Uma carta em Forma de poema de Amizade

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"Nem tudo precisa estar perfeito, às vezes é no imperfeito que a gente vai tomando a forma correta "
A perfeição é um mito, é no processo de imperfeição que encontramos a nossa verdadeira forma. É como se a vida fosse um processo de modelagem, e as imperfeições fossem as marcas que nos tornam únicos.


Devemos dar importância, aceitar e abraçar as nossas imperfeições, em vez de lutar para alcançar uma perfeição inalcançável. É no imperfeito que encontramos a beleza e a autenticidade.
Às vezes eu quebro ...
Então eu cresço diferente...


"A perfeição é um obstáculo para a criatividade e a inovação. É no imperfeito que encontramos a liberdade de criar e crescer."

⁠Deus é relacional
Deus não tem forma humana, mas isso não quer dizer que Deus seja amorfo (sem forma). Nas Escrituras percebemos que Deus usa a antropomorfia (O antropomorfismo significa “em forma humana” – do grego antropos, “humano”, e morfe, “forma”) e a antropopatia (O antropopatismo significa “em sentimento humano” – do grego antropos, “humano”, e pathos, “sentimentos”).
O recurso do antropomorfismo e do antropopatismo nas Escrituras são muito importantes para o leitor, pois Deus sendo infinito e os seres humanos finitos, Deus para ser entendido precisa falar numa linguagem humana. Portanto, para que pudéssemos obter algum conhecimento de Deus, Ele falou a nós de uma forma inteligível e tenhamos comunhão (relacionamento) com Ele.
As Escrituras usam partes do corpo humano (antropomorfismo) como a “face” de Deus (Ex 33.20), “olhos” e “pálpebras” (Sl 11.4), “ouvido” (Is 59.1), “narinas” (Is 65.5), “boca” (Dt 8.3), “lábios e língua” (Is 30.7), “dedo” (Ex 8.19) e sentimentos (antropopatismo) como “arrependimento” (Gn 6.6), “aborrecimento” (Pv 6.16), “furor, ira e indignação” (Ez 13.13).
Dito isto, devemos ter cuidado na interpretação da linguagem antropomórfica e antropopática na Bíblia, pois, são aplicações de características físicas e sentimentos humanos a Deus como um recurso didático e uma linguagem analógica para que possamos compreender a revelação divina. Outra coisa importante é compreender que os sentimentos de Deus não são idênticos aos nossos, apenas semelhantes em algum aspecto. Um exemplo disso são os textos bíblicos que falam de Deus como que demonstrando arrependimento (1º Sm 15.10-11,35), mas a Bíblia também diz que Deus não se arrepende (1º Sm 15.29). Então devemos entender que quando os escritores bíblicos falaram de Deus se arrependendo, eles tinham em mente um sentimento essencialmente diferente do sentimento humano de arrependimento, mas que por causa das limitações de nosso conhecimento e linguagem, não havia uma forma mais inteligível de falar.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Da criação do cosmos à consumação escatológica, a revelação divina se desenvolve de forma orgânica e progressiva. Os grandes eixos da teologia bíblica evidenciam essa continuidade:
- Criação: O desígnio original e a soberania de Deus.
- Queda: A entrada do pecado e a corrupção da humanidade.
- Aliança: O pacto divino de fidelidade com o Seu povo.
- Redenção: A obra soteriológica culminando em Jesus Cristo.
- Consumação: A justiça, a misericórdia e a esperança final.

Dor profunda


A dor que às vezes inunda o peito profundo
toma forma e essência num instante fecundo...
Entre sombras e luzes, a alma vai navegando,
encontrando na poesia um porto seco e seguro.
Assim, envolve a vida com melodia suave,
fazendo do sofrimento um doce enclave.
Na dança das palavras, tudo ganha sentido,
e o espírito encontra seu caminho perdido.
Tudo, num piscar de olhos, acaba fazendo algum sentido.

