Textos Reflexivos sobre Crianças

Cerca de 3827 textos Reflexivos sobre Crianças

Senhor
quantas crianças ficaram por nascer hoje?
porque as pessoas acham
que seriam maltratadas,
mal-educadas,mal alimentadas..
que seriam desnecessárias ao mundo!
Protege estes seres inocentes da maldade..
de todo o ser humano que somos todos nós.
Acolhe-as no teu leito como anjos..
da queles que não as deixaram nascer.
rezemos um Pai Nosso.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

És o verde da esperança, o amarelo do sol
o sorriso de criança e o canto do rouxinol
da abelha é o mel, do pássaro o canto
das estrelas o brilho, do luar o encanto.
Da canção és um verso, da letra o refrão
do passado a lembrança, do presente a solidão,
do futuro a incerteza, do agora não sei não.
Se tudo isso é você quem sou, doce ilusão ?

Inserida por LeoniaTeixeira

Sempre em algum lugar eu estarei de volta

Crianças não faça o que eu fiz
Eu não conseguia andar
E eu quis correr
E agora o fim está próximo
Então eu encaro o desafio final
Minha amiga, eu vou falar claro
Eu irei expor meu caso do qual tenho certeza
Eu vivi uma vida que foi cheia
Eu viajei cada estrada
E mais, muito mais do que isso
Eu fiz do seu jeito
Arrependimentos, eu tive alguns
Mas, novamente, muito
poucos para mencionar
Eu fiz o que tinha que fazer
E eu vivi tudo, sem exceção
Eu vivi cada caminho do nosso relacionamento
Cada passo, cuidadosamente, sem correr riscos
Ah, e mais, muito mais do que isso
Eu fiz do seu jeito

Sim, houve vezes, eu tenho certeza e você sabe
O quanto eu mordi mais que eu podia mastigar
Mas, entretanto, quando havia dúvidas
Eu engoli sem cuspi-la
Eu enfrentei tudo e eu fiquei a sua altura
E fiz do seu jeito
Eu amei, eu ri e chorei
Eu tive minhas falhas, minha parte de derrotas
E agora com as lágrimas
Agora eu acho tudo em paz
Ao pensar que eu fiz tudo o que podia
E eu posso dizer, não de uma maneira tímida
Eu fiz do seu jeito
Os registros revelam que os golpes foram fortes
Pois o que é um homem se ele pensa que tem
O que jamais foi dele
Sempre em algum lugar eu estarei de volta
Mas jamais do mesma forma
Com a mesma intensidade
Você me deixou de lado
Mas eu nunca deixei você
Sim eu fiz do seu jeito
Então, eu só tenho que te dizer
Adeus, adeus.

Inserida por Wellber

Abri mão de ser uma criança por uma mulher;
Abri mão de noitadas de baladas, por noites filmes, conversas e beijinhos dela;
Abri mão de lágrimas por um abraço seu;
Abri mão da felicidade individual para construir a nossa;
Sim eu abri mão de várias mulheres falsas por um amor verdadeiro;
mas ainda assim acho que apenas escolhi ser feliz eternamente, e nao momentaneamente;
Abri mão e a minha mão pra segurar a sua para caminharmos juntos em direção a felicidade, tenho comigo e ao meu lado tudo que preciso pra encontrar o amor, basta olhar pra vocês pra me sentir completo, feliz, indestrutível...amo vocês!

Inserida por willianrix

Gosto de pensar que em cada pessoa existe

Gosto de pensar que em cada pessoa existe uma criança que nunca foi embora, que existe um sonho para ser realizado, um amor para reencontrar, um amigo para cuidar como se fosse alguém da família...

Gosto de pensar que as pessoas são mais que homem, mulher, trabalho, casamento, juntar dinheiro para viver bem com alguém, festa na sexta a noite, domingo e almoço em família...

Sinceramente, acho que em cada um existe um mundo oculto e particular, bem simples, rodeado de sentimentos e medos. Cada um vive apenas instantes, momentos do dia nesse mundo, seja quando deita a cabeça no travesseiro, está em baixo do chuveiro ou se pega viajando na própria mente, poucos, pra não dizer quase ninguém tem acesso ao mundo do outro, porque poucos, pra não dizer quase ninguém o entenderia só entende bem cada um o seu...

