Texto sobre Sol

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Bom dia, meu amor.
Que o sol encontre o teu rosto com a mesma delicadeza com que a vida me presenteou quando colocou você no meu caminho.
Hoje, enquanto o mundo desperta, o meu primeiro pensamento continua sendo você, a mulher que escolhi amar, admirar e caminhar ao lado por toda a vida.
Que Deus cubra o teu dia de paz, renove as tuas forças e faça florescer em teu coração a mesma esperança que faz o meu sorrir.
Em breve estaremos vivendo uma nova rotina, com o nosso pequeno Gabriel em nossos braços, e cada madrugada, cada desafio e cada conquista serão apenas capítulos da mais bela história que já tivemos o privilégio de escrever.
Saiba que o meu amor por você não diminui com o tempo; ele amadurece, cria raízes e encontra novos motivos para existir a cada amanhecer.
Tenha um lindo dia, minha futura esposa. Você é o meu porto seguro, a minha melhor escolha, o amor da minha vida e a pessoa com quem desejo dividir todos os amanheceres que Deus ainda nos conceder.

⁠"Lembranças"
A Tardinha deixo atrás de mim
Mais um dia que chega no fim
O sol some no horizonte
E por detrás daquele monte
Um lindo clarão colorido
E a saudade guasqueia o meu peito
Deixando-o dolorido
Por não ter esquecido
Um cambicho desgarrado
Mas que me deixou apaixonado
Que esquecer não tem jeito.

Teus olhos, que irradiam perante o sol, cintilam e brilham como tesouros perdidos nas profundezas do tempo. Teus cabelos, brasas vivas ao fogo, são a própria luz que rompe a escuridão.


Tu me provocas, tu me atrais.


Ó grande Jardim do Éden, desejo tomar-te para mim, arrancar-te das mãos do destino e guardar-te junto ao meu coração. Deixa-me possuir teu amor; faze de mim aquilo que já me tornaste, pois roubaste meu pobre coração sem sequer tocar nele.


Tuas curvas suaves, quentes ao toque, são caminhos pelos quais meus dedos desejam vagar. Que eu possa percorrê-las até alcançar tua alma. Olha para mim e diz que me desejas. Diz que sou o único. Abraça-me como se o mundo estivesse à beira do fim. Diz que sou especial. Diz que sou teu.


Imploro por amor.


Por amor em teu belo e puro jardim.


Não temo aquilo que os homens chamam de proibido. Pois, assim como Lúcifer caiu dos céus e atravessou os abismos do Inferno, eu cruzaria o Céu, o Purgatório e as profundezas da condenação apenas para alcançar tua luz.


Tu és minha estrela do amanhã, a chama que arde além da redenção, o último brilho que meus olhos desejam contemplar quando todas as outras luzes se apagarem.

A Súplica ao Abismo
Diga à terra, diga ao sol,
Diga ao mar para gritarem aos quatro cantos,
Até que a lua pare para escutar:
E o abismo, no qual me reflito, por fim volte a me encarar.


Puxe-me... Rasgue-me!
Quero arrancar de mim este egoísmo humano.
Derramo o meu sangue sob o céu que agora escurece.


A morte, da qual tanto fujo... fugir dela de nada importará.
A morte virá, e toda a existência despencará.
Perecerei. Apodrecerei. E à terra eu voltarei.


Então, ao mar eu clamarei:
Afunde-me! Guarde-me e traga-me o amor!
Pois, neste peito em ruínas, eu suplico por esse vazio esplendor.

Me leve onde as estrelas são o sol que reflete a luz da lua que ilumina a terra como a massa cósmica minha princesa vem me amar e vem pra mim. Você não é um sonho pra mim e nem meu desejo, você é o amanhace do dia como o surgimento do sol no horizonte enquanto tomo o café mais gostoso que traz você pra minha cama que só quer sentar pra nós que é vaqueiro e pleno conhecimento da minha consciência que me faz feliz como a dopamina mais energética que te deixa mais gostosa como o estilo das estrelas que brilham no meu céu. Pois, a realidade são a verdade do poder da palavra que diz o mais lindo pensamento que me alimento de amor, paz, sinceridade e dignidade na margem mais distante enquanto o meu destino no paraíso tropical como gramado de São Paulo vivendo e avançando na Harvand e Oxford. O primeiro dia é a verdade te levo ao Brasil na versão da criatividade você é a minha sabedoria. Pois, tenho a minha consciência plena digna de sabedoria.
• Djayr Freitas.❤️‍🔥

[O primeiro raio de sol que cruza a janela]


A caridade
só pode existir,
num mundo
que abandonou
a solidariedade.


