Textos de Lição de Moral

Cerca de 1231 textos de Lição de Moral

⁠A Beleza da Conduta Moral e a Elevação da Consciência

A beleza da vida está na conduta moral, que transforma o mundo de sofrimento em uma beleza sem igual. O ser humano imunizado pelo Racional Superior tem suas ações sempre iluminadas por uma reflexão. Todos os fatos e acontecimentos da vida ainda são revisados na mente, porém, tudo é filtrado pelo coração, a morada do equilíbrio e benevolência. A boca decreta apenas o que inspira viver com coragem e gentileza.

As atitudes são sempre centradas na conduta moral e na autopreservação, para que os exemplos a serem seguidos sejam a prática de tudo aquilo que realmente representa "Deus" na terra. O único interesse de um ser imunizado neste mundo é auxiliar na elevação da consciência.

Inserida por fluxia_ignis

⁠Não de lições de moral para quem não sabe o que é.
Não de lições de ética para quem não sabe o que é.
Na de lições de caráter para quem não tem.
Não perca o seu tempo discutindo com tolos.
Ignore o que não te acrescenta.
Procure sempre o melhor…
Na simplicidade mora a sabedoria.
No sentido de humor reina a inteligência.

Inserida por nereualves

Favoritismo

Ah! Tenho todo o direito
de defender a moral política
do meu belíssimo país
Tenho sim o direito, sem doutrina partidária
estou a favor de uma Nação
libertária, expositiva
sem necessidade do dedo que tenta a mim
rotular e influenciar a minha ética ordenada
Tenho sim essa liberdade
a mesma que dou a todos e sem preconceito
porém, longe do fanatismo
do profundo egoísmo
com o propósito do poder individual
gritando aos quadro cantos
que é pelo objetivo social
Isso é nacionalismo extremista
é poderá ser o caos
Seja justo, faça a sua própria cabeça
não preconize um ritual
liderando ovelhas moucas
só instigará parvoíce
sem sentido, fatal
Para ter senso de liberdade e democracia
saia da sua zona de conforto
dispa-se do pensamento infértil
ande sobre a ardente fogueira do miserável
assim será douto para manifestar opinião.

Inserida por MariadaPenhaBoina

CÓDIGO MORAL DO CAVALEIRO TEMPLÁRIO

Ama o bem;

Ignora o mal;

Sê bondade, justiça e compaixão;

Não critiques nunca;

Sê paciente, calmo e comedido;

Não te entregues jamais à cólera ou ao orgulho;

Sê puro, sensível e doce;

Não pratiques nunca a ironia;

Sê confiante, satisfeito e aberto aos outros;

Não duvides e jamais sejas invejoso;

Sê moderado em todas as coisas;

Evita os excessos;

Sê humilde, amável, modesto, generoso e respeitoso para com os outros;

Não sejas nunca malévolo;

Sê verdadeiro em palavras e em atos;

Diz a verdade;

Não mintas nem difames jamais;

Sê prestativo e benévolo em relação a tudo que existe;

Não enganes e não traias ninguém;

Ama e protege a vida. Propaga a paz e a harmonia;

Não manifestes agressividade em nenhum plano.

Non Nobis, Domine, Non Nobis, Sed Nomini Tuo da Gloriam

Inserida por FabioSilvaDN

⁠A mais bela coisa existencial, é a Moral. Realmente se olharmos com as lentes Niilistas para o macrocosmo, seremos imediatamente tentados a observar nossa insignificância e querer logo admitir que estamos "sozinhos", "largados", vagando ao léu e que, diante de tantos fatos e atos aparentemente desconexos por nós como um todo, não haverá a quem responder por eles. Mas a lei do retorno está aí para desmentir essa espúria ideia, e nos fazer crer que cada ato, será devidamente cobrado. Diante da imensidão cósmica, neste micro-grão de areia celeste, A Terra, passa-se a sensação aparente, de que a Humanidade é um monte de baratas em um punhado de areia do ilimitado Mar do Espaço Sideral.
Mas o princípio Moral existe e ele é imanente a cada um de nós. E de onde vem a Moral, senão de uma conduta Ultra cósmica infinitamente poderosa e misteriosa, que rege as punições dos atos de infração cometidos em todo Universo?