Assim, pra alguns a diferença entre esses dois eixos é enorme, é como a fantasia dos contos de fadas com a realidade com que essas histórias são contadas. Prova disso é quando nos sentimos o peixe fora da água, quando achamos que ninguém nos entende ou quando nós mesmos julgamos às escolhas dos outros, mas esquecemos que não conhecemos o mundo dele...

Começar a se valorizar e acreditar em si mesmo é o primeiro passo para diminuir esse espaço dentro de cada um e com os outros. Cada um de nós cumpre aqui uma função, está onde e com quem deveria estar, então faremos e seremos o melhor que pudermos, não esquecendo que o próximo possui desejos semelhantes aos nossos.

Inserida por BarbaraLampert

Senhor.
Mais um dia que amanhece....
Sinto-me triste tu sabes que eu amo as crianças,
e cada vez sinto menos respeito pelos teus filhos,
o ser humano...Como podem matar estes seres inocentes...
Eles não sabem que são anjos que tu mandas...
Porquê???
Quantas crianças ficaram por nascer hoje?
Porque as pessoas acham...
que seriam maltratadas,
mal-educadas,mal alimentadas..
Que seriam desnecessárias ao mundo!
Protege estes seres inocentes da maldade..
de todo o ser humano que somos todos nós.
Da-mos o teu perdão....
Acolhe-as no teu leito como anjos..
daqueles que não as deixaram nascer.
rezemos por todos estes anjos um Pai Nosso.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Presentes diários

Lembro na casa de minha avó, que existia uma sala de visitas. Nós, crianças, não podíamos brincar lá. Aliás, não fazíamos refeições lá também apesar da grande mesa. Quando em família nem os adultos lá comiam. Era um espaço reservado para as visitas. Que sinceramente, nunca vi sendo usado, porque as tais visitas nunca apareceram enquanto eu estava por lá. E no ambiente havia enfeites, sofás, cristaleira, tudo muito bonito, preparado para receber as tais pessoas, mas nada realmente funcional ou, na minha opinião, agradável. Era uma fachada de coisas bonitas mas inúteis, que estavam ali acho apenas para impressionar os outros.
Interessante como muitos de nós têm essa mania de reservar em nossas casas e em nossas vidas aquilo que só será usado com as tais visitas. São louças, talheres, salas inteiras, reservadas para os outros.

Mas isso não é só em coisas da casa. Tenho amigas que compram jóias caras para usar só em festas, só para os outros verem. E são apaixonadas por suas jóias, mas as deixam guardadas na caixa, para os dias “especiais”.

Bem, eu nunca entendi muito isso.

Penso que seríamos muito mais felizes se aprendêssemos a agradar à nós mesmos e àqueles mais próximos de nós, e a fazermos coisas pelo simples prazer de as vivenciarmos. Essa idéia de termos que aparentar mais do que curtir o nosso dia a dia me parece receita para o insucesso pessoal e familiar.

Uso os cristais sempre que me dá vontade, organizo minha casa para que todas as salas sejam de estar, não de visitas. Voto que devemos dividir com quem amamos o melhor de nós, não com estranhos.

Não é realmente proveitoso reservarmos espaços apenas para aparências. Compro jóias se pretendo usá-las no dia a dia. Não as compro para guardá-las no armário. Organizo minha casa para que meu filho possa nela brincar com segurança, mas para que tenha a liberdade de usá-la da maneira que mais lhe fará feliz.

O cuidado excessivo com coisas nos tira de foco o que realmente importa: as pessoas.
Os sofás, os enfeites, isso tudo pode ser reposto. Se gastar, compra-se outro. Pior seria terminar os dias com os objetos novos em folha, jogos completos de tudo, mas sem ter aproveitado. Sem ter dividido momentos de felicidade com a família e com os amigos. Ricos em contas bancárias, mas pobres em experiências e oportunidades aproveitadas.

Aprendi com meus pais a viver e não apenas acumular coisas. À gastar com aquilo que nos dá prazer, ainda que para os outros pareça besteira. Viagens, carros, brinquedos de crianças e de adultos... Aprendi à guardar para ter segurança financeira mas não me tornar vítima do trabalho e do dinheiro.

