Somos Frutos de uma Geracao
QUEM SOMOS
Quem somos? Poeira
Despidos
Singelos hora primeira
No equilíbrio divididos
No querer o poder
Revestidos
De variedade no viver
Da semelhança providos
Porém,
No ir além, a nós permitidos
O mal e o bem
Façam as escolhas!
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Setembro, 2017
Cerrado goiano
Brasil ...Independência do que?
Somos um povo heróico
Mas nosso grito é mudo.
Só nos resta clamar aos céus por Abrigo!
Porque somos vitrine viva esculpida pela inspiração e vontade de Deus. Então, sincronize-se com a beleza de dentro, que tudo lá fora passa a brilhar.
Quando temos garantia de quem somos...
Nenhum mal de fora
nos contamina e nos agonia.
Ficamos com a Calmaria.
SOMOS TODOS IGUAIS
Iguais somos todos
Na alegria, no choro
Medos e nos denodos
Pela vida, com ou sem decoro
Nos inícios e nos finais
Na mudez e no coro
Somos todos iguais...
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
07 de outubro, 2017
Cerrado goiano
Gosto do gosto que tu gostas. E acho que a tua boca sabe dos meus sabores. Somos apetites em combinação!
Se você é daqueles que se cansa com as decepções e começa a si afastar das pessoas!
Saiba que foi você quem colocou foco no caráter alheio, esquecendo-se que,
`` Os outros, são os outros e, só´´ onde sempre insistimos na perfeição, e isto não existe,
Somos seres em evolução!
Você é meu pequeno Mundo
E nessa nossa história
o “tudo” nos descreve.
Quero tudo em você
Quero tudo com você.
Nossa vida se resume assim
Juntos;Um só;Um laço.
Estamos conectados através
De nossas Almas
E assim quero permanecer,
sendo a tua paz
e você a minha calma.”
Aquele que se conhece de verdade, até a parte mais profunda do coração, sabe candidamente e silenciosamente que não tem a menor condição e capacidade de julgar os outros por qualquer ação ou omissão, que seja.
No abraço do nosso encontro,
corpos despidos de anos,
olhares cruzados nos tempos,
saberemos o que fomos e o que somos,
na vida e nos sentimentos.
Pode-se afirmar com segurança que todos temos algo de poeta
dentro de nós...
Depende de circunstancias da vida e de nosso real desejo
deixar que essa alma poetal possa ser liberada...
Basta deixá-la fluir...
Osculos e amplexos,
Marcial
NA VERDADE TODOS SOMOS POETAS
Marcial Salaverry
Pode-se com certeza afirmar que na verdade todos somos poetas, ou será que poderemos chamar de poeta apenas aqueles que escrevem poesias? É certo que o Ser Poeta, é aquele ser que escreve poesias, mas para um Ser Poeta, ser poeta de fato, é preciso que tenha a alma poetal, o que no fundo, todos temos, apenas existem aqueles que sabem extrair a poesia de sua alma, sabem deixar a poesia fluir de sua alma...
Encontrei uma frase que expressa bem o que é SER POETA, escrita por um dos grandes mestres das letras, José de Alencar. Vejam:
"O cidadão é o poeta do direito e da justiça; o poeta é o cidadão do belo e da arte."
Pode-se concluir que ser poeta, é um estado de espírito, pois quem é poeta, o é internamente. Tem a poesia na alma. Falamos "poeta", mas normalmente estamos nos referindo a todo aquele ou aquela (aliás, o termo POETA, se aplica tanto "aos", como "às") que tem aquele dom natural para as artes escritas, seja em poesia, ou em prosa. Tudo depende do lirismo da alma de quem escreve.
Pode-se aperfeiçoar a arte da escrita, seja através de estudos, desenvolvendo toda uma técnica para faze-lo, ou seja através da prática, escrevendo cotidianamente. Aliás, quanto mais se escreve, mais se desenvolve um estilo próprio, e melhor se escreve, pois vamos corrigindo defeitos (ou mesmo os aperfeiçoando, pois muitas vezes um defeito acaba se transformando em qualidade...).
