praetore brasil
"Tem dinheiro que só traz fel; e fel não se veste, não se bebe, e nem se come!" guardarei sempre comigo esta frase: pra que eu me lembre sempre de todas as coisas que valem a pena, e daquilo que eu nunca devo fazer.(Victor Antunes)
*- No meu sentir, quando René Descartes disse "cogito, ergo sum", a lógica racional (ou carteziana) da frase nos leva a contextualizar o pensamento sobre uma palavra apenas: "coerência". De tal modo, nada é justo ou injusto, certo ou errado, bom ou mal, sem ela. Decididamente é essa a minha visão. A "coerencia", pura e simples, refere a consecução da busca universal da mente humana, legitimada pelos mistérios paradoxais e irrespondíveis da vida e da tese da criação. Tudo o é e sempre será, por "coerencia"!*
(Vitor de Oliveira Antunes Neto)
A FORÇA DA VIDA
*"Os nossos dia mês e ano, sempre dependerão do que projetamos em nossa mente; nossas vidas são exatamente isso: o que vimos e projetamos. Extrair dos pensamentos e emular na concretude, portanto, se trata de ver, crer, e empreender a força dos pensamentos.*
*Há um poder imenso nessa assertiva; o poder que Deus nos deu!"*
(Victor Antunes)
*"- VOCÊ TEM MESMO, OS OLHOS DE VER?"*
*Quando Jesus afirmou que trazia a boa nova, eis que seu ensinamento trazia mais do que constava nas escrituras; em verdade se tratava de uma revelação; e esta revelação, dentre tantas, está em "João 15, do 11 ao 19". O ensinamento implica na compreensão de que Deus ao nos tratar como amigos e não como escravos, nos compartilhou o poder Dele. E como disse N.S. Jesus: "Sois capazes dos mesmos prodígios que Eu, e até maiores". Portanto, a boa nova é a revelação da concessão do direito de exercer o mesmo poder prodigioso; mormente realizacão dos mesmos milagres de Jesus; milagres de cura, de modificação e de criação de tantas outras coisas (desde a água em vinho, como as atuais maravilhas da tecnologia alcançada).
Eis, portanto, que a palavra de Deus não se resume a idolatrias, nem tampouco a nos resumir eternos culpados que claudicam ao buscar a redenção. A palavra de Deus é, acima de tudo uma libertação; uma quebra dos grilhões da burrice e da ignorância; uma libertação do fanatismo teológico que não traz respostas; uma ruptura do pragmatismo dos dogmas sectaristas e preconceituosos. Jesus trouxe ao mundo a consciência da plenitude da criação; a metodologia da vida plena, onde a busca por Deus começa no interior do homem, pelo exercício do poder divino que há em cada um de nós, seres sencientes.
Jesus é uma revelação do Deus criador do Universo; Um Deus revelado pelo Seu Filho Jesus; que ao contrario de resumir o ser humano como a criatura central do Universo, advertiu a todos: "A casa de Meu Pai (o Universo) tem muitas moradas (outros mundos): referindo a complexidade difusa de Sua Criação.
Assim sendo, Jesus é, e trouxe ao mundo, a luz que faltava; um esclarecimento de Quem É o Pai. Jesus é uma libertação Divina; é o Próprio Poder de Deus Pai, exercido pelo Filho, na plenitude de Sua Revelação. (Victor de Oliveira Antunes Neto)
*VISÃO OBLIQUA*
A quantidade de gente energúmena; estúpida, burra, arrogante, imbecil, marrenta e babaca, inclusive ocupando posições estratégicas no mundo, é realmente gigantesca. E o comportamento tosco, da grande maioria, não representa, e nem é, a face da minoria humana esclarecida. De fato, poucos são os esclarecidos; os que "cogito ergo sum". Certamente que essa quantidade de beócios infelizes desgraçados e miseráveis estão com os dias contados. A luz virá...
Certamente pelo fato conclusivo de que a natureza tem em seu âmago evoluir cada forma de vida, mesmo "entre trancos e barrrancos"; corolário senso do comportamental da sociedade humana nestes nossos dias.
Creio mesmo que algo está pra acontecer; uma certa revelação disruptiva; um refundamento do pensamento e credo humano.
O limiar parece perto; luzes nos céus do planeta; os Ovnis diuturnamente vistos. Decerto que vem coisa por aí; e dá pra sentir.
A certo tempo, toda maldade, de toda essa canalha, será seifada.
(Victor Antunes)
*REVENDO CONCEITOS*
Nós, homens, hoje, perdemos a visão do que significa a mulher; e a mulher de hoje, perdeu a visão do seu signo; do que ela própria representa.
Talvez, revisitando os enlaces do passado longínquo consigamos rever e refundar o sentido de tão forte relevãncia da mulher; e daí, ressuscitar a inconfessa intenção do terno buquê das rosas vermelhas, que encerravam desejo e afeição.
Quiçá então ela se reinvente; e possamos redescobrir de fato, juntos, homem e mulher, o que outrora sempre nos uniu; e ressurgindo na graça volte vivo o mistério do que está por trás dos véus.
Por conseguinte nos permitamos, mais que nunca, respeitá-las e amá-las como merecem; revivendo como dantes, sem medo, e sem pacto antenupcial, tudo o que de fato repreende o homem: a beleza e o poder da mulher. (Victor Antunes)
