Lúcio Ernesto Caixeta

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SAUDADE AMOR!

Senti seu cheiro mesmo não respirando o seu ar!
Pensando em ti sinto o seu calor...
Ó amor pela dor pela cor
Seja onde for, por caminhos estreitos perfeito
esse efeito que seu cheiro seu calor em mim
modificam ficam usurpam roubam os meus sentidos!

Lúcio Ernesto Caixeta
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UM BRINDE A VIDA!

Que a vida é bela todos sabemos,
que o céu de azul pode mudar para cinza
e até escurecer em pleno meio dia também,
que para morrer basta estar vivo,
que aproveitá-la sem limites nos leva ao limite do corpo e da alma,
que amigos são peças de um tabuleiro de xadrez e
alguns nos mostram que são peões e outros reis e rainhas,
então brindemos a vida ao céu ao limite que o corpo nos impõe
e aos amigos que são verdadeiros reis em nossas vidas!

Lúcio Ernesto Caixeta
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Ó AMOR QUE AINDA NÃO VEIO!

Ó amor que ainda não veio que venha, mas sem pressa porque a pressa é inimiga da perfeição!
Ó amor que ainda não veio que seja eterno enquanto durar, porque eterno é o que ainda está durando!
Ó amor que ainda não veio que seja puro de coração, porque pureza é algo quase impossível!
Ó amor que ainda não veio que seja forte feito o diamante, porque este resiste a quase tudo!
Ó amor que ainda não veio que seja libidinoso, porque sem libido não há amor que dure!
Ó amor que ainda não veio por que demoras a acontecer?
Ó amor que ainda não veio onde se escondes!
Ó amor que ainda não veio...!

Lúcio Ernesto Caixeta
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AMOR CALIENTE!

Nos seus braços sinto uma brasa a me queimar arder como chama...
Chame-me de amor caliente, que nunca sentirás sua chama apagar-se...
Se me disseres: ó amor estou carente, sua chama reacenderei...
...e de amor, morrerei nas brasas de seus braços onde sei que o que arde é o amor!

Lúcio Ernesto Caixeta
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UM RECADO


As folhas quando vagam ao vento são suspiros...

Os grãos de areia, que formam dunas,

ajuntados pelo vento são suspiros...

O vento traz o suspiro em forma de folhas

que chegando a mim se torna um recado... EU TE AMO!

E leva-o até você, formando dunas...

Lúcio Ernesto Caixeta
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DESERTO DA ALMA

"No deserto de minha alma

O desejo clama, reclama e se inflama.

Não tenho mais segredos minha metade,

Que sei ainda não preenchida está sofrida, partida.

O oásis pode ser você...

Venha ser a fonte!"

Lúcio Ernesto Caixeta
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Fecho os olhos e eles ficam sem saber o que ver!


Ao abri-los vejo meu coração em silêncio a sua espera!


Ele já bradou em versos poemas frases o que sente,

Ele agora está aprendendo que o silêncio diz muito!

Que o silêncio é arma, que o silêncio é razão!

A razão que o silêncio me trás

não faz com que eu feche meus olhos,

E se fecho são piscadelas, estou com eles abertos

vislumbrando nosso futuro juntos!

Se meu coração tivesse olhos

eles estariam olhando para o futuro

a sua espera!

Lúcio Ernesto Caixeta
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FICAR

Preciso ir não posso ficar,

o desejo é muito, não dá pra ficar...

Ficar sem os beijos, o olhar, os cabelos.

Aí que choro, em lágrimas me afogo, engasgo,

Me embarga a voz e veloz o pensamento

penetra e vira marca.

Marcas de tão sem razão, não se extrai,

nem de mim subtrai a dor da ausência.

Pensando bem nem preciso ir

já estou lá onde o pulsar é rápido

quente que nem a mente percebe,

Quando se dá conta já perdeu a conta

dos desejos dos beijos

dos olhares que quis dar e receber.

Preciso ir não posso ficar.

