Textos de Escritores Famosos

Cerca de 206 textos de Escritores Famosos

⁠Escritores são pessoas muito carentes, eles criam situações ideais que talvez nunca tenham a oportunidade de vivenciar na pele.
A intensidade, liberdade e essência de cada ocasião irreal que poderia acontecer mas não passa de uma vontade irreal.
Alguns escrevem livros abordando histórias surpreendentes de uma vida ideal com clichês necessários ou até mundos completos construídos do 0 criando uma bolha imaginária inesperadamente boa para se viver em pensamentos.
Eles são deuses capazes de criar mundos por consequência da sua imaginação, são deuses criacionistas com objetivo de mostrar algo que poderia ser melhor ou mais fácil baseado nos seus problemas pessoais envolvendo também erros a sua volta.
A busca por um mundo ideal que influencia não só um momento como também gera esperança ao leitor a fim de que ele se desenvolva no mundo real a partir da leitura.

Inserida por rabiscos_de_vitrine

⁠FLIFS

Vem o mais belo evento
De forma presencial
Reunidos escritores
Encantando o local
Na praça Padre Ovídio
Vai ser muito especial.

É no mês de outubro
Marque na sua agenda
Tem livros para escolher
Vai ter cordel e parlenda
O show não pode faltar
Atenção, veja a legenda.

Tem contação de história
E muita brincadeira
Sem faltar a homenagem
Ao artista de Feira
Juraci Dórea e sua arte
Se dedicou a vida inteira.

Essa festa tão esperada
Já brilha com seu sucesso
Muito bem programada
Um local de bom acesso
Você vem com a família
E não paga ingresso.

Venha junto prestigiar
Essa equipe esforçada
Que não deixa de fora
Do idoso a meninada
Tem lançamento de livros
Eu estarei ali bem sentada.

Sinto orgulho em aplaudir
A FLIFS é só emoção
O trabalho é árduo
Em toda a programação
Cada um dos envolvidos
Se entrega de coração.

Irá Rodrigues.

Inserida por Irarodrigues

⁠ACORDANDO DE UM SONO PROFUNDO

Muitos exaltam a inteligência avassaladora dos escritores, tal inteligência que não é exclusiva, mas em demasia se estabelece na imaginação. As virtudes da vida também trazem consigo consequências dolorosas, assim me sinto, assim se faz. Em tantas ocasiões me vi ser esfaqueado pelas minhas próprias mãos, açoitado pela mente fértil, tendo eu acreditado nas minhas próprias ilusões de histórias nunca escritas.

Inserida por JuanVicthor

Os escritores são uma terceira força, que se põe entre governo e povo, entre a atividade dos políticos e o silêncio geral da população. Criam os escritores a linguagem que une toda a população. Essa terceira força, entretanto, só é significativa se for independente.

O poder dos escritores está na força de persuasão. Embora sejam frequentemente desconsiderados, em razão de sua impotência, são os escritores que dão vida às formas de representação e aos modos de pensamento. Tudo quanto fazem quiçá não passe de pregação no deserto, mas através dessa atividade se revelará talvez o que põe o mundo em movimento.

Inserida por LEandRO_ALissON

Obras escritas serão apenas produto
da inspiração dos escritores, ou serão
relatos de vida?
Osculos e amplexos,
Marcial

IMAGINANDO A IMAGINAÇÃO DO ESCRITOR
Marcial Salaverry

Para imaginar a imaginação do escritor, é preciso entender que para escrever, ele deve usar e abusar do imaginário, ou deverá se basear em fatos reais, enriquecendo os fatos com sua imaginação. Assim, partindo-se do princípio que “imaginário”, é algo que só existe em nossa imaginação, podemos chegar à conclusão de que tudo aquilo que não puder ser materialmente provado, pertence ao imaginário. Ou seja, pensamos que existe, mas ele realmente inexiste.

Coisas imaginárias são aquelas cuja existência não pode ser comprovada, como por exemplo, nossa existência, ou o surgimento do mundo, assim como não existe nenhuma prova cientifica de que o ovo veio antes da galinha, ou vice versa...

Vamos então imaginar a importância do imaginário na produção literária.

