Textos Reflexivos sobre Crianças
Candura angelical
Ah, como é bom ser criança
Mesmo a fazer travessura
Guarda no peito a esperança
E no coração a ternura
Tal qual um anjo de candura
Vem de seu jeito doce
mistura linda , perfeita
de meiguice, docilidade
de muita luz iluminada
sobressaindo a bondade
com gestos angelicais perfeitos
deixando acentuada
sua angelical candura
Permeada de muita doçura
edite lima / maio de 2019
Deus tem me chamado para liderar mulheres, crianças, adolescentes e jovens.
Eu sei que esse chamado e essa promessa vêm desde a minha infância. Ao longo dos anos, muitas coisas chegaram às minhas mãos e, mesmo sabendo que humanamente eu não era capaz, eu abracei cada missão com amor.
Quantas vezes eu briguei com Deus… no bom sentido e perguntei: “Senhor, por que eu?”
Houve um tempo em que precisei me afastar. Não para desistir, mas para curar o meu interior. E, nesse processo, Deus me honrou, me fortaleceu e me deu autoridade.
E então Ele me disse, no meu coração:
“Agora tu volta e termina aquilo que Eu te dei para cumprir.”
Por isso, quando chego a um lugar e sou escolhida para determinada missão, não é porque estou atrás de posição, título ou reconhecimento.
É porque um dia eu disse:
“Eis-me aqui, Senhor. Eu aceito a missão.”
Se Deus me escolheu para estar ali, Ele mesmo vai me sustentar e me honrar.
Eu não preciso correr atrás daquilo que Deus preparou para mim. O que for para eu fazer chegará às minhas mãos.
Mesmo com medo.
Mesmo sem entender.
Mesmo achando que não sou capaz.
Porque não é sobre a minha capacidade.
É sobre quem me chamou.
E se Ele chamou, eu vou.
Eis-me aqui.
Elas são essenciais
Quando somos crianças, queremos atenção, carinho, brinquedo.
Quando somos adolescentes, bobinhos demais, queremos estar só com os amigos.
Quando nos tornamos adultos (às vezes só no título), muitas vezes achamos que já sabemos tudo e não damos a elas o valor necessário.
Quando nos tornamos mães e pais, com um novo olhar para os nossos filhos, aí sim, reconhecemos o tesouro que temos em nossas vidas: Nossas mães.
O perfeito louvor sai dos lábios de uma criança, onde o coração é puro, sem maldades ou desejo de vingança.
Muitos acham vivem no engano e ilusão, achando que louvar é interpretar um arranjo musical, expressar em voz a letra de uma canção.
Louvar é fazer a vontade do Altíssimo e Soberano Pai Celestial, Deixar os vícios e caminhos mal.
É expressar a todo o tempo o verdadeiro desejo em praticar o bem, servir e ajudar o próximo sem importar a quem.
Louvar a Deus não é segurar o microfone na congregação e fazer uma linda apresentação. Vai muito além de dominar as técnicas vocais e se apresentar também.
De que adiantar louvar com os lábios e manter o coração tão distante do Senhor?
Qual proveito tem se glorifica com a boca, e o coração vazio do verdadeiro louvor?
Louve ao Senhor, em espírito e em verdade, não importa onde estiver, seja no campo ou na cidade.
Exalte ao Senhor Jesus, nosso único e verdadeiro mediador, o elo perfeito entre nós humanos e o Eterno e Altíssimo Pai criador.
Tudo o quanto tem fôlego, Louve ao Senhor.
Halleluyah!!!
Sono profundo e tranquilo de uma criança amada sobre um colo que passa muita confiança,
cujo coração serve como um abrigo que é cheio de amor e uma abundância imprescindível de carinho, respeito, consolo e bons sentimentos,
uma prova do zelo do Senhor desde um simples momento que com certeza ficará guardado na mente,
parte de um mútuo contentamento, um laço singular que ficará cada vez mais forte com passar do tempo.
