Textos de Lição de Moral

Cerca de 1231 textos de Lição de Moral

Você ainda não aprendeu a maior lição da vida,
continua perdido.

Não aprendeu a arte de perder..
se perde... quer guardar tudinho.

Perca, perca devagarinho
cada dia um pouquinho,
fique só com o que sobra,
e do que sobra... amanhã perca mais um pouquinho.

Devagarinho, devagarinho
quando você se dá conta perdeu tudinho.
Ficou sozinho... errante pelo caminho.

Tudo bem....perder tudo não é nada sério...
que não se leva nada da vida não é nenhum mistério...
e pra onde se vai... se vai mesmo sozinho.

À porta do templo de madeira e pedra,
O Guarda se posta com firme herança,
Mas a grande lição que o rito encerra
É a eterna vigília da consciência.

Trancamos as portas de nossas moradas,
Cuidamos dos bens com todo o rigor,
Mas deixamos as mentes escancaradas
Ao vento do caos e ao falso clamor.

A espada em riste não busca o corte,
Não fere a carne, não gera a dor;
Ela é o discernimento forte,
A lâmina clara do examinador.

Separa o vício da reta virtude,
A pura verdade da vã ilusão,
Pedindo que a alma filtre e estude
O que se aceita no coração.

Em tempos de vozes que tudo derramam,
O silêncio opera como proteção;
Nem todas as fotos ou brigas que chamam
Merecem o gasto da nossa atenção.

O maior segredo que a vida emana
Não pede avental, nem templo suntuoso:
É ser o vigia da mente humana,
O Guarda do próprio coração bondoso.

A Estrada e a Sabedoria


Corri pela BR-319, onde cada quilômetro revelava uma nova lição. Pelo caminho encontrei rios, fazendas, casas perdidas na imensidão, uma igreja silenciosa e até um acampamento onde crianças aprendiam a sobreviver. Encontrei também um igarapé escondido na mata, onde parei por alguns instantes, mergulhei em suas águas e encontrei forças para continuar.


Vi rostos gentis e encontrei pessoas de intenções duvidosas; conheci a beleza e os perigos que vivem lado a lado na estrada. No fim, percebi que aquela jornada não era apenas sobre ir longe, mas sobre aprender a voltar. A estrada me ensinou que a verdadeira sobrevivência não está apenas no corpo que resiste, mas na sabedoria que nasce de cada encontro, cada queda e cada escolha.

A ONÇA, O URSO E O MORANGO.
Há uma profunda lição escondida nesta singela narrativa.
Um homem encontra-se suspenso entre dois perigos inevitáveis. Acima dele, um urso feroz ameaça sua vida. Abaixo, seis onças aguardam o instante de sua queda. Não existe saída fácil. Não existe segurança. Não existe garantia de sobrevivência.
E, no entanto, em meio ao terror, ele percebe um morango.
Um fruto simples.
Pequeno diante da imensidão dos problemas.
Insignificante diante da ameaça da morte.
Mas real.
Ao levar o morango à boca, ele experimenta algo extraordinário: a vida continua acontecendo naquele instante.
O urso não desapareceu.
As onças não fugiram.
O barranco continuou perigoso.
Mas o sabor do morango também era verdadeiro.
Assim é a existência humana.
Quase todos carregamos preocupações acerca do amanhã. Há contas a pagar, enfermidades a enfrentar, saudades que machucam, conflitos familiares, decepções afetivas, inseguranças e receios quanto ao futuro. O urso e as onças mudam de forma, mas estão sempre presentes.
Muitas vezes acreditamos que somente seremos felizes quando todos os problemas forem resolvidos.
Entretanto, a vida raramente nos oferece um período completamente livre de dificuldades.
Quando vencemos uma preocupação, surge outra.
Quando ultrapassamos uma prova, uma nova experiência nos convida ao crescimento.
Se condicionarmos nossa felicidade à ausência de desafios, talvez jamais a encontremos.
O morango representa aquilo que ainda existe de belo, mesmo quando tudo parece ameaçador.
Representa o sorriso de uma criança.
A voz de um amigo.
A chuva sobre a janela.
O abraço sincero.
A oração silenciosa.
Um livro inspirador.
A paz de uma consciência tranquila.
O perfume de uma flor.
O nascer do Sol.
Os pequenos milagres cotidianos que frequentemente ignoramos por estarmos excessivamente concentrados nos perigos.
Sob a ótica espiritual, essa história nos recorda que a vida não é feita apenas das provas que enfrentamos, mas também das bênçãos que recebemos durante a caminhada.
Quem aprende a perceber os morangos espalhados pelo caminho desenvolve gratidão.
E a gratidão não elimina as dificuldades, mas ilumina a maneira como as atravessamos.
Os desafios continuarão existindo.
Os ursos continuarão rugindo.
As onças continuarão esperando.
Mas também continuarão existindo morangos amadurecendo nos galhos da existência para aqueles que conservam a sensibilidade de percebê-los.
Não adie a alegria para um futuro incerto.
Não espere que tudo esteja perfeito.
Não aguarde a ausência das tempestades para contemplar o céu.
O melhor instante para viver, amar, agradecer e ser feliz é este que pulsa agora diante de você.
Olhe ao redor. Talvez o seu morango esteja mais próximo do que imagina. E a vida, silenciosamente, esteja convidando você a saboreá-lo.