Existe uma certa polêmica que tenho visto na Internet,onde alguns puristas das artes poetais criticam acerbamente os poetas que simplesmente libertam seu interior, escrevendo o que lhes vai na alma, sem qualquer preocupação quanto aos detalhes técnicos, tão ferrenhamente defendidos pelos ditos puristas, mas, falando em poesia, todo e qualquer julgamento que se faça, sempre será algo de cunho pessoal. É íntimo de cada qual. Se não gostamos do que certos poetas escrevem, será suficiente não mais os lermos. Daí, passar para ataques pessoais, publicando críticas azedas quanto à qualidade artística do que este ou aquele poeta escreveu, vai uma distância enorme, porque, se os escritos desse poeta não lhes agradam, certamente agradarão a muitas outras pessoas.
Vamos deixar claro que atualmente não existe mais aquela preocupação d'antanho, quanto aos detalhes técnicos da poesia. Métrica, e mesmo a rima não mais são exigíveis. A grande maioria do "público consumidor" das artes escritas, prefere ver o sentimento, a alma de quem escreve transcrita para o papel, ou melhor, para a telinha, expondo a verdade que se esconde em sua alma poetal...
Meus amigos puristas devem reconhecer, que muitas vezes, em benefício da perfeição técnica, sacrifica-se a perfeição anímica, pois para encontrar um termo que se enquadre melhor na métrica, ou mesmo na rima perfeita, precisamos consultar um dicionário, e isso tira um pouco da real inspiração poetal, e ainda lembro aos puristas que, mesmo em priscas eras, já havia o termo "licença poética", para justificar eventuais deslizes técnicos de nossos grandes escritores do passado.
Portanto, mais um lembrete aos nossos tão preocupados puristas, como está na mensagem de nosso mestre José de Alencar, escritor de técnica irretocável: "o poeta é o cidadão do belo e da arte"..., Então, em nome da beleza e da arte, a alma tem que trabalhar liberta, sem se prender aos grilhões da perfeição técnica, que poderá tolher sua criatividade.
A poesia é uma criação da alma poetal que todos temos em nosso interior. Basta que a deixemos fluir livremente. Existem muitos poetas que mantém maravilhas apenas engavetadas, simplesmente porque as acham bobas, piegas, ou porque algum "iluminado" fez alguma crítica azeda quando leu aquele escrito.
Não tenham dúvidas, crianças, da mesma maneira que sempre existe algum pé cansado que se adapte a um chinelo velho, sempre haverá alguém cuja sensibilidade se afine com a sua, e que irá aplaudir sua poesia. Tenho lido verdadeiras preciosidades escritas por pessoas que se julgavam inábeis para as artes escritas, e as tenho estimulado para desenvolver sua alma poetal.
Escreve poeta, sem se preocupar em agradar este ou aquele. Liberte sua alma, simplesmente. Solte a criatividade que lhe habita o espírito. Para cada um que não aprecie seu escrito, não tenha dúvida de que haverá um outro que lhe achará um gênio, ficando claro que da mesma maneira que os poetas tem seu jeito de sentir e escrever, os leitores tem sua maneira de ler e sentir. A diferença é exatamente essa, quem escreve, primeiro sente o que lhe vai na alma, e transpõe esse sentimento para o papel (ou telinha). Quem lê, percorre o caminho contrário, ou seja, primeiro lê o que tem diante dos olhos, e depois vai analisar o efeito que o escrito provocou em sua alma. E aí está a diferença. Nem todos tem o mesmo sentir.
Portanto, tanto aos críticos quanto aos poetas, sugiro um cordial aperto de mão, um abraço fraterno, e que haja respeito mútuo nessa história. Vamos desarmar os espíritos, para que todos tenhamos UM LINDO DIA.
"Escreve poeta,
Solte sua alma e seu amor,
Mostre de sua alma o calor...
Marcial Salaverry"
Somos como esponjas...
Ao logo da vida não absorvemos mais como antes, por que em um determinado momento da vida não servimos mais para absorver, estamos encargados das nossas vidas.
