Texto Medo

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O QUE DISTINGUE A ANSIEDADE DO MEDO, DO ESTRESSE E DA PREOCUPAÇÃO?
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‎O que distingue a Ansiedade do Medo, do Estresse e da Preocupação é que:
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‎a) Se você sente agitação ou inquietação ou perturbação no teu Organismo devido a uma certa situação, então é Ansiedade.
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‎b) Se você sente batimentos no coração devido a uma certa situação, então é Medo.
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‎c) Se você sente aperto no peito ou apreensão no coração ou tensão no teu Organismo devido a uma certa situação, então é Estresse.
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‎d) Uma Preocupação ou ação de Pensar realizada por você pode causar Ansiedade ou Medo ou Estresse.
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⁠Não venha me dizer do seu medo do escuro. Não venha me dizer do seu medo do passado. Não venha me dizer de banalidades nas cidades...
Se com as armas que brincamos, nós mesmos arrumamos nossos funerais, se com as armas que brincamos, nós mesmos nos machucamos...
Eu quero amor e não quero guerras...
Um homem veio pra trazer a liberdade universal em todos corações. E não a soberba, nem a hipocrisia viessem dominar a cada um de nós...
Para que reconhecessem que o amor supera tudo em meio a crises capitais, governamentais e, em tempos de guerras ao mundo veio trazer a paz!

ENGESSAR A VIDA ATRAVÉS DA ESTUPIDEZ E DO MEDO


O estúpido que tem medo não está sendo estúpido por falta de informação;
ele é estúpido porque escolheu o medo como identidade.


Você pode trazer gráficos, estudos, testemunhos, lógica cristalina,
pode alinhar os fatos como soldados em perfeita ordem;
ele vai olhar para tudo isso e ver apenas mais uma ameaça disfarçada.
Porque o medo dele não mora na cabeça.
Mora no peito, na barriga, naquele lugar escuro onde a razão não tem chave.


A razão convence quem já está meio convencido,
quem tem um cantinho de dúvida que ainda respira.
Mas o medo absoluto é uma religião sem hereges:
o fiel não quer ser salvo daquilo em que acredita;
ele quer ser salvo pelaquilo em que acredita.


Você pode provar que o monstro não existe,
mas se o monstro é a única coisa que dá sentido à vida dele,
ele vai preferir o monstro à paz.


Então não há argumento que chegue,
não há frase bem construída,
não há metáfora bonita o suficiente
para convencer o estúpido que se alimenta do próprio pavor.


O que há, quando muito, é o tempo.
O tempo que às vezes cansa o medo,
que desgasta a armadura,
que faz a pessoa acordar um dia e perceber
que passou a vida inteira tremendo de um fantasma
que nunca lhe tocou de verdade.


Ou então o encontro.
Não o encontro com a razão,
mas com alguém que vive sem aquele medo
e, estranhamente, continua vivo,
continua inteiro,
até sorri.


Aí, só aí,
num instante em que a guarda baixa,
pode nascer uma pergunta pequenininha, quase inaudível:
“E se eu estiver errado?”


Essa pergunta é o único buraco
por onde a luz consegue entrar
numa cabeça que se fechou para o mundo
achando que assim se protegia dele.


Antes disso,
guarde sua energia.
Não se gasta pólvora com quem já decidiu
que o estrondo é música celestial.


O estúpido pelo medo
só se convence
quando um dia o medo o cansa
ou quando a vida, com sua paciência cruel,
lhe mostra que sobreviver sem pavor
também é possível
e, pasmem,até mais bonito.

​VÉRTICES


​Quando me vem o medo de amar,
lembro-me de que o amor é bom
e paro num espaço de tempo retrógrado.
Em frações de segundos,
vejo-me, olhando-me por dentro,
com o coração acelerado.
E, em um curto espaço de tempo,
a colisão de dois corpos,
ambos tentando ocupar
o mesmo espaço, a mesma matéria...
Assim foram aqueles tempos.
​Chego a pensar na suavidade do vento,
este que lambia seus cabelos naquele dia,
e lembro de belezas mil que me ofertaste.
As lembranças são partes a revoar
ao longo dos dias na minha mente,
que insistem em se perpetuar
ao longo dos anos!!!
​Em meus pensamentos,
estas lembranças que se formam
através de imagens
ressuscitam tempos bons, enigmas e parábolas,
construindo, assim, vértices
em pontos estratégicos do coração,
mostrando toda a beleza
dessa encantadora criatura
que caminha em busca do seu equilíbrio!

