Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Textos de grandes Pensadores

Cerca de 886 textos de grandes Pensadores

⁠Arthur Schopenhauer, citando o Sábio Demócrito, diz: "Veritas Est In Puteo"; ( "a verdade está no profundo"). Saudoso Professor e Pensador Olavo de Carvalho, comentando essas citação de Schopenhauer, extraída, por sua vez, de Diógenes Laércio, assim se expressa: "é claro que este provérbio tem apenas valor poético, não se devendo em hipóteses alguma aceitá-lo como verdade filosófica em sentido literal e estrito, malgrado todo prestígio do misterioso. Pois, como qualquer um sabe por experiência, a verdade pode estar tanto na profundidade como na superfície. Há verdades latentes e verdades patentes. Só a título de exercício, o leitor pode comparar essa sentença de Demócrito, com esta de Plotino, aliás, de igual valor poético: "A essência salta aos olhos, pois se revela na forma".

[Nota considerativa minha: embora não de forma explícita, Professor Olavo não transpareça refutação a Schopenhauer, latente e talvez inconscientemente, o faça! Mas vale uma ligeira observação quanto ao dizer de Professor Olavo, em defesa da citação Schopenhaueriana a Demócrito. Em que pese Professor Olavo não estar totalmente sem razão. Pois de fato, há verdades tanto profundas quanto superficiais. Isto é, verdades encontradas logo na superfície e não apenas nas profundezas abismais. Todavia, é preciso entender de forma um pouco mais intensa, a máxima de Demócrito. Porque certamente o sábio não quis dizer que a verdade se encontra apenas na profundeza, jamais também se encontrando na superfície. Pelo contrário! A verdade, para Democrático-Schopenhauer, estando TAMBÉM na superfície, só poderá ser realmente conhecida, fruida ou absorvida, se se aprofundar nela. E exemplifico melhor. Digamos que um jovem que sempre viveu recluso em seu apartamento, com severas restrições dos Pais, raramente consiga a permissão de ir passear num bosque. Não entendendo absolutamente nada de planta ( posto que sempre viveu recluso em seu ap) depara-se com um vegetal popular. Quando perguntado que vegetal verde era aquele, simplesmente diz não saber porque não entende absolutamente nada de plantas e vegetais. E alguém lhe diz: é Boldo Chileno! Bem, o fato dele não conhecer a fundo, não anulará o fato de que ele está diante de uma realidade - o pé de Boldo. Porém, para a fruição cabal ou seu aproveitamento total dessa verdade que se encontra diante dele, ele precisará se APROFUNDAR. Isto envolve saber seu nome científico, o porquê recebeu esse nome, donde vem a expressão Boldo, sua propriedade medicinal, vitaminas etc etc etc. Isso pode-se considerar como a PROFUNDIDADE de investigação sobre o Boldo. Única forma de se conhecer, de modo completamente proveitoso, qualquer coisa. Isso posto então, podemos, com segurança, afirmar que Demócrito estava completamente certo. Pois somente se poderá fruir melhor, qualquer verdade, com investigação APROFUNDADA da coisa a ser investigada].

🦉

Às 14:15 in 05.05.2025

Inserida por FabioSilvaDN

Sobre as futilidades dos homens.

Arthur Schopenhauer conta,
que sempre que sentava num bar,
ele pegava um moeda de 20 francos
e colocava sobre mesa.

E dizia pra si:" Se a conversa destes homens
que sentam ao meu lado não girar em torno de cavalos,
mulheres e política, então eu darei esta moeda para o garçom.

Fez isso por 20 anos, e nunca ficou sem sua moeda.

Inserida por EvandoCarmo

*- No meu sentir, quando René Descartes disse "cogito, ergo sum", a lógica racional (ou carteziana) da frase nos leva a contextualizar o pensamento sobre uma palavra apenas: "coerência". De tal modo, nada é justo ou injusto, certo ou errado, bom ou mal, sem ela. Decididamente é essa a minha visão. A "coerencia", pura e simples, refere a consecução da busca universal da mente humana, legitimada pelos mistérios paradoxais e irrespondíveis da vida e da tese da criação. Tudo o é e sempre será, por "coerencia"!*
(Vitor de Oliveira Antunes Neto)

Penso logo desisto
Um filósofo e matemático francês, René Descartes criou uma frase curiosa: “penso, logo existo”. O escritor irlandês, Oscar Wilde, escreveu que “viver é a coisa mais rara do mundo, algumas pessoas apenas existem”. Estava aqui “costurando as palavras” e percebi que em uma das frases o sentido de “existir” é o produto de viver, pensar é vida e na segunda frase existir é passar pela vida sem usufruir de sua grandiosidade. Penso, existo, vivo? Que confusão: desisto!