A LIÇÃO DA DELICADEZA OCULTA.
Há almas que se apresentam como deserto e, no entanto, ocultam em suas profundezas um jardim ainda não cultivado. A rudeza, nesse contexto, não é essência, mas fenômeno aparente, uma couraça erigida pela experiência e consolidada pela repetição das dores. Entretanto, a lucidez exige distinguir entre a aspereza que protege e a aspereza que degrada. Eis o ponto de partida de uma ética refinada da convivência.
Na tradição da Psicologia, reconhece-se que muitos comportamentos abruptos derivam de Mecanismos de defesa, isto é, estratégias inconscientes que visam preservar o equilíbrio interno diante de ameaças emocionais. A secura no trato, o tom ríspido e a indiferença simulada podem constituir, em certos casos, tentativas mal elaboradas de autoproteção. Todavia, o fato de compreender não implica legitimar. A compreensão é instrumento de discernimento, não de submissão.
A imagem simbólica de um pequeno ser que aprende a cuidar de uma flor delicada oferece um paradigma elevado de conduta. A flor, embora bela, revela-se exigente, por vezes caprichosa, e até contraditória em suas manifestações. Ainda assim, aquele que aprende a cuidar não o faz por ingenuidade, mas por escolha consciente. Ele reconhece que o valor não está apenas na aparência da flor, mas na relação construída, no tempo investido, na atenção reiterada.
Desse arquétipo emerge uma diretriz prática.
Primeiro. Não confundir rudeza com profundidade. Nem todo silêncio é densidade, nem toda aspereza é sinal de dor oculta. A análise exige observação reiterada do comportamento ao longo do tempo, identificando se há sinais autênticos de sensibilidade que justifiquem o investimento relacional.
Segundo. Cultivar a firmeza serena. A delicadeza não é submissão. Cuidar de uma flor implica protegê-la do vento, mas também podar excessos que a prejudiquem. Assim, diante de atitudes rudes, a postura adequada não é a absorção passiva, mas a delimitação respeitosa. A verdadeira ternura educa-se pela coerência, não pela condescendência.
Terceiro. Exigir reciprocidade gradual. Toda relação que aspira à elevação deve tender ao equilíbrio. Se há ternura oculta, ela precisa, ainda que lentamente, manifestar-se. Quando isso não ocorre, a insistência transforma-se em desgaste moral e psicológico. O zelo não pode degenerar em autoabandono.
Quarto. Refinar a própria sensibilidade. Muitas vezes, o desejo de encontrar ternura onde há dureza nasce de uma inclinação interna à idealização. O espírito lúcido aprende a ver com nitidez, sem projetar no outro aquilo que deseja encontrar. A educação do olhar é, nesse sentido, uma disciplina interior.
Quinto. Compreender o tempo. Há flores que desabrocham sob cuidado paciente. Outras, contudo, não florescem no solo em que se encontram. A sabedoria consiste em discernir quando perseverar e quando retirar-se com dignidade. Permanecer onde não há possibilidade de reciprocidade é abdicar da própria integridade.
A síntese dessa pedagogia reside na responsabilidade afetiva. Cuidar não é suportar tudo, nem abandonar ao primeiro espinho. É, antes, estabelecer uma relação na qual a atenção e o limite coexistem em harmonia.
Assim, diante da rudeza que sugere uma ternura oculta, a conduta mais elevada não é a rendição cega, mas o cultivo consciente. Pois aquele que aprende a cuidar sem perder-se transforma não apenas o outro, mas, sobretudo, eleva a si mesmo a uma forma mais nobre de existência.

