista alienada em torno de um gato retirado de cima de uma bancada. E a situação se torna ainda mais doentia quando nos lembramos de que a lei presente no país onde cometeram o terrível crime de não providenciarem uma escada com tapete vermelho para o tal animal é a responsável por inúmeros atentados contra a dignidade e a vida HUMANA cometida regularmente no Qatar. Para não entrar em questões como perseguição religiosa e banalização da pena de morte, peço que pesquisem, por exemplo, sobre as obras locais para a realização desta Copa, e percebam que as condições de trabalho dos estrangeiros no Qatar beiram a escravidão. Mesmo assim, lá está um bando de LACRADORES ALIENADOS MARXISTAS desprovidos de uma causa maior pela qual lutar, mas indignados com um bicho que foi tratado como bicho. Foi o poste mijando no cachorro, ou melhor, a areia mijando no gato.
Como Paulo nos alertou em Romanos 1.23: “E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis”.
Pense nisso é bom domingo!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠A Copa do Mundo e os Conceitos da Noção de Ausência e Falta


Sempre tive dificuldades para entender muita coisa nesta vida. Coisas que aos outros parecem pequenas, perante mim, elas se agigantam. E eu me apequeno diante delas. Desconfio que isso seja psicológico. Há muitas faltas na nossa breve existência que em algum tempo não foram preenchidas. Porém não é sobre isso que tentarei esclarecer o nebuloso objeto deste monólogo. Antes de tudo, adianto ao possível leitor, que tal clareza busco para meu espírito. Se mais alguém ficar satisfeito com aquilo que vier à superfície, dou-me por satisfeito também, como o finado Brás Cubas. Se não ficar, não pagarei com um piparote. É assunto subjetivo e cheio de lirismo. Vamos ao problema.
A questão que nunca ficou nítida para mim é a distinção que se faz aos conceitos de ausência e falta. Músicos, poetas, filósofos sempre falaram sobre o significado diferente que esses termos têm entre si. Para Nando Reis a falta, por exemplo, é a morte da esperança, mas ele justifica sua ideia com uma situação do roubo de um carro, na letra da composição, o que faz com que eu não experimente essa sensação de perda absoluta sentida pelo eu lírico. Um outro exemplo, é o poema dedicado por Manoel Bandeira a Mário de Andrade em razão da morte deste, "A Mario de Andrade ausente". Embora chegue a tocar no objeto da ausência, pela tristeza provocada no leitor, fico sem uma clara noção do que seja o elemento da falta, apresentado pelo poeta. Porém a esperança que temos é a de que qualquer objeto que se insinua nos signos determinados por ele, mais cedo ou mais tarde, um dia se revelará em signos mais familiares. Não como uma primeira revelação, mas como um desdobramento de si mesmo em tantos outros signos que a realidade vai formando em cada um de nós. Finalmente, parece que o momento dessa revelação chegou sob a aparência de um grande elemento da cultura global: a Copa do Mundo.
Millôr Fernandes, na moral da sua fábula, A morte da tartaruga, arremata no desfecho da narrativa, de modo genial, ao nos abrir os olhos, o conceito de perda, quando enuncia: 'o importante não é a morte, é o que ela nos tira.' Durante muito tempo, essa afirmação, contextualizada no enredo da fábula de Millôr, ficou martelando na cabeça, porque a narrativa é surpreendente. Desconfio agora durante a Copa, que a sensação de perda sentida pelo garotinho pela frustração de não ter mais funeral, uma vez que a tartaruga não morrera, é parecida com a derrota do Brasil para a Croácia e sua consequente saída do torneio.