Inserida por KARINAGERA

"Dubito, ergo cogito, ergo sum: Eu duvido, logo penso, logo existo",não é Descartes?
Hoje me dei conta de que vou morrer - todo mundo vai morrer, oras...
Mas será que todo mundo se dá conta disso?

Um dia qualquer haverá algum riso,
que eu deixarei de ouvir...

Um dia
num lugar qualquer haverá uma melodia,
haverá uma onda batendo num costão,
haverá batidas de coração,
que eu deixarei de ouvir...
porque meu coração parou de bater
(acho que isso é morrer).

Agora, estou aqui pensando:
quando a gente morre, continua pensando?
(acho que sim).

Inserida por RosangelaCalza

Penso, logo...

René Descartes, filósofo e matemático, em sua obra, Discurso sobre o método, cita a frase: "Cogito, ergo sum." Que traduzido para português, pode significar: Penso, logo existo, ou, penso, portanto sou.
Descartes, chega a este raciocínio após duvidar das verdades de todas as coisas. A única coisa que ele não duvidava, era de sua existência como ser pensante.
Se analisarmos de forma simplista o pensamento sobre a dúvida, que pode ser lançado sobre todas as coisas, chegaremos a uma conclusão de que: Quanto mais sólido for o pensamento, mais difícil é a sua mudança de estado.
Façamos uma comparação com a água. Quando ela está em estado líquido e corrente, ela é capaz de receber, absorver, e diluir com facilidade as coisas. Já em estado sólido, a mesma água, se tornará, para os objetos externos, algo quase impenetrável.
Os pensamentos solidificados e as crenças cegas, são como essa água congelada. E, nos impedirão de absorver as novas visões, ideias, conceitos e transformações, que estão ou estarão presentes no nosso ambiente.
Nossos conceitos e nossas verdades, são testadas a todo momento. E muitos sofrem com isso.
A rigidez ou a flexibilidade com que se tratam esses assuntos, é que farão diferença.
Temos que, como seres pensantes, entender que cada um têm a sua forma de ver o mundo e, que ao final, todos poderemos estar errados.
Aprender a absorver novas idéias e conceitos, servirá para ampliar nosso horizonte de conhecimento. O que ao final, parece ser algo bom.
Pense nisso.
Paz e bem.
Ilumine seu dia.
Sorria, mesmo na escuridão.

Inserida por Massako

⁠A miséria religiosa constitui ao mesmo tempo a expressão da miséria real e o protesto contra a miséria real. A religião é o suspiro da criatura oprimida, o ânimo de um mundo sem coração e a alma de situações sem alma. Ela é o ópio do povo.
A supressão da religião enquanto felicidade ilusória do povo é a exigência da sua felicidade real.

Karl Marx
Crítica da filosofia do direito de Hegel. São Paulo: Boitempo, 2010.

Caminho

"Em nossa trajetória, conhecemos muitas pessoas. Pessoas que nos fizeram felizes, outras que nos deixaram muito tristes, ou simplesmente passaram. Mas todas contribuíram de alguma forma pelo resultado do que somos hoje. O importante é saber que todas participaram de nossa história, porém poucas merecem fazer parte de nossas vidas. Não é o que de bom ou mau que conta, mas o que de útil contribuiu."

Inserida por mcennes

Gravidade


“A lei da gravidade é absoluta.
Não adianta querer puxar quem quer descer,
Demanda grande esforço para evitar,
Ou levantar quem quer ficar deitado, sentado, estático,
Gigantesco esforço exigirá.
Só existe uma forma de contrapor essa lei,
É o esforço próprio de não contentar-se em permanecer no lugar.”