Às 15h56 in 03.07.2024

Inserida por FabioSilvaDN

⁠PARA TODOS OS ANGOLANOS QUE NÃO TROCAM A MORAL PELO PÃO

Durante as lutas e guerras contra os regimes coloniais em África, muitos foram destemidos e corajosos em defender o povo (cor preta), a terra (cor verde), a nossa cultura (cor amarela) e, acima de tudo, as nossas vidas (cor vermelha). Muitos destes continuam anônimos na história do nosso país e de África, pelo facto de, naquele tempo, não haver muitos estudantes, acadêmicos, filósofos, revolucionários e historiadores que se ocupassem de registrar acontecimentos desse género. Mas isso não impediu que muitos dessem o seu contributo em prol da nação e do povo. Com o tempo, os destemidos (nacionalistas, filósofos, intelectuais, artistas, patriotas e revolucionários) foram despertando mentes, alimentando sonhos e iluminando os caminhos de muitos que estavam aprisionados, e outros que eram injustiçados e oprimidos pelos colonizadores. Graças a essa resistência e oposição aos detratores, muitos aderiram à luta contra a opressão, a injustiça, a ditadura e a exploração. Essas revoluções foram as sementes lançadas no nosso solo, que deram origem e frutos para a criação e o surgimento de muitos partidos políticos da época, como: UPA, UNITA, FNLA, MPLA, etc. Com o tempo, a UPA foi-se juntando a outros partidos.
Esses partidos tiveram como líderes: Jonas Savimbi (UNITA), Holden Roberto (FNLA) e Agostinho Neto (MPLA). Estes partidos tinham como princípio angular (base) lutar e guerrear contra todo tipo de opressão, injustiça e ditadura dentro do território angolano, que naquele tempo era dominado pelo regime ditatorial português. Eles lutaram, mas nem todos se mantiveram sólidos. Porque dois dos líderes traíram o povo e os interesses nacionais e, pior ainda, venderam o país de volta aos antigos patrões (colonos), o que fez com que alcançássemos uma falsa independência, levando-nos a tornarmo-nos refugiados dentro da nossa própria pátria. Isso aconteceu porque a sede pelas riquezas (avareza) e a fome pelo pão (poder) falaram mais alto do que a moral. Por isso, muitos corromperam-se.

Inserida por jackwistaffyna

⁠Cristo, a Plenitude da Lei

A Lei mosaica era mais do que um código moral: ela expressava, por meio de preceitos, o caráter santo de Deus e o propósito redentivo de sua aliança com Israel. No entanto, desde o início, o mero cumprimento externo — a letra da Lei — jamais agradou a Deus quando divorciado de uma resposta interna de amor, reverência e fé. A obediência mecânica, dissociada da essência — que é a justiça, a misericórdia e a fidelidade (Mateus 23:23) — tornava-se inútil e até condenatória (Isaías 1:11-17; Amós 5:21-24).

Jesus é o único que cumpriu plenamente tanto a letra quanto a essência da Lei. Ele viveu a justiça que a Lei exigia e encarnou o amor que a Lei apontava. Por isso, Paulo declara: “Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê” (Romanos 10:4). E também: “Para que a justiça da Lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Romanos 8:4).
Cristo não apenas satisfez as exigências legais da aliança, mas também expôs sua verdadeira profundidade — não matar, por exemplo, não é apenas não tirar a vida, mas também não odiar (Mateus 5:21-22). A justiça do Reino não é uma justiça quantitativa, mas qualitativa — é superior, porque brota de um coração regenerado.

D.A. Carson resume com precisão:
“A Lei foi dada para revelar o caráter de Deus e a pecaminosidade do homem, mas somente em Cristo ela é cumprida em seu propósito final — conduzir-nos à justiça pelo Espírito, e não pela letra.”
É por isso que Paulo distingue claramente entre a antiga aliança da letra, que mata, e a nova aliança do Espírito, que vivifica (2 Coríntios 3:6). Cumprir a letra da Lei sem sua essência é repetir o erro dos fariseus: honrar a Deus com os lábios, enquanto o coração permanece distante (Marcos 7:6).
Portanto, os que estão em Cristo não são antinomistas — como se a graça fosse desculpa para o pecado —, tampouco legalistas — como se a justiça viesse da performance religiosa. São homens e mulheres habitados pelo Espírito, que vivem não segundo o rigor da letra, mas segundo a liberdade da obediência que nasce do amor.