ALÉM DA ETERNIDADE

Fique ao meu lado, segure minha mão,
e vamos caminhar sem medo de errar;
que o amor seja a nossa direção,
e o destino nos ensine a sonhar.
Se o mundo mudar de repente,
que eu tenha você junto a mim,
pois amor que é verdadeiro e presente
não conhece começo, nem fim.

Quero andar contigo pela estrada,
sob o sol, sob a chuva e sob o luar;
ter sua presença em minha jornada,
e em cada silêncio, poder te abraçar.
Se houver pedras no nosso caminho,
juntos saberemos como seguir;
pois nenhum coração fica sozinho
quando encontra outro para dividir.

Fique ao meu lado, não solte a mão,
deixe o tempo passar devagar;
que cada batida do meu coração
seja uma promessa de sempre te amar.
E quando a vida perder sua voz,
quando o tempo deixar de existir,
ainda haverá um caminho para nós,
onde o amor continuará a florir.

Fique ao meu lado, segure minha mão
e vamos caminhar além da eternidade.
Porque se o amor for nossa canção,
seremos para sempre uma só saudade
que nem o tempo conseguirá apagar,
nem a distância poderá separar:
dois corações que escolheram caminhar
juntos... além da eternidade.

O MEDO E A CORAGEM


O medo bate à porta,
Querendo entrar sem demora,
Dizendo: “Pare, desista,
Não enfrente a luta agora!”
Mas a coragem responde:
“Levante e lute sem demora!”


O medo gosta da sombra,
Da dúvida e da incerteza,
Faz o homem enxergar
A derrota como tristeza;
Mas quem enfrenta seus medos
Descobre a própria grandeza.


Quem tem medo da derrota,
Não é digno da vitória.


A coragem não é ausência
De medo no coração,
É seguir mesmo tremendo,
Sem perder a direção;
É transformar cada queda
Em degrau de superação.


Quem já caiu nesta vida
Sabe o preço de levantar,
Pois nem sempre quem tropeça
Está condenado a parar;
Às vezes, a própria queda
Ensina a gente a caminhar.


Se a estrada estiver difícil,
Não abandone a caminhada;
Toda subida cansativa
Pode terminar na chegada,
E a força de quem persiste
Faz nascer uma nova estrada.


Quem tem medo da derrota,
Não é digno da vitória.


Resiliência é ter força
Para outra vez começar,
Mesmo quando a tempestade
Parece nunca passar;
É juntar os próprios pedaços
E novamente se aprumar.


Determinação é seguir
Quando falta inspiração,
É carregar nos próprios ombros
O peso da obrigação;
É fazer do sonho uma meta
E da meta uma missão.


A vida testa os valentes
Com problemas e provações,
Mas ninguém vence uma batalha
Vivendo só de ilusões;
É preciso enfrentar o medo
E vencer as limitações.


Não existe grande vitória
Sem batalha para enfrentar,
Nem existe grande sonho
Sem alguém para acreditar;
Quem deseja chegar ao topo
Tem que aprender a escalar.


O medo diz: “Você não pode!”
A coragem diz: “Vou tentar!”
A dúvida diz: “É impossível!”
A fé manda continuar;
E a persistência responde:
“Eu nasci para lutar!”


Quem tem medo da derrota,
Não é digno da vitória.


Se hoje a vida lhe impõe
Uma barreira no caminho,
Não pense que está sozinho,
Nem que nasceu para o espinho;
Até o mais forte guerreiro
Já caminhou devagarinho.


O importante é não deixar
A esperança se apagar;
Pois enquanto houver vontade,
Sempre é possível recomeçar.
Quem persiste diante da vida
Uma hora consegue triunfar.


Medo pode ser aviso,
Mas jamais deve ser prisão;
Coragem é abrir a porta
E enfrentar a situação.
É fazer do impossível
Uma nova inspiração.


Portanto, amigo, prossiga,
Não deixe o medo mandar;
Se a derrota vier primeiro,
Não pare de batalhar.
Pois muitas vezes a vitória
Só precisa de quem não vai parar!


Quem tem medo da derrota,
Não é digno da vitória.

Eleições de 2026


Ouso afirmar, sem medo de errar, que há candidaturas que despertam, no mínimo, sérios questionamentos.


Históricos de atuação em cargos públicos, episódios registrados em suas trajetórias pessoais e políticas, condenações, processos, investigações e outros fatos de relevância pública deveriam ser cuidadosamente examinados antes que qualquer eleitor entregue a essas pessoas um voto,
e, consequentemente, uma parcela do poder
de representar a sociedade.