Inserida por mcennes

Estava a deriva quando ouvi a sereia cantar
Dela o canto
Mas não sabia se era canto
Ou pranto
Ou mero encanto

Ignorei os avisos e não fechei os ouvidos com cera
Pelo canto fui envolvido
Por aquele lamento
Que de ideia de choro me vi mergulhado
Meu barco furado e o coração inundado

Não sei se era canto
Ou pranto
Ou mero encanto

Talvez só meu tormento.
No mar me jogar?
Deixo que me leve sereia
Só tenho medo de não querer voltar

Dizem que elas seduzem os marinheiros de primeira viagem
E para o fundo do oceano os levam
Mas qual será seu encanto?

Para o fundo do mar me deixarei levar
Pois quem sabe seja lá que nos braços da sereia
Pelo seu canto que encanta
Que irei me encontrar

Leve-me, sereia, para o fundo do mar
Meu choro e lamento possam ficar

E que outros marinheiros em seu encanto se encante
Em seu choro lamente
E do fundo do mar nunca mais tentem voltar

Que eles do barco carregados
Possa nele toda tristeza deixar
É lá, no seu reino dourado
Seu mundo encantado
Que em seus braços irei me afogar
Leve-me sereia
Pois o barco já não é mais o meu lugar

Inserida por mcennes

O judeu se emancipou de maneira judaica, não apenas porque ele adquiriu poder financeiro, mas também porque, inclusive através dele, o dinheiro se tornou o poder do mundo e o espírto judeu prático se tornou o espírito prático das nações cristãs. Os judeus se emanciparam na mesma medida em que os cristãos se tornaram judeus.
(...)
Na análise final, a emancipação dos judeus é a emancipação da humanidade do judaísmo.
(Ensaio: Sobre a Questão Judaica, 1843)

Inserida por rvcg

A crítica arrancou as flores imaginárias da corrente não para que o homem
viva acorrentado sem fantasias ou consolo, mas para que ele quebre a corrente e colha a flor viva. A crítica da religião desilude o homem, a fim de fazê-lo pensar e
agir e moldar a sua realidade como alguém que, sem ilusões, voltou à razão: agora
ele gira em torno de si mesmo, o seu sol verdadeiro. A religião é nada mais que o
sol ilusório que gira em torno do homem, na medida em que ele não gira em torno
de si mesmo.

Inserida por gabisms02

Não quero a ideia sem pranto
Lamento sem encanto
Não quero a fera ferida
A presa abatida
Quero choro e canto

Quero o tesouro da traça
A ferrugem da lata
Quero da vida a farpa
É dessa ideia que vivo
É esse o encanto

Agora o que me resta
Senão o coração sofregado
Com sua partida
O peito ferido
A vida do bandido

Quero aquela que foi da fera da fera
Que largou essa lápide
Enterrada no meu peito
Sem dó, a torto e direito
A bela mais bela

Leve embora, ao menos, o que deixou
Se é que um dia me amou
Já que se vai como o vento
deixando a folha caída
roubando o perfume, a brisa


Leve as folhas mortas sortidas
Leve a fera ferida
Leve a presa abatida
Leve resto que restou"
Apague, ao menos, o rastro que ficou

Inserida por mcennes

"Até mesmo as concepções nebulosas que existem nos cérebros dos homens são

necessariamente sublimadas do seu processo de vida, que é material, empiricamente

observável e determinado por premissas materiais. A produção de ideias, de

conceitos, da consciência, está desde as suas origens diretamente entrelaçada com a

atividade material e as relações materiais dos homens, que são a linguagem da vida

real. A produção das ideias dos homens, o pensamento, as suas relações espirituais

aparecem, sob este ângulo, como uma emanação de sua condição material. A mesma

coisa se pode dizer da produção espiritual de um povo, representada pela linguagem

da política, das leis, da moral, da religião,

73

da metafísica. Os homens são os produtores

de suas concepções."

"É o homem que faz a religião; a religião não

faz o homem."

É o fogo que faz fumaça; a fumaça não faz

o fogo.

Inserida por gabisms02

Existem duas formas de se andar no caminho que traçamos. Uma é olhar para baixo, onde se pisa, ver os desníveis e pedras que pisamos e, assim, tentar evitá-los. Outra é olhar para frente, caminhar olhando o horizonte, ver que ele continua. Nesse cairemos mais.
No primeiro enxergamos e andamos preocupados com as dificuldades e obstáculos, o próximo sempre será nossa preocupação. No outro, sabemos que as predras existem e que farão parte do percurso, contudo o que nos guia é olhar para frente e entender que as pedras são parte dos passos, estarão presente enquanto andarmos, mas o que vai nos mover é ver que lá na linha do horizonte, mesmo que pareça distante, esse mesmo caminho toca no céu.