A grande maioria dos livros existentes fala de coisas imaginárias, exceção feita aos livros de cunho científico, bem como daqueles que tratam de fatos e feitos históricos que podem ser provados por documentos legítimos. Existem muitos que falam de fatos que nos são passados por depoimentos através dos anos. Serão reais, ou pertencem ao imaginário das pessoas? Certos fatos narrados, como por exemplo, o propalado romance entre Cleópatra e Marco Antonio, ou mesmo a beleza de Cleópatra, serão fatos reais, ou apenas imaginados? Não existem fotografias provando, e nem sequer um VT da morte da Cléo... Teria ela existido?

Não se pode em definitivo separar o que é história, do que é estória...

Para que alguém possa ser considerado escritor, é fato que tem que saber usar a imaginação. Mesmo relatando fatos históricos ou biográficos, é imprescindível que use um tanto de imaginação, pois o relato puro e simples da história seria terrivelmente enfadonho.

Evidentemente o Imaginário se faz presente em todas as obras de ficção, sejam romances policiais ou aqueles falando de amor. Pensa-se que os escritores transportam fatos vividos para seus escritos. Não deixa de haver um fundo de verdade nisso, pois realmente, ao escrever, o autor sempre puxa algo de si. Não necessariamente vivências, mas seu interior, sua maneira de ser, seu modo de viver. Coloca muitas vezes no papel o que ele gostaria de realmente vivenciar. Se vive tais situações ou não, é algo que deve permanecer envolta em mistério.

Para os leitores deve permanecer sempre a impressão de que ele, escritor, é o personagem principal de suas obras. Por essa razão, ele sempre deverá usar seu “EU” imaginário em seus escritos. Mesmo que use outros nomes para seus personagens. Deverá passar a impressão de que o nome é ficcional, mas que o fato foi vivido.

A grande verdade é que jamais um escritor de alma romântica conseguiria escrever um romance policial. Ou um ateu, escrever sobre temas religiosos. Não estariam conseguindo “se transportar” para sua obra.

Mas, por mais que procurem se transportar para seus escritos, precisam, e muito de sua imaginação, e haja imaginação.

O escritor precisa passar a idéia de que ele vive todas as situações narradas. O leitor precisa sentir isso, para se empolgar com a narrativa. É quando o imaginário trabalha a imaginação de quem lê.

Para escrever sobre o Amor torna-se necessário que o autor tenha uma alma romântica, pois não há nada que excite mais a imaginação do que o tal do amor.

Querem algo mais imaginário do que o Amor? Não tem um aspecto físico que comprove sua existência. Mas como é o tal do Amor? Não pode ser provado? Então não existe.
Pertence ao Imaginário então, mas é um sentimento que move o mundo. Por ele se vive. Por ele se mata. Por ele se morre.

Os autores de maior sucesso sempre foram aqueles que souberam mexer com o interior das pessoas, sejam poetas ou prosadores. É importante que escreva com a alma. Mesmo usando a imaginação, deverá escrever aquilo que realmente sente, para que seu Imaginário soe como real.

O leitor deverá se convencer de que o escritor e o personagem se confundem, e que tudo aquilo que se narra é real... E às vezes é mesmo... Ou não? Usem a sua imaginação...
Algo que é bem real, é o meu desejo de que todos tenham UM LINDO DIA, mesmo que precisem usar de sua imaginação...

Inserida por Marcial1Salaverry

Querem a lista dos escritores brasileiros de esquerda que NUNCA consentiram em prostituir sua arte no leito da propaganda? Comecem por pensar em Graciliano Ramos, Érico Veríssimo. Alvaro Lins, Paulo Duarte, Paulo Emílio Salles Gomes, Sérgio Milliet, Carlos Drummond de Andrade, só para dar umas amostrinhas.
Estar na "direita" não autoriza você a pensar por estereótipos ou a ignorar a história da cultura nacional.