LIÇÃO DE GRAMÁTICA


Na gramática terrena
Há três pessoa, só três;
E colocá-las por ordem
É negócio duma vez.


"Eu" sempre foi a primeira;
"Tu" a seguir logo vem;
Se disseres: "Ele" é a terceira,
Terás dito muito bem.


A lição, porém, do Mestre
É melhor, pois vem do Céu:
Primeira Pessoa é Ele,
Segunda és tu, depois eu.


J. A. Fernandes


Publicada no livro "Contos Vespertinos" volume II - Artur S. Maxwell
1945

O Destino Era a Universidade, mas a Lição Veio pelo Caminho
Parecia ser apenas mais uma corrida na rotina do motorista de aplicativo, Peregrino Nino Carneiro. Mas, para quem tem o hábito de conversar com os passageiros, cada viagem pode esconder uma história interessante, daquelas que merecem ser registradas em sua coluna literária.
Ao chegar ao local combinado, o motorista recebeu um rapaz que aparentava ter entre vinte e vinte e cinco anos. Depois dos cumprimentos, perguntou:
— O destino é a Universidade Federal?
— Sim, por favor! — respondeu o jovem.
Enquanto iniciava o percurso, o motorista perguntou:
— E qual curso você está fazendo?
— Medicina.
— Uau! — exclamou o Peregrino, demonstrando admiração. Em seguida, aproveitou a oportunidade para conhecer um pouco mais sobre o passageiro.
— De onde você é?
— De Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo.
O motorista sorriu e comentou que conhecia um pouco da história daquela cidade. Explicou que o nome Mogi tem origem indígena e está associado à expressão *M'Boiji*, tradicionalmente interpretada como “rio das cobras”. Contou também que a ocupação da região começou no século XVI, com a atuação de desbravadores como Brás Cubas e Gaspar Vaz.
Mas havia outro capítulo importante naquela história: a imigração japonesa. Ao longo do século XX, famílias japonesas contribuíram significativamente para o desenvolvimento agrícola de Mogi das Cruzes, fortalecendo o cultivo de hortaliças, frutas, flores e cogumelos. Com trabalho e perseverança, ajudaram a transformar a região em uma das grandes referências agrícolas do cinturão verde paulista.
O estudante ouvia atentamente. Ao final da explicação, comentou, admirado:
— O senhor me deu uma aula brilhante sobre a minha própria cidade! Enquanto o ouvia, consegui imaginar como deve ter sido a chegada dos meus bisavós a Mogi, em 1935.
Animado, continuou:
— Até hoje, meus pais trabalham na agricultura. Todos os dias, um caminhão sai do sítio da nossa família carregado de verduras e legumes para abastecer a CEAGESP, em São Paulo. Cresci vendo o esforço deles, enfrentando o sol, a chuva e as incertezas de quem depende da terra para viver.
O Peregrino, interessado, fez outra pergunta:
— E por que você não quis seguir a profissão dos seus pais?
O rapaz respondeu:
— Por orientação deles. Meus pais sabem o quanto a agricultura pode ser sofrida e não querem que os filhos enfrentem as mesmas dificuldades. Apesar disso, reconhecem que é um trabalho nobre, essencial para a sociedade e cheio de vida. Por isso, escolhi a Medicina. Minha família também guarda com orgulho uma ligação de parentesco com o médico Sentaro Tacaoca, a quem associa à história da imigração japonesa em Mogi das Cruzes.
O motorista percebeu que aquela escolha representava muito mais do que a busca por uma profissão. Havia o amor dos pais, o desejo de oferecer um futuro melhor aos filhos e a vontade de cuidar de outras pessoas.
— Sabe de uma coisa? — comentou o motorista. — Você pode não ter seguido a profissão dos seus pais, mas certamente levará para a Medicina os valores que aprendeu com eles: disciplina, perseverança, responsabilidade e respeito pela vida.
O jovem sorriu. Talvez nunca tivesse pensado que a experiência vivida no sítio pudesse contribuir tanto para sua futura carreira médica. Naquele instante, percebeu que mudar de caminho não significava abandonar as próprias raízes.
A corrida se aproximava do fim, e o motorista aproveitou para fazer um convite:
— Um dia, ainda conversaremos sobre os lugares de Mogi das Cruzes que homenageiam a imigração japonesa, como o Parque Centenário da Imigração Japonesa, o Casarão do Chá e o Monumento ao Imigrante japonês. São espaços que preservam a memória de pessoas que atravessaram oceanos e ajudaram a construir a história da cidade.
— Será um prazer! — respondeu o estudante. — Depois desta conversa, fiquei com vontade de conhecer ainda melhor a história da minha terra e da minha família.
Ao chegar à universidade, os dois se despediram cordialmente. O estudante seguiu para seus compromissos, levando consigo uma nova perspectiva sobre suas origens. O Peregrino retomou seu trabalho, satisfeito por ter encontrado mais uma história digna de ser contada.
Assim terminou mais uma corrida prazerosa do motorista Peregrino Nino Carneiro. Uma viagem que começou com uma simples pergunta sobre o destino e terminou com reflexões sobre família, trabalho, vocação e conhecimento.
Mais uma vez, o motorista percebeu que a sabedoria não está apenas nos livros ou nas universidades. Ela também vive nas mãos calejadas dos agricultores, nas histórias dos imigrantes, nos ensinamentos dos pais e nas conversas inesperadas que a vida nos proporciona.
Conhecimento é caminhar com os olhos abertos: a cada passo, aprendemos não apenas sobre o caminho, mas também sobre as pessoas e as histórias que dão sentido à vida.
Peregrino Nino Carneiro