Em Cristo, a Lei não é anulada — ela é superada, não em valor, mas em cumprimento.
O que antes era mandamento gravado em pedra, agora é impulso gravado no coração.
O que antes era imposição externa, agora é transformação interna.

Este é o escopo do Evangelho: não apenas perdoar transgressores da Lei, mas formar neles, pelo Espírito, a justiça do próprio Cristo.

Inserida por CaioSantos2020

Como combater o Assédio Moral:

⁠A Constituição Federal de 1988 garante a todos o direito aos valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, bem como à dignidade humana e à cidadania. No entanto, o assédio moral é algo a ser combatido, pois interfere na liberdade, na dignidade e nos direitos de personalidade dos trabalhadores. Esse comportamento se manifesta por meio de atitudes abusivas que degradam o relacionamento no ambiente de trabalho, portanto, é imprescindível criar dispositivos jurídicos para inibir essa conduta.
Segundo o Excelentíssimo Sr. João Batista Brito Pereira, Ministro Presidente do Tribunal Superior do Trabalho (T.S.T), que descreve na Cartilha de Prevenção ao Assédio Moral, várias formas podem ser adotadas para prevenir o assédio moral no trabalho, sendo a principal delas a informação. Todos devem estar cientes do que é assédio moral e de como evitá-lo, conforme estabelece a Lei 8.112/90. Além disso, é dever dos servidores públicos manter conduta compatível com a moralidade administrativa, tratando as pessoas com urbanidade e sendo leais às instituições às quais servem. É necessário cuidado para não confundir responsabilidades e deveres com abuso de poder, pois exigir eficiência no trabalho e estimular o cumprimento de metas não caracteriza assédio moral, visto que toda atividade laboral impõe certo grau de exigência na definição de tarefas e resultados.
No ambiente de trabalho, é comum haver cobranças, críticas e avaliações sobre o desempenho profissional dos colaboradores. Eventuais reclamações por tarefas não cumpridas ou realizadas com displicência não configuram assédio moral. Essa conduta não se restringe apenas do chefe para o subordinado, podendo ocorrer de forma inversa, descendente, quando o trabalhador ou grupo de subordinados tentam boicotar as ordens de seu superior.
Por fim, é de suma importância que o Ministério Público, órgão fiscalizador, em conjunto com o Ministério do Trabalho, desenvolvam mecanismos e projetos de conscientização para coibir tais condutas. Em resumo, é necessário evitar que aqueles que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violem direitos ou causem danos a outrem ao praticar tais atos de forma reiterada, prolongada e abusiva. Somente assim, por meio de regras e procedimentos padrões, baseados no respeito disciplinar e no companheirismo, poderemos manter um ambiente de trabalho seguro, saudável e produtivo.

Hélio Aparecido de Assunção.

Inserida por helio_assuncao

⁠Valores
Moral e ética
Na visão Paulina
I CORINTIOS 15:33
"as más companhias corrompem os bons costumes"

Conduta uma formação da própria consciência de um indivíduo
Está relacionado ao bem comum
São estados emocionais que valorizamos por sua importância
A moral é uma continuidade de costumes e tradições que conservam hábitos bons que influencia a conduta de um bom cidadão vista a educação e o respeito aos demais incluindo animais a natureza de um modo geral
E a ética nos permite refletir sobre estes valores de suma importância para uma boa e eficiente sociedade mais humana e igual
Paulo nos chama a reflexão da importância em conservar os princípios e valores que mantém a ordem e conserva a vida tudo em uma visão de bem estar social que nos levará a convicção da presença de um Deus de amor e compaixão
Mas que precisamos ser seletivos em escolher nossas amizades e companhia já que alguns preferem destruir a sociedade corrompendo os valores e princípios que a edifica

"A consciência é o melhor livro de moral e o que menos se consulta"
Blaise Pascal

Inserida por marcio_henrique_melo

Os 14 princípios da Filosofia Kamorrista:

1. Deus é Soberano – Toda ordem moral e natural vem Dele. Um povo que rejeita Deus caminha para a ruína.

2. Pátria Acima dos Interesses Pessoais – O amor à terra natal deve ser inegociável. Defender a pátria é um dever sagrado.

3. A Família é Inviolável – A unidade familiar é a fortaleza onde se forjam os valores e a identidade de um povo.

4. Liberdade com Responsabilidade – A verdadeira liberdade só existe quando acompanhada de deveres e respeito à ordem. Nunca dependa da bondade alheia para ser livre. A liberdade exige vigilância e força.