A Copa do Mundo é uma festa. É um cerimonial para o qual nos preparamos a fim de desfrutarmos das coisas que só o lúdico é capaz de trazer ao espírito. É um torneio único para o mundo do futebol. Primeiro, é único pelo espaço de tempo entre um evento e outro. Quatro anos parecem ser pequeno, porém para um torneio que provoca tantos efeitos de sentidos, de fato, não é. Em quatro anos, mudam-se governos, crianças nascem e, legalmente, precisam estar matriculadas em alguma instituição educacional, terminam-se ciclos de estudos na escola, nos institutos, universidades etc. Para quem sai da Copa sem ser campeão, o tempo parece interminável. Comissões técnicas são renovadas porque outras foram destituídas e, às vezes, muda-se toda uma geração da bola para dar lugar ao novo. É a força do tempo na transformação das coisas.
Segundo, o torneio é único porque estar na Copa é a glória de um país. É um cerimonial vivido durante trinta dias: a entrada em campo, o cantar do hino oficial do país, as resenhas midiáticas que proliferam...A afirmação de pertencimento a determinada nação parece se intensificar ao ouvirmos o toque magistral da nossa música mais emblemática. Somente a Copa produz isso. Acrescente-se a tudo, o fato de que nada se compara à vibração das torcidas na hora do gol. Como dizia o slogan de um programa de televisão: ‘Gol o grande momento do futebol’.
Evidentemente, a Copa cria um clima que mexe com uma nação inteira. Calendários são ajustados para ninguém perder os detalhes da seleção que nos representa enquanto Pátria e Nação. A cada vitória, vamos sonhando com a chegada da grande final. Até os jogos dos outros são importantes porque queremos imaginar quem serão os nossos possíveis futuros adversários na passagem de uma fase para outra. Depois da fase de grupos, tudo é tenso e eufórico.
Particularmente, nesta Copa, preparei-me para assistir Holanda e Argentina e ao confronto mais esperado: a boa seleção inglesa contra a atual campeã e favorita ao título, a França. Pelo bom desempenho de futebol e resultados na Copa, a Inglaterra fez crescer o meu interesse pelo jogo dela contra a equipe francesa, que já demonstrou ser uma seleção altamente perigosa, porque sabe aproveitar oportunidades perdidas pelos outros e conta com excelentes jogadores para concluir jogadas. Do outro lado, queria ver também a Argentina no confronto com a Holanda, porque os argentinos são os nossos maiores rivais, não em títulos, pois a diferença é gigantesca. Somos penta há vinte anos, e eles há trinta e seis anos lutam para buscar um tri. É mais uma rivalidade de parentesco. São nossos vizinhos mais chatos.
Entretanto, embora não confiante e satisfeito com o futebol apresentado pelo Brasil, confesso que a expectativa para ver outros jogos já mencionados, era justamente a esperança de ver um confronto Brasil e Argentina ou Brasil e Holanda na semifinal. Todavia, nem por isso, subestimei a Croácia, tampouco, superestimei a seleção brasileira. Mas não contava ver uma equipe, durante um bom tempo da partida, tão atrapalhada em campo contra uma Croácia que, apesar do bom resultado no Mundial de 98 e, principalmente, porque é atual vice-campeã, ela não figura na tradição das copas: só tem seis participações. O nome ainda pesa muito para se criar uma cultura de respeito mundial. Não falo do respeito dos críticos, mas do nosso: o torcedor.