Numa sociedade
solidária,
existe justiça social,


equidade, humanismo,
compaixão engajada,
equilíbrio horizontal.


Não há espaço
para personagens
caridosos


e ninguém precisa
das migalhas
de seres benevolentes
e superiores.


09/06/23
Michel F.M.

[Mechas de uma Gueixa]


Uma garota me foi comovente,
Era da terra do Sol Nascente,
Herdeira de um trono desde criança,
Hoje mulher renegava a herança,


Inconformada com tanta tristeza,
Ajudava os mais fracos, verdadeira nobreza.
Deixou o seu lar o Vale dos Samurais,
Mas levou em seus atos o amor de seus pais,


E nos campos rasteiros das tulipas puras,
Me envolvi com a gueixa das mechas escuras,


As lembranças que ela me deixa,
São as mechas de uma gueixa,
As lembranças que ela me deixa,
São suas mechas minha gueixa.


As colinas azuis não esquecerei,
O código de honra eu cumprirei,
Os riachos gelados me fortificaram,
As folhas secas me aqueceram,


Os olhos da gueixa me enfeitiçaram,
Seu sorriso e sua boca me converteram.
Os fogos das festas desenham no ar,
No Oriente pretendo estar,


Mas uma lacuna cresce dentro de mim,
O medo da gueixa nunca mais me encontrar.


As lembranças que ela me deixa,
São as mechas de uma gueixa,
As lembranças que ela me deixa,
São suas mechas minha gueixa.


Ela me levou até os confins,
Desde a muralha aos pequenos capins,
Ela me mostrou a força dos anciãos,


E jovens budistas ensinando cristãos,
Tanto as regras quanto as tradições,
Me ensinou a amar, transcender emoções.


As lembranças que ela me deixa,
São as mechas de uma gueixa,
As lembranças que ela me deixa,
São suas mechas minha gueixa.


(Michel F.M. - Áspera Seda: Volume Único - 2012)

[Ultraviolenta]


Eu traria o Sol até aqui,
Só pra vê-lo fracassar,
Atirado na lama,


Envolto em sombras,
Ofuscado por tua luz,
Apagado por tua chama.


Atrairia o Sol até aqui,
Só pra vê-lo implorar,
Desonrado em má fama,


Caído no esquecimento,
Ocultado por tua luz,
Resfriado por tua cama.


Eu trairia o Sol bem aqui,
Só pra vê-lo agonizar
Diante de ti, adorável tormenta.


Desprezado por quem mais ama,
Continue desumana contra mim,
Siga desprezível e ultraviolenta.


Apagado por tua chama,
Diante de ti, adorável tormenta,
Siga desprezível e ultraviolenta.


(Michel F.M. - Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)

Quando você se amar a vida vai ser diferente…

O sol vai brilhar mais por sua causa,
Sua roupa vai dizer o quão feliz você é..

Você vai correr na praia ou na academia…

Quando você se amar aquela viagem que parecia impossível vai acontecer e vai ser incrível.

Quando você se amar vai parar de dizer sim para tudo aquilo que te causa dor, e vai abrir mão de lugares e pessoas que não se amam

Quando
Você se amar, vai começar a contar sua história para que ela cure outras pessoas também…

Quando você se amar, vai doer menos a saudade de quem partiu e levou consigo uma parte sua que não volta mais …

Quando você se amar, vai entender que o melhor da vida já aconteceu.

Você.