O Timbre Afinado da Emoção
No seu lindo canto, ouço a pureza de uma doce criança; na sua aparência delicada, vejo a delicadeza de uma rosa. Entretanto, isso não quer dizer que ela seja fraca, pois, mesmo entre as rochas, floresce — tipo uma mulher quando canta rock.
Assim, a sua intensidade se revela a cada nota — aquelas presentes na sonoridade forte de uma música intensa — que consomem a sua mente e se vestem das suas emoções, então, as expressa na sua voz de uma maneira profunda e sincera.
Interpretação simples, de fato, inspiradora: a bela mostra de um timbre afinado e emotivo. Muito mais do que uma beleza sonora, uma entrega satisfatória entre cordas vocais e espírito, numa ocasião transformadora regrada à emoção e ao ritmo.
"Educar uma criança é ensiná-la a pensar, preparando-a para enfrentar a vida. Adestrar é fazer da criança um soldadinho de chumbo, incapaz de pensar, que apenas segue ordens.
A agressão física e/ou verbal deseduca a criança, pois dilapida os seus pensamentos, os seus sentimentos e a sua personalidade.
Pais que educam só através do medo, anulam a personalidade da criança, incapacitando-a de tomar qualquer decisão por ela mesma. O medo desinforma a criança sobre aquilo que se espera dela, lhe trazendo desconfiança e insegurança na família, algo que é imprescindível para o seu bom desenvolvimento."
A Dignidade das Crianças e o Espelho do Lar
As crianças que crescem em meio à bagunça e à sujeira extrema aprendem, silenciosamente, a aceitar o caos como o seu padrão de vida. Isso é desolador, pois a infância precisa de estrutura, clareza e amparo para florescer. O cuidado com o lar vai muito além da estética: é uma lição de dignidade que deixamos para as próximas gerações. Quando limpamos a nossa casa e mantemos a harmonia do ambiente, estamos ensinando aos menores que eles merecem o melhor da vida, que eles são dignos de respeito e de um espaço acolhedor. Cuidar do lar é proteger a mente e o espírito daqueles que dependem de nós para aprender o valor da ordem.
E talvez seja isso o que mais dói: alguns nomes das crianças que nunca tivemos não foram simplesmente escolhidos. Foram inventados por nós, quando ainda imaginávamos que estaríamos juntos quando elas chegassem. Hoje, já não somos nós. Mas os nomes continuam sendo nossos. E talvez nunca deixem de ser
!
* Dia das crianças *
Tenho saudades daquela menina,
ingênua e meiguinha,
que queria escrever versinhos
bordados de doçura e afeto...
Guardava nos olhos
o brilho das manhãs ensolaradas,
e nas mãos pequenas,
o sonho de mudar o mundo
com lápis de cor e papel pautado...
Acreditava nas fadas,
nas promessas das nuvens,
e que o amor morava nas flores
que colhia no quintal da infância...
Hoje, quando a vida
me pede pressa e razão,
eu fecho os olhos ,
e volto a ser
aquela menina,
frágil e forte,
que acreditava que a poesia
era o coração das coisas simples...
✍©️@MiriamDaCosta
* Dia das crianças *
Embora a infância seja o início
do nosso caminhar pelas veredas da vida,
ela permanece presente e determinante
até o fim...
A infância não passa,
ela se infiltra em cada passo do caminho,
molda as feridas e os sonhos
que nos carregam até o último suspiro...
A infância é o primeiro perfume
das veredas da vida...
e, mesmo quando o corpo se cansa,
ela floresce nas lembranças
que nos sustentam até o fim...
✍©️@MiriamDaCosta
Eu era criança
quando via imagens
quando escutava fatos
sobre o nazismo...
e perplexa
me perguntava
que ser humano
seria capaz
de apoiar tamanha
monstruosidade...