5. Força na Vontade – O verdadeiro poder vem da determinação inabalável de alcançar seus objetivos, independentemente dos obstáculos.

6. Lealdade Acima de Tudo – A palavra dada é um vínculo sagrado; a traição é a pior das fraquezas.

7. Respeito se Conquista, Não se Pede – Apenas aqueles que demonstram força, inteligência e caráter merecem respeito.

8. O Mundo é dos Estratégicos – Não vence o mais forte, mas o mais astuto. Pensar antes de agir é essencial.

9. Silêncio e Mistério – Falar menos e observar mais é a chave para o controle da situação.

10. Ação Direta – Não se vive de palavras vazias. Quem age, constrói seu próprio destino.

11. Paciência é uma Arma – Saber esperar o momento certo para agir é tão importante quanto a ação em si.

12. Hierarquia e Ordem – Todo sistema forte se baseia em uma estrutura bem definida. Quem não respeita a ordem é consumido pelo caos.

13. A Reputação Vale Ouro – O nome e a imagem são bens preciosos. Deve-se protegê-los com inteligência e força.

14. O Fracasso Não é o Fim – Cada derrota traz um aprendizado; os verdadeiros vencedores nunca se deixam abater.

Inserida por kamorra

⁠BESTEIRA
Espie só que moral
O tamanho desta besteira
Nas poemas que escrevo
Ouço a voz de Manuel Bandeira.
Ele chega de mansinho
Na lassidão de uma vida esquisita
No fervor deste caminho:
O pavor de receber, e o prazer de ser visita.
Em verso efêmero e triste
Apaixonadamente lhe revela
Não ter medo da morte
Ter medo do fogo da vela.
A solidão é seu amor
A morte o seu segredo
Na morte sentir dor
Na hora sentir medo.
Dos costumes que bem sei
A homogeneidade d'almas existe
Nos manifestos colossais
Cousas letais é comum
A única fila que presta
É aquela composta por um.

041009
Tributo a Manuel Bandeira

Inserida por J6NEMG

Eu dizia complete-me, pois quem ama tem moral, curtindo a loucura transpondo as lucidez;
Agente faz e acontece sobrepondo tudo que vira musica para reconstruir um desafio;
Mais o nosso destino traz nas asas um novo dia com a esperança de ter o seu amor;
Não sei como guardar o tempo que me traz a ausência do seu olhar;
Me ensina a caminhar em sua direção para que eu possa entender todo o seu querer;

Inserida por JULIOAUKAY

Eu falava pedindo o amor e fui atendido o amor demostrou ter moral parecendo dizer que sou louco ou lucido;
Eu faço e aconteço nas importâncias que me diz respeito e ao meu coração;
O meu desafio é nunca olhar para trás, erguer o meu ego, aprendendo a caminhar nessa estrada de espinhos;
Entendo suas asas para me proteger e me guardar o teu amor nos princípios da vida;

Inserida por JULIOAUKAY

⁠A verdade oculta: desmascarando a seletividade moral brasileira...
A cerimônia do Oscar, tradicionalmente reconhecida como uma celebração da excelência artística, tem se transformado, em tempos recentes, em um palco de debates que extrapolam a esfera cultural e adentram o terreno das polarizações políticas, éticas e sociais. No Brasil, a participação de uma atriz cuja obra cinematográfica evoca o combate a regimes autoritários e a celebração da anistia revelou, de forma contundente, as contradições que permeiam o discurso público contemporâneo. Paradoxalmente, aclamam-se performances artísticas que denunciam opressões enquanto se nutre simpatia por ideologias que as perpetuam. Tal dissonância é um reflexo da complexidade e da incoerência que marcam o panorama ideológico e cultural do país.

A análise histórica revela que muitos dos grupos que hoje clamam por “ausência de anistia” foram, no passado, protagonistas de atos violentos que incluíram terrorismo, assassinatos e roubos. Esses mesmos grupos, ao se apresentarem como defensores da ética e da memória, expõem uma seletividade moral que deslegitima o discurso que propagam. Essa incoerência é sustentada por uma narrativa que manipula as percepções coletivas, utilizando-se da comoção e do apelo emocional para mascarar contradições. A arte, enquanto manifestação sublime da condição humana, deveria transcender as divisões e promover reflexões genuínas. No entanto, quando instrumentalizada para fins de manipulação ideológica, perde sua essência, tornando-se apenas mais uma ferramenta de poder nas mãos daqueles que buscam perpetuar privilégios e distorções sociais.