⁠Agora tudo é só
lembranças.
Momentos bons,ruins
São lembrados da mesma forma?
Aquele sorriso no canto da boca
Ao lembrar
Dos namoricos, das brigas
Das pessoas
Que foram embora e que já não
Estão como eram em nossas
Memórias
As coisas parecem distantes e
Ao mesmo tempo são rememoradas
Como se estivessem acontecendo neste
Mesmo instante.
Como aconteceu? Será que lembramos
O bastante?
Desde quando o mundo é assim?
Será que estou velho
Ou é ele que desde sempre é ruim?
Os amigos, nem lembro como
Os conheci
Desde quando eles sabem tanto
Sobre mim?
E as perguntas que tínhamos
Já encontramos as respostas?
Tudo já foi vivido e
São apenas memorias, mas
E quando estamos lá, vivendo
Por quê não nos disseram que
Seria apenas aquele momento?
Por quê tínhamos a impressão
Que éramos imbatíveis para o
Tempo?

julie.


Há uma menina que ainda não existe no mundo, mas que, de alguma forma, já existe dentro de mim.


O nome dela vai ser Julie.


Eu ainda não sei quando ela vai chegar. Não sei se será daqui a alguns anos, se a vida vai demorar para colocá-la nos meus braços ou se o destino ainda está decidindo se nossos caminhos realmente precisam se encontrar. Talvez ela nem saiba que eu já penso nela. Talvez, enquanto eu escrevo isso, ela esteja em algum lugar que eu jamais poderia imaginar, vivendo uma vida que ainda não tem nenhuma relação com a minha.


Mas eu já a amo.


E talvez essa seja uma das coisas mais bonitas sobre o amor de um pai. Ele pode começar antes mesmo de existir um rosto para olhar.


As vezes eu me pego imaginando os olhos dela. Não sei exatamente como serão, mas já consigo imaginar a maneira como eles vão me procurar quando ela estiver assustada, quando precisar de colo ou simplesmente quando quiser encontrar o pai no meio de uma multidão. Imagino o sorriso, o jeito de falar, as manias que provavelmente vão me tirar do sério e, ainda assim, fazer com que eu queira guardar cada uma delas para sempre.


Imagino seus primeiros passos pela casa.


Imagino a voz me chamando de pai.


E acho que é nesse momento que eu percebo que existe uma versão de mim que ainda não conheço.


O pai da Julie.


Talvez ela transforme completamente a minha vida sem sequer perceber. Talvez eu passe a dirigir mais devagar, a olhar o relógio com mais frequência, a pensar duas vezes antes de tomar certas decisões. Talvez minhas preocupações deixem de ser apenas sobre mim. Talvez eu descubra que existe alguém capaz de ocupar um espaço dentro de mim que eu nem sabia que estava vazio.


Eu imagino uma menina pequena segurando meu dedo com a mão inteira.


E acho que, naquele instante, eu entenderia que faria qualquer coisa por aquilo.


Não porque ela teria feito alguma coisa para merecer.


Não porque ela precisaria me devolver alguma coisa.


Mas simplesmente porque seria minha filha.


Esse é o amor que ainda não conheço, mas que já consigo sentir chegando de longe. Um amor que não pede reciprocidade, que não depende de respostas, que não precisa ser escolhido todos os dias porque já nasceu decidido. Um amor que provavelmente vai me ensinar que existem pessoas pelas quais você não pensa duas vezes antes de colocar o mundo inteiro nas costas.


Eu penso na Julie crescendo.


Na primeira vez que ela cair e olhar para mim esperando que eu diga que está tudo bem.


Na primeira vez que ela chegar em casa chorando porque alguém machucou seu coração.


Na primeira vez que ela quiser sair sozinha e eu precisar aprender que protegê-la também significa deixá-la ir.


Talvez eu seja aquele pai meio bobo que vai querer saber onde ela está, com quem está, se chegou bem. Talvez eu seja exageradamente protetor. Talvez eu precise aprender, todos os dias, que ela não nasceu para viver dentro das minhas mãos, mas para construir a própria vida.