Cresci
e o tempo respondeu
sem piedade
mostrando-me
os rostos
as vozes
as mãos
que repetem
a mesma crueldade
com novos nomes
com velhas violências
com a mesma frieza
disfarçada de discurso...
E assim compreendi
que os monstros
não ficaram no passado
eles caminham entre nós...
✍©️ @MiriamDaCosta
Adulto que se comporta como uma criança:
Fuga de responsabilidade: Culpa os outros pelos próprios erros e evita assumir consequências.
Egoísmo extremo: Pensa apenas na própria diversão e conforto, ignorando o impacto de suas ações na vida de quem está ao redor.
Reações infantis: Faz birra, silêncios punitivos ou perde o controle ao enfrentar pequenas frustrações ou críticas.
Criança sorridente
A alma arguta
Aproveita teu tempo
Meu anjo
Teus pedidos, Deus escuta
Perceba, não faz sentido
Abrir mão do pouco tempo
Que possuis
A querer viver depressa
A vida aqui na frente
É muito astuta
Crescer se faz premente
Se soubesses realmente
O que é a vida
Deixaria-se ficar
Pra sempre assim
Os jardins da vida adulta
Não tem flores
Parece ter
Mas você não poderá
Jamais tocá-las
Aproveita um pouco mais
A voz materna
Que te embala.
Sobre Abusadores e Abusados
Eu...fui uma criança que não conheceu o pai e era feliz assim, até que aos quatro anos de idade levei um tapa na cara de um gigante muito forte enquanto com um canecão de alumínio despejava água para que o gigante escovasse sua dentadura, e foi assim que conheci o meu padrasto.
Com o tapa, que mais percecia um soco mesmo, cai, bati com o queixo no chão e de alguma forma cortei o céu da boca e doeu, e sangrou bastante. Assim foi a minha vida até os 16 anos quando finalmente eu criei coragem e fugi para São Paulo com uma namorada e lá construímos nossa própria família.
Foram 12 anos de abusos físicos e psicológicos, e naquele tempo era aceitável pelas Leis, e minha mãe também vítima de abusos psicológicos, pois nunca presenciei agressão física contra ela, aceitava tudo de boa.
Ninguém veio me salvar. Ah! Como eu sonhava com isso. Não consegui amar de verdade minha mãe até o dia que ela faleceu, não conseguia entender a razão de ela não ter feito nada todas as vezes que ele me bateu.
Hoje vejo o povo Venezuelano, que por anos vem apanhando, e nós? Da América do Sul nada fizemos. Salve os Norte Americanos!!!
PLANEJAR É RESPEITAR QUEM VOLTOU
Planejar aula para criança é importante.
Planejar aula para aluno da EJA é um ato de respeito.
O aluno da EJA não é obrigado a estar aqui. Ele escolheu estar. Ou veio porque foi "forçado" pelos mais diversos fatores.
Ele já trabalhou o dia todo. Ele deixou o filho com a vizinha. Ele se deslocou de longe. Ele venceu a vergonha de voltar a estudar depois de anos. Ele está cansado e, mesmo assim, ele veio.
Quando a gente entra sem planejar, com a aula improvisada só no piloto e no quadro, sem pensar nele, o que a gente está dizendo, sem falar, é: "O seu esforço para vir não valeu o meu esforço para preparar." E, infelizmente, o aluno da EJA nota, com exatidão, quem faz e como faz. E ele percebe.
O aluno da EJA percebe tudo. Ele pode não saber as fórmulas complexas de matemática, mas ele sabe quando foi respeitado e quando foi enrolado.
Planejar para a EJA não é preencher papel. É responder a três perguntas antes de entrar em sala:
A) O que da minha aula serve para a vida dele amanhã de manhã?
Se eu vou ensinar porcentagem, por exemplo, como isso ajuda ele a não ser enganado no mercado, no empréstimo, na venda da sua produção?
