Textos de Lição de Moral

Cerca de 1190 textos de Lição de Moral

⁠Poema - Dama Da Noite

Quem ver capa, não ver conteúdo
Vou dizer a moral de tudo
Contar a sua história
Teve que sair da escola
Abandonada com barriga
E depois de uma briga
Foi expulsa de casa
Não era o que você pensava
Sem estudo e sem experiência
Abraçou o que veio na sequência
Não aguentaria ver o filho com fome
Quem compraria a fralda e o danone?

Na parte do dia
Ela cuida da sua cria
E de noite tem que ir trabalhar
Pagar aluguel e uma babá
Com a parte do dinheiro
No outro dia passa o carteiro
Deixando talões de água e energia
Isso não é apologia
Relata alguém que não teve saída
E desse jeito ganha a vida
De programa em programa
Consegue uma grana.

E não é de hoje
Que mais uma garota na noite
Entra no mundo da prostituição
Com poucas opções
Foi a única que não dava em cana
Para cuidar de quem mais ama
Recusou fazer aborto
Não quis ver o filho sendo criado pelos outros
Sonha em voltar a estudar
Se formar, uma vida melhor poder dar
Para o seu filho um dia
Quem sabe construir uma nova família.

Inserida por 10uilton

Favoritismo

Ah! Tenho todo o direito
de defender a moral política
do meu belíssimo país
Tenho sim o direito, sem doutrina partidária
estou a favor de uma Nação
libertária, expositiva
sem necessidade do dedo que tenta a mim
rotular e influenciar a minha ética ordenada
Tenho sim essa liberdade
a mesma que dou a todos e sem preconceito
porém, longe do fanatismo
do profundo egoísmo
com o propósito do poder individual
gritando aos quadro cantos
que é pelo objetivo social
Isso é nacionalismo extremista
é poderá ser o caos
Seja justo, faça a sua própria cabeça
não preconize um ritual
liderando ovelhas moucas
só instigará parvoíce
sem sentido, fatal
Para ter senso de liberdade e democracia
saia da sua zona de conforto
dispa-se do pensamento infértil
ande sobre a ardente fogueira do miserável
assim será douto para manifestar opinião.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Os 14 princípios da Filosofia Kamorrista:

1. Deus é Soberano – Toda ordem moral e natural vem Dele. Um povo que rejeita Deus caminha para a ruína.

2. Pátria Acima dos Interesses Pessoais – O amor à terra natal deve ser inegociável. Defender a pátria é um dever sagrado.

3. A Família é Inviolável – A unidade familiar é a fortaleza onde se forjam os valores e a identidade de um povo.

4. Liberdade com Responsabilidade – A verdadeira liberdade só existe quando acompanhada de deveres e respeito à ordem. Nunca dependa da bondade alheia para ser livre. A liberdade exige vigilância e força.

5. Força na Vontade – O verdadeiro poder vem da determinação inabalável de alcançar seus objetivos, independentemente dos obstáculos.

6. Lealdade Acima de Tudo – A palavra dada é um vínculo sagrado; a traição é a pior das fraquezas.

7. Respeito se Conquista, Não se Pede – Apenas aqueles que demonstram força, inteligência e caráter merecem respeito.

8. O Mundo é dos Estratégicos – Não vence o mais forte, mas o mais astuto. Pensar antes de agir é essencial.

9. Silêncio e Mistério – Falar menos e observar mais é a chave para o controle da situação.

10. Ação Direta – Não se vive de palavras vazias. Quem age, constrói seu próprio destino.

11. Paciência é uma Arma – Saber esperar o momento certo para agir é tão importante quanto a ação em si.

12. Hierarquia e Ordem – Todo sistema forte se baseia em uma estrutura bem definida. Quem não respeita a ordem é consumido pelo caos.

