Texto Medo
Os vultos da almas são resquícios de espírito atormentado pela vida resiste.
Nos sutis atos medonhos da vida buscamos perguntas aonde esta o amor...
Nas mortalas do espírito remanesce o abismo da essência humana,
Mesmo no frio da escuridão tem vários insites de uma vida que floreu e próspero num amor profundo e eterno.
No dilúvio....
Seu sepulcro a pura ilusão,
Medo alucina sem tantos desejos
Apenas as lágrimas que caem do ceus.
O ambiente tem formas frias e escuras...
A dor não trás respostas diante ao abismo sendo sensatez ganha sombras.
O frio da contraste da garoa...
Suas mortalha da realce a fria noite.
As velas são luzes mortas no gosto de salgado de lábios frios.
Ninguém espera o final apenas joga terra num silêncio cruel,
Veu tampa sua face imaculada para asas da morte...
O sussurros do ventos são lamentos no coração.
A inércia mediante o medo.
Se torne impossível e imponente.
Pois ignora o declínio e esse é simplicidade compreensão.
Ser inerte todavia estão o erro mais a resiliência o torna navegante..
O exploração das fraquezas são apse da ausência a intimidação pelo olha ja te faz vencer pois ignora quebrou o caos ambiente as formas frias são adereços da existência.
Aquilo que aparece diante de nós não precisa necessariamente bloquear nossa visão.
Um medo pode existir sem dominar nossa vida.
Uma lembrança pode existir sem controlar nosso presente.
Uma pessoa pode ter feito parte da nossa história sem continuar sendo dona dela.
Uma dor pode ter existido sem determinar quem seremos daqui para frente.
Vem , sem medo ..sem pressa ...
Sem desculpa ...vem e me faz tua ...
Vem no silêncio da noite e me domina ..me faz tua ..Vem e aquieta meu corpo ... sossega meu desejo , minha vontade..sacia -me ..odeio passar vontade..Vem e apaga meu fogo .. faz amor comigo denovo .. percorre meu corpo do jeito que só vc sabe ... eu sou a tua música favorita .. dessas que vc decora a letra ..e canta toda hora .. eu sou um vício safado , bandido , pareço droga ..veneno, ou sei lá talvez antídoto... morra de amor ou me mate dele ... essa noite faça valer a pena ...
O Que Está Vivo Agora
O medo imagina o que pode acabar; o amor nos lembra do que está vivo agora.
Talvez uma das maiores contradições de amar profundamente seja esta: quanto mais alguém se torna importante para nós, mais descobrimos que também somos capazes de sentir medo. Não porque o amor seja frágil, mas porque finalmente encontramos alguma coisa que não gostaríamos de perder.
O medo é um viajante apressado. Ele abandona o presente e corre para um futuro que ainda não aconteceu. Inventa distâncias, ensaia despedidas, imagina silêncios, constrói ausências e depois volta para dentro de nós trazendo lágrimas de acontecimentos que talvez nunca existam.
O amor é diferente.
O amor permanece.
Ele olha para o rosto que está diante de nós e diz: “Está aqui.”
Escuta a voz e diz: “Ainda posso ouvi-la.”
Sente o abraço e responde: “Então abrace mais forte.”
O amor não pergunta o tempo inteiro quanto tempo vai durar. Ele pergunta quanto de verdade somos capazes de colocar no instante que temos.
Talvez eu tenha começado a compreender isso justamente agora, quando amar alguém passou a significar tanto para mim. Porque quando o coração encontra alguém que muda nossos planos, nossos pensamentos e até a maneira como imaginamos o amanhã, nasce uma vontade quase impossível de pedir ao tempo: não toque nisso.
Mas o tempo não nos pertence.
Nunca pertenceu.
E talvez seja justamente por isso que o amor seja tão precioso.
