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Pobres Homens
Nossas mais marcantes decepções,
São aquelas que vêm,
No escuro de noites sombrias,
Em pedaços de gente fria,
Que domina a ingratidão.
São aquelas que se revelam,
Nos camuflados arredores,
De lábios em sorrisos nebulosos,
Vastos em degradante dissimulação.
São pequenas faíscas do nada,
Possuidores de feitos vis,
Do qual bondade alguma se tem.
São homens ébrios da insatisfação pela vida
E da incapacidade no existir do bem.
Mais que podres homens,
São pobres homens de tudo,
Que lhes façam dignos de viver.
Eles não sabem o que fazem,
Porque não conhecem a bondade,
Não enxergam a gratidão.
Mais que punição, eles merecem,
É a nossa piedade e o nosso perdão.
É tão bom encontrar pessoas verdeiras e simples, não importando se são ricas ou não. A gente sente presença.
Por cada homem que enriquece, outro de certeza que empobrece... Prometer uma sociedade em que todos seriam ricos é um insulto à inteligência, uma ofensa à moral pública.
“Rico não é necessariamente quem ganha muito, mas também aquele que, além de procurar gastar o necessário, sempre procura investir, de tempos em tempos, grande parte de tudo o que ganha, tornando-se, assim, a médio e/ou longo prazo, cada vez mais independente economicamente, isto é, feliz financeiramente.”
“Não basta sonhar grande para ser grande, é preciso, antes, também ser grande, no sentido do desenvolvimento da inteligência e da sabedoria dentro de si, para poder ser capaz de sonhar grande e ser também capaz de lutar para poder realizar aquilo que se sonha...”
Ceia para mim ou ceia para você:
Então é natal
E o que você fez?
Mais um ano banal,
miserável outra vez
No dia vinte e quatro,
Nobres se presenteiam
No dia vinte e cinco,
Pobres se angustiam
A Coca-Cola mente,
Diz que o Natal é para todos
Mas coloque em sua mente,
São os maiores engana bobos
Drummond procura alegria,
Você procure uma planta que semeia,
Numa mala vazia
embarcando sorrisos em ceia.
Nos chamados países do terceiro-mundo, onde há a chamada democracia, os políticos são eleitos pelos pobres e recebem dinheiro dos ricos para os protegerem dos pobres.
Um homem de estômago vazio compartilha seu pão, pois conhece o valor da solidariedade. Um homem de bolso cheio esconde seu peixe, cego pela avareza e pelo medo da escassez.
"Nosso Senhor Jesus Cristo não deu sua vida na cruz apenas pelos pobres, mas por todos os pecadores, sejam pobres ou ricos! Jesus deu sua vida por Lázaro e pelos ladrões, mas também por Zaqueu e Nicodemos que eram ricos"
É suspeita uma luta em que os IGUAIS defendem os DESIGUAIS. Afinal, não seria mais lógico os DESIGUAIS lutarem por si mesmos? Ou alguém acredita que os IGUAIS (Elite) querem mesmo que os DESIGUAIS (pobres) dividam com eles suas posições privilegiadas?
Não vejo pobres
pisando em ricos para vencer,
mas vejo ricos pisando
em pobres para conseguir viver!
Muito do que vai acontecer nas vidas dos noventa e nove porcento dos bem mais pobres é o reflexo de quem brindou com quem entre o 1% dos bem mais ricos na virada do ano.
Nascemos pobres.
Mas, não devemos morrer tal como viemos ao mundo.
É legítimo libertar-se das amarras da pobreza.
E tudo começa com uma mentalidade rica, ou seja, que empodera, inspira e impulsiona.
O problema atual do Brasil não está nos pobres, leigos, ignorantes… E sim, nos espertos, ricos e/ ou letrados que apoiam corruptos por mera conveniência de interesses pessoais.
Ricos vivem a extravagância sem medo e sem censura; pobres sabem que uma semana de luxúria pode custar anos de amarguras.
A Balança Quebrada da Justiça
A justiça, idealmente, deveria ser uma balança imaculada, cega às distinções sociais e pesando unicamente os factos. Contudo, para uma parcela significativa da população, a realidade manifesta-se sob um véu opaco, onde a clareza dos princípios é obscurecida pela disparidade de recursos e pelo aparente descaso. Observa-se, com frequência alarmante, que a robustez de um sistema judicial se dissolve quando confrontado com a vulnerabilidade económica do cidadão.
O acesso pleno e eficaz à justiça, consagrado em textos fundamentais, parece, na prática, submeter-se a uma interpretação elástica que favorece quem detém o poder aquisitivo. A complexidade intrínseca dos procedimentos legais, aliada à percepção de uma indiferença por parte de alguns profissionais do direito, transforma a defesa de um direito numa odisseia solitária e, por vezes, inglória. O aconselhamento apressado, a falta de comunicação ou a recusa em explorar vias de recurso legítimas, sob a justificação de valores ou prazos que, na verdade, não são absolutos, geram um sentimento de abandono e profunda injustiça.
A crença na imparcialidade do julgamento é corroída quando se testemunham sentenças que parecem ignorar evidências claras ou dar peso desproporcional a certas narrativas, em detrimento de outras. A ideia de que erros graves, ou até mesmo intencionais, possam persistir sem contestação eficaz, especialmente em esferas onde a "última palavra" deveria ser a verdade, é um golpe devastador na confiança institucional. O cidadão comum, ao confrontar-se com tal realidade, sente que a sua voz se perde num labirinto burocrático e que a "corda" inevitavelmente arrebenta para o lado mais fraco, deixando-o num estado de desamparo e desilusão profunda.
Este cenário levanta questões severas sobre a verdadeira equidade de um sistema que, apesar de seus ideais nobres, parece, na prática, privilegiar o poder sobre a razão e o recurso sobre o direito. A percepção de que a verdade material é sacrificada em prol da celeridade ou da conveniência de um lado, enquanto o outro suporta o fardo de uma condenação injusta, mina a própria fundação da justiça.
Rodrigo Gael
Temo a utilidade tão ineficaz das riquezas, por se tratar apenas de aprisionamento.
....os mesmos que outrora,
não nos deixou dormir em tempos de carências.