13. A Reputação Vale Ouro – O nome e a imagem são bens preciosos. Deve-se protegê-los com inteligência e força.

14. O Fracasso Não é o Fim – Cada derrota traz um aprendizado; os verdadeiros vencedores nunca se deixam abater.

Inserida por kamorra

CÓDIGO MORAL DO CAVALEIRO TEMPLÁRIO

Ama o bem;

Ignora o mal;

Sê bondade, justiça e compaixão;

Não critiques nunca;

Sê paciente, calmo e comedido;

Não te entregues jamais à cólera ou ao orgulho;

Sê puro, sensível e doce;

Não pratiques nunca a ironia;

Sê confiante, satisfeito e aberto aos outros;

Não duvides e jamais sejas invejoso;

Sê moderado em todas as coisas;

Evita os excessos;

Sê humilde, amável, modesto, generoso e respeitoso para com os outros;

Não sejas nunca malévolo;

Sê verdadeiro em palavras e em atos;

Diz a verdade;

Não mintas nem difames jamais;

Sê prestativo e benévolo em relação a tudo que existe;

Não enganes e não traias ninguém;

Ama e protege a vida. Propaga a paz e a harmonia;

Não manifestes agressividade em nenhum plano.

Non Nobis, Domine, Non Nobis, Sed Nomini Tuo da Gloriam

Inserida por FabioSilvaDN

⁠A mais bela coisa existencial, é a Moral. Realmente se olharmos com as lentes Niilistas para o macrocosmo, seremos imediatamente tentados a observar nossa insignificância e querer logo admitir que estamos "sozinhos", "largados", vagando ao léu e que, diante de tantos fatos e atos aparentemente desconexos por nós como um todo, não haverá a quem responder por eles. Mas a lei do retorno está aí para desmentir essa espúria ideia, e nos fazer crer que cada ato, será devidamente cobrado. Diante da imensidão cósmica, neste micro-grão de areia celeste, A Terra, passa-se a sensação aparente, de que a Humanidade é um monte de baratas em um punhado de areia do ilimitado Mar do Espaço Sideral.
Mas o princípio Moral existe e ele é imanente a cada um de nós. E de onde vem a Moral, senão de uma conduta Ultra cósmica infinitamente poderosa e misteriosa, que rege as punições dos atos de infração cometidos em todo Universo?

Às 15h56 in 03.07.2024

Inserida por FabioSilvaDN

⁠Deus soberanamente decretou que o homem deve ser livre para exercer a escolha moral, e o homem, desde o começo, tem cumprido esse decreto ao fazer suas escolhas entre o bem e o mal. Quando ele escolhe fazer o mal, ele, dessa forma, não contrabalança a vontade soberana de Deus, mas a cumpre, na medida em que o eterno decreto não decidiu quais escolhas o homem deve fazer, antes, que ele deve ser livre para fazê-las [...]. A vontade do homem é livre, porque Deus é soberano. Um Deus menos que soberano não outorgaria liberdade moral às Suas criaturas. Ele temeria fazer isso [...].

A. W. Tozer - The Knowledge of the Holy (São Francisco: Harper & Row, 1961), pp. 117-119.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Entendendo as Facetas da Lei
A Lei Moral: Aborda as regras estabelecidas por Deus para uma vida de conduta correta e integra (Êxodo 20.1-17); aplicável em todas as épocas e ocasiões.
Um adendo ao sábado na lei moral. Alguém pode perguntar: “e o sábado”? “Devemos guarda-lo ainda hoje”? Devemos nós lembrar que o sábado (descanso) foi uma sombra do Primeiro Testamento que apontava para Cristo. Todo cordeiro que era trazido como oferta, toda a oferta queimada, todo o incenso oferecido, foi uma sombra da obra Jesus Cristo. O tabernáculo era uma sombra dele. O sumo sacerdote, nas suas vestes e em seu sacerdócio, era uma sombra de Cristo como nosso Sumo Sacerdote. O livro de Hebreus é claro e contundente quanto a isso. Quando Cristo se manifestou e terminou Suas obras, as sombras não eram mais necessárias; assim como o sábado, pois Cristo passou a ser o verdadeiro descanso (sábado), Mateus 11.28-30. O mandamento da guarda do sábado no Primeiro Testamento foi uma sombra da salvação em Cristo, sendo hoje um descansar na obra que Jesus fez por nós concernentes a nossa salvação. O sábado semanal terminou na cruz Colossenses 2.13-17.
A Lei Civil: Aborda a vida jurídica e social de Israel como nação (Êxodo 21.1 – 23.33); era temporal e necessária para a época á qual foi concedida.
A Lei Cerimonial: Aborda a forma e o ritual da adoração ao Senhor por Israel, inclusive o sistema sacrificial (Êxodo 24.12 – 31.28); cumprida em Cristo, não se aplicando mais aos nossos dias.
Medite nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠PARA TODOS OS ANGOLANOS QUE NÃO TROCAM A MORAL PELO PÃO