Porque amar é segurar uma mão sabendo que não podemos segurar o próprio tempo. É olhar profundamente nos olhos de alguém sem possuir nenhuma garantia sobre o amanhã e, ainda assim, dizer silenciosamente: “Hoje eu escolho você.”
O medo quer garantias.
O amor oferece presença.
O medo pergunta: “E se um dia terminar?”
O amor responde: “Mas por que sofrer pelo fim enquanto ainda estamos vivendo o começo, o meio, o agora?”
Quantas vezes destruímos um momento bonito tentando protegê-lo de uma tristeza que ainda nem chegou?
Quantas vezes deixamos de sentir plenamente um beijo porque nossa cabeça estava ocupada imaginando a possibilidade de um último beijo?
Não quero amar assim.
Não quero transformar aquilo que está vivo em saudade antes da hora.
Se existe amor hoje, quero senti-lo hoje.
Se existe um abraço, quero morar alguns segundos dentro dele.
Se existe um sorriso capaz de mudar meu dia, quero contemplá-lo sem perguntar quando deixarei de vê-lo.
Se existe alguém que fez meu coração reaprender a bater de outra maneira, quero agradecer pela existência desse sentimento em vez de interrogá-lo todos os dias sobre sua eternidade.
Porque talvez o “para sempre” não seja uma quantidade de anos.
Talvez o para sempre seja a profundidade com que determinados momentos permanecem dentro de nós.
Há pessoas que passam décadas ao nosso lado e quase não deixam marcas. Outras chegam inesperadamente e, em pouco tempo, reorganizam nossa alma inteira.
E quando isso acontece, sentimos medo.
Claro que sentimos.
Mas não devemos entregar ao medo a caneta com que escrevemos nossa história.
Que ele fique sentado em algum canto, se precisar.
Que murmure suas dúvidas.
Que invente seus futuros.
Mas que seja o amor a escolher as palavras.
Porque o medo continuará imaginando tudo aquilo que pode acabar.
Enquanto o amor, silenciosamente, continuará apontando para aquilo que está diante de nós e dizendo:
“Olhe.
Sinta.
Abrace.
Ame.
Ainda está vivo.
E é agora.”
O seu vazio afetou estruturas que eu duvidava existir;
O medo e a inconstância não podem habitar aqui;
Num existir à flor da pele, o raso que você traz não sente o que sou e acomete meu ego o querer fútil de um olhar;
Um olhar pra dentro que você não é capaz de dar.
Ninguém é abrigado se não é lar.
Até o final
Um destino certo e sombrio
Medo do desconhecido
Corroído pelo ciclo esquecido
A alma e o coração vazio
Os olhos que pouco acompanha
Menos impulsivo estou
Se a idade me preocupa
Feliz pelo que passou
Se devagar ainda Caminho
Mais ou menos
Merecido
Quem ira dizer o que farei
Viajo pelo abstraido
Tento fugir do transpasso
Ainda o que me resta não sei..
A CORAGEM DO MEDO!
O medo dos perigos que nos rodeiam
Fazem pensar em nossos impulsos
Ou nos impulsionam compulsivamente
O medo nos faz tremer as pernas
Quando a beira de um precipício
Ficamos a espera de alguma resposta
Para transpormos de várias formas
Seja contornando ou saltando
Construindo pontes para atravessar
Até mesmo quem sabe o caminho retornar
O medo nos ensina que é preciso viver
Enfrentando as duras realidades da vida
É necessário senti-lo sempre que preciso for
Para não cairmos nos laços da morte
Através da verdade e as vezes da sorte
Avançarmos sempre no melhor da vida
Nas estruturas que perfazem o oculto
Mistérios que envolvem nossos passos
Numa aventura de viver constantemente
Meio aos medos que sobrevivemos
Todos os dias em suas travessias
Coragem para enfrentá-los
Ou retrocedermos pelo próprio medo
Assim vivermos livres em nossos anseios
De sermos fortes quando for a hora
Ou pararmos quando for o tempo
De convivermos com nossos medos.
