Textos Amorosos
Sabor do amor em ti.
O que dá sabor á vida é estar com a pessoa que sabe fazer de um pequeno momento um o maior instantes que já vivemos! Você sempre fará parte de meus sonhos, e terás participação em minhas vontades.
O que vejo em seus olhos, é esse seu jeito de amar de menina mimada vê no seu jeito o prazer de amar-te, como nunca amei alguém assim, seu jeito me agrada e enche meu coração de amor, e minha vida de virtude.
Descrever-te, seria: perder a minha identidade de poeta, mudar a minha personalidade, de escritor, apagar a melhor parte da minha vida o que já vivi de melhor. Tudo isso porque te minhas palavras se resume em apenas uma única frase, Te amo!
Queria ser apenas uma lágrima, para assim nascer dos teus olhos e corres pelo teu rosto, como torrente rolar entre suas face e em teus lábios morrerem aos esfregões de teus dedos.
MEU AMOR 🦋
As lágrimas que choramos
É doloroso pensar em ti
Quando estamos separados
Tu já estiveste aqui meu amor
Mas fostes embora
Tantas palavras ficaram por dizer
Segura na minha mão mais uma vez
Para me lembrar de noite
Mas as lembranças
Já começam a desaparecer
Eu não quero despedir-me de ti
Tu sabes que estávamos destinados
A sermos uma só alma um só coração
Mas somos de mundos diferentes
SÓ O TEU AMOR 🌹
Só o teu amor que me olha
Em silêncio num verso
Deserto de ti onde perco-me
Encontro-me para inventar-me
Criar-me nas palavras feridas
Escritas numa mortalha
Entre a despedida da morte
Ferida no peito de uma flor
Numa ilusão que paira no ar
Amordaça a imensidão
Tocando o lindo céu
No sonho do tempo
Amantes de afago no infinito
Escrito num velho mundo perdido
Das noites passadas em claro
Sem ti meu amor
Escrevo que vou ao inferno
Não importa onde eu esteja
Ou o que faça, o meu coração é teu
E eu sempre te amarei
Só o teu olhar me salva
Destas trevas cruéis
Pois este é o meu lamento
Numa jornada final em que me ajoelho
Diante de ti meu amor
Lágrimas de mim para ti
Amores iguais
Por ti o meu amor a tudo supera.
Não sei se o teu o mesmo faz.
Se não o fizer, importância não
há, continuarei na espera que
isso aconteça.
Melhor para mim que eu te ame,
mesmo só, a esse amor me dou.
Mais correto será, se um dia o teu
amor ao meu se assemelhar.
Amando igual, mais acertado viveremos,
nivelando amores, não existirão dores,
as alegrias maiores serão.
E o coração terá a paz de viver entre
o encanto de querer e sentir o infinito
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da A.L.B/S.J.do Rio Preto
Membro Honorário da A.L.B/Votuporanga
Membro da U.B.E
ESPERANÇA (soneto)
Saudades de ti, me vem com ternura
Teu nome, ao amor, não é indiferente
Entre o poetar, e nos versos murmura
Recordação, nos suspiros, de repente!
Longe de ti, o pranto, mísero, tortura
Essa solidão, que geme tristemente
Mas, as alegrias vividas, porventura
Abalança o tormento, tão presente
Nesse amargo sofrer, o teu nome
A florescer na secura do cerrado
No peito o saudosar, me consome
Ao evocá-lo... agridoce atmosfera
Que no desejo é mais que desejado
E, na inspiração... ainda te espera!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
31/01/2020, 07’03” – Cerrado goiano
Olavobilaquiando
ENSINA-ME AMOR
Ensina-me a viver sem ti
Ensina-me a viver sem as tuas mãos
Ensina-me a viver sem o teu abraço
Ensina-me a viver sem amor
Ensina-me a viver sem os teus beijos
Ensina-me a viver sem a tua loucura
Ensina-me a viver sem o teu olhar
Ensina-me a viver sem o calor do teu corpo
Ensina-me a viver sem ter saudades tuas
Ensina-me a viver sem o perfume da tua pele
Ensina-me a viver sem sentir saudades
Ensina-me que eu não quero viver sozinha
A capacidade do amor
Onde quer que esteja, sejais de ti
tal palmas que se dispõe no chão,
tal amor que reflete cada coração.
No Brasil, na Grécia ou no Taiti...
Não sei por onde andas seu corpo!
Só sei que a nossa vida é um sopro
e num instante se pensou e já foi,
passa tão depressa feito um oi...
Pensemos e reflitamos sobre nós:
- Quem depende do nosso amor?