Uma Corrida, Uma Avó e Uma Lição para a Vida
Uma corrida de poucos minutos, uma história de uma vida inteira e uma lição de amor inesquecível.
Era para ser apenas mais uma corrida na rotina do motorista peregrino Nino Carneiro. Mas, naquele dia, ao receber uma solicitação, algo dentro dele pareceu sussurrar: “Aceite logo essa corrida!”. Ele aceitou e chegou ao destino em menos de cinco minutos. Mal sabia que encontraria uma história de coragem, sacrifício e amor incondicional.
Ao chegar, encontrou uma senhora que aparentava ter mais de sessenta anos. Com cordialidade, cumprimentou-a: “Bom dia, senhora Cleusa! Para onde vamos?”. Com voz doce, ela respondeu: “Senhor, coloquei o endereço, mas não sei em qual bairro fica, porque não sou daqui”. Ele sorriu: “Não tem problema! Só perguntei para escolher o melhor caminho”. Agradecida, ela respondeu com tanta delicadeza que despertou a curiosidade do motorista. Seu coração de peregrino pressentiu que aquela passageira guardava uma boa história para sua coluna literária.
“Então, a senhora não é são-carlense? De onde veio?”, perguntou. “Sou de Paulínia, perto de Campinas.” Depois de um breve comentário sobre a cidade, ele quis saber o que a trouxera a São Carlos. A resposta veio acompanhada de carinho: “A minha neta Josefa!”. Dona Cleusa explicou que sua família era toda da Paraíba, da pequena cidade de Parari, no coração do Cariri paraibano.
Ela contou que seu pai havia partido para Paulínia a convite de um tio, enquanto ela permanecera em Parari com a mãe e os cinco irmãos. Foram tempos difíceis, de muitas privações e até de fome. O dinheiro enviado pelo pai mal dava para comprar os alimentos necessários. Mas a esperança resistia. Um dia, ele voltou e disse à esposa: “Prepare as coisas, porque vim buscar toda a minha família!”. Aquele reencontro permitiu que deixassem para trás a separação e começassem uma nova vida. Nino ouvia atentamente, imaginando quantas famílias enfrentam dificuldades sem abandonar a esperança de dias melhores.
Ainda curioso, o motorista perguntou: “Mas, dona Cleusa, por que a senhora veio para São Carlos?”. Com orgulho, ela respondeu: “Minha neta Josefa passou no vestibular para Engenharia Química!”. Explicou que a família não tinha uma situação financeira confortável. A mãe de Josefa trabalhava como auxiliar de serviços na Braskem, e o pai já estava na empresa havia mais de quinze anos. Além de Josefa, dona Cleusa tinha outros quatorze netos.
Quando soube da aprovação, não pensou nos obstáculos nem na saudade que sentiria da família. Tomou uma decisão que mudaria sua rotina: “Minha neta, eu vou com você para São Carlos! Vou trabalhar como diarista para ajudar a pagar as despesas da sua moradia”. E assim fez. Recomeçou a vida em outra cidade, conseguiu trabalho em casas de várias famílias e passou a morar perto da universidade com a neta. “Estamos muito felizes!”, contou. Pelo menos duas vezes por mês, visitavam os familiares em Paulínia, porque, por mais longe que a vida nos leve, o coração sempre procura voltar para quem ama.