Inserida por LEandRO_ALissON

SOL DE GRATIDÃO SENTIDA
Peço licença aos amores, licença aos bons escritores.
O meu peito em puro amor agradece em versos ao mestre.
Gratidão pela inspiração; pela sublime decisão...
Um filho que então é gerado é um Sol a ser cultivado.
Grato ao jardineiro maior, palavras não irão definir.
Amei, cantei e escrevi, mas nada igual jamais senti.
Olhava a estrela crescendo, no ventre da tal escolhida.
Presente maior; minha vida, e uma vida se refazendo.
Encanto; um fruto chegando, quem sabe um elo maior.
Glórias, glórias meu Senhor; é um menino chorando.
E logo o vejo a sorrir e o riso em mim fez morada.
Agora a minha jornada tem nova razão de existir.
Amada minha amada, prenda por Deus escolhida.
Vida longa, vida a vida e a luz que se faz na estrada.
Verde o peito em brilho e festa celebra o rebento nos braços.
Abraços, mil beijos e afagos em tons de cores modestas.
Quisera eu dividir a seiva suave sentida.
Em chuva de paz vejo a alma, de fé a aura é vestida.
Pai; palavra que ecoa aos céus voando em canção.
A ave é a mente do artista repousando em oração.

Inserida por LITYERE

Escritores

Escutei que hoje é dia do escritor:
daqueles antigos, eternos,
novos, modernos...
todos.


Tem escritor que escreve pouco,
mas com algumas palavras
já diz muito.


Tem outros que escrevem torto,
mas de um jeito cativante
e louco.


É bom mesmo brincar com as palavras.


Tem escritor que escreve bilhete em guardanapo,
mas fica com vergonha e esconde os versos
embaixo do prato.


Tem escritor que é amigo,
cada palavra tem um tom
de conforto e abraço.


Tem escritor que está ainda por vir,
ainda lendo alguns textos
que o motivará a escrever e depois sorrir.


Tem escritor que escreve e nem percebe
que em 140 caracteres todo dia diz o que quer
e alcança homens e mulheres.


Tem escritor por todo o canto,
tem escritor eternizado
e também os desvalorizados.


Tem dias em que ninguém se lembra dos escritores,
assistem sempre nas novelas os atores,
admiram, mas se esquecem dos autores.


Em cada esquina
há um escritor oculto:
na esquina da padaria,
da pracinha
e até num rabisco no muro.


Aqui vai o meu obrigada...
A cada poeta
que com algo bom nos presenteou.
A todos escritores
que as palavras conheci.


E é claro, quero registrar aqui
os meus singelos parabéns
a cada leitor,
que faz despertar milhões de sentimentos
no coração de um escritor.

Inserida por sarahmagalhaes

Onde a maioria dos escritores buscam segurança?

O desejo de segurança é um impulso normal do ser humano, e está mais predominante na maioria dos escritores, que, em vez de buscá-la numa intuição direta e pessoal, buscam-na na adesão coletiva às tendências de prestígio, encontrando alívio e proteção no sentimento de estar em dia com a opinião de seus leitores (ou com aqueles que tal lhes parece), não aceitando ser replicado ou que discordem de suas ideias. Isto é angustiante, porque fazem da inteligência uma mera soma de opiniões, ao invés de colocá-la na ordem da razão, perdendo oportunidades de contribuir na formação dos leitores.
A estes escritores, meu silêncio é imenso!

Inserida por Rose05

MANIAS DOS ESCRITORES




O escritor Wolfgang Von Goethe escrevia em pé. Ele mantinha em sua casa uma escrivaninha alta.


O escritor Pedro Nava parafusava os móveis de sua casa a fim que ninguém o tirasse do lugar.


Gilberto Freyre nunca manuseou aparelhos eletrônicos. Não sabia ligar sequer uma televisão. Todas as obras foram escritas a bico-de-pena, como o mais extenso de seus livros, Ordem e Progresso, de 703 páginas.


Euclides da Cunha, Superintendente de Obras Públicas de São Paulo, foi engenheiro responsável pela construção de uma ponte em São José do Rio Pardo (SP). A obra demorou três anos para ficar pronta e, alguns meses depois de inaugurada, a ponte simplesmente ruiu. Ele não se deu por vencido e a reconstruiu. Mas, por via das dúvidas, abandonou a carreira de engenheiro.


Machado de Assis, nosso grande escritor, ultrapassou tanto as barreiras sociais bem como físicas. Machado teve uma infância sofrida pela pobreza e ainda era míope, gago e sofria de epilepsia. Enquanto escrevia Memórias Póstumas de Brás Cubas, Machado foi acometido por uma de suas piores crises intestinais, com complicações para sua frágil visão. Os médicos recomendaram três meses de descanso em Petrópolis. Sem poder ler nem redigir, ditou grande parte do romance
para a esposa, Carolina.


