Já caminhei no escuro e senti o amargor... Amanda Tamiris da Maia

Já caminhei no escuro e senti o amargor do que não me pertencia. A venda caiu, a lição ficou e o meu acesso se tornou inalcançável.
A ponta da língua guarda a memória daquele veneno antigo — o suficiente para eu reconhecê-lo de longe e recusar a repetição.
Quem me vê hoje com esse ar sereno, não imagina a força inabalável do meu 'nunca mais'