Durante as lutas e guerras contra os regimes coloniais em África, muitos foram destemidos e corajosos em defender o povo (cor preta), a terra (cor verde), a nossa cultura (cor amarela) e, acima de tudo, as nossas vidas (cor vermelha). Muitos destes continuam anônimos na história do nosso país e de África, pelo facto de, naquele tempo, não haver muitos estudantes, acadêmicos, filósofos, revolucionários e historiadores que se ocupassem de registrar acontecimentos desse género. Mas isso não impediu que muitos dessem o seu contributo em prol da nação e do povo. Com o tempo, os destemidos (nacionalistas, filósofos, intelectuais, artistas, patriotas e revolucionários) foram despertando mentes, alimentando sonhos e iluminando os caminhos de muitos que estavam aprisionados, e outros que eram injustiçados e oprimidos pelos colonizadores. Graças a essa resistência e oposição aos detratores, muitos aderiram à luta contra a opressão, a injustiça, a ditadura e a exploração. Essas revoluções foram as sementes lançadas no nosso solo, que deram origem e frutos para a criação e o surgimento de muitos partidos políticos da época, como: UPA, UNITA, FNLA, MPLA, etc. Com o tempo, a UPA foi-se juntando a outros partidos.
Esses partidos tiveram como líderes: Jonas Savimbi (UNITA), Holden Roberto (FNLA) e Agostinho Neto (MPLA). Estes partidos tinham como princípio angular (base) lutar e guerrear contra todo tipo de opressão, injustiça e ditadura dentro do território angolano, que naquele tempo era dominado pelo regime ditatorial português. Eles lutaram, mas nem todos se mantiveram sólidos. Porque dois dos líderes traíram o povo e os interesses nacionais e, pior ainda, venderam o país de volta aos antigos patrões (colonos), o que fez com que alcançássemos uma falsa independência, levando-nos a tornarmo-nos refugiados dentro da nossa própria pátria. Isso aconteceu porque a sede pelas riquezas (avareza) e a fome pelo pão (poder) falaram mais alto do que a moral. Por isso, muitos corromperam-se.

Inserida por jackwistaffyna

⁠Cristo, a Plenitude da Lei

A Lei mosaica era mais do que um código moral: ela expressava, por meio de preceitos, o caráter santo de Deus e o propósito redentivo de sua aliança com Israel. No entanto, desde o início, o mero cumprimento externo — a letra da Lei — jamais agradou a Deus quando divorciado de uma resposta interna de amor, reverência e fé. A obediência mecânica, dissociada da essência — que é a justiça, a misericórdia e a fidelidade (Mateus 23:23) — tornava-se inútil e até condenatória (Isaías 1:11-17; Amós 5:21-24).

Jesus é o único que cumpriu plenamente tanto a letra quanto a essência da Lei. Ele viveu a justiça que a Lei exigia e encarnou o amor que a Lei apontava. Por isso, Paulo declara: “Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê” (Romanos 10:4). E também: “Para que a justiça da Lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Romanos 8:4).
Cristo não apenas satisfez as exigências legais da aliança, mas também expôs sua verdadeira profundidade — não matar, por exemplo, não é apenas não tirar a vida, mas também não odiar (Mateus 5:21-22). A justiça do Reino não é uma justiça quantitativa, mas qualitativa — é superior, porque brota de um coração regenerado.