É importante distinguir, porém, investigação de condenação: estar sendo investigado não significa, por si só, ser inelegível.


A legislação eleitoral estabelece requisitos específicos para o registro das candidaturas,
e cabe à Justiça Eleitoral analisar eventuais causas de inelegibilidade.


Mas há uma questão que ultrapassa a mera formalidade jurídica:
ser legalmente autorizado a disputar uma eleição não significa que o eleitor esteja dispensado de investigar, questionar e conhecer a trajetória de quem pretende representá-lo.


A Justiça Eleitoral verifica se a candidatura pode estar na urna.
O eleitor deveria verificar se quer colocá-la lá.
Porque democracia não deveria ser apenas uma vitrine repleta de nomes.
Deveria ser, sobretudo, um exercício coletivo
de consciência.


Fica a pergunta para as eleições de 2026👇


- Quantos eleitores estarão com o córtex pré-frontal consciente e a glândula pineal ativada na hora de apertar o botão de confirmar?


✍@MiriamDaCosta

O medo é um velho cego,
mudo e surdo que insiste em te proteger, mas é melhor o
perigo da coragem do que a proteção do medo. O medo de
nada serve, a não ser para te atrapalhar de viver livremente. O
medo são correntes para seus pés e algemas para seus
braços, e tampão para sua boca para te impedir de falar.
Não busque arriscar sua vida, mas também não busque a
proteção do medo, porque é uma proteção ilusória e fantasiosa.
O medo é uma mãe neurótica, surtada e protetora que te tranca
dentro de uma casa até que você morra de fome.

Mais um ano se vai e sinto muito grata por ter vivido intensamente, pouco medo e muito sentimento.
Conheci pessoas fantásticas e fiquei longe de pessoas importantes, sobrevivi a cada minuto, horas e dias.
Errei, chorei, gritei, aprendi, esqueci, lembrei e sorri, me tornei uma pessoa melhor e observei mais.
Aprendi a se importa mais comigo.
Vi pessoas maldosas e vi pessoas "humanas".
Não sei mais viver pela metade é tudo ou nada, busquei refúgio em mim e fiquei segura e feliz por saber que sou a minha fonte, me conheci mais é fiquei admirada pela garra que tenho.
Seja Bem-vindo 2019, que o tempo esteja aí meu lado e se não estiver farei que fique!
K.B

A queda parecia o fim,

mas cada cicatriz virou combustível.
O medo tentou me prender,
mas a coragem abriu portas invisíveis.
Levantei, apesar da dor,
mais forte do que ontem,
mais vivo do que nunca.
A superação não é ausência de luta,
é vencer mesmo quando tudo insiste em parar.

K.B

Não sei… talvez eu tenha medo de perder isso antes mesmo de descobrir o que é.


Às vezes me pego pensando se ela também está pensando em mim, e, quando percebo, minha cabeça já foi longe demais. Cria possibilidades, interpreta silêncios, transforma pequenos sinais em perguntas que não sei responder.


E então vem a voz dela na minha cabeça.


Será que eu estou sentindo demais?
Será que ela sente alguma coisa também?
Será que eu deveria me aproximar ou esperar?
Será que estou confundindo vontade com sentimento?


Talvez seja isso que mais me assusta: não saber qual dessas perguntas merece uma resposta.


Porque eu quero sentir, mas também quero entender. Quero me permitir, mas não quero me perder. E, no meio de tudo isso, fico tentando descobrir como se reage quando o coração começa a querer alguma coisa antes que a razão consiga explicar o quê.
K.B

Hoje em dia, o medo e o mundo viraram uma coisa só.


Medo de ficar pobre;
Medo de perder alguém;
Medo de arriscar;
Medo de sentir dor;
Medo de se magoar;
Medo de ficar sozinho;
Medo de confiar;
Medo de amar;
Medo de ser julgado;
Medo de ser criticado;
Medo de causar má impressão;
Medo de ser mal visto;
Medo de ser a si mesmo;
Medo de andar por aí;
Medo de ser assaltado;
Medo das pessoas;
Medo de morrer;
Medo de viver...!


O medo tomou conta do mundo de tal forma que virou parte da nossa vida. Ele guia nossas escolhas, limita o que fazemos, nos impede de agir. Está em todas as partes, e muitas vezes nem percebemos, mas ele está lá, afetando nossas decisões e, muitas vezes, nos paralisando.