Inserida por mcennes

⁠Desafio da Sinceridade Conosco Mesmos

(Não precisa responder, apenas refletir)

Estamos plantando hoje a nossa velhice. Parece que está longe, mas logo chegará. Que tipo de idosos queremos ser? Temos tratado bem aqueles que terão a função de nos apoiar na velhice?
E a nossa carcaça? Estamos sendo gentis com ela? O tempo é impiedoso ao cobrar a conta.
É fundamental pensarmos na nossa saúde física e mental como um investimento. Nossa "carcaça" é o veículo que nos levará pela vida, e a forma como a tratamos hoje determinará a qualidade dos nossos dias na velhice.

Preta Marx

Inserida por PretaMarx

A noite está fria e a escuridão me amedronta.
Tem cinzas onde antes era meu paraíso e dor onde antes era riso.
Tenho medo, me salva.
Tenho pesadelos, me acorda.
Tenho dor, me cure.
Você tem todas as respostas, você tem todas as curas.
Por quê não vem? Por quê não me solta? Por quê não volta?⁠

Inserida por PretaMarx

Estou me afogando, minha boca procura a sua para um último fôlego de vida.
Estou desfalecendo, meu corpo procura seus braços, dentro deles não há perigo. Dentro deles toda dor parece pequena, toda lágrima parece inútil, toda tristeza é passageira.
Não precisa ficar, mas esteja. Não precisa ficar, mas venha.
Olhar seu sorriso, sentir seu cheiro, tocar sua pele, é tudo o que eu preciso no momento, apenas isto me basta.
Se precisa ir, que vá. Mas volte. Recarregue minhas forças, vá, mas volte.

Inserida por PretaMarx

Sonhei com uma casinha branca de portas e janelas azuis. Sonhei com cachorros, flores, filhos e pássaros. Sonhei com o cheiro de café invadindo a casa e o beijo de meu amor ao amanhecer.
Lhe vendi meus sonhos, a realidade nunca foi igual, mas chegou a ser linda um dia.
Amei, chorei, sorri, vivi. Me enganei, me realizei, me surpreendi, vi, revi, desiludi.
A casa azul nunca existiu, o ninho de pássaros você destruiu, e as flores nunca consegui cultivar.
Mas me sobrou uma filha e um cachorro.
É tudo o que me resta dos sonhos que você destruiu.

Inserida por PretaMarx

⁠AMOR PLATÔNICO
Me ame, me queira, me aceite.
Me ame pela verdade do que sou e não pela ilusão que procura.
Me queira com meus cabelos despenteados, meu mal humor matutino, minhas torradas queimadas e minhas incoerências.
Me aceite da maneira que eu sou, pelo que sou, como estou.
Porque te amo, te quero, te aceito.
Eu te amo de qualquer maneira, à sua maneira.
Te quero como tu és, pelo que és e como queiras.
Te admiro com seus erros e acertos.
Te aceito com seus defeitos e virtudes.
Te amo pelo que és por dentro e por fora.
Não me importo com o seu linguajar e seu falso gingado.
Não me importo com seu gosto musical duvidoso e seu estilo antiquado.
Não me importo com suas manias e tolices. Acho graça.
Te amo, te amo e você não percebe.
Te amo, mas você me vê e não me enxerga.
Te amo tanto, tanto, tanto que dói, e você nem sabe.
Me queira. Mas se não me quiser, ainda assim, não me deixe.
Fique, mas não me diga que não, não mate minha esperança com suas palavras.
Apenas me deixe esperar, deixe me esperançar.
Não lance seu olhar de pena, apenas fique mesmo que seja sem estar.
Mesmo que não possa tocar sua pele, sentir o seu perfume me faz sentir viva.
Ouvir sua voz me acalenta. Sentir sua presença me acalma.
Eu te aceito, te aceito sem estar aqui.
Te aceito sem ser meu.
Te aceito mesmo que não me queira.
Te aceito à sua maneira.

Inserida por PretaMarx