Para quando você se amar !🩵

Dias de sol no inverno são um gatilho

Um fenomeno anti natural

Um ciclo dentro de outro ciclo

Que anunciam que a minha primavera chegou, bem no meio do inverno

As borboletas voltam para o meu jardim

E eu sinto que posso ser feliz de novo

São meus dias preferidos

Os dias que me lembram que eu posso suportar tudo, pq sempre vão haver dias de sol no inverno

E nesses dias nem o sol e nem o vento gelado me machucam

A BUSCA

Busco o sol para iluminar o meu dia escuro;Busco brisa suave em deserto de sol escaldante;
Quero ar, pois, na caverna onde me encontro, falta oxigênio;
Quero paz em meu coração, pois já estou cansada de guerra;
Quero sem delongas arrancar a máscara que vesti e que colou em mim, em razão do tempo de uso;
Almejo o voo da liberdade que este corpo impede de acontecer;
Quero sair de mim, e alçar voo alto para o cume da montanha, onde o sol brilha, a brisa sopra, o oxigênio é puro, a paz não seja breve, o uso da máscara desnecessário.
Ser apenas “EU”, em ressonância com minha natureza perfeita…

Mulher de Leão

Sou feita de sol e cicatriz,
de batalhas vencidas e outras guardadas,
de caminhos que ninguém viu,
mas que meus pés conheceram em silêncio.

Tenho cinquenta e três anos de histórias,
algumas escritas com lágrimas,
outras com a força de quem precisou sorrir
quando o mundo esperava sua queda.

Sou leonina.
Carrego no peito a coragem dos felinos,
a garra de quem protege, acolhe e luta,
mesmo quando o cansaço pede descanso.

Amei sem economias,
entreguei-me inteira às pessoas,
dividi o pão, o tempo, os sonhos,
e tantas vezes deixei faltar para mim.

Por isso, às vezes, confesso:
tenho vontade de não ter coração.
Não por falta de amor,
mas pelo peso de senti-lo demais.

Cansa ser abrigo para quem só busca tempestades.
Cansa estender as mãos
e descobrir que algumas pessoas
só se lembram delas quando precisam.

Sou assombrada pelo bem que faço,
pela entrega que me habita,
por essa esperança insistente
que ainda acredita no melhor dos outros.

Mas a vida me ensinou algo:
não é o coração que precisa desaparecer,
é a culpa de colocá-lo sempre em último lugar.

Hoje, caminho diferente.
Continuo sendo fogo,
continuo sendo leoa,
mas aprendo que força também é escolher a si mesma.

Porque depois de cinquenta e três anos,
entre perdas, amores, quedas e recomeços,
descobri que a maior coragem não é resistir ao mundo.

É permanecer generosa
sem permitir que levem a própria alma.

E assim sigo:
com a mesma garra,
com a mesma luz,
mas com a sabedoria de quem entendeu

que até o sol se põe por algumas horas
para voltar a brilhar no dia seguinte

No primeiro dia de primavera,
o sol brilhou radiante no teu olhar,
e a primeira flor desabrochou
no jardim do nosso amor.


Os pássaros voavam em revoada,
cantando a música do amor.
Os raios brilhantes do sol
criavam linhas no céu.


Era um dia perfeito para se apaixonar.
O perfume das flores se espalhava pelo ar.
Era a estação mais doce,
que coloria tudo.


A estação do amor.
Marcio Melo

"Ele está sempre junto"
Não importa se chove ou faz sol.
Não importa o muro, a classe, o silêncio.
Jesus está ali.


É como olhar no espelho e ver o rosto marcado,
o olhar cansado, que não suporta mais.
Você acha que é só você.
Só dor. Só cansaço.


Mas então a ficha cai:
não era o seu reflexo.
Era a imagem e semelhança do seu Criador.


E naquele instante você entende:
o que você vê não é só ruína.
É o mérito de Cristo em você.


E tudo muda.
Porque a dor ganha endereço.
O sofrimento ganha sentido.
E o amor que se entregou por todos,
sem exceção,
se revela onde você menos esperava:
em você mesmo.


Por Marcio Melo

Raiz e Espinho
Nasci com a pele que carrega o sol dentro,
mas me ensinaram que o sol queima demais,
que eu era forte demais, que eu sentia de menos, que eu precisava ser muro antes de aprender a ser menina.
Ninguém me disse que eu podia chorar sem parecer fraca.
Ninguém me ensinou a receber colo sem primeiro merecer
Cresci achando que ternura era um luxo de outra raça, que amor suave era coisa que acontecia
do outro lado da calçada.
Me fizeram armadura antes de me deixar ser pele.
Sou mãe que levanta às cinco e dorme depois da meia-noite, que sabe o nome de cada professor do filho
e esqueceu o nome da própria vontade.

