Subjetivo
O valor de uma obra de arte é extremamente subjetivo e personalíssimo. Aspectos padrões de uma avaliação de um objeto simples, nunca podem ser aferidos sobre uma arte. A criatividade, a conservação, a importância, a participação em exposições, o "emolduramento", as proporções, como tantos outros fatores podem diferenciar em muito o valor de obras de um mesmo artista, da mesma época e com proporções semelhantes.
MUNDO SUBJETIVO DICOTÔMICO
Não existem respostas certas, apenas a escolha mais confortável; E, em geral, as escolhas que mais confortam provêm das respostas mais incertas.
Tenho um ponto de vista que talvez tenderá para o subjetivo... mas... o que seria da Senhora filosofia, se não pudéssemos divagar em nossa subjetividade? O sábio Salomão havia dito que "quem se isola, insurge-se contra a própria sabedoria". Mas analisemos o que eu penso e vejamos se há coerência em meu pensamento. Arthur Schopenhauer sem dúvidas fora uma dos maiores filósofos de todos os tempos... Seu "aforismos para a sabedoria de vida" tem como escopo principal da eudemonologia, a solidão! O ócio! Não o improdutivo mas o INTELECTIVO! Aquele em que o sábio, deleita-se ou compraz-se em sua própria solidão, para melhor aproveitamento ou cultivo reflexivo do intelecto. Aquela onde o sábio pode fruir do tempo presente, achando um ótimo e prazeroso divertimento com o saber que descobre por si mesmo.
E aqui está o cerne do pensamento schopenhaueriano. Aqui concordo com ele. Aliás para o gênio desse ínclito filósofo, seria difícil mesmo achar companhias que fossem compatíveis ao seu nível de intelectualidade. Pois tinha uma mente prodigiosa. Eis aí um dos motivos que o fizeram viver isolado. Um sábio desse, quando deixa de se isolar, é para ENSINAR!
E aqui abro o início do discurso de minha subjetividade quanto a Aristóteles e Salomão - que parece fazer coro com ele.
Quando Salomão diz que o sábio se opõe á sabedoria quando se isola, creio que é no sentido de se viver com tanta sabedoria e morrer sem transmiti-la. Aqui está o propósito da solidão! - Angariar conhecimentos sólidos e transmiti-los. Como mostra o filme LUCY. Ou se o homem ao qual Salomão se refere não for o sábio mas sim o pretendente á sabedoria, certamente deverá iniciar seus passos com mestres, portanto, com "pessoas". Quanto ao sábio: Qual finalidade de se ter conhecimento e passar a vida toda isolado, sem poder de alguma forma, transmiti-lo?
Schopenhauer fora um profundo admirador de Aristóteles. Chegando até a dar a entender que era um peripatético. Mas um contexto apurado não o colocará sendo seu opositor. Aliás ele se baseia, como disse acima, em Aristóteles, para alicerçar seu conceito eudemonológico, dividindo seus aforismos em três partes essenciais á arte de ser feliz...
15.09.2017 às 14h02
POESIA
Alucinante dialogo poeta, coisas e objetos.
Viagem fantástica...
Ao universo subjetivo.
Sonhos e emoções.
Verdades e mentiras
Loucura ou razão?
Não é propriedade do artista
É patrimônio imaterial, universal!
A gente apenas formula para os leitores
Inspirado em coisas, pessoas ou objetos.
Deem-me uma flor do campo!
Para que eu plante e com esmero. Hoje.
Porque a primavera que nascera ontem
Morre agora num discurso delirante.
"Enquanto você não compreender que Jesus Cristo não é um conceito subjetivo, e sim uma pessoa, você ficará à mercê de um evangelho relativista em vez de uma fé perene."
“Até você compreender que Jesus Cristo não é um conceito subjetivo, e sim uma pessoa, você ficará à mercê de interpretações relativistas do evangelho em vez de uma fé duradoura.”