Porque no final, o que resta se tornará herança para alguém. E quem sabe essa outra pessoa lhe dê algum valor. Quem sabe jogue fora. Por isso, não fique guardando o melhor de você para os outros verem só nas festas. Aproveite a vida e as coisas. Todos os dias. Aprenda a ser feliz com o que você tem. E lembre-se: Não existe aparência mais bonita do que a da felicidade!

Inserida por gisekrav

Voces fizeram parte da minha crianção,
são meus aliados, meus parceiros,
meus amigos meu irmãos,

Muitas vzes choramos juntos,
quase todas as vzs pensamos juntos,
decidimos juntos, e crescemos juntos
os anos se passam tanto pra mim quanto para voces e envelhecemos
nós sempre bebemos juntos, fumamos juntos,
não jogamos bola juntos pq sempre damos aula no futebol,
fazemos show....hehe
vivemos anos uns ao lado dos outros, alguns se afastam, outros se aproximam,
estes novos são muito bem vindos, e são tratados da mesma forma que os antigos,
todos tem o seu espaço,
todos tem os seus defeitos e qualidades, em suas particularidades,
todos tem algo diferente, mas mesmo assim meu amor por todos vocês é o mesmo,
muito Obrigado a todos vocês por compartilharem todos os momentos em nossas vidas, os bons, os ruins, os dificeis, os fáceis, os de fartura e os de falta,
a maior certeza que eu tenho é que um amor mais sincero e justo não existe do que o que nós temos uns pelos outros

Inserida por tainamarinelli

O cigarro é o revérbero da criança autômato equimoseada que abandonou sua chupeta,
O álcool é o inconsciente dos pomos platônicos,
O baque é o mediato das vacinas dadas e suportadas pelas aprazíveis enfermeiras,
Mas e a dor? de onde ela vem?
Ou será que nunca lhes atingiu a ideia de que nada faz sentido?
Eis então a lógica para destoar meu apontamento.
Mas, será, que, a, lógica, faz, sentido? Ou será que precisa de mais vírgulas?
Percepção
Será que existe, lá no íntimo, profundo e pleonástico da nossa consciência
Um verdadeiro sentido? Será que existe uma razão lá, bem lá no fundo?
Aliás, já reparou hoje no espelho como é estranho viver?
Não afirmo nem desafirmo
Mas que o cigarro, o álcool e o baque....