O motorista já estava emocionado, mas suas lágrimas quase encontraram caminho quando dona Cleusa pronunciou as palavras que resumiam sua história: “Enquanto eu for viva, nenhum neto meu passará pelas dificuldades que eu passei. Deus me deu uma vida inteira para acumular forças, e cada gota desse amor está guardada bem aqui!”.
Naquele instante, Nino compreendeu que estava diante de uma mulher extraordinária. Dona Cleusa não podia apagar a fome e as dificuldades da infância, mas podia transformar aquelas experiências em proteção para seus descendentes. Escolhera fazer isso com o trabalho das próprias mãos, a coragem do coração e a fé que sustentava seus passos. Talvez nunca recebesse medalhas ou tivesse seu nome estampado nos jornais, mas realizava uma das mais belas tarefas da vida: ajudar alguém a chegar mais longe.
Ao final da corrida, o motorista agradeceu a confiança e parabenizou dona Cleusa por sua maravilhosa história. Ela talvez tenha seguido seu caminho sem imaginar o impacto daquele encontro. Nino, porém, já não era o mesmo. Levava consigo uma pergunta: quantas vezes julgamos as pessoas pela aparência, pela idade ou pela profissão, sem conhecer os sacrifícios que fizeram por aqueles que amam?
Como peregrino, aprendi nos caminhos de Santiago de Compostela que nem sempre a maior lição está no destino, mas nas pessoas que encontramos durante a caminhada. Há encontros que duram poucos minutos, mas permanecem em nossa memória por toda a vida. Naquela corrida, enquanto conduzia dona Cleusa, Nino descobriu que também estava sendo conduzido a uma reflexão sobre o verdadeiro sentido do amor.
Nem toda grandeza usa roupas elegantes, nem toda vitória recebe aplausos e nem todo herói aparece nos livros de história. Existem pessoas que acordam cedo, trabalham até o corpo pedir descanso e continuam porque alguém precisa delas. Existem avós que transformam suas cicatrizes em abrigo e as próprias dificuldades em oportunidades para que seus netos tenham um futuro melhor.
Talvez Josefa, ao concluir sua formação e conquistar seus sonhos, compreenda ainda mais profundamente o esforço de sua avó. Em cada página estudada, em cada desafio vencido e em cada conquista alcançada, estará também o amor de uma mulher que decidiu recomeçar a vida para ajudá-la a construir a própria história.
Naquele dia, a corrida terminou, mas a lição permaneceu. O Peregrino Nino Carneiro guardou no coração uma certeza: **a maior herança que podemos deixar aos nossos filhos e netos não é aquilo que acumulamos, mas a força que lhes oferecemos para que caminhem com dignidade, mesmo quando já não estivermos ao lado deles.**
Porque o verdadeiro amor não calcula o preço do sacrifício nem desiste diante das dificuldades. Ele simplesmente se levanta, prepara a bagagem e diz:
“Minha neta, eu vou com você!”
Peregrino Nino Carneiro