(ver João 14:6 e Hebreus 1:1-3)
Classe "A"
Real e objetivo,
Diferente e subjetivo,
Contamina, espalha, transborda,
Rico, vivo, apreciado,
Digno, completo, único,
O meu amor é classe "A".
O Estado de Direito
no Brasil é subjetivo,
só não é para
quem nasceu rico
ou foi destinado
a ser na vida político.
Para muitos mesmo
ele nunca existiu;
uma realidade latina
que nada mudará.
Os pobres continuarão
presos e sendo
presos onde quer
que se encontrem.
Nada a condenar
ou comemorar,
apenas sou mais
uma que nunca viu,
e ainda pode provar.
O Equador a chorar
pelos seus mortos,
E o Chile está
buscando se libertar.
Não sei o nosso rumo
a oposição boliviana
não encontrou
o próprio prumo.
Tocar neste assunto
só me faz sincera
aqui em qualquer
lugar do mundo seja
presa com o General,
a tropa ou caminhando
em diáspora sem
fim para com
venezuelanos regressar.
O perdão subjetivo pode ser purificado a nível individual e o coletivo um dia foi falsamente liberado pelo nepotismo positivista.
Fez moda e (ninguém) gostou, que isso é questão do subjetivo, se com graça nunca falhava, vista com sabedoria, que agora é aqui, em um renovado dia.
Quando transcendermos os caráteres subjetivos mundanos observaremos a realidade que existe inserida em meio a nossa sociedade.
Escrevo palavras cabisbaixas, pequenas, curtas, abstratas, sem entendimento – POR QUE NÃO QUERO ME ENTENDER, ENTENDE? Porque estou cansada de ter que me entender, tendo a todo instante um mapa geográfico de meus pontos fracos e altos. Chega! Cansei de saber quem sou. Nem ao menos pedi para que me entendam ou me aceitam como sou com a cegueira que tenho - obstinada e subjetiva - o ócio de meu bom senso.
Felicidade é Toque Íntimo
Procurar a felicidade em terreno que não lhe pertence,
É como construir um edifício, tendo o dom de cozinhar.
Você pode até sentir o cheiro bom,
Mas não é comida à moda para o seu paladar.
Felicidade é toque íntimo, subjetivo.
Pode ser compartilhada e até mesmo doada,
Porém jamais imputada para quem não sabe
Um sorriso emprestar.
E quem pensa que um sorriso não se empresta,
Vive na penúria da miséria,
Por não saber das belezas na vida contemplar.
Nunca viu a graça da natureza,
A força da grandeza de um Deus a nos amar.
Nunca sentiu o colo de uma mãe,
Nem entendeu as suas palavras, meigas ou severas,
Prontas para nos educar.
Nunca prestou atenção às músicas dos pássaros,
Das brincadeiras de menino,
Das cantigas de rodas e de tudo que faz moda
Pro coração se emocionar.
E a felicidade segue o seu rumo, humilde e faceira,
Procurando quem a queira,
Feliz, jogada às lutas, trincheiras,
De quem sabe de dentro se olhar.
Só quem encontra a real felicidade,
É quem reconhece a felicidade em si
E nunca em outro lugar.
Tem uma formiga nas teclas do meu teclado...
passeando, entrando embaixo...
Sai, sai formiguinha...,
não quero outro trauma na vida!
Formiguinha venenosa
Não faça-me, a picada tua,
amar assim tão facilmente
a personalidade de outrem!
Pare de atrapalhar enquanto componho!
Saia do pentagrama
Deixe minha máquina de escrever em paz...
Sai, sai formiguinha...,
não quero outro trauma na minha vida!
Os enigmas constituem, por assim dizer, uma linguagem de transcendência que de lá nos chega como linguagem de nossa própria criação. Os enigmas são objetivos; neles, o homem percebe alguma coisa que lhe vem ao encontro. Os enigmas são subjetivos: o homem os cria em função de suas concepções, modo de pensar e poder de entendimento. Na cisão sujeito-objeto, os enigmas são, a um tempo, objetivos e subjetivos.