Esse medo, que se disfarça de proteção, nos impede de arriscar, de confiar, de viver de verdade. Ele nos faz viver em um estado constante de preocupação, pensando no que pode dar errado, nos fazendo focar no medo ao invés de aproveitar o momento. A insegurança nos faz esconder quem somos, seguir o que os outros esperam de nós, e nos afasta de nossa verdadeira essência.
Quando não enfrentamos esse medo, ele nos prende em uma rotina de cautela, onde a vida se torna uma série de passos pequenos e seguros, mas sem realmente vivermos. O maior medo que podemos ter é o de não viver, de deixar a vida passar enquanto tentamos evitar o medo. Ao encará-lo, podemos viver com mais autonomia, confiança e espontaneidade.

Sentimento é liberdade. É viver sem amarras, seguir o que seu coração deseja, sem medo, sem questionamentos, sem precisar de uma justificativa para ser ou fazer algo. Sentir é estar aberto ao momento, ao que surge dentro de você, sem a necessidade de controlar ou entender tudo o tempo inteiro.


Já a razão é segurança. Ela busca o conforto, a estabilidade, e muitas vezes o controle. A razão tem medo do desconhecido, ela precisa de explicações, de um "porquê" para cada coisa, e quer sempre encontrar uma razão lógica para viver. Ela se baseia em estruturas e em previsibilidade, tentando proteger do que é incerto.


A razão controla, organiza e planeja, enquanto o sentimento é espontâneo, flui sem restrições, leva você a lugares e experiências que a mente racional não consegue planejar. O equilíbrio entre esses dois aspectos é o que torna a vida rica, mas é o sentimento que nos conecta ao nosso verdadeiro ser, ao que realmente importa no fundo.

O medo é um sentimento falso, uma ansiedade criada pela nossa mente ao anteciparmos algo que provavelmente nunca vai acontecer. A maior parte do medo vem daquilo que imaginamos, não do que realmente acontece. Mesmo que o que tememos se realize, o medo não vem do acontecimento em si, mas do pensamento sobre ele.

O presente, o agora, nunca nos dá medo. O medo é gerado quando pensamos no futuro, em algo que ainda nem existe. Pensar negativamente sobre o que está por vir não adianta, porque, no momento, não está acontecendo nada além do que é para acontecer. O medo é apenas uma construção mental que nos prende a uma realidade que ainda não se materializou.

Existem três coisas que impedem alguém de enxergar o óbvio:

O ego;
O orgulho;
O medo.

O ego inflado faz com que a pessoa ache que já sabe de tudo, e, por isso, não consegue perceber o que está na sua frente. Ele cria uma barreira que a impede de enxergar além de sua própria visão limitada.

O orgulho, por sua vez, faz com que a pessoa tenha dificuldade em reconhecer os próprios erros ou aceitar que pode estar equivocada. Isso a impede de ver o que é claro para os outros, pois prefere se manter em sua posição, ao invés de aprender e evoluir.

O medo, talvez o mais forte de todos, faz a pessoa temer a verdade. Ele a paralisa, fazendo com que evite enxergar o que é óbvio, com medo das consequências de enfrentar a realidade.

Essas três coisas criam uma barreira que impede de enxergar o óbvio, e só quando conseguimos lidar com o ego, o orgulho e o medo, é que conseguimos ver as coisas como realmente são.

As pessoas, geralmente, só não fazem o "mal" pelo medo das consequências — seja a consequência que acreditam ter após a morte ou a consequência que recebem em vida mesmo. Já outras pessoas são naturalmente boas por natureza, não fazem o mal, mesmo se houvesse a oportunidade. Então, é sempre bom rever o próprio caráter, a própria personalidade, as próprias intenções, o próprio ser, e desenvolver em si mesmo aquilo que você de fato é ou quer ser, mas não por medo de consequências, e sim por vontade, por coração, por si mesmo.

Tem pessoas que só fazem o "bem" por interesse — interesse de ser "privilegiado", de "receber", de "ganhar", de "conseguir" dos outros. E isso não é, interpretamente falando, uma pessoa "essencialmente boa", entre aspas, quando só se faz com esse objetivo, e sim uma "pessoa interesseira", fingindo ser boa ou mostrando ser interesseira mesmo. Ou seja, não desenvolveu naturalmente o sentimento puro, leve, doce, amoroso de ser. Não percebeu que, pra isso, não precisa da expectativa de receber algo em troca ou temer as consequências se não fizer, e que basta, essencialmente, seguir o próprio sentimento, deixar fluir naturalmente as intenções, enxergar os próprios comportamentos, respeitar a própria vibração pessoal sobre qualquer situação, parar de se controlar e apenas ser, indiferente dos atos. Pois a essência de si mesmo é fluxo, natural, espontâneo, se desenvolve assim, e não se controlando pra não ser.