Mas como dizia, o futebol atrapalhado do Brasil contra a Croácia, a meu ver, foi o que pesou muito para sairmos da Copa, aliás, em nenhum momento a Seleção apresentou um futebol envolvente e convincente durante os cinco jogos disputados. Penso que o ex-treinador foi o grande responsável por isso. Não víamos um desenho de jogo em campo quando a bola rolava, apesar de termos uma boa seleção. A qualidade da nossa geração atual é boa para o momento. Do mais jovem ao mais experiente quase todos estão jogando na melhor praça de futebol do mundo, a Europa milionária. Mas em campo, mesmo com esses craques fazendo algumas jogadas diferenciadas e resultando em gols, no geral o Brasil foi um time fraco para a dimensão de um torneio curtíssimo. Por isso que sua saída da Copa me deixou triste, mas não decepcionado. Faltou o encanto que nos derruba quando caímos jogando bonito. E isso já faz tempo que não acontece.
Abro aqui um pequeno parêntese, para dizer que é bastante compreensível entendermos a grande tristeza dos novos torcedores. Mais do que os veteranos, os novatos aguardavam com ardência pela final, principalmente, quem nunca viu o Brasil ganhar uma Copa. Seria o almejado hexa para o velho e para o novo. Nos distanciaríamos ainda mais da demais seleções do mundo. Para a nova geração de torcedores, a tristeza e decepção chegaram com igual intensidade. Mas o torcedor de mil novecentos e antigamente, acostumado ao grande futebol do passado e a grandes derrotas também, por certo, não está sofrendo com a perda da Copa atual. Aliás, é bem interessante o que as Copas produzem nos torcedores de diferentes idades. Um brasileiro de vinte anos, por exemplo, deve ter em mente que a maior tragédia da Seleção foi a derrota de 2014 no Brasil para a Alemanha. Uma mancha eterna no nosso orgulho. Porém, os torcedores de bem mais outrora sabem e ainda sentem que a maior tragédia foi a derrota na Espanha de 82. A Itália de um certo Paolo Rossi derrubou o melhor futebol do mundo. Para muitos, o único futebol que é comparável ao de 70 de Pelé e companhia. Mas não é sobre isso que trato neste monólogo.
Ao fim e ao cabo, saímos da Copa e perdemos o direito da presença. Não a nossa presença física. Muitos brasileiros ficaram por lá. Milhões continuam assistindo ao resto da Copa pela televisão, como eu também. O que perdemos, evidentemente, foi o direito da presença da Copa em nós. Isso é coisa que não se explica. Mas pode ser sentida. Eu, por exemplo, fiquei sem achar motivos para assistir Holanda x Argentina, Inglaterra x França, embora tenha assistido e forçado a barra para vibrar com o futebol das duas últimas equipes. Mas as ruas ao redor já estavam silenciosas, sem a energia da própria nacionalidade. De repente, a Copa se tornou estranha, vazia, apesar da força da mídia em manter seu brilho. Deve ser este o grande medo que já vivemos em outros eventos: a estranheza. Cada jogo se torna mais um. Para minimizarmos isso, a mente cria a estratégia de simpatizar com algum outro país, a fim de buscar nele uma afinidade ou empatia que gere em nós o desejo de torcer pelo estrangeiro, apenas como forma de dar sentido àquilo que perdemos. O sabor da Copa em nós, a adrenalina da tensão que só o sentimento de pertinência provoca.
Verdade é que, quando a seleção sai da Copa, perde-se o clima, porque a nacionalidade volta para casa também. Esse vazio que fica deve ser aquilo a que chamam de FALTA. A falta é a morte da presença. Manoel Bandeira, afirma, no caso da morte de Mario de Andrade que ela, a falta, viria um dia, pela força persuasiva do tempo. Mas não de modo repentino, como acontece na desclassificação de uma seleção afeita à cultura do futebol como a nossa. Perde-se o sabor, o colorido dos lances. Agora é possível conversarmos, durante as partidas, desinteressados pelo jogo dos outros, porque a ansiedade é alheia. A falta imediata da presença da Copa, em nós, gera estranheza. Fomos desconectados do Mundial sem aviso prévio. É um corpo social que fenece abruptamente. Morremos.