Graciliano Ramos era ateu convicto, mas tinha uma Bíblia na cabeceira só para apreciar os ensinamentos e os elementos de retórica. Por insistência da sogra, casou na igreja com Maria Augusta, católica fervorosa, mas exigiu que a cerimônia ficasse restrita aos pais do casal. No segundo casamento, com Heloísa, evitou transtornos: casou logo no religioso.


Aluísio de Azevedo tinha o hábito de, antes de escrever seus romances, desenhar e pintar, sobre papelão, as personagens principais mantendo-as em sua mesa de trabalho, enquanto escrevia.


José Lins do Rego era fanático por futebol. Foi diretor do Flamengo, do Rio, e chegou a chefiar a delegação brasileira no Campeonato Sul-Americano, em 1953.


Aos dezessete anos, Carlos Drummond de Andrade foi expulso do Colégio Anchieta, em Nova Friburgo (RJ), depois de um desentendimento com o professor de português. Imitava com perfeição a assinatura dos outros. Falsificou a do chefe durante anos para lhe poupar trabalho. Ninguém notou. Tinha a mania de picotar papel e tecidos. "Se não fizer isso, saio matando gente pela rua". Estraçalhou uma camisa nova em folha do neto. "Experimentei, ficou apertada, achei que tinha comprado o número errado. Mas não se impressione, amanhã lhe dou outra igualzinha."


Numa das viagens a Portugal, Cecília Meireles marcou um encontro com o poeta Fernando Pessoa no café A Brasileira, em Lisboa. Sentou-se ao meio-dia e esperou em vão até as duas horas da tarde. Decepcionada, voltou para o hotel, onde recebeu um livro autografado pelo autor lusitano. Junto com o exemplar, a explicação para o "furo": Fernando Pessoa tinha lido seu horóscopo pela manhã e concluído que não era um bom dia para o encontro.



Érico Veríssimo era quase tão taciturno quanto o filho Luís Fernando, também escritor. Numa viagem de trem a Cruz Alta, Érico fez uma pergunta que o filho respondeu quatro horas depois, quando chegavam à estação final.


Clarice Lispector era solitária e tinha crises de insônia. Ligava para os amigos e dizia coisas perturbadoras. Imprevisível, era comum ser convidada para jantar e ir embora antes de a comida ser servida.


Monteiro Lobato adorava café com farinha de milho, rapadura e içá torrado (a bolinha traseira da formiga tanajura), além de Biotônico Fontoura. "Para ele, era licor", diverte-se Joyce, a neta do escritor. Também tinha mania de consertar tudo. "Mas para arrumar uma coisa, sempre quebrava outra."


Manuel Bandeira sempre se gabou de um encontro com Machado de Assis, aos dez anos, numa viagem de trem. Puxou conversa: "O senhor gosta de Camões?" Bandeira recitou uma oitava de Os Lusíadas que o mestre não lembrava. Na velhice, confessou: era mentira. Tinha inventado a história para impressionar os amigos. Foi escoteiro dos nove aos treze anos. Nadador do Minas Tênis Clube, ganhou o título de campeão mineiro em 1939, no estilo costas.


Guimarães Rosa, médico recém-formado, trabalhou em lugarejos que não constavam no mapa. Cavalgava a noite inteira para atender a pacientes que viviam em longínquas fazendas. As consultas eram pagas com bolo, pudim, galinha e ovos. Sentia-se culpado quando os pacientes morriam. Acabou abandonando a profissão. "Não tinha vocação. Quase desmaiava ao ver sangue", conta Agnes, a filha mais nova.


Mário de Andrade provocava ciúmes no antropólogo Lévi-Strauss porque era muito amigo da mulher dele, Dina. Só depois da morte de Mário, o francês descobriu que se preocupava em vão. O escritor era homossexual.

Vinicius de Moraes, casado com Lila Bosco, no início dos anos 50, morava num minúsculo apartamento em Copacabana. Não tinha geladeira. Para agüentar o calor, chupava uma bala de hortelã e, em seguida, bebia um copo de água para ter sensação refrescante na boca.


José Lins do Rego foi o primeiro a quebrar as regras na ABL, em 1955. Em vez de elogiar o antecessor, como de costume, disse que Ataulfo de Paiva não poderia ter ocupado a cadeira por faltar-lhe vocação.



