Frases sobre terapia que reforçam a importância do autocuidado
Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos.
"Se o sangue de Jesus Cristo tem poder! Biologicamente este poder veio de Maria a sua mãe! Negar o sangue de Maria é negar o próprio Deus que se fez homem!"
"A vida do ser humano é cíclica. Precisamos ver e enxergar( a luz da consciência) para romper os ciclos."
"o Real - o fato - é universal! A realidade é individual! Ela é a interpretação dos fatos pelo indivíduo, mediante seus desejos, sentimentos e expectativas. Para compreender se sua vida é real ou fantasia, cada um tem que entender se os fatos coincide com a realidade!"
"Os fatos da vida são algo externo a você e nada pode fazer sobre eles! Eles só interferiram na sua vida, quando você conferir a eles importância! Pois, só assim é que eles se tornam interno e muda o seu estado de anima(alma), seja na dor ou na alegria!"
"A dor e a delícia" de ser diagnosticado
Inicialmente ressalto que não utilizarei termos acadêmicos porque a minha atenção neste texto é que ele alcance um número de pessoas que entendam, de forma simplória, o que eu quero dizer.
A caminho de seis anos me interessando por assuntos voltados para a psique, diariamente me deparo com a proporção que tomou o uso de diagnóstico pelas pessoas. Muitas se "autodiagnosticam" visitando sites, respondendo a uma bateria de testes sem algum embasamento teórico-científico, conversando com um amigo que está cursando - visitando a sala de aula de - Psicologia ou uma matéria chamada "Psicologia alguma coisa" em um determinado curso. Enfim, pessoas querem se enquadrar a uma psicopatologia ou estrutura psíquica.
Saber o que/quem se "é" em tempos onde todos têm de se mostrar "cult" é chique. E "ser" "bipolar" ou "boderline", então? Moda-psi. E acreditem, estes são diagnósticos dificílimos de serem identificados, e eu ousaria dizer que levariam no mínimo dois anos, com ajuda e controle profissionais, para então a confirmação do que se trata.
O fato de a pessoa ter em mãos seu próprio diagnóstico, quando provindo de um profissional qualificado, não me incomoda. Mas eu ter a convicção de que exista um medicamento ou uma fórmula de "cura" para uma psicopatologia que ainda não foi sequer divulgada, bom, aí já é demais. Comportamentos da nossa era atual estão sendo ditos como doenças, déficits e síndromes em uma velocidade assustadora e isso me preocupa. Por quê?
Bom, acredito sim que toda pessoa tenha o direito de saber o que se passa, tanto no adoecer físico quanto psíquico. Mas o problema maior é a forma em que é passada, e para além disso, o jeito com que a pessoa internaliza a forma que a disseram que ela é/está no mundo. Uma forma que não tem salvação, como se a aprisionasse dentro do seu "ser". E com isso, tem muita gente utilizando o "seu diagnóstico" (o que eu sou, o que eu tenho?) como desculpas a ações absurdas, como a própria obrigação de ser feliz a todo e qualquer custo, ou como desculpas para não se ter responsabilidades. Pessoas estão fazendo mal umas às outras, aos ambientes em que convivem, e no final dão a desculpa do diagnóstico. E isso acontece num tempo de urgências, antes que tudo se acabe, já que para todos a vida tornou-se algo breve.
Para que tenhamos clareza da seriedade do que é diagnosticar, em estágios e acessos a prontuários da Psicanálise e da Psicologia eu vi muitos "psicóticos" ou "obsessivos" sendo enquadrados como "perversos". Psicóticos sendo chamados de "histéricos" ou "neuróticos". "Melancólicos" e "depressivos" sendo chamados de manhosos. "Pessoas fóbicas" ou com "TOC's" tendo direito somente ao uso de medicamentos, e não de se perceberem nas suas dificuldades. E em todos esses casos, é como se tirassem o sujeito da doença e a pessoa tornasse apenas uma telespectadora do sofrer.
Eu aprendi que o diagnóstico psíquico é de uso do profissional no campo da Psicologia ou da Psiquiatria ou da Psicanálise. O que o paciente é ou o que ele tem não é retirado de uma CID ou de um DSM, mas de uma história de vida. Manuais são um caminho, não uma solução. E o tratamento, embora muitas vezes eu concorde que deva sim ser medicamentoso, parte das possibilidades apresentadas pelo paciente ao profissional, e é claro, na busca pela forma que o adeque, por vontade e liberdade dele, a um estilo de vida suportável e feliz.