E mesmo assim, em algum lugar dentro de mim, sempre vai existir aquele homem olhando para uma menina pequena e pensando:


"Como pode alguém tão pequena significar tanto?"


Eu não sei como serão os olhos dela.


Não sei se ela vai gostar de música, de livros, de filmes, de desenhar ou de qualquer coisa que eu imagine hoje.


Não sei se ela vai parecer comigo.


Não sei se vai torcer para o Palmeiras(mas deveria)


Não sei se vai herdar meu jeito, minhas manias ou se vai ser completamente diferente de mim.


E talvez seja justamente isso que torne tudo tão bonito.


Porque eu não amo uma pessoa que conheço.


Eu amo a possibilidade dela.


A possibilidade de um dia abrir uma porta e encontrar uma menina correndo na minha direção.


A possibilidade de ouvir uma voz dizendo "papai".


A possibilidade de segurar alguém nos braços e perceber que, depois daquele momento, minha vida nunca mais vai ser somente minha.


Julie ainda não sabe se vem.


Eu também não sei quando.


Mas, se um dia ela vier, espero que encontre em mim um lugar seguro para voltar.


Espero que ela saiba que pode errar sem deixar de ser amada, cair sem ter vergonha de pedir ajuda, crescer sem medo de me perder.


Espero que, quando ela for grande o suficiente para entender essas coisas, saiba que antes mesmo de existir para o mundo, já existia em meus pensamentos.


Que antes de eu conhecer seu rosto, eu já imaginava seus olhos.


Antes de ouvir sua voz, eu já imaginava como seria escutar "papai".


E antes de poder segurá-la no colo, eu já sabia que, se a vida me desse a oportunidade de ser o pai dela, eu faria tudo o que estivesse ao meu alcance para que ela nunca duvidasse do quanto é amada.


Talvez esse seja o maior sonho que eu ainda não vivi.


Uma menina chamada Julie.


A menina do papai.


Uma pequena pessoa que ainda não chegou, mas que já ocupa um pedaço enorme de um coração que nem sabia que estava esperandp por ela.


E quando ela finalmente chegar, se chegar, talvez eu olhe para aqueles olhos que passei tantos anos imaginando e perceba que eu estava errado sobre uma coisa.


Porque talvez eu tenha passado a vida inteira tentando imaginar como seria amar minha filha.


Quando na verdade, bastaria conhecê-la

Na púrpura da realidade
Se da escolha ou é escolhido
Se escolhe o que você é?
É uma forma que se cria?
Um desejo que se forma?
Ou que é pela sua compreensão e desejo...
Opção sexual?
Tabus da sociedade?
É aceito ou se torna mais um dentro de um dogma religioso...
Tudo ponto de vista pragmático sera?
Pois tantos preconceitos...
Julgamentos e perseguição...
Sois é nada mais que é...
Tudo que é compreendido é a ignorância.
Pois o que somos dentro deste mundo alucinante...

​O Eco do Vale
​Nas ruas vazias em ruínas, o frio traduz o sentimento que ganha forma e contorno.
O frio cedo, quase rarefeito com neblina, rebobina o sono quase preguiçoso.
Nos desejos, apenas o cansaço da noite, como a ressaca do sono.
​O chuveiro resolve qualquer problema, mas o frio contrasta com a feira de rua:
Pessoas passam com pressa em suas prisões mentais.
O barulho do vento contrasta com o desejo de ver o pôr do sol,
Mas a fome parece sair de uma ficção científica.
​A luz tímida do tempo nublado mistura-se ao frio cortante.
Cachorros latem e dão eco no vale, como na planície em outras horas no passado.
​Vejo notícias e vejo também modinhas, que se traduzem como algo insípido...
Pois quem entende o que os humanos fazem?
Deepfakes mostram um novo aliado: o ar de beleza exposta em um cenário caótico.
​Política dentro do final de semana parece cerveja quente sem álcool...
E ainda com sabor de frutas.
​O cheiro de churrasco definha meus pensamentos.
Ao longe, barulhentos rumores de chuva; a música barata tira o silêncio.
​Até os pássaros têm frio.
Por Celso Roberto Nadilo
O rio sujo ar pesado fumaça das fábricas é simplicidade o final de semana.

