Rádio
No rádio
Escutei tocando
Nossa música,
Retornaram lembranças
De bons momentos,
Deu vontade de te ligar
Pedir para voltar,
A saudade apertou
Mas, de repente a música acabou
Assim como nossa história.
No rádio antigamente
Eu ouvia minha canção
Tinha que sintonizar
Numa certa estação
Preparava o toca-fita
Pra gravar a mais bonita
Música de emoção
Somos como aparelhos de rádio. Sintonizar a Voz Suprema Universal requer a mudança gradual da estação Inconsciência para a estação Consciência.
Não só se combate com armas de fogo. Também os livros, os jornais e revistas são armas. A rádio e a televisão nas mãos dos interesses sem Alma, são as armas mais destrutivas contra a humanidade. Analise investigue tudo o que ouve e vê.
"O cinema não matou o teatro, nem o rádio. A televisão não matou o cinema. A nova mídia não vai matar os meios de comunicação existentes. Como sempre acontece, o nascimento de uma nova narrativa artística não destrói absolutamente nada, apenas transforma as precedentes.”
Rádio Poética
A Radio Poética leva até vocês
Mais uma poesia do Amor.
Uma Moça branda,
Equilibrada até no seu andar.
Um belo dia.
Aquele sentimento que só me trazia dores.
Se transformou no mais lindo dos sentimentos.
Aquela jovem.
Diferente de tudo que eu ja vi nesse mundo.
Razões para expor essas escritas, Tenho muitas.
Beleza que nunca fratura minhas ilusões.
Aroma de menina do campo.
Coração cantador.
Ah! Ouvintes dessa programação.
O meu sofrer é imenso.
E ao mesmo tempo vivo sorrindo.
Amor por amor.
Paixão por paixão.
Asas de Poeta Voador
Respirar é meu dever.
Mas viver sem minha donzela.
É melhor então,
Eu acabar de morrer....
O início desse poema,Foi tirado uma frase da música ( À dois passos do paraíso)
E a inspiração também.
Compositores: Evandro Mesquita / Ricardo Barreto
Autor : Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Amores, não são para sempre.
Acordei. E antes de fazer qualquer coisa, liguei o radio.Gal cantava. "Até um dia, até talvez, até quem sabe"...
Aí chegou aquela saudade, aquela saudade, que devora, o corpo, e a alma.
Quanta dor. Impossivel não chorar.Coava o café e chorava.. Empedrada, eu nao me reconhecia, e não te reconhecias. Pensei, estamos mortas. Não percebemos, o momento, em que tudo foi morto .Aì o passado se fez presente, e perguntou, não era para sempre? Parei de fazer o café. Arrumei umas roupas na mochila, e disse, vou viajar.Onde eu chegar, de lá te telefono. Ela não fez nenhum movimento. Gal continuava cantando , " essa menina é só de brincadeira.." E fui , e fui para nunca mais voltar. Ela continua viva, dentro de mim. Hoje,sem corpo e sem alma. Aquele amor eterno, cheio de promessas, promessas, jamais cumpridas. Agora tudo é sombra. Sombra, cada vez mais tênue. RCR22012022
Ouve os amigos ..ouve as piadas no emprego... ouve a mãe, ouve a rádio ..só não ouve a fala da mulher dentro de casa... depois de alguns anos a gente perde a voz... os companheiros não tem ouvidos pra nós... ai a gente faz o que ? Cansa ..para de falar ... e vai chorar as mágoas para quem quer ouvir...no caso , sempre outra pessoa... tem sempre alguém de braços abertos pra gente... enquanto o amor da vida da gente nos vira as costas... é lei .. é realidade, é fato ... sempre assim feito aquele ditado enquanto um desdenha.. o outro quer comprar
Lá, lá, lá, lá;
lá, lá, lá, lá.
Lá, lá, lá lá, lá;
lá, lá, lá, lá, lá...
Locutor, da Rádio:
Acabamos de escutar,
a música do: Lá, lá, lá.
Com a alegria,
a limpeza;
com a tristeza,
a sujeira.
É melhor:
o ânimo;
ter mui, bom ânimo;
ser forte;
corajoso;
não desanimar;
não perder, a esperança.
Do que, o desânimo.
Onde eu vivo..?
Vivo na razão *****Na ilusão*****Na emoção.
Nessa difusão,
Ligo o radio e ouço um Louvor,
Modas sertanejas me fazem chorar,
As pampianas me fazem recordar,
A Viola caipira me devora,
E quando as cordas choram na madeira de pinho,
Só ouço o galo lá fora cantar,
E coruja segue cantando,
Até o próximo luar.
Ricardo Melo.
Poeta que Voa
Receba
Teu rosto revela raro ser
Resistente, reluzente, radiante
Como o baixo ruído de um rádio distante
Sem regra ou receio, deixei-me render.
Teu riso me rouba toda atenção
Rápido, remédio, irracional
Como sons ritmados de forma irreal
Sem relutar, deleito-me em seu refrão.
Teu corpo tem jeito de abrigo
Reflexivo, refúgio, resiliente
Como plantar e regar a semente
Sem rodeio ou recado, floresça comigo.
“Ligo o rádio e ouço um chato
… Que me grita nos ouvidos
Pare o mundo que eu quero descer
Olhos os livros na minha estante
… Que nada dizem de importante
Servem só pra quem não sabe ler”
“O amor é como uma estação de rádio, uma frequência mágica no vasto espectro do coração humano. Assim como ao sintonizar um rádio, para apreciar o amor em sua plenitude, é preciso paciência e sensibilidade. Cada pessoa é como um dial único, e para encontrar a estação perfeita, você precisa girar o dial da vida, ajustando-o com cuidado. Às vezes, pode haver estática e interferência, mas a magia acontece quando você encontra a sintonia perfeita. O amor é como música, transmitindo alegria e harmonia, mas somente quando nas mãos de alguém que sabe sintonizá-lo com a mesma paixão e dedicação. Portanto, nunca desista de sintonizar, pois o amor está sempre no ar, esperando por aqueles com a paciência e a vontade de encontrá-lo.”
Uma mente depressiva é como um rádio sem sinal tentando acessar sua estação preferida... Você até pode ouvir um trecho da sua música, mas as interferências são maiores.
Mudra é como o
"dial do rádio".
Sintoniza uma
frequência
eletromagnética
com mais precisão,
através da imposição
das mãos e o toque
dos dedos.
Eleva o campo
áurico do ser..