Essa questão não se restringe ao campo artístico, mas reflete uma dinâmica mais ampla que atravessa as estruturas de trabalho e privilégios no Brasil. A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 5º, estabelece que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. Entretanto, a prática cotidiana desmente essa igualdade formal, evidenciando a criação de uma casta de trabalhadores que se coloca acima dos demais cidadãos. É notório, por exemplo, o favorecimento de certos setores – como o funcionalismo público, em especial em suas esferas mais privilegiadas, e algumas categorias da cultura e da mídia – que se beneficiam de regalias legais e orçamentárias sem qualquer correspondência com a realidade vivida pela maioria dos brasileiros.

Os trabalhadores da iniciativa privada, pequenos empreendedores, agricultores e autônomos, aqueles que verdadeiramente sustentam o país com o pagamento de impostos frequentemente abusivos, são relegados a uma condição de invisibilidade. Sua contribuição, embora essencial para o funcionamento da sociedade e da máquina pública, é tratada como inferior diante das narrativas que exaltam certas classes como sendo “mais importantes” ou “indispensáveis”. Essa hierarquização de profissões, que supostamente coloca algumas acima de outras, não encontra respaldo na lógica da equidade ou da justiça social. Pelo contrário, perpetua uma estrutura desigual que desrespeita o princípio constitucional da igualdade e alimenta o sentimento de alienação e frustração entre os trabalhadores que carregam, em última instância, o peso do Estado.

A questão aqui não é desmerecer a importância da arte, do funcionalismo público ou de qualquer outra atividade, mas sim denunciar a hipocrisia que legitima privilégios injustificados e ignora a contribuição daqueles que verdadeiramente sustentam a nação. É inaceitável que se perpetue a ideia de que certas categorias de trabalhadores são superiores, enquanto outras, igualmente indispensáveis, são tratadas como meros instrumentos de arrecadação. A Constituição, ao proclamar a igualdade, não faz distinção entre o artista, o servidor público e o trabalhador comum. Todos são igualmente dignos e fundamentais para o progresso do país.

A realidade brasileira, no entanto, é marcada pela inversão de valores. Aqueles que deveriam ser reconhecidos por sua contribuição direta ao funcionamento do Estado e à economia são frequentemente manipulados por discursos que exaltam setores específicos como intocáveis. A ideia de que algumas profissões, por sua natureza, merecem privilégios, enquanto outras são relegadas à condição de subalternidade, serve apenas para perpetuar uma estrutura de exploração e desigualdade. A reflexão sobre essa realidade é urgente e necessária.

A construção de uma sociedade mais justa e equitativa exige uma ruptura com as narrativas que justificam privilégios e manipulam a percepção pública. É preciso resgatar o verdadeiro sentido de igualdade, reconhecendo o valor intrínseco de todas as atividades que contribuem para o bem-estar coletivo. A arte, quando utilizada de forma ética e responsável, pode ser uma poderosa aliada na promoção da justiça social e da defesa dos direitos humanos. No entanto, ela também tem o potencial de se tornar uma arma de manipulação, quando desprovida de compromisso com a verdade e com a equidade.

O desafio que se apresenta ao Brasil contemporâneo vai além das disputas ideológicas e culturais. Ele reside na necessidade de construir uma sociedade onde o trabalhador comum – aquele que sustenta a máquina pública com seus impostos e esforços diários – seja reconhecido como o verdadeiro pilar da nação. A hipocrisia que permeia as estruturas de poder e as narrativas sociais deve ser combatida, e a igualdade proclamada pela Constituição deve ser transformada em prática cotidiana. Somente assim será possível vislumbrar um futuro onde a dignidade de cada cidadão seja respeitada e onde a justiça social prevaleça sobre os privilégios e as manipulações.