Já caminhei no escuro e senti o amargor do que não me pertencia. A venda caiu, a lição ficou e o meu acesso se tornou inalcançável.
​A ponta da língua guarda a memória daquele veneno antigo — o suficiente para eu reconhecê-lo de longe e recusar a repetição.
​Quem me vê hoje com esse ar sereno, não imagina a força inabalável do meu 'nunca mais'

E o Corvo, ao longe, como se fosse a
última lição, disse:


— Leve o que aprendeu. A morte te mostrou o espelho. Agora vá viver o reflexo, pequena vida.


— E lembre-se sempre: quando os humanos me compreenderem, não me temerão. E, quando não me temerem, serão livres.

(Muka e Toshu - A Construção da Felicidade)

O amor me ensinou a lição
que a felicidade é só uma estação.
Pensava que era só alegria.
Mas a verdade é outra, a dor também é dia.

Aprendi a suportar o que não vem no cardápio.
A espera, a saudade, o coração vazio,
amar de verdade é aprender a lidar
com as dores que o amor pode causar.
(Saul Beleza)

Que seus olhos sejam olhos para quem necessita
Que suas palavras sejam a lição para o ignorante
Que seus braços sejam o aconchego para o desamparado
que suas mãos sejam o guiar de quem se encontra perdido no universo
Através dessas ações a sua vida será repleta de felicidade e suas mãos levarão o perfume das flores onde quer que vá.

Inserida por lunadiprimo

Minha lagrima reflete meu poema
Poema que só consigo escrever quando há uma lição
Poéticos não são loucos apaixonados
São aqueles que derramam lágrimas mas ainda no seu momento de dor e angústia escreve para aqueles que necessitam
Necessitam de uma palavra que talvez ninguém a diga
Mas o poema a expressa com clareza, e lhe mostra o caminho.

Inserida por Stfanythuler

Lição de quem já amou

Será que essas coisas só acontecem comigo? Será que só eu me sinto assim? Acho que não.
É muito difícil quando tudo conspira contra. Você se ferra no amor e no jogo, e quando você pensa que não pode piorar a vida aceita o desafio não proposto. E ai, o que mais se pode fazer alem de sentar e chorar?
Pode-se levantar e seguir em frente, esquecer, porque já que é isso que todos te mandam fazer, deve funcionar né?
Francamente, nunca funcionou direito comigo, até funciona. Mas às vezes você vai lembrar, e vai doer. Bastante na verdade. Mas ai você terá novas expectativas, novos desafios, nem que eles estejam perdidos que nem os meus no momento.
Mas uma hora passa, chega até ser engraçado... Não, não é engraçado, é doloroso.
Eu sei que assim como eu, o seu coração bate mais rápido quando você escuta o nome dele, ou quando ele está online, e dói bastante quando ele não fala com você, e você percebe que ele te esqueceu, ou simplesmente só valeu algo para você.
A vida te tira muitas coisas, pessoas, que você pensa que são insubstituíveis, mas podem vir pessoas boas e não é que elas irão substituir, mas serão tão boas quanto. O problema é se elas vão querer ficar, mas ai vem outras, é um ciclo interminável.
Muda-se os lugares, as pessoas, os sentimentos, tudo. Inclusive você. Você vai somando o que se é preciso, jogando fora o que não serve mais, vai tentando se equilibrar, nunca fui boa em matemática mesmo.. talvez esse seja o problema..
O importante é que vai passar, eu prometo.. Daqui a alguns anos, só serão histórias, lembranças... serão experiências..

Inserida por bina-clemente

Bom dia, vida!
Bom dia, vida! Que linda lição! Sempre tem o dia depois da noite. Obrigada, meu Senhor, por não desistir de mim! Obrigada pelas bençãos em minha vida! Vou levantar agora e te peço continue me mostrando seu amor, meu Pai, pq esse é infinito e é o que me mantém viva, que me enche de esperanças! Vou continuar tentando, afinal, a única coisa que importa é que sempre é entre eu e o Senhor, meu Deus. Perdão, oh Pai, por me esquecer e achar que era comigo e os outros. A grandeza do amor irá me mostrar!

Inserida por tamygomes

"Tomara que este post não seja uma lição para você!"

No decorrer de alguns anos eu comecei a apreciar a sua ausência...
Estava longe de mim todo este tormento, toda esta dor que me causou
Mas você voltou, sombra obscura!
Voltaram todas as lembranças das suas mãos sujas em mim!

Te ver me deu uma vontade de sentir o meu sofrimento na sua pele
A minha dor no seu coração e todas as lágrimas que você me fez chorar, gostaria de vê-las brotarem todas de uma vez só na sua face, que você acordasse todos os dias assim, num choro sem fim!