D.A. Carson resume com precisão:
“A Lei foi dada para revelar o caráter de Deus e a pecaminosidade do homem, mas somente em Cristo ela é cumprida em seu propósito final — conduzir-nos à justiça pelo Espírito, e não pela letra.”
É por isso que Paulo distingue claramente entre a antiga aliança da letra, que mata, e a nova aliança do Espírito, que vivifica (2 Coríntios 3:6). Cumprir a letra da Lei sem sua essência é repetir o erro dos fariseus: honrar a Deus com os lábios, enquanto o coração permanece distante (Marcos 7:6).
Portanto, os que estão em Cristo não são antinomistas — como se a graça fosse desculpa para o pecado —, tampouco legalistas — como se a justiça viesse da performance religiosa. São homens e mulheres habitados pelo Espírito, que vivem não segundo o rigor da letra, mas segundo a liberdade da obediência que nasce do amor.

Em Cristo, a Lei não é anulada — ela é superada, não em valor, mas em cumprimento.
O que antes era mandamento gravado em pedra, agora é impulso gravado no coração.
O que antes era imposição externa, agora é transformação interna.

Este é o escopo do Evangelho: não apenas perdoar transgressores da Lei, mas formar neles, pelo Espírito, a justiça do próprio Cristo.

Inserida por CaioSantos2020

⁠BESTEIRA
Espie só que moral
O tamanho desta besteira
Nas poemas que escrevo
Ouço a voz de Manuel Bandeira.
Ele chega de mansinho
Na lassidão de uma vida esquisita
No fervor deste caminho:
O pavor de receber, e o prazer de ser visita.
Em verso efêmero e triste
Apaixonadamente lhe revela
Não ter medo da morte
Ter medo do fogo da vela.
A solidão é seu amor
A morte o seu segredo
Na morte sentir dor
Na hora sentir medo.
Dos costumes que bem sei
A homogeneidade d'almas existe
Nos manifestos colossais
Cousas letais é comum
A única fila que presta
É aquela composta por um.

041009
Tributo a Manuel Bandeira

Inserida por J6NEMG

O problema da sociedade sempre foi de cunho moral.
Não era à toa, que Jesus ao retirar os espíritos imundos das pessoas, naquele tempo,
dizia-lhes:
-'Vá e não peques mais'.
Como quem recomenda:
Reforma-te!
Moraliza-te!
Pois são os teus atos impuros que atrai os maus espíritos, e os males da vida.

REFORMEMO-NOS!

Paz e luz, sempre!

Haredita - 31.05.15

Inserida por HareditaAngel

Inspirado por Jesus o guia moral por excelência o espírito perseverante encontra força para não " Apenas sonhar com um mundo melhor, mas edificá-lo com suas próprias mãos e intenções purificadas.

A transformação íntima é, pois, a semente espiritual do futuro regenerado, destinada a florescer nas consciências que compreendem que a verdadeira reforma começa no coração e se expande, como luz, até os confins da humanidade."

Inserida por marcelo_monteiro_4

A Alta Responsabilidade Moral do Espírita diante da Verdade.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

A questão seiscentos e vinte e quatro de O Livro dos Espíritos, conforme a tradução rigorosa de José Herculano Pires, é um dos pilares éticos mais robustos da Doutrina. Ela não se limita a definir o verdadeiro profeta como homem de bem inspirado por Deus. Ela convoca cada discípulo do Espiritismo a examinar a própria vida, não para ostentar santidade, mas para reconhecer que a Verdade não se harmoniza com a dissimulação. A fonte, preservada em Kardecpedia, ressoa como um chamado histórico à autenticidade.

A Doutrina, edificada pelo tríplice aspecto que reúne filosofia, ciência e moral, exige seriedade de intenção e coerência de conduta. O espírita, ao estudá-la, deve compreender que a luz que ela derrama sobre o mundo espiritual implica um compromisso indissociável com os valores que proclama. A filosofia espírita esclarece. A ciência espírita demonstra. A moral espírita transforma. Sem esta última, não há vivência. E sem vivência, não existe fidelidade ao Consolador Prometido.