O que se acrescenta - nos os pós?
Será que és a terra que assenta,
ou és tu a poeira que levanta,
ou a mão que afaga e planta?
II
Toda semente tem um anseio
e se dela o nascer é uma benção,
não se perca e não tenha receio,
não cultive a semente da aflição!
Sejais pacíficos e benevolentes,
misericórdiosos e caridadosos,
não sedes maus e indolentes,
nem seu ego dos mais vaidosos!
Muito se quisera do mundo
entretanto, o que se fez por ele?
Qual é seu papel? Ser mudo?
Então meu jovem ou sei lá
quantos anos você tem..
O que você dispõe convém?
III
Eu não sei se adiantaria dizer
das coisas que aprendi a cá
contudo, vou dizer - lhes um, tá?
- Em tudo há uma razão de ser!
E na razão não se desperdiça nada:
- Nem erros, nem acertos!
Até mesmo uma poeira levantada...
de repente se faz do pó os enxertos!
Sei quão fértil é um solo regado;
Sei quão valioso é o bem instruído;
Sei o quanto pode ser - lhe negado...
Porém, de ti não arrancarás a paz,
se tudo o que fizer em seu sentido
for com todo o amor que for capaz!
IV
Mostrei este poema a uma colega
e ela disse que sentiu falta da raça,
das discriminações que se alarga,
entretanto, disse - lhe: Que trapaça...
- Na verdade não há raça no amor!
Nele não existe religião, raça e cor,
as pessoas são pessoas e basta!
Na linguagem, a poesia me arrasta,
então porque falaria: Descriminação!
Haveria isso no dizer que diz: Japa?
Ela então se calou e leu meu coração...
...porque pude ver que tudo tem capa,
e nunca se esconde alheia a emoção,
porque a verdade à alma não escapa!
V
Às vezes, a discriminação é desculpa
é um jeito de defender a própria sorte,
porque não há rejeito abjeto da culpa
se o coração for envolto de amor forte:
- No amor de família, ser amor respeito!
Daquele que nos mantém pra vida inteira,
no que põe abençoar e agradecer o leito,
mesmo humilde o pé descalço numa eira!
A eira de arroz no vão de um cafezal,
a eira de milho, do feijão, ou da alface!
O trabalho é sempre digno e cordial
à aquele que valoriza o chão que pisa,
mais há quem precise ser descomunal,
ser vítima da história até virar pizza!
VI
Eu prefiro esquecer e só valorizar tudo,
e se possível resgatar os reais valores:
- Amor, caridade, misericórdia no mundo!
Porque isso não depende dos favores!
Isso não depende de raça, credo e cor,
isso depende unicamente do Amor!
Então, não quis discutir e me calei,
mas no poema tudo isso acrescentei!
Porque me calo e meu coração fala
que nos temos muito que aprender
e não precisamos de canhão com bala!
Se ainda eu não for suficiente e ativa
então, nada serei além de uma tala...
no enrosco, entalado na gengiva!
Meu Amor por ti,
Começa com R de Recíprocidade,
Se não fosse assim,
Não ficaria,
Chegou como quem não quer nada,
Passarinho,
Te encontrei,
Agora faz morada em meu ninho,
O que passou,
Já passou,
Tornou-se memória,
Platonizou-se,
Você é meu eterno Recíproco,
Então,
Se aconchegue,
Sou o ninho que é seu,
Seu Amor,
Com R,
Recíprocidade.
O PODER DO AMOR
O Senhor, teu Deus, está no meio de ti, poderoso para salvar-te; ele se deleitará em ti com alegria; renovar-te-á no seu amor. —Sofonias 3:17
O documentário Young @ Heart (Coração Jovem) mostra a jovialidade de um coral de pessoas cuja média de idade está na casa dos 80 anos. Repleto de humor e momentos comoventes, o filme inclui cenas da apresentação do coral em uma prisão. Quando a apresentação se encerra, os cantores vão até o público e cumprimentam com apertos de mãos e abraços.
A surpresa inesperada que os prisioneiros refletem diante dessa aproximação pessoal, me fez lembrar o livro de Sofonias, no qual o profeta traz uma poderosa mensagem da presença e do amor de Deus por Seu povo durante os tempos difíceis: “O Senhor, teu Deus, está no meio de ti, poderoso para salvar-te; ele se deleitará em ti com alegria; renovar-te-á no seu amor, regozijar-se-á em ti com júbilo” (3:17).
Uma estudiosa da Bíblia diz que: “Sofonias começa com tristeza, mas termina com alegria e canto. A primeira parte do livro contém pensamentos tristes e sofredores, mas encerra com uma das mais doces canções sobre amor escritas no Antigo Testamento”.