Jorge Amado para autorizar a adaptação de Gabriela para a tevê, impôs que o papel principal fosse dado a Sônia Braga. "Por quê?", perguntavam os jornalistas, Jorge respondeu: "O motivo é simples: nós somos amantes." Ficou todo mundo de boca aberta. O clima ficou mais pesado quando Sônia apareceu. Mas ele se levantou e, muito formal disse: "Muito prazer, encantado." Era piada. Os dois nem se conheciam até então.


O poeta Pablo Neruda colecionava de quase tudo: conchas, navios em miniatura, garrafas e bebidas, máscaras, cachimbos, insetos, quase tudo que lhe dava na cabeça.



Vladimir Maiakóvski tinha o que atualmente chamamos de Transtorno Obsessivo-compulsivo (TOC). O poeta russo tinha mania de limpeza e costumava lavar as mãos diversas vezes ao dia, numa espécie de ritual repetitivo e obsessivo.



A preocupação excessiva com doenças fazia com que o escritor de origem tcheca Franz Kafka usasse roupas leves e só dormisse de janelas abertas – para que o ar circulasse -, mesmo no rigoroso inverno de Praga.



O escritor norte-americano Ernest Hemingway passou boa parte de sua vida tratando de problemas de depressão. Apesar da ajuda especializada, o escritor foi vencido pela tristeza e amargura crônicas. Hemingway deu fim à própria vida com um tiro na cabeça.



O poeta português Fernando Pessoa tinha o hábito de escrever sob diversos pseudonimos, cada um com um estilo e uma biografia próprios. Ente os pseudonimos adotado estão Ricardo Reis, Alberto Caieiro e Álvaro de Campos.

Inserida por andre78reis

É uma pergunta recorrente nos grupos de escritores que participo no Facebook essa sobre quando ou o que é preciso para que alguém possa dizer que é e chegar a intitular-se escritor/a.
Tem gente que enlouquece de ciúme (para não dizer outra coisa) por ver outra pessoa intitular-se e proclamar-se escritora ou escritora de um gênero específico dentro da área da escrita... como contista, cronista, romancista, sendo que não se tornou ainda uma autora publicada.
Mas eu defendo a ideia de que para intitular-se escritor ou escritor de um gênero específico, basta começar ou ter começado a escrever. A partir do momento que uma pessoa começa a escrever textos, pequenos ou grandes, e histórias para livros, ela já pode considerar-se uma escritora!
Não é a divulgação de uma produção de texto para determinada quantidade de pessoas, nem uma outra pessoa, que vai dizer ou definir se uma pessoa é ou não uma escritora!

Inserida por RoseGleize

Ode de Natal

Há muitos anos, poetas, escritores, teólogos mensageiros, eternizam a mensagem de Deus pelo mundo.Mensagem está que por vezes repetidas. Nem sempre encontra um coração aberto para que o Cristo renasça, não falo somente a um menino. Mais de uma esperança pura, como um surgimento de uma criança. Repense seus dons, suas habilidades, suas tristezas, seu lugar no mundo... Abra o sorriso e o coração e deixe o Natal acontecer dentro de você!!!!

Inserida por carlos_henrique_toni


Há quem se encante com as palavras dos escritores, e mergulhem em sonhos românticos de como seria interessante e uma intensa aventura, poder namorar ou viver ao lado destas figuras. A grande verdade, e que seja dita e devidamente enfatizada, é que você nunca deveria querer namorar um escritor.

Inserida por usernamegui

Escritores são assim. Acreditam na maioria das coisas que se falam por aí. Acreditam nos mais variados contos de fadas e nas histórias de amor do tipo Nicholas Sparks. Mas é que a vida é baseada em outra história, e as coisas ruins levam sempre a algum lugar melhor. Assim eu espero.
Será que as pessoas mudam ou elas se revelam?
Você bem que poderia responder: Foi você que nunca se preocupou em ver o outro lado…
Digite aqui o você de fato sente por mim, para abrir a porta e poder ficar.