Allan Kardec, tanto na primeira parte de O Livro dos Espíritos quanto em O Evangelho segundo o Espiritismo capítulo seis, insiste que o Consolador é o restaurador da Verdade. Não a verdade abstrata, mas a verdade vivida. A verdade que se imprime no caráter. A verdade que se traduz em responsabilidade pessoal.

Entretanto, ao longo dos anos, muitos companheiros ignoraram o sentido profundo desta exigência moral. Parte dos espíritas preferiu deter-se na fenomenologia, fascinados pelas manifestações que assombram a imaginação, mas esqueceram que o fenômeno, sem o conteúdo moral, é apenas aparência. Outros buscaram erudição doutrinária, discursos extensos, citações infindáveis, porém sem a coragem de aplicar a doutrina ao próprio íntimo. Há ainda aqueles que, percebendo que não conseguem ajustar-se imediatamente ao padrão ético proposto, optam pelo silêncio sobre a questão seiscentos e vinte e quatro, temendo expor, mesmo que implicitamente, a distância entre a teoria que defendem e a prática que executam.

Essa omissão, contudo, não altera o fato essencial. O Espiritismo não solicita perfeição. Não exige que seus discípulos se apresentem como santos ou puros. A Codificação é clara ao ensinar que o progresso é gradual e pessoal. O que ela exige é sinceridade de propósito, esforço contínuo, vigilância moral e respeito absoluto pela verdade.

Léon Denis, em Cristianismo e Espiritismo, reafirma que a grandeza do discípulo não está em sua pureza, mas na sua seriedade. Herculano Pires, em suas análises culturais, recorda que o movimento espírita perde sua força sempre que se permite converter o estudo em mera retórica, sem coerência íntima. Divaldo Franco e Raul Teixeira também salientam que a vida espírita deve ser testemunho discreto, humilde e perseverante, jamais palco de exibições de virtude ilusória.

Por isso, a questão seiscentos e vinte e quatro não é um convite ao moralismo, mas à integridade. Ela nos chama à responsabilidade silenciosa, firme e honesta. Ser espírita significa reconhecer-se em construção. Significa admitir falhas, mas jamais justificar desvios. Significa dialogar com a verdade, mesmo quando ela nos fere o orgulho. Significa entender que Deus não se serve da mentira para transformar o mundo, e que nós somos aprendizes convocados à retidão, ainda que imperfeitos.

CONCLUSÃO

A grandeza do Espiritismo não está em transformar seus adeptos em figuras irrepreensíveis, mas em convidá-los à seriedade moral e à autenticidade. A exigência da questão seiscentos e vinte e quatro não é a pureza absoluta, mas a renúncia consciente à duplicidade. É a coragem de dizer a si mesmo que a verdade deve ser buscada, mesmo entre tropeços. É a responsabilidade de compreender que o Consolador Prometido só floresce onde há sinceridade de alma.

