Seda

Cerca de 261 frases e pensamentos: Seda

De Seda Pura

O nu...
é nosso corpo!
Se não houvesse
a malícia.
Seríamos apenas
um corpo completo...
Revestido de sonhos.
De todos os tons.
Perfeito!!
De seda pura.
Cujo nome
se chama pele!

Inserida por daysesene

É preciso,
saber lidar
com o amor!
O amor...
Às vezes
é espinho.
Às vezes
fios de seda.
Mas quem
com ele não
sabe lidar...
Transforma
fios de seda
em espinhos...

Inserida por daysesene

Já tive febre ....de amor
Que arderam de todas as cores
Rasguei o meu xaile de seda...
Senti o coração em flor...
A saudade tem um rosto.....um nome..
Um cheiro.....um gosto....
O cuidado das palavras....
Da ausência que incomoda....
E da vontade que não passa.!!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

- Senzala -
Parece que ele tem cabelo de preto, mas é de seda...
Sua pele de breu é luz de estrelas.
Conforta os caminhos que seus pés pisam:
Mar deserto, flores do campo...
Vejo seus olhos brancos acastanhados à paisagem.
Passos longos, passos curtos...a um passo do beijo.
Parece que ele cheira tanto, que fede.
E o suor que pede, exprime poesia.
Se tudo de mim é fantasia, dele é água que escorre.
Mina de corpo, febre, sopro de voz, doçura...
Ele me faz...

Inserida por Marciosilva

A música me acompanha na seda e no saco.

Inserida por luiselzadesouzapinto

Mas um sapo é um sapo, e mesmo que o coloquemos para dormir numa cama com colcha de seda indiana, ele irá logo sentir saudades e preferirá o lago sujo e escuro, que é de sua natureza.

Inserida por carlos_alberto_hang

Orquídeas

[...] multicor
ao vento bailarinas
na natureza ao dispor
delicadas meninas
seda da vida
nos jardins inquilinas
na medida
tutus de rendas
contidas... garridas...
prendas
tão belas, floridas
as orquídeas,
tom maior... preciosa flor!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
20/05/2020, Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

Folhas de outono

Aquela fina e leve seda
Transparecia o teu corpo
Encostava em tua pele

Após uma palestra
A volta pra casa era distante
E o meu corpo pedia,
Somente descanso
Foi quando Num instante
Eu me despejei

Lancei meu corpo
Sobre aquele banco de madeira
Banquinho de praça mesmo
O sol pouco nítido,
embaçado num clima abaixo de zero
Era tudo o que se podia ver

Naquela tardezinha...
Era outono, E haviam galhos
muitos troncos e galhos despidos
Pelo contratempo da estação

Folhas semelhantes á flores
Amarelinhas, que passeavam
Levadas por qualquer vento
Onde uma e outra, caiam sob mim
E uma jaqueta se certificava
de me agasalhar
E me proteger
Daquele espetáculo natural
Ensaiado e encenando
Destaque anual

E uma mutidão de solidão
Passou ali
Foi quando me enchi de coragem
Minhas pernas me deixavam sob os pés
Meus braços se abriam
E eu sentia aquela brisa me balançar
como aquele pneu pendurado numa corda
Esperando qualquer dia
Que uma criança sequer
Perceba o quão bom é
Se balançar no outono
Num finzinho de tarde
No caminho de casa.

Inserida por lisandrapereiraFS

Quando me for,
Traja-me de seda ou cetim.
Mas, de uma coisa faço questão:
– Que vocês rezem por mim.

Inserida por pretobom

Me sinto leve como seda
Então me aperta e me beija
Respira enquanto me incendeia

Inserida por pensador

⁠Beijo quente
Há tempos sonho com a calma
dos olhos teus.
A seda dos teus cabelos estes
seios fartos e lindos.
São como um convite ao descanso.
Descanso da mente, refazer das
forças do coração.
Lábios grossos e umidos,
o convite que deles vêm penso
que seja para deixar de com eles
sonhar, e bem perto deles ficar.
Neles um beijo molhado e quente
deixar.
Lábios ardentes, quero senti-los
bem devagar.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E

Inserida por RoldaoAires

⁠Teu toque

Como o toque da seda
Sinto você chegar
Delicado, inspirado
Modificado pelo luar
Aquecido pelo calor das rosas
Das flores a perfumar
Teu toque
Toca-me
E quero muito
Contigo voar!

⁠Flocos de algodão!
Flocos de algodão! Cabelos brancos como algodão toque macio como a seda...
Perfume inebriante, doce como mel...
A brisa suave faz levantar seus cachos brancos e levam ao altar...
Deuses do Olimpo me faz flutuar, deslize suas mãos por entre os fios de algodão e sonhe com os anjos nesse tocar...
Licia Madeira

Inserida por LICIAMADEIRA

⁠Eu sou poeta das palavras de saias curtas, de linho e de seda. Eu a poeta do amor que deseja o beijo no canto da boca e que não tem medo de ser chamada de louca.Eu sou a poeta sem tinta colorindo os brancos do cabelo, de mãos carregadas de calos, que não sente medo do mar, de amar e de ser amada.

Inserida por nildinha_freitas

⁠Festas Juninas... Logo cedo meu tio Zezinho comprava papel de seda na lojinha e fazias balões coloridos, juntando as folhas, usando como cola o grude, de grudar, que nada mais era um composto caseiro feito com o cozimento de Maisena acrescida com água que a medida que era mexida na panela no fogo, se transformava numa excelente cola e já começava a confeccioná-los logo de manhã, se eu não me engano, quatro, seis e depois punha pra secá-los no varal do quarto dele de pendurar as roupas.

