Texto Medo

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⁠Quando o caminho está difícil,
Quando as incertezas aparecem e o medo toma conta,
Respire, dê uma pausa, peça auxílio a DEUS.
É em conexão com DEUS que tudo se resolve.
Respire , silencia e escute seu coração,
É do lado de dentro que encontramos as respostas,
É do lado de dentro que está todo auxílio que precisamos, é do lado de dentro que encontramos o pai eterno.

⁠Por quantas vezes você deixou de vestir uma meia arrastão, por medo de alguém te criticar ou ofender?
Eu sei que você também já deixou de passar um batom vermelho, porque alguém, um dia, disse algo que te magoo e essas pessoas fizeram você se limitar tanto, que hoje você só sente vontade, mas não se permite ser! Vou te dizer algo que nunca ninguém me falou: Você pode tudo!
Você é capaz de mover o mundo, se assim desejar! Você! Somente você pode mudar sua vida e ser quem sempre desejou! Não dê poderes a quem nada ajuda em sua vida! A partir de agora, seja você! Respeite sua essência e liberte-se!
@JaneFernandaN
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Hoje em dia, o medo e o mundo viraram uma coisa só.


Medo de ficar pobre;
Medo de perder alguém;
Medo de arriscar;
Medo de sentir dor;
Medo de se magoar;
Medo de ficar sozinho;
Medo de confiar;
Medo de amar;
Medo de ser julgado;
Medo de ser criticado;
Medo de causar má impressão;
Medo de ser mal visto;
Medo de ser a si mesmo;
Medo de andar por aí;
Medo de ser assaltado;
Medo das pessoas;
Medo de morrer;
Medo de viver...!


O medo tomou conta do mundo de tal forma que virou parte da nossa vida. Ele guia nossas escolhas, limita o que fazemos, nos impede de agir. Está em todas as partes, e muitas vezes nem percebemos, mas ele está lá, afetando nossas decisões e, muitas vezes, nos paralisando.


Esse medo, que se disfarça de proteção, nos impede de arriscar, de confiar, de viver de verdade. Ele nos faz viver em um estado constante de preocupação, pensando no que pode dar errado, nos fazendo focar no medo ao invés de aproveitar o momento. A insegurança nos faz esconder quem somos, seguir o que os outros esperam de nós, e nos afasta de nossa verdadeira essência.
Quando não enfrentamos esse medo, ele nos prende em uma rotina de cautela, onde a vida se torna uma série de passos pequenos e seguros, mas sem realmente vivermos. O maior medo que podemos ter é o de não viver, de deixar a vida passar enquanto tentamos evitar o medo. Ao encará-lo, podemos viver com mais autonomia, confiança e espontaneidade.

"Habitar a desconfiança deixa cicatrizes profundas; a maior delas é o medo constante de que a verdade seja apenas uma máscara prestes a cair.


Esse estado de alerta nos rouba a leveza de caminhar desarmados. Esquecemos o prazer de apenas ser, sem o fardo de decifrar o mistério alheio.


Afinal, a paz começa quando compreendemos o limite: as atitudes dos outros pertencem a eles e ao tempo; a nós, cabe apenas o governo do próprio peito."

Sentimento é liberdade. É viver sem amarras, seguir o que seu coração deseja, sem medo, sem questionamentos, sem precisar de uma justificativa para ser ou fazer algo. Sentir é estar aberto ao momento, ao que surge dentro de você, sem a necessidade de controlar ou entender tudo o tempo inteiro.


Já a razão é segurança. Ela busca o conforto, a estabilidade, e muitas vezes o controle. A razão tem medo do desconhecido, ela precisa de explicações, de um "porquê" para cada coisa, e quer sempre encontrar uma razão lógica para viver. Ela se baseia em estruturas e em previsibilidade, tentando proteger do que é incerto.


A razão controla, organiza e planeja, enquanto o sentimento é espontâneo, flui sem restrições, leva você a lugares e experiências que a mente racional não consegue planejar. O equilíbrio entre esses dois aspectos é o que torna a vida rica, mas é o sentimento que nos conecta ao nosso verdadeiro ser, ao que realmente importa no fundo.

O medo é um sentimento falso, uma ansiedade criada pela nossa mente ao anteciparmos algo que provavelmente nunca vai acontecer. A maior parte do medo vem daquilo que imaginamos, não do que realmente acontece. Mesmo que o que tememos se realize, o medo não vem do acontecimento em si, mas do pensamento sobre ele.

O presente, o agora, nunca nos dá medo. O medo é gerado quando pensamos no futuro, em algo que ainda nem existe. Pensar negativamente sobre o que está por vir não adianta, porque, no momento, não está acontecendo nada além do que é para acontecer. O medo é apenas uma construção mental que nos prende a uma realidade que ainda não se materializou.

Existem três coisas que impedem alguém de enxergar o óbvio:

O ego;
O orgulho;
O medo.