Inserida por mauriciojr

A arte transcende a moralidade e nós artistas, não devemos levar em conta a moral e a ética, porque ao nos preocuparmos com essas questões, acabaríamos com a essência da própria arte, pois tudo o que fazemos é em nome da liberdade. Quando escrevemos, compomos, pintamos, desenhamos, esculpimos, coreografamos ou fotografamos, estamos libertando a nós mesmos e a outros que se identificam com as nossas criações, pois nós dizemos o que muitos não tem coragem ou não podem dizer. Damos voz a todos os que se sentem oprimidos e esquecidos. A arte une pessoas e mundos, e é por isso que não podemos nos dar ao luxo de seguir regras ou importarmo-nos se nossas obras são morais ou imorais, normais ou estranhas. E terá momentos em que acabaremos pagando o preço por isso, mas não importa, porque a liberdade não tem preço!
Podem nos odiar ou nos amar, nos criticar ou nos elogiar, podem até mesmo nos perseguir, que continuaremos a gritar em alto e bom som, o que é preciso ser dito e escancarado. Doa a quem doer. A arte não tolera tirania, e nenhum artista deve ceder a ela.
A arte é vida, é coração batendo, mente voando livre! A arte é um Condor, em seu mais majestoso voo, seguindo livre, soberano e independente!

Inserida por Sheilatinfel

⁠"O mundo material evolui selecionando.
Assim também o mundo moral e espiritual.
Aqueles que resplandecem no céu dos bem-aventurados não foram privilegiados nos processos divinos, eles fizeram por merecer o luminoso lugar que ocupam.
Eles lutaram as mesmas lutas que lutamos, mas venceram porque se recusaram a parar e a desistir."
(Instituto André Luiz)

Inserida por LoriDamm

⁠Entendendo as Facetas da Lei
A Lei Moral: Aborda as regras estabelecidas por Deus para uma vida de conduta correta e integra (Êxodo 20.1-17); aplicável em todas as épocas e ocasiões.
Um adendo ao sábado na lei moral. Alguém pode perguntar: “e o sábado”? “Devemos guarda-lo ainda hoje”? Devemos nós lembrar que o sábado (descanso) foi uma sombra do Primeiro Testamento que apontava para Cristo. Todo cordeiro que era trazido como oferta, toda a oferta queimada, todo o incenso oferecido, foi uma sombra da obra Jesus Cristo. O tabernáculo era uma sombra dele. O sumo sacerdote, nas suas vestes e em seu sacerdócio, era uma sombra de Cristo como nosso Sumo Sacerdote. O livro de Hebreus é claro e contundente quanto a isso. Quando Cristo se manifestou e terminou Suas obras, as sombras não eram mais necessárias; assim como o sábado, pois Cristo passou a ser o verdadeiro descanso (sábado), Mateus 11.28-30. O mandamento da guarda do sábado no Primeiro Testamento foi uma sombra da salvação em Cristo, sendo hoje um descansar na obra que Jesus fez por nós concernentes a nossa salvação. O sábado semanal terminou na cruz Colossenses 2.13-17.
A Lei Civil: Aborda a vida jurídica e social de Israel como nação (Êxodo 21.1 – 23.33); era temporal e necessária para a época á qual foi concedida.
A Lei Cerimonial: Aborda a forma e o ritual da adoração ao Senhor por Israel, inclusive o sistema sacrificial (Êxodo 24.12 – 31.28); cumprida em Cristo, não se aplicando mais aos nossos dias.
Medite nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Deus soberanamente decretou que o homem deve ser livre para exercer a escolha moral, e o homem, desde o começo, tem cumprido esse decreto ao fazer suas escolhas entre o bem e o mal. Quando ele escolhe fazer o mal, ele, dessa forma, não contrabalança a vontade soberana de Deus, mas a cumpre, na medida em que o eterno decreto não decidiu quais escolhas o homem deve fazer, antes, que ele deve ser livre para fazê-las [...]. A vontade do homem é livre, porque Deus é soberano. Um Deus menos que soberano não outorgaria liberdade moral às Suas criaturas. Ele temeria fazer isso [...].

A. W. Tozer - The Knowledge of the Holy (São Francisco: Harper & Row, 1961), pp. 117-119.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Busquemos a honestidade
A Ética e a moral
A beleza da vida
E a harmonia.
Para vivermos em paz
E dormirmos, tranquilos
A verdadeira amizade
No bem viver
Evolui com a sinceridade
Do coração

Inserida por PeregrinoCorrea

No que tange à natureza moral das coisas ou à moral da natureza, vermes produzem vermes e homens produzem homens....

Meu pai foi um homem irrepreensível, quanto a mim não posso me auto julgar, contudo, tive dois filhos homens, que onde passam são elogiados por sua conduta exemplar...

Evan do Carmo 01/ 01/2018

Inserida por EvandoCarmo