Fogueiras... Faziam-se tantas... Hoje vi só uma, duas, três,
talvez sete no máximo perdidas nas imediações. Teve uma que eu achei bonito após acender o cidadão que fez a fogueira disse de si pra si, “Gloria a Deus, e a Jesus cristo, mais um ano acendendo a fogueira”, outro, da fogueira maior, essa da foto, disse que para o ano vai fazer uma maior ainda que é pra não perder a tradição. Pessoas simples, mas, de bom coração. Coisa assim, e não tinha esses fricotes de incomodar, fazer mal a vista a fumaça, era um ardor gostoso que só, todo mundo com os olhos ardendo, vermelhos. chorando mas de felicidade.

Quadrilhas, hoje totalmente diferentes das de antigamente. Hoje parece escola de samba, maior doidice. Cada um faz sua coriografeia, digo, coreografia,
como se houvesse algum Carlinhos de Jesus, um entendido nelas. Quadrilhas só de piratas, dançadas ao som de musicas bregas. Acabou as de casamento matuto, dos Alavantu (do Frances, avancar) e Anarriê (voltar), brinque! Quadrilhas internacioná!

A noite se acendiam as fogueiras. Acender fogueiras era uma coisa perigosa, era risco de vida na época, não propriamente pelo fogo, mas, tinhas umas historias que se ela não pegasse fogo, nem a pau, no próximo São João o "caba" não estava vivo! Minha nossa! Que perigo! Se chovesse então, era um terror, tinha quer acender nem que jogasse uma dinamite em cima, por vias das por vias das duvidas, é claro.

Meus tios Zezinho e Wilson soltavam os balões, coisa mais linda no céu, balões competindo com as estrelas. A mesa da terceira sala, próxima a janela do terraço, cheia de guloseimas da época, canjica, aqui é de milho mesmo, não é munguzá, feito ai no sul se diz, pamonha, bolo de milho, pé de moleque... Era só pegar na janela, enquanto soltávamos fogos, uns de nomes feios, que não dá pra dizer aqui, só sei que estouravam na terra e no céu. Festa junina quando eu era menino era bom, hoje ta acabando a tradição, essas coisas puras, autenticas, ingênuas, de então.

Fábio Murilo

Inserida por Fg7r85

A cor do gosto do teu desejo.

O gosto, da cor da pele de seda, que desliza sob teus dedos
O suave tremor dos lábios sedentos e famintos,
Que vagueiam silenciosamente, por caminhos sinuosos

A febre que sinto, a queimar -me por enteira
É o calor dos teus olhos, é a fome da tua boca,
É a sede de tocar, de provar, de sentir.

És fogo a queimar-me por inteira
Que devora-me com o toque dos teus dedos,
Com a sede dos lábios que me toma pra ti.

É o silenciar dos gemidos, contidos com tua boca faminta na minha.
É a volúpia, do abraço, do afago, da carícia ate então desejada.
É a união dos corpos, desnudos, calientes, sedentos de amor.

É o calor da cor do desejo do teu corpo no meu.
Que por minutos infindáveis, se unem, se completam...
Se entregam e se trasnformam finalmente....
Num único, ser, na união de duas almas em um corpo.

Enfim...saciados.

Texto autoria
Jackeline reis.

Inserida por Jackereis

Neste dia frio
como um dia de fio de seda
o vento toca cedo em seu rosto
que esta exposto
aos meus...

Para lhe ter roubaria
somente por um dia
passaria mares
pegaria aves
um dia de frio
que depois poderia ficar sombrio...

Pois por seu amor
faria e juntaria
fogo com agua...

Inserida por kssioborba

No fio da faca eu afio meus medos
Enfio estacas, alicerço os segredos
Construo muros de seda tal qual camisola
E nos teus dedos minha alma rebola

Se sou brinquedo me guarda direito
Os meus defeitos, não conte a ninguém
Meu corpo suado,teu nome tatuado
Teu cheiro cravado no meu misturado
São teus por direito,não dou a ninguém

E se por ventura, faltar a candura
Duvidar da pureza que em mim você tem
Procura ai dentro, meu nome gravado
Com o fio da faca , com o lado do corte
Antes da nossa morte,por acaso, por um triz
Você vai me achar inteira, como ferida curada
Em forma de cicatriz.

Inserida por MarciaCardosoSV

"SEMPRE CONTIGO"

"Seguro as tuas delicadas mãos de seda e, olhando para o alto, questiono o tempo:
'Quanto mais me restará?'
Frágil e sem defesa, pensas que não tens força suficiente para enfrentar o mundo sozinha
Fui eu quem te ajudou a dar os primeiros passos, os dos pés e os da vida
Fui eu quem sempre acariciou os teus cabelos, consolando as tuas dores infantis
Fui eu quem se fez porto seguro, quando o mar do destino se mostrou feroz
E, 'quanto mais me restará?'
Sei que te perguntas como será o amanhã, mas, acredite, não há motivos para temer
Ainda que distante, sem tocar o teu rosto, estarei contigo
Mesmo que do alto, por entre as nuvens, estarei guiando os teus passos
E, no fim, tudo ficará bem, tudo terminará bem
Porque, para sempre, serei teu e tu serás minha
Minha pequena e adocicada menina
Não temas, eu sempre estarei contigo!".

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Inserida por lavinialins

Menino = papel de seda
Rapaz = papel bordado
Viúvo = papel de embrulho
Casado = papel queimado

Inserida por CrisEffting