B) Ele vai participar das atividades ou vai ser só ouvinte? Ele coloca a mão na "massa" também?
Adulto não aprende só ouvindo. Ele aprende fazendo, falando, medindo, calculando o seu próprio salário, a sua própria roça, a sua própria receita. Se ele só copiou, ele não aprendeu.
C) O que eu vou fazer se ele não entender?
Porque, na maioria dos casos, ele vai ter vergonha de dizer "não entendi". O planejamento já precisa ter o plano B, com outra explicação, com um exemplo mais simples, mais perto da realidade dele.
Professor da EJA, o seu caderno de planejamento não é um documento para a secretaria. É o mapa do caminho de alguém que confiou em você para recomeçar.
Improvisar é até humano, todos nós improvisamos um dia. E, às vezes, a realidade nos impõe a fazer caminhos diferentes do que foi traçado.
Mas viver improvisando na EJA é dizer para aquele pai, para aquela mãe, para aquele jovem trabalhador: "O seu sonho pode esperar, porque eu não tive tempo de pensar nele."
Planejar é o contrário. É dizer: "Eu pensei em você antes mesmo de você chegar. Eu preparei essa aula pensando no seu cansaço, no seu trabalho e no seu sonho de terminar os estudos."
Quando você entrar na sala, antes de abrir o livro, abra a história da sua turma.
Planejar é isto: transformar conteúdo em esperança.
E esperança, para quem voltou a estudar, vale mais que qualquer conteúdo.
Por fim: não somos forçados a fazer "muito", mas o que nos dispomos a fazer, que seja feito como se fosse para nós, nosso filho, para a pessoa de quem mais gostamos. Nosso aluno só leva da escola o conhecimento que conseguiu produzir. Tudo, além disso, fica impregnado no papel, nos protocolos, em documentos.
Protejam as crianças
Uma criança é tão pura e inocente,
Não conhece a maldade
Nem os pensamentos insanos
Que há na mente dos desumanos.
Quão horrível é ter a infância quebrada
Ao se deparar com um monstro
Que não é fruto da imaginação,
Mas é real, só não é humano,
Por ser capaz de fazer tamanha barbaridade!
Alguém assim merece a pior punição,
O mais duro castigo e nenhum
Pingo de piedade,
Pois a criança cresce marcada
E fica para sempre traumatizada,
Para ela as coisas perdem o sentido,
Não consegue mais se alegrar,
Muito menos confiar em alguém.
Nunca mais é a mesma de antes,
Para ela tudo acabou a graça,
Assim também como sua infância.
Quem vê cara, não vê coração,
Não deixe os pequenos sozinhos,
nem por um segundo,
Com o tio, padrasto, namorado ou vizinho,
Pois sempre há um leão
À espreita de um novilho
Para tornar a sua nova vítima.
Se a criança disser que foi incomodada
Acredite nela e não fique calado,
Denuncie todo o crime praticado,
Apoie movimentos de conscientização,
Proteja as crianças e lute pelos direitos delas,
Que estão escritos na Constituição!
A criança um dia se torna adulta
E não é mais aquela indefesa
Que um dia alguém se aproveitou,
Nela também cresce a certeza
De que mais forte se tornou!
E conseguiu renascer e sorrir
Após anos de angústia causados por seu agressor.
Aqui se faz, aqui se paga.
Não adianta fugir das consequências,
Pode passar o tempo que for,
Achando que ninguém se lembra mais de nada,
De todo o mal e dor
Que causou a um ser humano,
A justiça tarda, mas não falha;
Mesmo que seja além dessa vida,
Ninguém escapa da justiça divina!
Protejam nossas crianças,
As ensinem a não falarem com estranhos
E nem as deixe ser tocadas!
Para evitar que sejam enganadas,
Ou caiam nas garras de um perverso.