Inserida por usernamegui

LEIA COM CUIDADO

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Escritores escrevem sobre o que sentem. E o que não sentem. Sobre o que sabem que a sociedade vive. Ou não vive. Falam do amor e a dor que choram, do amor e a dor que o semelhante chora. O escritor é um intérprete visionário da humanidade. Absorve os dramas e as alegrias, as frustrações e os sucessos, a grandeza e a mesquinhez do ser humano, e depois devolve ao mundo em forma de literatura.
São muitos os escritores que dizem quase ou tudo em primeira pessoa. E por essa intimidade, muitas vezes fazem com que segundas e terceiras pessoas, as que fazem parte do seu convívio, se julguem citadas ou inseridas, de formas positivas ou não, em seus escritos. Isso é bom, porque a mensagem os alcançou, e pode ser mau, se alguém acha que foi direta e publicamente flagrado.
No caso das formas negativas, cabe um conselho às tais segundas e terceiras pessoas: tomem cuidado com a injustiça. Por mais que o contexto de algum escrito aparentemente as flagre, aponte ou denuncie, na maioria das vezes - maioria, mesmo - quem o redigiu não pensava especificamente nesta ou naquela pessoa. Pensava no mundo. Na sociedade. Pensava na vida.

Inserida por demetriosena

E não atoa que tenho me encantando por poetas e escritores que se aprofundam na América Latina... Assim, é possível encontrar as raízes desta árvore, incessantemente podada, e tentar entender os frutos de hoje, inclusive eu.
Atualmente colhemos a ignorância, plantada pela cruz e espada, perpetuada pela aculturação, maciça, de crenças, valores, estereótipos e modelos de sistemas que se sobrepõem aos demais com a desculpa do desenvolvimento...
Da história, parcialmente contada, glorificou-se a dominação covarde, a imposição das regras e estilos arquitetônicos que condenaram à destruição de construções e cidades, genuinamente locais. Na cidade do México, por exemplo, a Catedral metropolitana simboliza a arrogância dos dominadores, foi construída sobre o Templo maior dos Astecas... fizeram o mesmo no Perú, no Brasil....e em todos os países da América Latina.
Permanecemos “colonizados”... Criaram padrões que unificam o jeito de“ser”, o “como fazer” e como “crescer”... Continuamos a ser podados, a imperatividade permanece, infelizmente.
Estamos perdidos, há muito, mas se a profecia de Galeano acontecer, um dia seremos parte, enfim, de uma árvore frondosa e imponente: Uma América Latina orgulhosa e unida.

Inserida por patriciafil

Para os novos escritores.
Não fique triste se o seu livro teve poucas tiragens. Uma boa história, um bom enredo será lido por muitos. Desde que a história seja bem entrelaçada, com um conteúdo que realmente cause impacto no leitor. Apenas um livro meu, único, foi lido por mais de 50 pessoas. Pense nisso!

Inserida por DinartePortela

Grande evento em ambito nacional, acontece no dia 5 de agosto. Escritores de todo o Brasil, estarão reunidos em Curitiba.
Nessa ocasião, Marilina Baccarat de Almeida Leão, lança mais um livro "Sempre Amor".
Local do evento :Palacete Wolf
Praça Garibaldi 7 - setor hitórico- Curitiba - Paraná.

Inserida por MarilinaBaccarat

Coração de escritor.
Escritores são pessoas mais sensíveis e apegadas as outras pessoas e memorias do passado, não é a toa que eles escrevem seus sentimentos.

Eles gostam de expor o que pensam ou o que sentem, fazer de um sentimento um texto poético, sempre tentando criar suas próprias histórias ou memórias.

O fato de poder escrever já é uma maravilha, nós amamos isso, é mais que um passa-tempo, o que nós escrevemos vem de nossos corações, e isso é o verdadeiro coração de escritor.

Inserida por HevertonHardt

Coração de escritor.(parte 2) ´´A inspiração´´.
A inspiração de poetas ou escritores vem das coisas mais simples do nosso cotidiano desde vendo uma bela paisagem ou até inspirações sobre outras pessoas,alguém em especial, ou,lendo outros poemas e livros.
Para um escritor escrever um poema, digamos assim ,ele passa por um processo de vida e renascimento,eles nem sempre são iguais aos outros até podem ser.
Mas cada um tem seu sentido e temática abordada, sem se esquecer que cada poema tem seu gênero pode ser sobre : filosofia,amor,morte,motivação na vida e etc..

Inserida por HevertonHardt

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