Sou filha que aprendeu a não perguntar muito,
porque a mãe também não sabia responder
também estava carregando pedra e chamando isso de destino.
Sou empresária que precisa provar duas vezes, sorrir quando questionam, vestir a armadura antes da reunião, e mesmo assim ouvir: "você chegou até aqui"
- como se fosse sorte.
Como se não fosse sangue.
Me chamam de forte
toda vez que não me permitem ser frágil.
Me chamam de rainha toda vez que precisam de algo que aguente.
Mas rainha também chora no banheiro.
Rainha também tem medo.
Rainha também queria, uma vez só, que alguém chegasse antes dela e dissesse: eu cuido disso.
O racismo não veio sempre gritando.
Veio no currículo sem resposta.
Veio no cabelo que "não era adequado".
Veio na surpresa do outro quando eu falei bem,
como se inteligência fosse exceção no meu corpo.
Veio na mão que segurou a bolsa, no elevador que preferiu esperar, no elogio que era ofensa disfarçada de gentileza.
E eu aprendi a engolir porque reagir custava mais do que eu podia pagar.
Mas há algo em mim que não foi ensinado - e por isso sobreviveu.
Uma memória no osso.
Uma canção que não tem letra mas que meu corpo sabe dançar.
A força que ninguém me deu porque nasceu comigo, dobrada nas mãos da minha avó, escondida na risada da minha mãe,plantada na teimosia das que vieram antes
e não pediram licença pra existir.
Eu não quero mais ser forte assim.
Quero ser forte como árvore - que tem raiz, que tem sombra, que também precisa de chuva e não tem vergonha de dobrar no vento.
Quero aprender o que não me ensinaram:
que meu descanso não é preguiça, que minha dor não é fraqueza, que eu posso ocupar espaço sem pedir desculpa por existir.
Sou preta.
Sou mãe, filha, empresária, sonho, cicatriz.
Sou tudo que tentaram diminuir e tudo que sobrou depois disso.
Sou o que resiste.
Sou o que floresce.
E estou aprendendo, finalmente que essas duas coisas podem morar no mesmo corpo.
No meu corpo...
No meu corpo.

E Foi Assim

E foi assim…

Como o sol que nasceu
brilhando como em qualquer manhã,
era para ser apenas mais um dia:
trabalho, faculdade,
as pressas,
os problemas de sempre.

Mas, naquele instante,
o próprio sol perdeu o brilho,
porque os teus olhos
iluminaram tudo o que existia ao redor.

Entre encontros
que o destino insiste em chamar de acaso,
eu te encontrei.
E o que seria apenas mais uma página
transformou-se no capítulo
que jamais esquecerei.

Foi o dia
em que meu coração voltou a sentir calor,
o dia em que, por ti,
amor correu em minhas veias
como sangue que devolve vida ao peito.

Desde então,
já não temo o mundo.
Se preciso for,
enfrento tempestades,
atravesso distâncias,
venço o impossível…

Tudo isso
apenas para viver,
nem que seja por um breve instante,
o privilégio de ouvir,
saindo dos teus lábios,
o mais belo dos sons:

o teu jeito de me chamar
de amor.

Rau era pequeno, mas tinha uma energia tão grande que parecia caber um sol dentro dele.
No Berçário 2, todo mundo conhecia seu jeito sapeca: quando ficava animado demais, ele dava umas “mordidinhas de brincadeira” — e saía correndo todo risonho, com os cachinhos pulando atrás dele.


As professoras diziam:
— Lá vai o Vampirinho do Coração Doce!