Por exemplo, tem pessoas que têm o ato de ajudar alguém a se levantar, mas têm a intenção de ajudar a levantar porque têm como objetivo ter algo em troca depois...

Tem pessoas que têm o ato de ajudar alguém a se levantar, mas a intenção era apenas ajudar a levantar, pois não têm como objetivo algo em troca...

Então, existe uma diferença entre uma pessoa "boa" e uma pessoa "interesseira", que só faz o "bem" por interesse.

A "boa" tem como intenção o ato do momento, e mesmo que receba algo em troca, a intenção era o ato, não a expectativa em receber.

A "interesseira" tem como intenção receber algo depois do ato, e se ela não recebe em troca, cobra, pressiona, joga na cara, abandona, larga, chantageia, diz que não fizeram por ela.

Não que eu esteja julgando ou definindo o que é "bom" ou o que é "ruim", o que é "interesseiro" ou o que "não é". Até porque, pessoas mudam. Às vezes, estão em um dia bom, às vezes, em um dia ruim. Não é uma regra, é uma análise do momento. Às vezes, a pessoa fez de coração agora e, daqui a cinco minutos, por interesse, no qual irá cobrar em seguida. Novamente repito: não é uma regra, é uma análise do momento. Apenas uma interpretação rasa de uma situação hipotética pra você discernir a diferença de quando alguém é e quando finge ser pra dizer que é. Pra você discernir a diferença de quando alguém fez por interesse e quando fez por vontade própria, por coração.

Às vezes, somos ruins; às vezes, bons; às vezes, interesseiros; às vezes, não. Porém, é bom ter o olhar aprimorado nas situações desses momentos, saber quem finge, saber quem é. Pois, quando nosso olhar é turvo, embaçado, cego, a gente acaba olhando apenas quem não era pra olhar, apenas porque a "aparência", as "miragens" vistas dos nossos olhares cegos aparentavam ser verdadeiras, boas de coração. E nisso, nos iludimos com quem não deveríamos, por ser fingimento, falso, e deixamos de ver quem era pra enxergar: os verdadeiros de bom coração.

E quem olha é o próprio sentimento, não a impressão dos olhos.

Pois os olhos têm o interesse de olhar o que aparenta ser.

O sentimento sente o que de fato é.

O Preço da Entrega


Não houve medo na hora da partida,
Nem o lamento que o comum projeta.
Fui uma chama em palco consumida,
Na entrega mais audaz, cega e completa.


O peito não guardou nenhuma queixa,
Pois quem se doa ao fogo não lamenta.
A alma que se entrega não se deixa
Cair na calmaria que acinzenta.


Se o sopro esvaiu-se no fim do ato,
Não foi por falta de ar ou de abrigo.
Foi o ápice doce do contrato:


Morri abraçada no desejo,
Sem pressa, sem desvio e sem castigo,
Eternizada na nudez de um beijo.

Eu perdi o medo de perder pessoas quando aprendi que aquilo que é verdadeiro não precisa ser segurado.

Quem realmente gosta, permanece.
Mesmo quando a distância se alonga,
mesmo quando o tempo passa,
mesmo quando a vida coloca obstáculos no caminho.

Porque quem carrega afeto de verdade
sempre encontra uma fresta por onde a presença possa entrar.

Aprendi que amor não se sustenta em cobranças,
amizade não sobrevive de insistência,
e reciprocidade não precisa ser implorada.

O que é verdadeiro flui.
Não exige esforço de um só lado,
não transforma presença em obrigação,
não faz você se sentir sozinho enquanto tenta manter alguém por perto.

Quem quer estar, encontra um jeito.
Quem se importa, demonstra.
Quem valoriza, cuida.
Quem ama, permanece — ainda que precise atravessar quilômetros, silêncios e tempestades.

Por isso, já não tenho medo das partidas.

Algumas pessoas chegam para ficar.
Outras chegam para ensinar.
E algumas simplesmente seguem outro caminho.

E tudo bem.

Porque aprendi a abrir as mãos sem amargura
e deixar partir aquilo que já não escolhe permanecer.

No fim, descobri que não precisamos correr atrás de ninguém.