DEPRESSÃO

Uma vez, refletindo sobre a depressão, tentei encontrar uma forma lúdica de explicar algo tão complexo.
E me veio a seguinte imagem:

Imagine que você percorre um caminho.
Esse caminho é feito de escolhas.
Você escolhe, cria oportunidades, dá passos, acredita que está indo na direção certa… e segue.
Segue sem olhar para trás.

Até que, ao final desse percurso, você se depara com um muro enorme.
Uma rua sem saída.
Você caminhou, caminhou… para chegar exatamente ali.

Então você olha para trás e pensa em voltar pelo mesmo caminho.
Mas não é possível.

O caminho por onde você veio agora está tomado por obstáculos imensos.
Obstáculos que surgiram ao longo do percurso.
Eles são as escolhas feitas, as decisões tomadas, as histórias vividas — e escolhas não podem ser desfeitas.

Diante desse muro, dessa rua sem saída, o que resta é sentar, encostar nele e olhar para trás.
Encarar uma trilha cheia de bloqueios, lembranças e pesos.

Alguns conseguem permanecer ali.
Fazem uma fogueira, sobrevivem como podem, encostados no muro, olhando para o passado.
Vivem presos às escolhas que os trouxeram até um lugar sem saída.

Outros não conseguem existir nesse espaço.
Presos entre o que foi e o que nunca chegou a ser.

Porque à frente há apenas um muro intransponível,
e quando não se enxerga futuro, a esperança desaparece.

E sem esperança, a vida perde o sentido.

Isso é depressão.

O silêncio do mundo
talvez seja uma forma de adaptação.


O que está fora da simulação...?


Como reconhecer o que está fora,
usando ferramentas que pertencem
ao lado de dentro?
E se tudo que conhecemos como realidade
for apenas a interface.
Isso me lembra a Caverna.
E se o instrumento que me guia
pertence àquilo, que estou a questionar.
Prefiro o conforto da minha caverna
mesmo sendo feita de escuridão.


Lembrei de uma frase do metrô:
"A gente se acostuma mas não devia"


Marina Colasanti


é obedecer tanto que deixamos
de estranhar aquilo que deveria nos revoltar.


Andréa

O amor é fluido; o caráter, não.

O amor muda de forma. Às vezes cresce, às vezes diminui, às vezes até chega ao fim. Ele acompanha os movimentos da vida, das escolhas e do tempo.

O caráter, porém, permanece. É ele que revela quem somos quando o amor já não basta, quando surgem os conflitos, as frustrações e as despedidas.

Porque deixar de amar pode acontecer. Mas humilhar, manipular, ferir ou desrespeitar alguém nunca é consequência do fim do amor é reflexo da ausência de caráter.

O amor é fluido. O caráter não.

As Mãos Que Dão Forma

Pai,

há homens que passam pela vida,
e há homens que deixam marcas.

Tu aprendeste a conversar com a matéria,
a ouvir o silêncio da pedra,
a descobrir formas onde outros
apenas veem um bloco sem vida.

Com as tuas mãos,
dás rosto ao que era vazio,
forma ao que era bruto,
e alma ao que parecia apenas matéria.

Mas a tua maior obra
talvez não esteja numa escultura.

Está nas pessoas que tocaste,
nos caminhos que abriste,
nos ensinamentos que deixaste,
e em mim.

Porque, sem perceber,
também foste escultor da minha vida.
Com paciência, firmeza e amor,
foste moldando quem hoje sou.

E como toda grande obra,
a tua história não se mede apenas
pelo que as tuas mãos criaram,
mas pelo legado que elas deixam.

Hoje celebro o homem,
o artista,
o pai.