O ego inflado faz com que a pessoa ache que já sabe de tudo, e, por isso, não consegue perceber o que está na sua frente. Ele cria uma barreira que a impede de enxergar além de sua própria visão limitada.

O orgulho, por sua vez, faz com que a pessoa tenha dificuldade em reconhecer os próprios erros ou aceitar que pode estar equivocada. Isso a impede de ver o que é claro para os outros, pois prefere se manter em sua posição, ao invés de aprender e evoluir.

O medo, talvez o mais forte de todos, faz a pessoa temer a verdade. Ele a paralisa, fazendo com que evite enxergar o que é óbvio, com medo das consequências de enfrentar a realidade.

Essas três coisas criam uma barreira que impede de enxergar o óbvio, e só quando conseguimos lidar com o ego, o orgulho e o medo, é que conseguimos ver as coisas como realmente são.

Sonhar? Então
Lute, e não desista
Não vai ser fácil
Não vem pronto
Vai existir medo
Vai ouvir o que fere
Vai doer, vai quebrar
Mas no fim
Não desistir, te faz chegar
Aonde você não chegaria, se tivesse desistido.


A vida tem dessas, mas pra um bom sonhador, não existe medo.
Existe luta pra chegar.

Reflexão:
Por muito tempo eu tive medo de me expor…
medo de mostrar a obra que Deus fez dentro do meu coração.
Eu quase não conseguia enxergar algo bom em mim.
E, pra ser sincera, às vezes ainda não consigo.
Meus defeitos sempre foram mais altos,
porque nunca faltou quem apontasse cada um deles.
Mas o tempo me ensinou uma coisa:
quando tem dedo demais apontado pra você,
não é só crítica… é incômodo.
Incomoda porque tem algo em você que eles não têm,
algo que eles não entendem,
ou algo que eles gostariam de ser.
Hoje eu entendo:
não é sobre o que falam de mim…
é sobre o que eu carrego dentro de mim.
E isso ninguém apaga.
É sopro de Deus.

A gente erra.

Erra tentando acertar.
Erra por medo.
Erra porque ainda não sabia.
E às vezes erra até depois de aprender.

Mas erro não é sentença.
É um lugar de passagem.

Existe uma diferença enorme entre repetir uma ferida e decidir atravessá-la.

Curar não é apagar o que aconteceu.
É olhar para aquilo que doeu sem continuar oferecendo a própria vida ao mesmo sofrimento.

As pessoas falam de cura como se fosse um destino bonito.
Mas a cura quase nunca é bonita enquanto acontece.
Ela dói.
Ela desmonta certezas.
Ela exige renúncias.
Ela pede coragem nos dias em que a única vontade é voltar a ser quem você era.

Só que voltar nem sempre é viver.

É por isso que toda transformação começa com uma decisão.
Ninguém cura porque o tempo passou.
Ninguém muda porque alguém pediu.

A mudança começa quando existe clareza.
Quando você para de fugir do que sente.
Quando deixa de inventar desculpas para aquilo que já sabe.

Você não precisa ter todas as respostas.

Precisa apenas da honestidade de reconhecer:
"É isso que eu sinto."
"É isso que me machuca."
"E eu não quero mais viver assim."

Talvez isso seja o suficiente para começar.

Porque a cura não acontece no dia em que a dor desaparece.

Ela começa no dia em que você decide não continuar fazendo da sua dor um lugar para morar.

Já não tenho o mesmo medo de mudar esperando o amanhã que revele minhas intenções de certo sentimento que se solidifica em meu coração;
Sei que posso ser mais que feliz sem precisar me entregar ao fracasso, pois minhas lutas me darão vitórias que não serão em vão;
Me sinto tão estranho nessa confusão que meu coração se move com pequena destreza para com a vida que retribui com impossibilidades de encontrar a felicidade;

O medo se vai para se encontrar com a coragem de me declarar, falando de amor com o meu silêncio hesitando em dias que se perdem em chances desperdiçadas;
Nunca deixei de acreditar na minha capacidade de estar em felicidade e plenitude que me cerca;
Mas por não saber viver de forma plena e sim vivendo na dor o tempo não volta do início para tornar acontecer;

Sem pudor de nos conhecermos, sem medo de nos descobrirmos façamos do prazer e da sedução um caminho para aprender o juízo;
Palavras verdadeiras, o desejo no olhar, sentimentos infinitos, a felicidade em um altar... Eu só quero te amar, me deixa tentar?
Por entre os meus anseios encontro o meu prazer eu desejo muito te exaltar então deixa acontecer;
Digo que valerá a pena cada momento que dedico a você, meu corpo junto ao teu um só amar... Um só querer;

⁠⁠Ah... O amor não tem medo da carência... O amor é tão intenso
O amor tem muita paciência
O amor é continuamente imortal, o amor tem graça é incondicional
O amor é soberano, tem esperança, é inerente e tem perseverança...
Ah... O amor têm garantias se não for dos sentimentos com certeza é divina

⁠Ainda não aprendi a me entregar
à força da paixão... Por que se
eu tivesse, não teria medo
de errar, nos caminhos do coração!