O espírita não precisa ser santo. Precisa ser honesto consigo mesmo. A partir dessa honestidade nasce a verdadeira transformação.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Mateus 13:14 - INVERSÃO DE VALORES.
A CEGUEIRA MORAL COMO SINTOMA DE UMA ERA DESORIENTADA.
A mensagem contida em Mateus 13:14, expressa uma diagnose espiritual de elevada gravidade ética. Ela descreve não um desvio episódico de costumes mas uma erosão profunda dos critérios que sustentam o juízo moral coletivo. A chamada inversão de valores constitui um processo de entorpecimento da consciência no qual o discernimento é gradualmente substituído pela conveniência e pela complacência afetiva.
Quando o texto evangélico afirma que muitos escutam sem assimilar e observam sem compreender ele aponta para um fenômeno de opacidade interior. A inteligência permanece ativa. A sensibilidade espiritual porém encontra-se embotada. O indivíduo passa a filtrar a realidade não segundo a verdade mas segundo o que lhe é confortável. Essa disposição gera uma anestesia ética na qual o erro deixa de provocar inquietação e o bem passa a ser percebido como incômodo.
A passagem de Mateus 13:14 descreve um fechamento voluntário da percepção moral. Não se trata de incapacidade cognitiva mas de recusa deliberada ao chamado interior. O sujeito preserva os sentidos físicos mas abdica da escuta profunda e da visão penetrante. Forma-se assim uma consciência seletiva que legitima desejos e invalida princípios. Nesse estado o certo parece excessivo e o errado parece justificável.
Em Mateus 18:7 a advertência assume uma dimensão estrutural. Os escândalos emergem como subprodutos de ambientes morais degradados. Eles não surgem por acaso. Eles florescem onde há permissividade normativa e diluição da responsabilidade pessoal. O texto não absolve o contexto. Ele responsabiliza o agente. O escândalo não é apenas um fato social. Ele é uma falha ética personificada.
Sob uma ótica tradicional essa degeneração revela o abandono de parâmetros objetivos de verdade. Quando a retidão passa a ser relativizada e a transgressão passa a ser celebrada instala-se uma confusão axiológica que compromete a formação do caráter. A pedagogia perde autoridade. A disciplina é confundida com opressão. E a liberdade é reduzida a impulso.
Essa desordem não permanece restrita ao plano individual. Ela infiltra-se nas instituições. Contamina o discurso público. E normaliza práticas que antes seriam moralmente reprováveis. O escândalo deixa de causar repulsa. Ele passa a ser assimilado como expressão cultural. O alerta ético passa a ser tratado como intolerância. E a tradição passa a ser caricaturada como atraso.
A mensagem portanto atua como um espelho severo aos desatentos. Ela recorda que toda sociedade que rompe com sua herança moral perde progressivamente a capacidade de orientar seus membros. A tradição não é um apego nostálgico ao passado. Ela é a sedimentação de experiências humanas que preservaram a ordem interior e a dignidade ao longo do tempo. Quando essa memória é descartada o homem permanece entregue às próprias pulsões sem norte e sem medida.
Uma civilização que confunde indulgência com virtude e rigor com maldade não caminha para o progresso mas para a dissolução silenciosa de sua própria base de diretriz.

Inserida por marcelo_monteiro_4

No que tange à natureza moral das coisas ou à moral da natureza, vermes produzem vermes e homens produzem homens....

Meu pai foi um homem irrepreensível, quanto a mim não posso me auto julgar, contudo, tive dois filhos homens, que onde passam são elogiados por sua conduta exemplar...

Evan do Carmo 01/ 01/2018

Inserida por EvandoCarmo

CORRIGIR A ROTA REQUER SABEDORIA EMOCIONAL

Corrigir a rota exige força moral, coragem, poder de decisão e humildade para admitir que saímos do roteiro traçado. Se saímos da rota por descuido ou por fraqueza pouco importa, quem tem bom senso aceita orientação e, sobretudo correção de caráter. O Fato é que nos seres humanos, mesmo nos mais bem-intencionados, essa questão de humildade é quase um mito.

Todos querem atinge a plenitude da humildade, contudo se confunde muito humildade mental com pobreza de espírito. Sempre quando precisamos dar conselhos, sempre pensando no bem-estar de outros, quase sempre quebramos a cara, ou sentimos uma decepção desmedida, pois quem antes parecia humildade, especialmente quando desejava nos mostrar alguma coisa em nosso caráter, que segunda ela necessitava de ajuste, agia com maestria e perfeição moral, era meiga, bondosa e altruísta, mas quando papel se inverte, lamentavelmente tudo se complica, quem antes dava conselhos com ares de grandeza de espírito, agora se revela descompensado e sem nenhuma percepção humana do que significa humildade mental de um discípulo interessado em aprender, em descobrir os mistérios da vida. Todavia, o papel de mestre é de fato o que mais almejamos, ser ensinado parece desonra para muitos.