Inserida por mrgattax

MEMÓRIAS DE UM NATAL PASSADO

Quando era criança, na noite de Natal, eu e o meu irmão partia-mos nozes e avelãs no chão de cimento da cozinha, à luz do candeeiro, enquanto a minha mãe se ocupava das coisas que as mães fazem.
Depois, quando o meu pai chegava, jantava-mos como sempre e seguia-se, propriamente, a cerimónia de Natal. Naquela noite o meu pai trazia um bolo-rei e uma garrafa de vinho do Porto.
Sentados à mesa, abria-se a garrafa de vinho do porto e partia-se o bolo em fatias. O meu irmão e eu disputava-mos o brinde do bolo-rei comendo o mais rápido possível na expectativa de nos calhar em sorte não a fava, mas sim o almejado brinde!
Eu não gostava daquele bolo, mas naquele tempo a gente “não sabia o que era gostar”, como dizia a minha mãe quando nos punha o prato á frente. Assim acostumada, engolia rapidamente as fatias para não sentir o sabor e ser a primeira a encontrar o brinde.
O meu pai, deleitava-se com o copito de vinho do Porto e observava calado as nossas criancices.
Depois, vencedor e derrotado continuavam felizes, na expectativa da verdadeira magia do Natal. Púnhamos o nosso sapato na chaminé, (eu punha a bota de borracha, que era maior), para que, á meia-noite o menino Jesus pusesse a prenda.
Íamos para a cama excitados, mas queríamos dormir para o tempo passar depressa e ser logo de manhã. Mal o sol nascia, corria-mos direitos ao sapatinho para ver o que o menino Jesus tinha la deixado.
Lembro-me de chegar junto á chaminé e encontrar o maior chocolate que alguma vez tivera visto ou ousara imaginar existir. O meu irmão, quatro anos mais velho, explicou-me que era de Espanha, que era uma terra muito longe onde havia dessas coisas que não havia cá.
O mano é que sabia tudo e, por isso, satisfeita com a resposta e ainda mais com o presente, levei o dia todo para conseguir comê-lo a saborear cada pedacinho devagar!
Depois, não me lembro quando, o meu irmão contou-me que não era o menino Jesus que punha a prenda no sapatinho, mas sim o nosso pai. Eu não acreditei e fui perguntar-lhe.
O meu pai, que gostava ainda mais daquilo do que nos, respondeu de imediato que não, que era mentira do meu irmão, que ele sabia lá, pois se estava a dormir…
Com a pulga atras da orelha, no Natal seguinte decidi ficar de vigília, para ver se apanhava o meu pai em flagrante, ou via o Menino. Mas os olhos pesavam e, contra minha vontade e sem dar por isso, adormecia sempre e nunca chegava a apurar a verdade.
Na idade dos porquês, havia outro mistério á volta da prenda de natal. É que eu ouvia dizer aos miúdos la da rua, que eram todos os que eu conhecia no mundo, que lhes mandavam escrever uma carta ao menino Jesus a pedir o que queriam receber. Maravilhada com tal perspetiva, apressei-me a aprender a ler e a escrever com a D. Adelina, que era uma senhora que tomava conta da gente quando a nossa mãe tinha que ir trabalhar e que tinha a 4ª classe, por isso era muito respeitada sobre os assuntos da escrita e das contas.
Antes de entrar para a escola primária já sabia ler e escrever mas isso não era suficiente.
Faltava ainda arranjar maneira de fazer chegar a carta ao seu destino. Para mim, aquilo não resultou: da lista de brinquedos que eu conhecia, não estava nenhum no meu sapato.
Questionada, a minha mãe, que tinha ficado encarregue de dar a carta ao Sr. Carteiro, disse-me que o menino Jesus só dava prendas boas aos meninos que se portavam bem. Mas eu já era uma menina crescida, já tinha entrado para a escola primária (em 1974) e sabia que os que recebiam brinquedos eram diferentes de mim noutras coisas também.
E foi então que, depois de ler a carta dos Direitos da Criança que estava afixada na porta da sala de aula, soube de tudo. Senti-me triste, zangada e confusa: Porque é que escreviam coisas certas e as deixavam ser erradas? Eles eram grandes, podiam fazer tudo! Se estava escrito ali na porta da escola era porque era verdade e importante, igual para todas as crianças como dizia na Carta. Que tínhamos direito a um pai e uma mãe lembro-me. A partir dali todas as coisas que a que a criança tinha direito, eu não tinha, e isso eram por culpa de alguém. Experimentei pela primeira vez um sentimento que hoje sei chamar-se injustiça.
Tranquilizei-me com o pensamento de que um dia viria alguém importante e faria com que tudo aquilo se cumprisse. E eu aí esperar. Era criança, tinha muito tempo: nascera a minha consciência cívica.
Compreendi que os adultos diziam as coisas que deviam ser, mas não eram como eles diziam. Nesta compreensão confusa do mundo escrevi nesse primeiro ano na escola a minha carta ao menino Jesus e deixei-a eu mesma no sapatinho. Era um bilhete maior que o sapato e dizia assim:

“Menino Jesus
Obrigada pela prenda.
Vou pensar em ti todas as noites mesmo depois do natal passar e espero por ti no natal que vem. Gosto muito de ti.
Adeus.”
E rezei a Deus que, houvesse ou não menino Jesus para por a prenda no sapatinho, me trouxesse todas as noites o meu pai para casa.




Nisa


Setúbal, 29 de Novembro de 2012

Inserida por isacesario

CRIANÇAS...

Crianças seres misteriosos curiosos.
Arrepio só de pensar já fui um curioso.
Crianças quando brincam correm como se o folego nunca lhes faltasse,
a como eu queria novamente correr e não me cansar.
Crianças com seus olhares de quem o mundo as pertencesse,
a como eu já fui dono do mundo.
Crianças do medo a esperteza destreza,
a como já fugi com destreza.
A criança em mim se foi,
restou o medo do mistério de buscar o ar pela última vez.