Lúcio Ernesto Caixeta
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SER AMADO
Eu quero tanto poder (Querida, que tanto quero)...
...Poder dizer aos homens.
Que tanto quero dizer:
Só o amor possibilita poder querer tanto
O poder de ser amado.
Eu quero tanto poder (Querida, que tanto quero)...
...Um dia poder não querer
Tanto quanto hoje se faz
Necessário querer...
O dia que eu não mais querer, tanto poder,
dizer aos homens que tanto quero dizer:
Só o amor possibilita poder querer o poder de ser amado.
Homens amados cheios de querer poder ,
estão habilitados a dizer:
Eu amo e sou amado!

Lúcio Ernesto Caixeta
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ACORDA

Acorda!
Sempre a essa hora me brindava com sua paz,
esperança e força renovada.
Acorda!
Se com poemas e frases românticas tu não acordas,
Mando-te um vendaval,
com os pássaros em revoada
lhe fazer dar-se conta que aqui,
bem ao longe, há um coração aflito
a espera de um bom dia!
Acorda!

Lúcio Ernesto Caixeta
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NO VENTO


Nos desencontros da vida me encontro

e aproveito para dizer a mim mesmo: que te quero cada vez mais!

Sei que o vento que sopra aqui não é o vento que sopra aí,

mas sinta como se fosse,

pois é amor em forma de força invisível,

mas que dá para sentir de longe.

No vento que vem sinto-me livre para sentir o seu perfume.

Cheiro de amor que virou paixão.

Quando me vejo estou no chão olhando para o alto

lá no infinito esperando a força invisível do amor

trazido pelo vento para por fim nos desencontros.

Lúcio Ernesto Caixeta
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SUSTENTO

Dos ventos
dos alentos
dos intentos
eu tento
não invento
só me sustento
com o insustentável.

Se torna intolerável
não ser sustentado pelo amor
mesmo que venham dos ventos
dos alentos
dos intentos
eu tento
e não invento...
só amo!!!

Lúcio Ernesto Caixeta
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CORPO DE PAPEL

O céu aqui limpo, limpo!
Mas o frio que insiste em fazer se faz pela sua ausência,
não pela natureza!
Até gosto do frio, pois sei que o calor de seus braços me aqueceram!
Nesse frio, meu corpo parece de papel!
A cada dobradura uma dor!
Eu não sabia que sofreria tanto assim!
Se meu corpo de papel... dobrado ou não,
mas embrulhado aos seus pés.
Cuidado ao abrir o embrulho!
No meu corpo de papel onde sua letra é tatuagem,
não há postagem só endereço fixo, seu coração!

Lúcio Ernesto Caixeta
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SER INFANTIL

O ser infantil;
Quando nascemos nem sabemos se devemos ficar calado, mas quem não chora não mama. Diga algo fora do momento e dirão com todos os olhares: o que mesmo você disse?
Como não ser infantil se amamos?
É chavão dizer que quem ama fica:
Cego bobo tolo perdulário (eu já fui um);
Mas para que viver se não for para amar?
O “duro” é amar quem não lhe ama ou deixou de lhe amar!
Isso sufoca a si mesmo e ao próprio ser que se deixa ser amado sem amar quem lhe ama.
Não é infantil ser amado e não mostrar que não está amando?

Lúcio Ernesto Caixeta
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TRISTE

Decepção palavra que reflete em mim uma tristeza, decepcionado comigo mesmo por não ser quem todos acham que sou ou deveria ser.
No meu entender no denotativo da palavra decepção causa frustração.
Decepção nada mais é, pelo menos para mim, que uma angústia de ver onde errei e ver que é tarde pra não deixar que o que houve houvesse.
Decepção é e pode ser a solução para o prazer já que os dois são opostos.
Decepção por ter amado quem vislumbrava algo que talvez ou certeza eu não fosse, mas de algum modo fui.
Decepção é saber que existe, e sempre existirá, alguém que nos supera, seja lá o super herói que consiga ser o que nunca fomos.

Lúcio Ernesto Caixeta
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"Estamos todos, dia após dia, aprendendo a viver e ouso em dizer: quando finalmente aprendemos como se vive é hora de morrer!"