Abra os olhos e fique atento aos sinais,
Nossos piores inimigos são os da nossa própria casa…
A negligência que encontrei na infância não terminou quando deixei de ser criança. Ela aprendeu a crescer comigo. Mudou de rosto, de voz, de silêncio, mas nunca deixou de caminhar ao meu lado.
Há dores que não gritam; elas se infiltram na arquitetura da alma e passam a sustentar tudo o que somos. A minha fez do afeto um território estrangeiro. Nunca aprendi a reconhecê-lo sem antes procurar a ausência que costuma vir depois.
Por isso, amar, para mim, nunca foi um gesto espontâneo. É uma travessia sobre uma ponte construída com tábuas podres. Cada passo parece anunciar uma queda.
Mas existe algo ainda mais difícil do que amar.
É permitir que alguém me ame.
Há uma parte de mim que permanece escondida, como se tivesse sido convencida, ainda menino, de que carinho sempre cobra um preço e de que toda permanência é apenas um atraso para o abandono. Quando alguém tenta atravessar essa distância, meu primeiro impulso não é abrir a porta. É procurar a saída.
Talvez a pior herança da negligência não seja a solidão.
Seja a incapacidade de acreditar que um dia alguém possa olhar para todas as minhas ruínas e, ainda assim, decidir ficar.
Porque existem infâncias que não acabam. Apenas aprendem a respirar dentro do adulto que sobreviveu.
- Tiago Scheimann
Vejo uma infância difícil, genitores que raramente o entendiam, provações que uma criança jamais deveria passar. Muitas vezes pareceu forte, mas, por dentro, tudo ao redor estava corroído, apodrecido pelo abandono.
Esse é o reflexo no espelho: a criança que aprendeu cedo demais a suportar aquilo que não compreendia, o homem que dela nasceu sem jamais se libertar inteiramente.
Há coisas que o tempo não cura; apenas ensina a carregar.
AVÓ, MÃE, TIA E MADRINHA
Quando Deus envia ao mundo
uma criança em seu nascer,
cerca-a logo de mulheres
que lhe ensinam a viver.
Cada gesto de carinho
faz a alma florescer.
Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.
A avó borda a experiência
com ternura e devoção;
conta causos, faz lembranças,
cultiva a tradição.
Seu colo é porto seguro,
seu conselho é direção.
Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.
A mãe é fonte de amor,
é coragem e proteção;
ensina os primeiros passos,
a verdade e o perdão.
No silêncio de um abraço
fala mais que uma oração.
Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.
A tia chega sorrindo
feito um raio de alegria;
é parceira das brincadeiras,
da conversa e da folia.
Mas também sabe aconselhar
com firmeza e cortesia.
Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.
A madrinha faz promessa
diante de Deus e do altar;
recebe um filho do coração
para amar, guiar e cuidar.
Na bonança ou na tormenta,
nunca deixa de amparar.
Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.
Cada uma tem seu jeito,
cada qual sua missão;
uma afaga, outra corrige,
todas dão a mesma mão.
Na união desses cuidados
cresce forte o coração.
Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.
O café feito com afeto,
o remédio e a oração,
o vestido bem cuidado,
o pão quente e o feijão;
tudo ensina à criança
o valor da gratidão.
Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.
A bênção dada à noitinha,
o sinal da Santa Cruz,
a palavra de esperança,
a confiança em Jesus.
São sementes de uma vida
iluminada pela luz.
Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.
Quando a lágrima aparece,
logo chega uma das quatro;
uma enxuga o rosto triste,
outra acalma o desacato.
E o amor transforma a dor
num bonito reencontro.
Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.
Quem cresce cercado assim
leva o bem por onde for;
faz da bondade um costume,
da humildade o seu valor.
Aprendeu desde pequeno
a linguagem do amor.
Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.
Que Deus guarde essas mulheres
como estrelas a brilhar;
são alicerces da família,
são razão para sonhar.
Onde existe esse carinho,
Deus escolhe ali morar.
Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.