Diz um provérbio que quem tenta ensinar o tolo corre risco de morte, isso é um fato comprovado por todos aqueles, que por boa intenção pensou algum dia que poderia ser conselheiro no lugar de aluno no jardim de infância que a nossa existência.

Muito teremos ainda pra falar sobre esse tema, mas tudo está implícito no que foi dito, é o orgulho a nossa imensa Pedra no Caminho, nosso Calcanhar de Aquiles. Nosso ponto fraco reside justamente no fato de ignorarmos uma verdade fundamental: os que sabem se conduzir entre rochedos e espinhos, antes tiveram que naufragar ou se ferir para aprender desviar dos perigos desta vida. Isso é uma verdade que nenhum argumento externo nos convence do contrário.

É aí que entra a nossa maturidade emocional herdada ou adquirida com as nossas vivências. Ou a temos ou não a temos, quem a possui aprende com os erros dos outros, aceita conselhos e corrige o curso. Quem não a tem avança sobre seus próprios rochedos e espinhos até se convencer da verdade suprema: “Quem é sábio escuta conselhos, o tolo segue em frente e colhe as consequências das suas escolhas egoístas.”

Inserida por EvandoCarmo

⁠Falar em moral
nessas eleições
é escárnio,
onde reinou
a mentira
não abro
concessões,
foram tão ruins
comigo que estou
em plena exaustão,
é possível que ainda
eu declare voto,
mas depois de tudo
creio que não.

Votar sob pressão
é melhor anular,
votar sem pensar
não faço questão,
voto para ter
qualidade deve
ser estudado
para ser votado
com o coração.

A covardia foi
além dos limites
para ocultar
a manipulação
mascarada
de apoio alcançou
notoriamente
o subsolo da moral,
e virou noticiário
internacional:
porque jogou
população
contra população
para obter voto
sob pressão,
está explícito
que é tática
de repressão,
se a moral humana
melhorasse iríamos
dar outra condução.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠E o quê quero com
isso insinuar?
Que muito além
do que é juridicamente
sustentado,
A moral vai além mar,
sei que existe a regra
da lista,
E como não há
uma guerra,
Quando por nada
ou por não gostar
de alguém
se prende,
Torna-se aberta
a motivação por
prisão política.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Aquilo que chamam
De desconstrução
Do politicamente correto,
Eu chamo de ataques
As bases da moralidade;
É através dessa maneira
Que vão fracionando
As forças da sociedade.

É por isso que eles
Agem com agressividade
Até obter a exaustão
E a diluição de uma
Nação inteira para
Arrancar o último
Sopro de prosperidade.

Quando a escuridão
De nós se aproxima,
É porque eles estão
Reunidos em bandos
E hordas e fazendo
Sombras sobre nós
Para que creiamos
Na tranquilidade
Do silêncio que nos
Sufoca e amordaça.

Eles não querem
Que sejamos pedras
E nem vidraças,
Eles querem nos
Reduzir a nada,
Porque a nossa
Existência atrapalha.

Inserida por anna_flavia_schmitt

TRAIÇÃO E PERDÃO

Uma das maiores provas de força que você pode demonstrar é perdoar. Quem te trai fica livre se pedir perdão, mas o estrago causado, é você quem precisa arrumar, as marcas da traição é você quem vai carregar, se libertar do passado será a sua missão. É preciso aceitar que seu dever é limpar todo o lixo que jogaram em você, pois em meio aos monturos é difícil recomeçar. Contudo, não estarás sozinho nessa empreitada, há um Deus fiel que se preocupa com os seus sentimentos e cura todos os traumas que te embaraçam. Aquilo que hoje te faz se sentir fraco e humilhado, te fará invencível; as cicatrizes que te causam vergonha, serão convertidas em honra. Ah, o mundo dá voltas! Quando olhares para trás de cabeça erguida e seguro de quem você se tornou, se convencerás de que, fraco foi quem traiu a sua confiança. Mas você, mesmo depois de provar o fel da ingratidão, fostes capaz de liberar perdão e dar a volta por cima.
— Jucelya McAllister