João Batista Barbosa
Fui feliz em muitos momentos , noutros derramei lágrimas , outros estive carente , doente, com medo , corajoso , ausente , presente ... Mas todos vivi e ainda vivo e são experiências que me fortalecem e que por vezes até pensei não ter solução , porém sempre encontramos um caminho ,onde o sol e chuva levam e deixam marcas em nossas memórias . A vida é feita de pedacinhos que vamos somando , traçamos uma moradia que vai além desse mundo , pois quando reconhecemos que vale a pena esses instantes , mesmo quando nos desviamos , mas que retornemos ao certo caminho e façamos uma porção de momentos que pulsam nosso coração na eternidade dos nossos momentos !
João Batista Barbosa
Pensamentos
LIBERDADE
A liberdade não existe com medo
Como sonhos sem imaginação !
Cada momento único faz história
Mudanças rolam no campo da vida
Bem e mal travam grandes batalhas
Amor e ódio giram pensamentos
E assim acontecem todo instante
As mutações do próprio sentimento
Gerando emoções através do tempo
Caminhos entrelaçam pessoas
Laços que tornam-se rotineiros
Mas nas asas do vento passageiro
Consolidam ou se desfazem
Deixando marcas negativas ou positivas
Liberdade é deixar fluir o amor
Sem constrangimento nem amarras
Simplesmente o natural viver
Livre somos quando percebemos
Que podemos voar muito além
E que nos braços de quem amamos
Nos tornamos ainda mais felizes!
JOÃO BATISTA BARBOSA
POESIAS
O medo assombra quem sofre com ansiedade , acarreta pânico deixando imóvel e sem coragem pra enfrentar a vida. Um alvoroço na mente , gerando pensamentos negativos, que precipitam reações inesperadas e desesperadas , fazendo um reboliço que se perde e nem percebe que corpo e alma sumiram dentro de si mesmo . Porém é necessário buscar ajuda, percorrer seus pensamentos e atitudes, enxergar suas fraquezas e combater suas precipitações e impulsos . Reflexões sinceras e verdadeiras , corrigem , transformam e derrubam o medo que bloqueiam seus passos em busca de sua liberdade emocional e espiritual.
João Batista Barbosa
Ah... as borboletas, como as admiro, livres e perfeitas com sua súplica singela no ar.
Medo, já sentiu medo? Medo de não realizar seus sonhos? Medo do dia seguinte? Medo de não estar vivo?
Será que as borboletas sentem medo?
Aprendi observando elas, em seus voos singelos mas precisos, que o tempo é inserto mas certo. Em outras palavras, percebi na incerteza a clareza de cada coincidência.
Existe tempo para nascer, tempo para crescer, tempo para transformar, tempo para voar e tempo para morrer. Essa é a vida de uma borboleta. Mas como ela sabe o tempo de cada etapa? É ela que controla as etapas ou o tempo?
Impressionante e intrigante como a imprecisão temporal é a precisão mais perfeita na vida. Será que esse é o segredo para uma transformação completa de realidade?
Realidade ou fantasia? Até onde a realidade pode ser considerada real? E se não for real, mas sim um ideal criado por nós mesmos?
O Que Restou
Perdi muito nessa vida. Perdi o medo de perder pessoas, perdi a mim mesmo... perdi a minha liberdade! Perdi tudo, menos uma coisa: a vontade de viver. Mas viver assim dói. É um pulsar cego no escuro, entre os escombros do que fui, no silêncio de uma cela vazia. Essa vontade é a única coisa que restou, uma chama teimosa que queima no frio.
Não espere o grito virar silêncio,
nem a ameaça se tornar agressão.
Quando o medo entrar pela porta,
proteja primeiro o coração.
Medida protetiva não é vingança,
é um pedido legítimo de proteção.
É dizer: “Eu quero continuar viva,
quero ter direito à minha própria direção.”