Assim como a esponja, ela precisa ser substituída e assim uma nova esponja se encargará da sua função.
Assim como a esponja, você tem seu tempo de absorver o problemas dos demais.
Viver, simplesmente viver sem preocupações talvez seja o maior desafio atual, como viver livre de preocupações e sem culpas?
Dizer um não, rejeitar alguém com suas energias negativas te torna uma pessoa egoísta? Ou simplesmente chega um determinado momento na vida que você apenas quer viver?!...
Eu comecei tentando, tentando eliminar velhos hábitos, hoje já não posso absorver os problemas alheios, eles me fazem mal e eu preciso resolver os meus.
Nós somos pó e um sopro de vida nas narinas...
Somos matéria que deteriora e morre, mas que também ressuscita.
Somos criaturas inclinadas para o mal, mas da terra podemos ser o sal.
Ou somos trevas, ou somos luz, não podemos ser a Lei e a Cruz.
Hoje somos a vaidade, a calamidade, a causa de toda dor. Mas um dia fomos feitos à imagem e semelhança do Criador.
Sozinhos somos amor próprio, com Deus somos amor ao próximo. E quando não somos vingança, somos a esperança.
O problema do "ser" não é Deus... Sou eu e você.
Tudo porque, em vez da vida, escolhemos morrer pela árvore do tudo saber.
Nós somos um pouco dos nossos pais, mesmo (às vezes) sem querer... Somos um pouco dos nossos amigos, mesmo (às vezes) querendo ser muito. Somos um pouco dos nossos "inimigos", por isso que (às vezes) nos repelimos... Somos um pouco dos desconhecidos, por isso que (às vezes) nos atraímos.
Somos um pouco de cada pessoa que cruza nosso caminho, às vezes das que vão e às vezes das que ficam. Às vezes somos a versão boa e às vezes somos a versão ruim delas, porque somos mutáveis, influenciáveis, diferentes e ao mesmo tempo iguais.
Somos humanos, às vezes nem isso.
Mas sempre (sempre) somos alguém que não pode ser nada sozinho.
Nós somos um pouco do que lemos e do que ouvimos, mas as pessoas só sabem disso quando falamos e quando agimos.
Por isso a importância de filtrar tudo o que se lê e ouve. E mais importante do que isso: utilizar somente o que foi filtrado.
"Somos o que queremos ser, o que escolhemos ser; e poderemos mudar o que somos... Temos capacidade para isso."
Sede de viver sede de pensar
O passado nos faz acordar
E regressar para as velhas montanhas
E para os corcovado das emoções
Afinal somos curvos como chuva das monções
Somos delimitados como sede que não se mata
Como um vôo sem pouso
Somos um destino sem fim e um fim sem começo
E é isso que nós amedronta
Nem sempre sabemos o que somos
Mas descobrir pode tirar o sentido
Da vida, dos contos de fada
Somo júrias de paz
Razão do raio que causa chamas
E da dor que aquece nossos nervos
Mas ainda não sabemos o calor da nossa essência
O sabor de tal efervescência
Que arrepia e mata cada fio de cabelo
Afinal o que somos?
Senão passos que morrem cada vez mais
A cada dia
Somos a doença que nos torna fracos
Mas somos a cura que nos faz renascer
Somos a sombra de toda ignorância
Mas somos o fruto do pensar e crescer.
Somos as histórias perdidas
Somos sonhos realizados
E nem toda a esperança dos poetas
Pode hibernar nossos instintos
A humanidade que se perde
Encontra o novo cada vez mais longe
Vai e faz o grito da fúria
Rogue e torture todos os teus medos
Mas são os medos que nos fazem ir em frente
São os medos que criam as coragens
E os covardes não sentem medo
Ou o sentem demais.
Cale-se, enriqueça-te dos seios dos rios
Atravesse os mares com teus dedos
Sussurre no ouvido da flor
Faça júrias de fé
Ou injúrias de amor
Mas não esqueça de quem é.
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