O que pertence ao coração não precisa ser perseguido.
O que é verdadeiro encontra o caminho de volta.
E quem realmente deseja permanecer
não precisa de motivos para ficar —
transforma o próprio desejo em presença.

O medo mantém a ordem




“O medo é uma ferramenta imperfeita.


Ele mantém portas fechadas, mas deixa a revolta acordada do lado de dentro.


O controle só se torna completo quando obedecer deixa de parecer uma imposição — e passa a ser confundido com alívio.”


— A GRANDE EMINÊNCIA
Personagem de THE MOEDARA PROTOCOL


Fragmentos de THE MOEDARA PROTOCOL
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc

Perca o medo, a preguiça, e corra o risco de ler e repensar

Demétrio Sena - Magé

Eu não quero que todo mundo se lasque porque já estou resolvido, já vivi o que tinha que viver e fiz o que me deu "na telha". Nem ligaria meu "que se dane", por despeito e vingança contra o mundo, se também estivesse "todo lascado". Meu voto no Lula para presidente segue o que penso e sinto: pelas minhas filhas, meus sobrinhos, os netos de meus irmãos, meus alunos... nossos herdeiros de um país que há poucas décadas era uma ditadura militar. Um país cujo governo fazia o que bem entendesse; cujo povo só tinha que obedecer e calar, sem direito a opinião, pensamento crítico, educação, cultura e direitos trabalhistas.
Na gestão passada, quase afundamos em uma nova ditadura. O governo atroz, repugnante, corrupto e truculento que antecedeu Lula preparou o terreno em seus quatro anos puro desmando, para um golpe que por bem pouco não deu certo. Se tivesse dado, estaríamos hoje como na ditadura militar. O pior de tudo é que ele contava - e ainda conta! - com um rebanho de fanáticos dispostos a sofrer qualquer chibata pelo mito agora preso, sua família e seu grupo. Esses eleitores do mal, que na verdade são bois castrados metidos a touros - e "touras" - brabos de uma elite à qual não pertencem, mas pensam que sim.Viram - e muitas vezes sofreram - todas as desgraças daquele governo, mas permaneceram fiéis; lunáticos; dominados por discursos nacionalistas, pregações, orientações e ordens religiosas sobre um prodigioso reino além como recompensa. Reino além para os pobres, mas um reino prodigioso, farto, aqui mesmo, para seus ícones políticos e líderes religiosos sedentos de poder.
Tenho vida modesta, poucos bens, poucos anos de vida pela frente, mas estou bem resolvido. Entretanto, quero deixar para esta geração e para gerações futuras, um país democrático; de todos. No qual o trabalhador não perca, e sim, ganhe cada vez mais direitos. Um país onde o mais pobre seja visto e tenha oportunidades, obtendo auxílio enquanto as oportunidades não chegam. País em que as mulheres tenham respeito e paridade; crianças e jovens humildes tenham acesso fácil à educação, à cultura de qualidade, ao trabalho compensador no salário e com cargas horárias perfeitamente humanas. Em que o idoso não seja menosprezado e o portador de deficiência seja incluído na sociedade como um todo, sem sofrer nenhuma forma de bullyng, sendo chamado, por exemplo, de "nove dedos".
Lula não é perfeito, é passível de atos falhos e de falas que podem ser distorcidas com facilidade... comete seus erros, mas é um presidente humano; preocupado com os menos favorecidos; os invisíveis sociais; com a pressa que a fome tem, de providências imediatas. É preocupado com a fomentação das artes, dos talentos escondidos e o respeito a todas as crenças, as não crenças, todos os gêneros e classes sociais e cidadãos de todas as idades. O melhor de tudo, é um governo que sabe trabalhar e fazer prodígios com um congresso inimigo não apenas dele, mas também inimigo do povo. Imagine o Lula reeleito, com um congresso do bem a seu favor; não apenas das elites.
Precisamos reeleger Lula, 13, presidente do Brasil. Precisamos eleger (e reeleger) deputados, senadores e governos estaduais da esquerda, para junto com Lula darem seguimento ao projeto revolucionário de um país de todos; para todos. Onde cada pessoa, por mais simples que seja, é um cidadão/cidadã com direito a vez, voz, opinião própria e pensamento crítico. Crítico; não destemperado e truculento; não atiçado por donos de seus pensamentos, sentimentos, passos, crenças, ideologias. Não custa nada repetir, para que você reflita livremente, sem pressão, no que acaba de ler. Lula 13.
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Respeite autorias. É lei