Lúcio Ernesto Caixeta
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NUVEM DE PRAZER
Vamos voar em nuvens de prazer?
São iguais a algodão, macio esse prazer!
Então de amor aterrissaremos um no outro...
E no suor que escorre em nossos corpos
Gotas de amor permanecerão!
De suaves nuvens nosso voo de prazer
Da lembrança nunca mais sairá!

Lúcio Ernesto Caixeta
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DOCES LEMBRANÇAS

O momento onde a marca fica,
Onde passamos a entender o que se passa a nossa volta
Nem poderíamos prever que isso serviria para alguma coisa!
Momento que se foi como se nunca tivesse ido,
Volta e atormenta, esquenta, apimenta, revigora!
Lembranças, lembranças, doces lembranças!

Lúcio Ernesto Caixeta
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SINUOSAS!

Andando em estradas sinuosas

lembrei-me de suas curvas,

onde nelas percorrei devagar!

Olhando a bela paisagem dessa estrada,

lembrei-me de seus cabelos ao vento

como ipês amarelos lindos e únicos!

Na parada dessa viajem,

estacionei em seu coração!

Lúcio Ernesto Caixeta
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FORÇA ALGOZ


Meu coração nem se acalmava e a solidão vinha de forma a ser um algoz.
E a amargura deu palco à infelicidade, me vi assim, até quase desisti de tudo.
Força busquei e não encontrei, novamente o coração nem se acalmava e a solidão se tornou uma verdade...
Mas no túnel do sofrer há uma luz que só os cegos não enxergam...
Percebi que cego fui, agora a luz fez da solidão um passado e a amargura cedeu palco à força.
Vejo a verdade nos mentirosos, vejo a falsidade velada nos vencedores.
Meu coração não mais se agita!

Lúcio Ernesto Caixeta
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GOSTAR...

Que gosto tem o gostar?
Gostar ou desejar?
Gostar e desejar, algo me diz que sim: os dois...!
Gostar é poder admirar e desejar é ambição.
Ambição em amar e ser amado...
Ou amar e não ser compreendido?
Doido é ser ambicioso por amor
e amar quem não lhe quer como amor!
Que gosto tem o amor...?
Gosto de quero mais...
de alcançar o céu sem sair do chão...
de sentir prazer na dor da ausência
pois quem vai um dia poderá voltar.
Eu gosto de gostar, gostando ou não,
alguém sempre vai gostar do amor!

Lúcio Ernesto Caixeta
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PENSO!

No pesar dos pesares o que pesar?
Penso que sou um entre muitos,
penso que não estou sozinho,
penso que sozinho estou melhor,
penso que os desafios são muitos,
penso que é melhor não pensar
e seguir em frente
nunca me esquecendo de pensar no passado,
se penso logo existo
como é difícil existir!!!

Lúcio Ernesto Caixeta
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CRIANÇAS...

Crianças seres misteriosos curiosos.
Arrepio só de pensar já fui um curioso.
Crianças quando brincam correm como se o folego nunca lhes faltasse,
a como eu queria novamente correr e não me cansar.
Crianças com seus olhares de quem o mundo as pertencesse,
a como eu já fui dono do mundo.
Crianças do medo a esperteza destreza,
a como já fugi com destreza.
A criança em mim se foi,
restou o medo do mistério de buscar o ar pela última vez.

Lúcio Ernesto Caixeta
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LIVRE

Livre, palavra fácil de escrever, paroxítona!
Mas vivê-la? Muito difícil,
Nas amarras do passado e conceitos presos nos achamos,
mas esse desejo nos prende tal como as amarras daquele passado,
porém nos vemos presos no novo que ainda não conhecemos

Lúcio Ernesto Caixeta
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PULSAR DE UM CORAÇÃO!

O que é feito o nosso coração?
Feito de pulsação, de emoção.
Quanto mais pulsando mais emoção.
Pulando, o meu está, em vez de pulsar!
Não sei se emoção define,
mas de uma coisa eu sei
Pulando ou pulsando é muita emoção
Amar sem medo de amar!

Lúcio Ernesto Caixeta
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