Mas no fundo, Rau não queria morder…
Ele só queria mostrar carinho de um jeito todo dele.
E com o tempo, aprendeu que abraços apertados e sorrisos sinceros mordem muito mais — só que por dentro.

que percebe quando a planta está murchando por falta de sol ou por excesso de tempestade em casa.
​Aqui está uma proposta de texto, escrita com a delicadeza e a força que o seu olhar de educadora exige:
​O Olhar que Cura: A Pedagogia da Escuta e do Amparo
​A Educação Infantil é, acima de tudo, o solo onde a confiança começa a brotar. Para muitos pequenos, a creche não é apenas um prédio; é o primeiro território de paz. Como pedagogos, nosso olhar precisa atravessar a superfície. É um olhar que vem de dentro, pois entendemos que a criança não chega inteira à escola; muitas vezes, ela chega fragmentada, como um mosaico cujas peças foram espalhadas pelo vento.
​Antes de qualquer avaliação pedagógica ou julgamento sobre o comportamento, o educador deve se debruçar sobre o "currículo da vida" daquela criança: a sua história, o silêncio da sua casa, a bagagem invisível que ela carrega na mochila.
​O Jardim do Silêncio e o Espinho (Metáfora)
​Imaginem dois pequenos botões de flor que chegaram ao nosso jardim: Anita e João.
​Anita trazia um silêncio que pesava mais que o mundo. Suas pétalas estavam fechadas, e seus olhos eram como poços de água parada, escondendo uma tempestade de dor. João, por sua vez, apresentava espinhos para todos os lados; sua agressividade era o seu único escudo contra um mundo que o feria. No corpo de João, as marcas de "brasas externas" revelavam o calor insuportável de um ambiente que deveria ser sombra, mas era incêndio.
​Em uma manhã cinzenta, o silêncio de Anita transbordou em lágrimas. A pequena flor estava despida de sua proteção mais básica, ferida em sua essência mais sagrada por quem deveria podar os perigos, mas acabou sendo a própria geada. O vento que soprava em sua casa era tóxico; sua raiz principal, a mãe, estava perdida em névoas densas, vendendo o próprio perfume para alimentar sombras.
​O Olhar do Jardineiro (O Pedagogo)
​Foi o olhar atento que percebeu que aquelas flores não estavam apenas "difíceis", elas estavam pedindo socorro. O educador não se limitou a observar a superfície da folha; ele sentiu o tremor da raiz. Através da escuta sensível, as palavras que Anita não conseguia dizer foram ouvidas pelo coração da escola.
​Acionamos a rede de proteção — o sol que dissipa a fumaça. O perigo foi afastado, e o solo foi trocado. Hoje, eles crescem em um jardim cuidado pelos avós, onde há terra firme para pisar.
​Conclusão: O Papel do Educador
​Essa história nos ensina que o papel do educador na Educação Infantil vai muito além do "ensinar". Somos sentinelas da infância. Uma criança agressiva ou uma criança em silêncio absoluto está gritando uma história que ainda não sabe contar com palavras.
​O trauma deixa marcas, como cicatrizes em um tronco de árvore, mas o cuidado pedagógico, o trabalho em rede e a proteção constante podem mudar o destino do crescimento. Ensinar é importante, mas enxergar a bagagem que a criança traz é o que realmente salva vidas. A creche não é depósito. É base. E uma base sólida se constrói com olhos abertos, braços prontos para o colo e uma coragem implacável para proteger quem ainda não consegue se defender.
​Nota: Todos os nomes e contextos foram alterados para preservar a dignidade e a identidade das crianças envolvidas, reafirmando o compromisso ético com a proteção integral da infância.

Queria que visse o céu,
Queria que visse as estrelas
E o pôr do Sol,
Através dos meus olhos.
Que enxergasse a beleza de hoje
E a delicadeza das coisas
Penso, que de onde vê as coisas
Possa ver do lado oposto de mim.
No sono dos deuses,.no sono de Hipnos,
Que estejas tu, nos braços de Morfeu.

Oh Senhor,
Minha alma se abre como flor ao sol,
E as lágrimas que descem são rios que buscam Teu abraço.
Cada gota carrega meu medo, minha dor, minha esperança.


Em silêncio, Te chamo;
Em cada suspiro, Te entrego meu coração.
Mesmo quando a noite parece infinita,
Teu amor ilumina meu ser,
Como farol que guia na tempestade.


Recebe, Senhor, minha total vulnerabilidade,
Transforma minha fraqueza em força,
Minha dor em luz,
Meu pranto em hinos de gratidão.


Pois em Ti encontro meu refúgio eterno,
Minha paz que excede todo entendimento,
Meu Deus, meu tudo, meu princípio e meu fim.