Inserida por LUCIOCAIXETA

Sou enigmática sou dramática
Sou omissa ou expressa,
Sou criança sou adulta
Batalhadeira e astuta

Fiz-me mulher mais cedo
Precocemente amadureci
E algumas coisas da vida
Simplesmente ficaram por ai

Hoje busco compreensão
De uma história alterada
Dos rabiscos que transcrevi
Ao passo de tudo que vivi.

A vida me forjou mulher
De brado pulso me tornei
Honrosa e sincera garota
Ao mundo me apresentei.

Inserida por G15

Quando eu era criança eu via desenhos em nuvens ,mas pra mostrar que evolui e já sou um kara super maduro ,agora vejo desenho até nos vão das árvores HAHAHA.
Viver seu tempo talvez seja uma das coisas mais chatas e necessárias que existe...
Crianças brincam de serem adultas e adultos brincam de serem crianças.Quem nunca reparou?!
"Fugir" de sua geração pode ser uma das coisas impossíveis/possí
veis mais divertidas e ilógicas que existe.
Talvez a genialidade e a loucura estejam nesta esquina.Tempos na frente...
Talvez seja dai que vem o barato das grandes músicas ,passa o tempo ,não faz sucesso ,mas cada dia faz mais sentido.
É loucura eu pensar que estou ficando louco? hahaha ...Acho que por hoje chega!
Quando eu era criança eu via desenhos em nuvens ,mas pra mostrar que evolui e já sou um kara super maduro ,agora vejo desenho até nos vão das árvores HAHAHA.
Viver seu tempo talvez seja uma das coisas mais chatas e necessárias que existe...
Crianças brincam de serem adultas e adultos brincam de serem crianças.Quem nunca reparou?!
"Fugir" de sua geração pode ser uma das coisas impossíveis/possí
veis mais divertidas e ilógicas que existe.
Talvez a genialidade e a loucura estejam nesta esquina.Tempos na frente...
Talvez seja dai que vem o barato das grandes músicas ,passa o tempo ,não faz sucesso ,mas cada dia faz mais sentido.

Inserida por Juniorfortini

Ah, não me importo com o que dizem de mim...
Não sou criança, não sou infantil...
Eu apenas sou feliz!
Se ser maduro é não sorrir não brincar com as coisas,
Não se divertir a todo momento... Então não quero ser esse maduro, não quero viver com o semblante triste me preocupando com besteiras, não sorrir nos momentos mais difíceis, viver com gritarias e discussões, não sou assim e não serei isso para ser maduro.
Felizes são as crianças, Felizes são os infantis, pois não encontraram em si a amargura de serem adultos amargos.

Inserida por MichelNery

...Bom mesmo foi o tempo em que era apenas uma criança, quando a unica preocupação era de arrumar novas maneiras de brincar, quando tudo parecia mais feliz, felicidade essa que encrontava em coisas simples.
Ficava triste apenas quando a brincadeira era interrompida e as lagrimas eram apenas pela dor de um joelho ralado em meio uma dessas brincadeiras, o sofrimento era causado apenas por ficar de castigo após ter aprontado alguma travessura. Ah sim, com certeza foram bons momentos.
Essas lembranças me fazem pensar que a vida poderia ser mais fácil se ainda tivermos em nós um pouco dessa criança...

Inserida por PauloArruda

Ela é preta, Ela é branca
È mulher e criança
Ela sorri e encanta, canta e dança
È mulher e guerreira não tem medo de cara feia
Chora e sangra é humana e Deusa
È filha, Mãe e Avó
Enfrenta secas e enchentes
É Filha Do Sol
Delicada e Operaria suporta a dupla jornada
a qual foi Destinada
Filha da terra, não foge a luta
Ela é negra, Ela é branca, Parda Nordestina!