Senti uma imensa vontade de que você nunca mais sentisse sono, que ficasse prisioneiro para sempre no desconforto de uma inacabável inquietude, sem uma pausa sequer para descansar!
Isto por todas as noites que você tão insensível não me deixou dormir, me assediou e por todo este pranto que você me viu derramar

Nasceu uma vontade de vê-lo mudo para sempre se engasgando com sua própria voz!
Por todas as vezes que você me calou com sua opressão e me encarceirou numa quietude forçada,quando o que eu mais queria era gritar!

Queria vê-lo coberto de hematomas doloridos, estes por todo o seu corpo e eternos!
Isto por todas as sequelas que vejo em meu corpo, que você deixou para eu sempre me lembrar!

Queria vê-l0 querendo o carinho das pessoas do mundo inteiro e elas lhe devolvendo o ódio, lhe massacrando, lhe bulinando, até você enlouquecido clamar por socorro!
Isto tudo por todas as vezes que eu te implorei, que eu te pedi o seu amor e você me deu em troca todo este ódio, me espancou, me fez chorar, me incomodou, me humilhou... me deixou marcas para que eu sempre com amargura, possa me lembrar, que quem fez tudo isto foi você...

meu PAI!

Inserida por JaneteSales

Bom Café da Manhã
Nessas férias cheias de emoções e frustrações, aprendi uma grande lição. A importância de um bom Café da Manhã, sim porque os dias estavam tão corridos, tão loucos e tão imprevisíveis que a única certeza que eu tinha antes de qualquer catástrofe, acidente ou qualquer outra peça que a vida me pregaria, era o meu Café Matinal, diga-se de passagem que eu não gosto de café. Café, Ovo e Refrigerantes são 3 coisas que não como/tomo de jeito nenhum. Acordar sabendo que aquela refeição poderia ser a única do dia me fez admirar o momento café da manhã como a refeição de uma Rainha. Introduzi torradas, geleias, cereais, panquecas, tapioquinhas, frios, frutas, sucos e outras tantas delícias que substituíram meu famoso quase jejum. E acreditem: passei a sentir menos fome, passei a comer medianamente no almoço e quase nada no jantar. minha gula diminuiu e minha saciedade aumentou. O Café da Manhã tão rejeitado, menosprezado e esnobado por mim acabou me dando ânimo, força e disposição para o dia todo, para a correria da vida e seus revés.
Feliz Café da Manhã para você também!

Inserida por Arcise

Aprenda uma lição que a vida me ensinou, quem muito abre mão, mais tarde cobra, e cobra CARO"

Cuidado com as pessoas que sempre aceitou seus erros, ela pode desejar vingar no dia que você menos espera. Por que ninguém esquece a dor que um dia passou...Pode cicatrizar mas a cicatriz vai estar lá para lembrar seu real motivo sempre...
Entenda: Ninguém é de todo bobo, e ninguém é de todo esperto.
Q...uem um dia já comandou a tropa, pode se torna recruta.
Cuidado com as mascarás, ela pode cair, ou ser tirada quando menos você imaginar.
Então o cordeiro mostra sua face de LOBO...."

Inserida por wennerali

“Aprenda uma lição que a vida me ensinou, quem muito abre mão, mais tarde cobra, e cobra CARO"

Cuidado com as pessoas que sempre aceitou seus erros, ela pode desejar vingar no dia que você menos espera. Por que ninguém esquece a dor que um dia passou...Pode cicatrizar mas a cicatriz vai estar lá para lembrar seu real motivo sempre...
Entenda: Ninguém é de todo bobo, e ninguém é de todo esperto.
Quem um dia já comandou a tropa, pode se torna recruta.
Cuidado com as mascarás, ela pode cair, ou ser tirada quando menos você imaginar.
Então o cordeiro mostra sua face de LOBO....

Reflita

Inserida por wennerali

A vida ensina
Não vale revidar...
Não vale dizer que não quer essa lição ou aquela...
Serenidade e atenção, é a melhor opção.
Não há outra forma de vivê-la
Sempre é mais adiante..depois da tempestade...depois de desesperar.... depois do chão sumir.
Pois tudo é o desconhecido, sim dá medo.
É a vida, ela tem que ser vivida!
E nesse ciclo de viver e sobreviver, vamos crescendo, vamos vivendo!

Inserida por JoyaHara