Inserida por ElizeuSilva

⁠A vida é um encontro de pessoas e cada pessoa é um planeta que outras ao redor delas orbitam. E Deus, o meu, é esse cosmo no qual todos cabem e a todos organiza em uma ordem que mesmo desordenada foi por ele constituída.

Inserida por mardoniobarros

⁠A desgraça dos deprimidos é enxergar a realidade como ela é.

Inserida por PensadorRS

⁠⁠A vida é um mistério e é difícil de ser entendida. Vivemos fazendo planos e mais planos constantemente, a cada respirar e a cada batida do coração são motivos para isso, porém, nunca sabemos quando e nem se irão ser realizados. Apenas a vida passa e o tempo fica e consigo ficam os sonhos e planos de cada um de nós.

Inserida por henriiquepaz

⁠A sua presença é tão doce
Os seus beijos são melhores que mel
Teus lábios nos meus fazem o tempo parar
Me apaixonei profundamente em teu olhar...

Por isso... eu quero te abraçar, quero te beijar
Quero te fazer feliz
Te surpreender
Cantar até o anoitecer
Você é tudo que eu sempre quis
(eu quero te abraçar, te beijar, te fazer feliz...)

A sua presença é tão doce
Seu abraço é como um lar
Com você tudo fica mais bonito
O cinza se colore
A tristeza se esvai
É contigo que eu quero estar

Por isso... eu quero te abraçar, quero te beijar
Quero te fazer feliz
Te surpreender
Cantar até o anoitecer
Você é tudo que eu sempre quis...

Inserida por OpensadorKau007

⁠A vida pode trazer muitos sofrimentos, uma vida eterna; sofrimentos eternos. Abioye

Inserida por AbioyeBrown

⁠⁠"A justiça é um bem tão valioso
que até os injustos querem se beneficiar dela."

Inserida por IRLins

⁠A sabedoria do observador é se manter de boca fechada. Quem o protege de um laudo errado? Somente a lingua adormecida.

Inserida por Lupaganini

⁠A vida é um eterno movimento, e diante deste caminhar nos deparamos com diversas situações que são muitas vezes positivas, gloriosas e outras vezes negativas. Somos responsáveis direto ou copartícipes, ou então , simplesmente estávamos ali, fazendo parte, fomos de certo modo testemunhas direta. Somos responsáveis pela nossa estória, acertos e erros fazem parte de nós. Se erramos ou acertamos, se fomos imprudentes ou negligentes, esta é uma questão pessoal, é minha, é sua. A vida continua, a vida não permite ensaios, a vida não para enquanto estiver vida, a morte sim. Viver é responsabilidade de todos nós. Que possamos ser responsáveis direito em cada fase da nossa existência. Quem eu sou e o que sou hoje é uma projeção do que eu fiz e tenho feito a cada dia do meu existir, a cada momento, a cada tempo. Viva, erre, não se puna por ter errado mas erre menos, acerte mais. Somos vida, somos responsáveis por todos os nossos passos. Ninguém mais é responsável por mim e por você. Viva!!

Inserida por professorjuliopaula2

⁠⁠A vida é muito curta para fazer jogos de desinteresse e disputar quem consegue demostrar menos afeto, porém não se sujeite, ou se iguale a pessoas assim. Ame, faça, conte, enquanto a vida, demostre. Porém, se não houver reciprocidade, se afaste em silêncio.

Inserida por LwaysMercury1469

⁠"A vida é uma jornada muito longa para caminhamos só, e seu fardo fica mais simples, leve e afável de se carregar quando compartilhamos parte dele com aqueles que escolhemos ter conosco em fidelidade e compaixão."

Inserida por wandermedeiros

⁠⁠A crença de que existe apenas uma verdade e de que você próprio está em posse dela é a raiz de todos os males do mundo

Inserida por GABRIELBRANDAO

⁠"A aridez do tempo e a resistência natural das coisas são um convite a inércia e ao acomodamento, porquanto todas as vezes em que você se põe em marcha para construir e transformar o seu destino, não são poucas as adversidades que se tem que enfrentar. Todavia, não é sem isso que você vence, acredite, o êxito advém de quando se entende que apesar de tudo isso, absolutamente nada pode te fazer parar."

Inserida por wandermedeiros

⁠A vida deve ser vivida com toda a simplicidade. Seja simples e modesto, a arrogância nos leva ao período primitivo.

Inserida por DamiaoMaximino