O amor de Deus por nós é sempre estonteante, especialmente quando enfrentamos situações difíceis na vida. Durante os tempos mais sombrios, o Senhor vem a nós com Sua alegria, Sua música e Seu amor. —DCM
No jardim de amor de Deus, você é o Seu “bem-me-quer”. David C. McCasland
FOME DE TI
Não era a lua
E nem a chuva
Que deslumbrava-me
o corpo nu.
Eras tu, oh meu amor
Que caminhavas
Por sobre a dor
Da pobre alma
Que te pedia
Um pedaço de pão
Naquele dia.
E aquela fome
Ainda me consome.
Você partiu!
E eu ainda sinto fome
Fome do afago das tuas mãos
PEQUEI
Pequei contra ti
E como tenho pecado!
Devo pagar.
Serei condenado
Pequei por amor
Sou desgraçado
Mas já tenho a pena
A triste saudade.
Viver por viver
É também um morrer
É sentença de morte
É um viver sem norte
Essa é a pena
Por tanto querer.
E preso à alma
Que nunca se acalma
Não há quem liberte
E vivo perece.
Hei de morrer
Sem ouvir sua voz
Sem ter sua prece,
Meu amor, meu algoz!
Amor fraternal
Amarás o Senhor teu Deus […] e amarás o teu próximo como a ti mesmo. —Lucas 10:27
Teria sido mais fácil simplesmente comprar um novo secador de cabelo. Determinado a economizar dinheiro, decidi eu mesmo consertá-lo. Para afrouxar o parafuso que estava bem apertado no cabo, usei o socorro básico do homem versátil — meu canivete. Quando coloquei pressão na lâmina para virar o parafuso, a lâmina fechou- -se — no meu dedo!
Aquele dia aprendi uma lição: eu me amo, e tenho urgência em atender às minhas necessidades. Não houve nenhum pensamento do tipo: “Bem, não tenho necessidade de parar o sangramento agora. Resolvo isso mais tarde.” E também houve brandura no jeito como cuidei do problema. Instruí minha equipe de primeiros socorros (minha esposa e filhos) a lavar com cuidado o meu dedo, e a colocar o esparadrapo de maneira tal que não puxasse os pelos do dedo ao removê-lo. Meus pensamentos, palavras e ações foram governadas pelo amor a mim mesmo.
Amar o “teu próximo como a ti mesmo” (Lucas 10:27) exige o mesmo tipo de amor urgente. É um amor que percebe a necessidade da outra pessoa e não descansa até que isto seja resolvido. É um amor brando, cuidadoso, que pensa e age gentilmente. É o amor sacrificial e compassivo que um samaritano de nome desconhecido teve por um viajante caído. É o tipo de amor que Deus quer compartilhar com o seu próximo através de você.
Você não pode tocar o coração do seu próximo sem usar o seu próprio coração. Joe Stowell
Em ti ficar
Me dê um instante em tua vida
E lhe darei a eternidade deste amor...
Me vi no fundo dos teus olhos
Aprendendo o que é amar.
Que te darei eu de mais precioso
Senão o amor que quero de você?
Serei teu sonho de menina
Revelando pra te amar...
Alegrem-se as estrelas
E nos cubra o luar...
Entre um e outro,
O mais feliz sou eu por te amar.
O tempo passa
Eu te amo mais e mais...
Só te peço neste instante
Me deixe em ti ficar.
Edney Valentim Araújo
Amor Intenso e Imenso
És um amor grande e forte
Um amor sem medida
Que por ti sinto
Um amor forte pois não há força maior que o faça acabar
Um amor grande pois não há grandeza maior do que meu amor por ti
E é esse amor que sinto por você
Amor Intenso e Imenso como o meu por ti não vai existir
Que me consome e por esse amor eu me rendo
Por completo, por inteiro, porque é só por ele que eu perco as forças
É nesse momento que ele me tem em suas maos
Para fazer o que ele quiser comigo
Pois nesse momento eu sou só dele e ele é só meu
De uma forma que perdemos o controle
E nao sabemos onde parar
De nos enlouquecermos junto!
Inspiração:Leandro
Autora:Juliana Sampaio
O seu amor me acolheu e em ti eu fiz morada, o nosso amor vazou pelas rachaduras que nós mesmo criamos. E eu me apaguei vendo o que chamei de lar desmoronar bem enfrente aos meus olhos, sem força alguma para tentar salvar alguma, coisa ou para nos salvar.
Desmoronei junto a ti. Porem hoje posso bater no peito e dizer que sou muito mais resistente a tudo o que possa me abalar.