Helaine machado
Botou o Brasil pra Navegar
Verso 1
Entrou em campo sem medo de lutar,
Mostrou a força, fez o povo comentar.
Cada jogada era de arrepiar,
A Noruega botou o Brasil pra navegar.
Refrão
Botou o Brasil pra navegar,
No mar da pressão, sem deixar respirar.
Futebol é assim, tem dia de ganhar,
Hoje foi a Noruega que fez a festa cantar.
Verso 2
A bola ensina quem sabe esperar,
Vitória e derrota fazem parte do jogar.
Amanhã a história pode até mudar,
Mas hoje a Noruega fez o mundo olhar.
Refrão Final
Botou o Brasil pra navegar,
Mas o futebol sempre vai nos surpreender.
Quem cai hoje amanhã pode levantar,
Porque o sonho nunca deixa de brilhar.
Tenho medo...De que o que eu pensei que era verdade, seja apenas uma alucinação passageira...
Oh céus! Me dê seu amor, mesmo que só por um instante...
Como posso estar tão ciente de que isso não ocorrerá?
De que nunca terei sua atenção?
Óh, céus! Me quebro em pedaços,
Sinto algo que não pode ser correspondido,
Uma carta enviada de volta...sem resposta...
Me desespero e procuro me acalmar de baixo dos alámos, que tentam me consolar...
Mas suas ações não colaboram...
Me vejo em um campo de Jacintos amarelos...
Com o céu estendendo seu véu nebulosoe se desperando junto de mim...
Posso estar exagerando,
Atordoada com a esperança de estar realmente alucinando.
Enquanto isso, vago pelo campo de rosas amarelas, procurando resposta em minhas próprias lembranças e reflexões, mas aparentemente essa neblina em meu caminho não vai sair tão cedo e irei me perder nele, me juntando ao vazio de não saber
Há muito tempo perdi o medo de encarar a vida, de desafiar a sorte, de olhar a morte com a cara suja após um pesadelo. Ao nascer, perdi-me no corredor da vida. Pouco me importam a cadeira elétrica, a injeção letal, a sentença do juiz, o golpe fatal do carrasco ou a lenta caminhada até o cadafalso.
Pouco me importa a espada de fogo à porta do paraíso. Eu quero a alegria desta vida. Quero o sorriso infante e a embriaguez dos delinquentes. Quero a alma aquecida na fogueira ardente que consome a esperança. Quero o risco e a vertigem de estar vivo. Quero encarar o medo com o espanto doce de uma criança.
Quando a morte vier, que me encontre de pé, ainda com a poeira do caminho no rosto e o coração em brasa. Para quem estreou neste palco de loucos, a única vergonha é não ter vivido.
eu tenho medo. muito medo.
medo de tudo, medo de respirar, medo de sair de casa, medo de ficar sozinha, medo de estar com muita gente, medo de ser amada, medo de ser odiada.
mas o meu maior medo eh que ele me deixe, que ele me olhe da mesma forma que eu me olho e perceba que não vale a pena. que não vale o esforço.
eu sou quebrada, sou traumatizada, sou louca, paranoica, imatura, descontrolada, desequilibrada e mesmo assim ele segue comigo, mas ate quando? ate a que ponto esse amor vai?
um dia, ele vai acordar, vai olhar pra mim e pensar "o que eu to fazendo aqui?" porque eh a mesma pergunta que eu me faço todos os dias.
O Pai
Deus não fala comigo
nem uma palavrinha das que sussurra aos santos.
Sabe que tenho medo e, se o fizesse,
como um aborígine coberto de amuletos
sacrificaria aos estalidos da mata;
não me tirasse a vida um tal terror.
A seus afagos não sei como agradecer,
beija-flor que entra na tenda,
flor que sob meus olhos desabrocha,
três rolinhas imóveis sobre o muro
e uma alegria súbita,
gozo no espírito estremecendo a carne.
Mesmo depois de velha me trata como filhinha.
De tempestades, só mostra o começo e o fim.