Inserida por LuyDavis

Seja uma criança quando necessário
Seja um adulto quando necessário
Seja um velho quando necessário
Seja o tempo quando necessário

Seja uma criança de luz quando necessário
Seja um adulto cinza quando necessário
Seja um velho roxo quando necessário
Seja o verde tempo quando necessário

Seja uma semente de luz quando necessário
Seja uma bola cinza quando necessário
Seja um dicionário roxo quando necessário
Seja o verde inexistente quando necessário

Uma semente de luz
Uma bola cinza
Um dicionário roxo
E o verde inexistente
Vire,
Vire o que lhe vier a mente
Pois, sendo que sentes
Pode muito pois bem ser displicente
A tudo o que lhe impõem sobre a mente
Mas não se esqueça
Tente, mesmo que nada muito de repente
Mente aconteça
Pois a vida é bela, para o olho de quem pode ver
Numa sociedade cega
Não há tempo mais a perder
Somente dedique a tecla aos que tentarem com você
Sobreviver no meio para o topo desaparecer...

Inserida por mrgattax

GAROTA-MÃE MENINA-MULHER

Menina-Criança,
foi pega de surpresa,
por culpa de seus atos,
meros fatos,
outrora, inatos,
mas que faz diferença,
pra pobre menina.

Oh... pobre menina,
cuja infância fascina,
mas foi interrompida,
para dar vez à outra infância.

Oh... pobre menina,
tão pequenina,
tão abandonada.

Oh... pobre menina,
largou a boneca,
aprendeu a trocar fralda.

Oh... pobre menina,
ainda tem muita esperança,
mas, alimentará uma nova criança.

Pobre menina,
esquecida pela criança feliz,
transformada naquela mini-mulher crescida-menina
que deu a luz
a uma nova menina,
e perdida no mundo,
a menina-mulher segue a vida.

Inserida por LuizFelipeBolis

Poesia: Criança

Te ver sofrendo...
Dor que invade...aos poucos...
Dor que remoê...que destrói...
É uma criança...

É um corpo...uma alma... descuidada.
Desamparada...aniquilada...estraçalhada.
Mãe posso volta para casa, você vai me receber?
Você vai me acolher?

Eu só preciso do seu sim...
O sim amigo.
E ela... a droga não me acolhe mais...
Quero me despedir dela sorrindo.

Deitada em seus braços mãe.
Ajoelhada a sua frente...
Desde de que seu amor seja presente.
E suas mãos que são tão suaves, me acalentem...

Ela me leva aos poucos...
Conheço o amor indolente.
Amo todos que vejo pela frente...
O amor, amor mesmo... não é presente.

O coração não sente...
Ela me obriga...
A ser o ser excluído.
Não era o que eu queria...


Eu só preciso do seu sim...
O sim amigo.
E ela... a droga não me acolhe mais...
Quero me despedir dela sorrindo.

Me sinto fraca mãe...
Indefesa, indecisa, indecidida.
Perdoe mãe o meu eu...o meu templo...

Eu ainda estou pulsante...viva...
Diga me sim...
Mãe! mãe. mãe...mãe ?

Mãe... onde estão o meus lindos dentes?
Mãe ???
Pai.

Inserida por veramedeiros

Então ...É natal...

Firmemos o compromisso com a criança.
De que toda vez que prometermos algo ...iremos cumprir...
Que iremos tratá-la com muito carinho e atenção...
Que seus dias serão de muitas brincadeiras.
Que suas noites serão de muitas histórias...
Que os passeios serão eternos.
Que os olhares serão verdadeiros...
Que elas serão ouvidas...
Que sua vida será rodeada de risos ...
Que os sonhos se realizam sim.
Que as festas serão feitas para elas.
Que os horários serão respeitados... a seu favor.
Que elas estarão sempre ao seu lado porque...
Segurança é sinal de amparo...
Que elas serão elogiadas sempre...
Que serão ensinadas com paciência...porque ninguém nasceu sabendo, e por isso precisam de atitudes calmas.
Que os gritos serão guardados para a gincana.
Que as agressões sejam abominadas da sua vida ...
Que o alimento seja o pão mesmo...
Que possamos ensiná-los que neste mundo existe a solidariedade... a esperança... a dignidade...
Que a vida é um caminho a ser percorrido...
Que o mesmo é longo e divertido...
Que aqui na terra somos coloridos mesmo.
Que ser pobre não é motivo para ser infeliz...
Que celebrar é uma ação possível a todos os seres humanos.
Então.... é natal...
A festa cristã...

Inserida por veramedeiros