Ai! Hei de pensar que um dia
irei me apaixonar... Apaixonar-me
pela beleza que me levará à frustrar...


E me levará a inventar e então
a me reinventar à maneira
que me faça verdadeiramente
te amar!

Na rua todos tinham medo quando ele passava sorridente com aquele saco de estopa muito bem fechado, nem sabia para onde ele ia mas muitos olhos medrosos o seguia até sumir na esquina da trilha.
Ele sempre saia de tardezinha quando a noite brotava azulada e devagarinho tudo escurecia deixando as lâmpadas e os postes onde elas acendiam um pouquinho mais claro para quem ia e vinha.
Ao amanher o dia ele voltava com o saco de estopa quase vazio e algumas vezes nem o saco trazia mais debaixo do braço e todos se perguntavam o que estava acontecendo e o que ele tinha naquele saco que todos os dias enchia oculto pela privacidade da sua pequena casinha.
E como lá dentro daquela casa cabia tantas coisas para ele colocar naquele saco de estopa todos os dias? A curiosidade muitas vezes nos faz comportar como idiotas presunçosos mas foi essa mesma curiosidade que me fez seguir o homem do saco naquele dia e decobrir que ele não roubava criancinhas mal criadas como minha avó sempre dizia...na verdade ele era um Emprestador de Ombros! E o saco estava cheinho de ombros amigos que ele emprestava todas as noites para consolar que voltava para casa e encontrava a tristeza...e não tinha nenhum ombro amigo para chorar.

Chamei de amizade aquilo que meu coração tinha medo de chamar pelo nome certo
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Teus olhos me hipnotizam;
Teus cabelos me seduz.

Sua gentileza me levanta;
Seu sorriso me encanta.

Querida, se você soubesse o que você faz em meu coração...

Se você soubesse o poder que tem! Nunca mais iria duvidar do seu valor, segurança e essência!

Dentre todos os poemas que já lhe escrevi, este é o mais sincero.

Pois, neles eu escrevi sobre teus olhos, sorriso, essência.
Mas neste, não somente.

Neste eu escrevo sobre quando percebi, apesar que demorado, que os sentimentos que escrevia não eram apenas admiração;


E sim os sentimentos que despertavam em mim;
O meu enorme amor por você!

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**Escrito em 30/06/2026 as 13:50, em Curitiba, Paraná, Brasil**
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Autor: Gustavo Biazotti

Não tenho medo da morte
Da fome, da estupidez ou do frio
Destas coisas eu sempre me esquivei
Porquanto, a solução pra todas elas
Podem ser encontradas por mim
Meu medo é não saber achar
Aquelas coisas que independem
da boa vontade da gente
Pois, sem elas
Tudo mais não tem valor algum
E sem elas não se vive uma vida
Sobrevive-se somente
Engole-se diariamente
O gosto amargo das desilusões
O peso da carga que advém
Resultantes do desdém
e da maldade alheia
Não tenho medo de parar meu coração
Eu tenho medo de não conseguir
Estancar o corte ou espantar a dor
Se porventura alguém a quem amar
Me pedir pra curar um corte em seu dedo
Não tenho medo de perder
Nada daquilo
Que novamente vai brotar
Eu tenho medo pelas coisas singulares
Coisa que não se conta
Não se recria, depois que se desmonta
Incomparáveis, sui generis
Coisas sem par
Tudo que eu preciso
é de um singelo sorriso
Não peço ao vento que me traga
Me diga onde está
Que eu vou buscar

Edson Ricardo Paiva

Se me aparecesse um gênio agora e me falasse que eu tenho direito a apenas um pedido, sem medo de errar, Eu pediria você para mim, muitos pediriam dinheiro, outros pediriam poder e alguns pediriam fama, mas para mim o dinheiro sem você não tem valor, O Poder Sem você não tem efeito e a fama Sem você não tem glamour, mas tendo você todas as demais opções não passam de Meros detalhes.


Daltro

E se o depois da vida for apenas a continuação do que já sentimos aqui, mas sem pressa, sem medo e sem despedidas? Talvez o amor ao próximo seja a única coisa que atravessa tudo — como uma força invisível que nos conecta, mesmo quando não entendemos o porquê.
Há quem diga que o “cupido” nos une como uma magia silenciosa, aproximando caminhos que nunca se cruzariam. Mas, como toda magia, às vezes ela se desfaz… e o que sobra não é vazio, mas aprendizado.
Talvez, na eternidade, o amor deixe de ser paixão e se transforme em algo mais puro — uma amizade leve, sem expectativas, sem perdas. E se tudo isso for uma grande ilusão bonita? Um roteiro invisível que nos guia, colocando pessoas certas em momentos certos.
Nem todas permanecem. Mas nenhuma vem por acaso. Cada encontro deixa uma marca silenciosa que, de alguma forma, nos transforma para sempre.