Acredito que as pessoas não deveriam se preocupar tanto com o que têm ou são no adoecimento psíquico, mas sim com o que podem fazer para cuidarem de si e das pessoas aos seus arredores. Não se trata de parar de dizer qual o diagnóstico, mas de mostrar ao paciente que ele é bem mais que qualquer nome. Não podemos deixar de acreditar na mudança dos sujeitos, na responsabilização dos sujeitos, tampouco superação das limitações dos sujeitos. Todos nós temos limitações. Mas se superar e se autoconhecer são pontos importantes que também fazem parte de uma terapia. Por fim, a terapia é um momento de parar, refletir, recuperar forças... e seguir em frente. Coisas que um diagnóstico não proporciona a ninguém.
Consulte um psicólogo.
Encontrar a cura nunca foi a verdadeira intenção de um terapeuta sério junto ao seu paciente, mas jamais deixar se apagar a chama do seu desejo de ser curado
Com o tempo começamos a perder a inocência e adquirimos a consciência de que as pessoas são perversas, aprendemos que boas maneiras não passam de convenção social, que algumas pessoas fingem ser amorosas até que surja circunstâncias que as fazem tirarem as máscaras. Descobrimos que felicidade é um vírgula entre o presente e o futuro, que pessoas vão, e o máximo que podemos fazer é aproveitar cada momento com aqueles que amamos. Descobrimos também que somos frutos dos nossos pensamentos e da forma que nos posicionamos ante a realidade. Que verdades e valores são meras construções sociais (são importantes), mas não podem tirar nossas vidas e liberdade.
E se mesmo ante seus descobrimentos ainda não encontrar uma saída, procure ajuda profissional... Vá a um(a) psicólogo(a).
Fantasmas são fatos do passado que precisam ser ressignificados, do contrário estarão sempre presentes; assombrando seu futuro, furtando as alegrias, sabotando novos horizontes, roubando oportunidades, aprisionando sua mente.
Feliz Dia do Psicólogo pra vocês que
'curam sem usar remédios
guardam segredos sem cruzar os dedos
ouvem sem julgamentos
entendem sem duvidar
exploram sem danificar
aconselham sem obrigar
lapidam sem usar as mãos
discordam sem fazer sermão e
acolhem de coração!'
Vocês que decifram sinais, olhares, lágrimas e são especialistas em desabafos, o meu mais sincero e grato
Obrigado!
Que toda a prosperidade que eu conquistar, seja uma expressão da honra que tenho por todos os preços que meus ancestrais pagaram.
O remédio químico e/ou terapêutico para quaisquer problemas emocionais seria "não 'esquentar' a cabeça".
Ninguém pode fazer do outro o que o outro não é em essência e é o reconhecimento e o aceite desta essência que se busca numa terapia, que nem sempre é a que acreditamos superficialmente que seja, pois nem sempre somos de fato o que gostaríamos ou pensamos ser, ou somos muito mais do que já sabemos que somos.
Meu bem, você é uma equação difícil,
e eu sempre fui de humanas,
mas se eu não encontrar o resultado correto para terminarmos bem,
vou ter que fazer recuperação na terapia.
Esperar que uma única intervenção espiritual, energética ou terapeutica resolva nossa vida para sempre e de forma definitiva, é o mesmo que esperar que um único banho mantenha o corpo físico limpo para o resto da existência. Equilíbrio, estabilidade e bem estar exigem cuidados permanentes e constantes.
O psicólogo não deve se render ao desejo de ter todas respostas e ser o dono da razão. Quem já sabe tudo nada tem a aprender, e se não há o que aprender não há motivos para trocar e se relacionar, o que é o oposto da atuação clinica.
Não há nada mais letal do que julgar como mentiras determinadas expressões da criança e se focar em meios de tratar este "sintoma". Sempre há um desejo oculto por trás destas fantasias, dar atenção a tais conteúdos é a única forma viável de tornar reais (satisfazer) ao menos alguns de seus anseios.