Que a vida continue a oferecer-te matéria
para criares,
tempo para sonhares,
força para continuares
e motivos para sorrir.

E que, quando um dia olhares para trás,
possas reconhecer na tua caminhada
a mais bela das esculturas:

uma vida construída com as próprias mãos.

Feliz aniversário, Pai.
Que o teu legado continue a ganhar forma
muito depois de as tuas mãos descansarem.

Vivemos entorno de vibrações, nosso corpo físico, espiritual e energético, percebe de forma clara inquestionável qual é a sintonia fina melhor e mais prospera para nossa existência.
Alguns chamam de intuição e outros de premonição mas é mais do que isto, é na verdade a medida sonora do nosso diapasão interior que vibra na mesma freqüência, e repete a nota ou não se altera, emudecida imóvel. Isto vale para a vida em todos ambientes e em todos contatos com pessoas.

Do que antes era vazio, criou-se forma...
Do que antes era árido, criaram-se águas...
Do que antes era cinza, criaram-se cores...
Do silêncio, do vazio e do frio, nasceram sons e calor...
Do que era somente parte, virou todo...
Do que antes era pouco, deságua uma infinidade de possibilidades...


Então, aqui, inquietante espera,
até te conhecer...

Dar forma ao pensamento por meio das palavras é um ato de resistência contra o esquecimento. Uma ideia registrada em um livro é uma voz que continua sussurrando séculos depois de o autor ter silenciado. Mais do que deixar riquezas, o nosso maior desafio é garantir que o pensamento humano continue respirando através das histórias que decidimos contar.
(Marcelo S. Cruz)

A: - A religião é única responsável por toda forma de violência, preconceito e estupidez humana. Mas o homem tribal não pode viver sem um deus inventado, sua vida perderia o sentido, então prefere ser escravo do mito, por isso não escuta a sua consciência, testada por milênios que diz: "o homem deve assumir toda responsabilidade pelos seus atos.

B: - Talvez não seja esta toda a verdade, pode ser pelo fato do homem mal intencionado apenas usar a religião como desculpas para sua boas e más ações. Assim vivem e matam em nome de Deus.

Evan do Carmo

O amor só existe no presente. Colecionar memórias não é uma regra sobre a forma do humano amar.


Afetos e memórias são relativas.
O painel de controle interior para amar foi esquecido em meio a tanta alienação.


Podemos construir um futuro incrível juntos ou padecer em guerras imaginárias movidas ao ego de predadores de crianças e bebês.

A única forma de realizar um trabalho em silêncio, num espaço público, sem media, sem televisões, sem redes sociais, sem Facebook, sem TikTok, sem ruído é, paradoxalmente, não o realizar.
Vivemos num tempo em que a informação já não circula num vácuo fechado; ela propaga-se num campo aberto, permanentemente atravessado por acções externas, olhares, algoritmos e interferências invisíveis. O silêncio, hoje, tornou-se uma ausência quase impossível.
Furucuto, 2026

Filhos x Meio social


A falha no contexto familiar pode interferir de forma negativa na sociedade.


Filho rebelde, aluno desrespeitoso.


Filho irresponsável, profissional relapso.


Filho agressivo, cônjuge autoritário.


Filho individualista, indivíduo egocêntrico.


Uma boa educação familiar é o melhor caminho para a construção de um meio social harmonioso.


13/07/26

: O Eco do Bem


Quando o eco do nosso acolhimento retorna em forma de traição, a nossa primeira reação é o desejo de erguer muros invisíveis e nunca mais nos expormos. É um processo natural sentir o peito apertado pelo peso da decepção, mas a verdadeira sabedoria reside em não permitir que a escuridão do outro apague a nossa luz interna. O ato de acolher deve ser um pacto de amor entre nós e a nossa própria consciência, uma entrega feita porque o nosso coração transborda bondade, e não como uma moeda de troca. Quem acolhe com pureza pode até se sentir temporariamente vazio, mas a vida sempre encontra um meio de reabastecer