Nossa Quase História...
E você ama meus abismos entende me silencio e abraça todos os meus defeitos... Você é tudo o que eu sempre precisei, mais nunca pensei em ter e tudo bem... Porque o universo hoje me escreveu uma carta, contando que nem sempre o que a gente pensa querer é o que a gente precisa.
Raiane Oliveira.
Difícil Poema de Amor
Separo-me de ti nos solstícios de verão, diante da mesa do juiz supremo dos amantes.
Para que os juízes me possam julgar, conhecerão primeiro o amor desonesto infinito
feito de marés ambulantes de espinhos nas pálpebras onde as ruas são os pontos únicos
do furor erótico e onde todos os pontos únicos do amor são ruas estreitíssimas velocíssimas
que se percorrem como um fio de prumo sem oscilação.
Ontem antes de ontem antes de amanhã antes de hoje antes deste número-tempo
deste número-espaço uma boca feita de lábios alheios beijou.
Precipício aberto: ele nada revela que tu já não saibas.
Porque este contágio de precipícios foste tu que mo comunicaste
maléfico como um pássaro sem bico.
Num silêncio breve vestiu-se a cidade.
Muito bom-dia querido moribundo. Sozinho declaraste a terceira grande paz mundial
quando abrindo os olhos me deste de comer cronometricamente às mil e tantas horas
da manhã de hoje.
Deito-me cedo contigo o meu sono é leve para a liberdade acordas-me só de pensares nela.
As casas e os bichos apoiam-se em ti. Não fujas não te mexas:
vou fixar-te para sempre nessa posição.
Que há? Abrem-se fendas no ar que respiro vejo-lhe o fundo. Tens os olhos vazados.
Qual de nós os dois "quero-Te" gritou?
Bebe-me espaçadamente encostada aos muros. Se és poeta que fazes tu?
Comes crianças jogas ases sentado és uma estátua de pé a cauda de um cometa.
Mães entretanto vão parindo. Os filhos morrerão ainda? Entregas-te a cálculos.
Amas-me demais.
Confesso: não sei se sou amada por ti.
Virás
quando houver uma fala indestrutível devolvida à
boca dos mais vivos. Então virás vivo também. Sempre esperei ver-te ressuscitado.
Desiludiste-me.
E iremos com o plural de nós nos leitos menores onde o riso, onde o leito do rio
é um filho entre os dois. Que farei de teus braços de meus cabelos benignos que faremos?
Nasci-te da minha pele com algumas fêmeas te deitei por vezes. Conheces-me.
Não me tens amor
Grave esta corda cortada agudo seixo me ataste aos olhos para me afundar.
Só por grande angústia me condenas à morte se de mim te veio a cidade
e os minúsculos objectos que já amaste ou que irás amar um dia espero.
Dei-me todo a ti
Sem saber se era para nós dois
Esse amor que não tem fim...
Foi só um grito no infinito
Ecoando sem abrigo
No teu ceio tão vazio.
Soubesse hoje minha amada
De minh’alma desalmada
Se consumindo em meio à dor,
Sei que não me deixaria
Onde a vida é tão fria
Tão distante deste amor...
Edney Valentim Araújo
1994...
A PROPÓSITO
Seja em ti o seu próprio amor:
tu és de criação da divindade.
Ama-te, antes, ao esplendor,
pois, amado serás à eternidade.
Cuidas de ti igual ao outro,
para que seja disposto o que têm.
Aliviados serão os teus dias,
ao amar-te, lhe virão às alegrias,
para que sejam amadas também.
Do tanto amor que por ti senti... sinto?
Chorei escondida.
Sorri com os olhos cheios de dor.
Silenciei-me.
Retirei-me de certos espaços.
Sumi.
Procurei espaço.
Com olhos cansados amanheci.
Levantei-me.
Lentamente.
Mudei a estação do rádio.
Outra música ouço tocar.
Mudei os móveis de lugar.
Não, não deixei de te amar.
Meu coração em ti
Eu não sabia o que é o amor
Até que ele veio encontrar,
Escondeu-se em teus olhos
Para a mim se revelar.
Ganhou-me em teu sorriso
E fez minh’alma se alegrar,
Veio como um sonho
E arrebatou meu coração.
E no repente que me veio
Foram-se os meus olhos
Entre as lágrimas se afogarem,
Do amor que me negaste
Eu não consigo me afastar.
Sou agora metade d’alma
Que me pode completar...
Se não podes me amar
Deixa que eu viva pra te amar.
Edney Valentim Araújo
1994 / 1996
